terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fisioterapia na incontinência urinária infantil

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Embora tenha muita gente que associe a incontinência urinária a adultos e a pessoas mais idosas, uma parte da população também pode sofrer com ela: as crianças.  Isso ocorre quando após os 5 anos, a criança não consegue 'prender o xixi', tendo a perda de forma involuntária e repetida.
  • Repetidas infecções urinárias;
  • Problemas da anatomia do sistema urinário;
  • Bexiga hiperativa, em que os músculos que servem para impedir a saída da urina contraem-se involuntariamente, forçando a urina a sair;
  • A criança ignorar os sinais e evitar ir ao banheiro para não ter que parar de brincar, ou por não gostar de utilizar o banheiro da escola, fazendo com que a bexiga encha muito e com que a ela se urine.
A fisioterapia, assim como nos adultos, se torna uma opção de tratamento para esse problema com exercícios que ajudam a criança a fortalecer e controlar a musculatura da bexiga além de trazer uma disciplina para  momento da urina da criança. Inclusive durante a noite, pode-se colocar um despertador para estimular o hábito da criança de levantar para fazer xixi.

A fisioterapia também pode fazer uso da técnica de neuroestimulação sacral, em que é colocado um eletrodo na região entre o fundo das costas e as nádegas para estimular o controle do esfíncter da bexiga.

Com ajuda daqui
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Saiba mais sobre a Fisioterapia na Pediatria

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 Fisioterapia conquistou lugar, principalmente, nos consultórios e clínicas particulares. A profissão, entretanto, passa por uma fase de transição, que aponta para novas práticas, possibilidades e formas de atuação.


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A fisioterapia em pediatria tem como objetivo cuidar do processo de crescimento e desenvolvimento infantil, em qualquer idad. Para isso leva-se em consideração que quanto mais cedo o fisioterapeuta atue no desenvolvimento da criança, melhores serão seus resultados ao longo do processo, a fim de evitar alterações que se apresentem durante este.

A atenção do profissional estará voltada para atrair a atenção da criança e tornar todo o processo mais agradável, trabalhando muitas vezes o lúdico, o que pode tornar o tratamento mais interessante. O acompanhamento envolve ainda a orientação à família sobre as medidas adaptativas em casa a fim de garantir melhores condições físicas para a família e o principal paciente, nesse caso, a criança.

Além do fisioterapeuta, o tratamento com a fisioterapia em pediatria envolve a participação de uma equipe da qual fazem parte psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais e psicopedagogos.

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Importância da atenção ao tipo de pisada em crianças

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pé areia euatleta (Foto: Getty Images)

As pessoas portadoras de pés planos, conhecidos como pés chatos, têm a tendência de pisar para dentro, com a borda interna dos pés, ou seja, são chamados de pronados. O que causa desequilíbrio na pisada e na marcha provocando várias lesões como entorses de tornozelo que ocorrem com mais freqüência.

Acesse o Faça Fisioterapia

Ao detectar-se pés planos no bebê, os pais devem ficar alertas, conversar com o médico para trabalhar os pés da criança desde cedo, para prepará-las para a marcha. O caminhar em diferentes solos com diferentes texturas, solos irregularidades, bolas, apanhar objeto com os pés.

Na natação, a criança trabalha nas atividades de psicomotricidade os pés e o equilíbrio de todo o corpo. O uso de botas ortopédicas e palmilhas é muito discutido, cada caso é um caso, mas os exercícios citados são imprescindíveis.

O caminhar e o brincar, correr na areia fofa, são um dos melhores exercícios. O andar descalço em diferentes tapetes, subir e descer obstáculos, o trabalho psicomotor é muito indicado para fortalecer e dar mobilidade dos pés.

A criança var crescendo com trabalho direcionado visando aumentar o arco plantar, ou seja, a curvatura da sola dos pés. Quando recebemos o paciente adulto, orientamos exercícios que de vem ser feitos para o resto da vida para fortalecimento e alongamento muscular e flexibilidade articular, mas não é possível ganho de arco plantar.

É necessário um trabalho de fortalecimento dos músculos envolvidos na articulação do tornozelo e de toda a perna. É fundamental trabalho de equilíbrio e propriocepção para ativar as reações de equilíbrio para diminuir ou zerar os entorses.

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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Video: Técnica de expansão pulmonar em crianças





Técnicas que visam aumentar a ventilação alveolar e evitar a hipoventilação;

- Estas técnicas incluem manobras:

* manuais

* orientadas pelo fisioterapeuta

* utilizadas com aparelhos;


Objetivos:

- Expansão pulmonar pela elevação do volume pulmonar e aumento do volume inspiratório (associado com o padrão respiratório do paciente como: FR, profundidade, ritmo e caráter da ventilação);


“Visa melhorar as condições da mecânica respiratória (hipoventilados ou hiperinsuflados), debilidade muscular, incoordenação repiratória ou qualquer padrão ventilatório espontâneo que leve a uma desvantagem mecânica e a suprimento de O2 insatisfatório ao organismo” (Dirceu Costa)
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Ginástica respiratória para bebês


Veja o que é ginástica respiratória para bebês, como é feita e os benefícios que ela pode trazer para a saúde do seu filho.

No inverno os bebês e as crianças menores estão sujeitas a contrair infecções respiratórias devido à baixa resistência e também através do contato com pessoas infectadas. Um dos fatores agravantes nesses casos é o fato de que a criança não consegue expelir as secreções que acabam se acumulando nos brônquios e nas vias respiratórias aéreas centrais e periféricas dificultando a respiração.          

A ginástica respiratória  ou fisioterapia respiratória é um conjunto de técnicas que são utilizadas como complemento no tratamento das infecções das vias aéreas superiores. Sendo indicada para bebes e crianças. Saiba mais sobre os benefícios da ginástica respiratórias e as técnicas de aplicação.

Ginástica para bebês benefícios


A obstrução das vias respiratórias causadas pelas secreções causa a irritabilidade e impossibilitam que o bebê tenha um sono tranquilo, além de contribuírem para o surgimento de infecções em outras áreas. A redução dos sintomas que a infecção ocasiona faz com que desapareça o cansaço e a irritação, melhora e fortalece a função respiratória e previne contra o acumulo de secreções.

A adoção dessa modalidade de terapia produz vários benefícios à saúde e desenvolvimento do bebê. A desobstrução dos brônquios e o fortalecimento dos músculos respiratórios é um dos benefícios que ginástica respiratória produz a curto e em médio prazo. A sessão diária da ginástica respiratória resulta no desbloqueio das vias respiratórias.

O procedimento proporciona o alívio imediato. A normalização da respiração reduz a tosse e a dispneia (falta de ar) e faz com que o sono seja tranquilo e restaurador. Os exercícios respiratórios induzidos ajudam a prevenir contra possíveis sequelas que as infecções do trato respiratório podem ocasionar, tais como a asma e a bronquite crônica.

Ginástica para bebês controvérsias


Durante o processo de massagem e compressão do tórax, o bebê pode vir a ter crises de choro. O choro do bebê pode deixar os pais ansiosos ou mesmo temerosos. No entanto, na maioria das vezes o choro é benéfico para o bebê, pois ajuda a expelir as secreções e também exercita os pulmões. Outro questionamento muito comum é sobre o fato de que a ginástica atuar somente nos sintomas e não nas causas da infecção.

No entanto é valido lembrar que a fisioterapia respiratória é apenas um complemento e que o tratamento das infecções do trato respiratório inclui o emprego de medicamentos usados através de nebulizadores e outros agentes farmacológicos.

Como fazer

Primeiramente é preciso à indicação do pediatra para a realização da terapia. A massagem e todo o processo devem ser realizados por um fisioterapeuta devidamente qualificado. O que não impede que os pais aprendam algumas técnicas e as utilizem em casa. Alguns exercícios são simples e fáceis de executar. A desobstrução brônquica é feita através de massagens e pressões manuais no abdômen e tórax.

Induzir as contrações faz com o fluxo respiratório desloque as secreções contidas no pulmão e que posteriormente sejam eliminadas através da tosse. Nas crianças menores de dois anos que não tem tosse voluntária, utiliza se técnicas que provoque a tosse. Nos casos em que haja excesso de catarro, é aconselhável a inalação de soro fisiológico ou a umidificação complementar.

Esse conjunto de ações permite que a desobstrução ocorra de forma rápida e eficaz. Lembrando que a terapia deve ser executada por profissionais da área de saúde e com prescrição medica.

Assista ao vídeo e entenda um pouco mais sobre a ginástica respiratória para bebês e crianças e os benefícios que ela pode proporcionar:

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terça-feira, 22 de julho de 2014

Bebê prematuro: os cuidados vão muito além da UTI neonatal

bebe-prematuro-cuidados

Ser prematuro exige atenção especial não só nos primeiros meses de vida. Conheça medidas e cautelas necessárias para garantir um desenvolvimento saudável da infância à idade adulta.

Como acontece com outros milhares de pessoas todo ano, eu vim ao mundo antes de completar os nove meses de gestação: minha mãe teve pré-eclâmpsia, condição marcada por pressão alta nessa fase, e isso fez com que eu perdesse peso nos meses finais da minha estada dentro da barriga. Devido aos riscos que nós corríamos, o obstetra optou pelo parto na 36ª semana de gravidez, tempo insuficiente para que eu escapasse de ser prematura.

No entanto, ninguém avisou a minha mãe que os cuidados com o bebê não se restringiam às semanas na UTI neonatal e aos primeiros meses em casa. Que o ideal seria estender um acompanhamento mais rigoroso até a adolescência e, quem sabe, a idade adulta. Bom, mas isso foi lá em 1990. Com os avanços na pesquisa médica desde então, já ficou claro que as crianças apressadinhas estão mais suscetíveis, ao longo da vida, a problemas decorrentes da prematuridade.

A preocupação com esse tema cresce não só porque a maioria dos pais desconhece a necessidade dessa atenção prolongada mas também em função do aumento expressivo no número dos chamados nascimentos pré-termo no Brasil e no mundo. 

As consultas com o pediatra e outros especialistas permitem corrigir desvios capazes de comprometer o desenvolvimento físico e psicológico, além de nortear atitudes para prevenir complicações por muitos e muitos anos. A começar pelo coração. Estudos apontam que os pré-termos estão mais propensos à síndrome metabólica lá na frente, aquela combinação de inimigos das artérias, como pressão alta, colesterol elevado e acúmulo de gordura na barriga. Sem um suporte médico adequado ao nascer, o indivíduo tende a ter problemas com placas nos vasos mais precocemente, logo no início da vida adulta.

Os comprometimentos futuros pioram quando existem alterações anatômicas no coraçãozinho do prematuro. Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acompanharam, por 20 anos, 102 indivíduos cujo parto havia sido antes do termo. Após compará-los com pessoas que ficaram na barriga da mãe até os nove meses, eles viram que o ventrículo direito do coração daqueles que chegaram apressadinhos era menor e com capacidade reduzida de bombear sangue. Essa população deveria ficar alerta quanto à maior possibilidade de ter pressão alta mais tarde. Ou seja, há motivos suficientes para recomendar uma avaliação cardiológica criteriosa na infância e incentivar, desde cedo, alimentação balanceada e prática de esportes.

O cérebro do prematuro também pode penar um pouco mais para ficar tinindo. Em um experimento da King's College London, na Inglaterra, pesquisadores avaliaram a massa cinzenta de 55 prematuros e de dez bebês nascidos no período ideal. Os achados demonstraram que, nos casos de parto precoce, houve uma falha na formação de áreas ligadas, por exemplo, à memória e às emoções, o que poderia atrapalhar, anos adiante, funções cognitivas e o aspecto comportamental.

  Mas não há razão para mamães e papais entrarem em pânico. O cérebro dos pequenos é, ainda assim, capaz de reverter essa situação graças à plasticidade neural, fenômeno que permite ao órgão se moldar de acordo com novos estímulos e situações. O interessante é que o afeto e o apoio da família potencializam as conexões entre os neurônios. Toda criança deve ser instigada a trabalhar habilidades motoras e a desenvolver a linguagem e a sociabilidade. E isso é mais importante no caso dos prematuros.

Não é uma tarefa de outro mundo. Um trabalho do Centro Médico Beth Israel, nos Estados Unidos, constatou que, quando os pais entoam canções de ninar a seus prematuros, os batimentos cardíacos, a respiração e até o sono deles melhoram. "Contar histórias, colocar uma música ou brincar com eles são atitudes que só colaboram", diz a psicóloga Elza Corrêa Cunha, da Universidade Federal de Sergipe. Com acompanhamento médico e família presente, o prematuro não antecipa problema algum. E eu, apesar de só estar por dentro disso tudo agora, não vou perder tempo em marcar meu checkup.

 

O que é um prematuro?

Considera-se que um bebê nasceu antes do tempo quando a gestação dura menos que 37 semanas. Mas há diferentes níveis de prematuridade: entre 32 e 36 semanas, os pequenos são chamados de prematuros tardios; aqueles nascidos no período de 28 a 31 semanas são denominados simplesmente prematuros; e os que tiveram de sair do útero entre 24 e 27 semanas são os prematuros extremos.

  Para nascer no tempo certo

Cigarro, álcool, infecções, excesso de peso e pré-eclâmpsia estão entre os principais fatores que levam uma mãe a dar à luz antes da hora. Por isso, adotar hábitos saudáveis e fazer o pré-natal é fundamental para a cegonha não se apressar. O ideal é procurar um especialista antes mesmo de engravidar a fim de que a mulher comece a gestação em equilíbrio.

Com ajuda de www.bebe.com.br

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