Como saber se uma criança resfriada precisa de Fisioterapia








Olá, eu sou a Dani e esse texto fala sobre Como saber se uma criança resfriada precisa de Fisioterapia. Antes de começar a lê-lo, conheça nosso canal do Youtube: clicando aqui. Agora, vamos à leitura!




A gente não pode negar que, em muitos casos, a  indicação da fisioterapia respiratória para crianças depende da linha do pediatra. Porém, de uma forma geral, a fisioterapia respiratória é recomendada para os quadros em que o bebê ou a criança apresente algum tipo de desconforto respiratório, normalmente causado por infecções como bronquiolites e pneumonias, ou mesmo uma gripe mais forte, que ocasiona um acúmulo de secreção que a criança normalmente não consegue eliminar sozinha.


É consenso que com exercícios respiratórios e manobras de desobstrução brônquicas,  o fisioterapeuta facilita a entrada do ar, melhora a oxigenação e a eliminação das secreções. São exercícios realizados pelas mãos do especialista ou por meio de aparelhos vibratórios que auxiliam na drenagem das secreções e sua posterior eliminação.

É normal que haja dúvida se a secreção que aparece no nariz das crianças é apenas reflexo de um resfriado ou se pode evoluir para algo mais sério. Por isso, é importante observar alguns sinais que indicam a necessidade da fisioterapia respiratória.

Porém, se a criança está com dificuldade para respirar, muitas vezes ficando ofegante e com desconforto geral é preciso procurar um profissional. O acúmulo de secreção pode levar a quadros bacterianos secundários (otites, sinusite, pneumonia) e até engasgos com vômitos. A secreção acumulada leva a uma respiração ruidosa, dificultando a oxigenação. Tudo isso faz com que a criança respire mais rápido e fique mais cansada.

Nessa hora, a realização da fisioterapia respiratória ajuda muito, evitando piora do quadro respiratório e possíveis internações.

As manobras só podem ser feitas por fisioterapeutas especializados em pediatria, mas Juliana dá algumas dicas de condutas que os pais podem ter em casa para ajudar os filhos a respirar melhor.

A principal orientação que deixamos com os pais é a lavagem das vias aéreas com soro fisiológico, inalação e a continuidade do tratamento indicado pelo pediatra responsável pela criança. Geralmente, esses cuidados são responsáveis pelo sucesso e pela melhora do quadro clínico da criança.

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Para concluir, é necessário afirmar que a fisioterapia respiratória pediátrica trata especificamente de crianças e a abordagem se difere das práticas utilizadas no adulto.  É preciso respeitar a idade do paciente, fatores anatômicos e fisiológicos, qual a doença pulmonar em questão, quais as doenças associadas e qual a condição clínica atual e evolução do quadro. Também é preciso avaliar o nível de cooperação e aderência ao tratamento por parte da criança e desenvolvimento neuropsicomotor.

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