quarta-feira, 22 de abril de 2015

Manobras de Desobstrução Brônquica na HIpertensão Pulmonar

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A higiene brônquica é fundamental para que se possa minimizar a formação de rolhas e acúmulo de secreção brônquica, pois estas situações podem provocar instabilidade hemodinâmica e alterações respiratórias graves na criança com HP. Entretanto, é sabido que determinadas manobras para desobstrução brônquica, como a tapotagem, podem desencadear uma hiper-reatividade brônquica, que evolui para um broncoespasmo e piora da HP. Além disso, por se tratar de uma técnica que deve ser realizada com ritmo e vigor, isso por si só já poderia provocar uma intensa agitação psicomotora com conseqüente início de nova crise de HP.

É importante recordar que naquele grupo de crianças em pós-operatório de cirurgia cardíaca a manipulação fisioterapêutica é restrita pela incisão esternal (esternotomia mediana), que ocorre na maior parte das intervenções. Assim, deve-se optar por manobras como o Bag-Squeezing, enquanto a criança estiver sob intubação orotraqueal, que se utiliza da bolsa de reanimação (Ambu) para provocar um fluxo turbulento e hiperinsuflação pulmonar momentânea, que estimula o reflexo tussígeno e propicia uma melhor mobilização das secreções. Pode-se fazer uso de solução salina (soro fisiológico a 0,9%) para maior fluidificação das secreções durante a realização das manobras.
Em bebês com história de HP e sob intubação orotraqueal e ventilação mecânica, que não foram, entretanto, submetidos a qualquer intervenção cirúrgica, é importante que se realize uma terapia efetiva e se evite manipulação desnecessária para que se possa reduzir os quadros de aumento da pressão de artéria pulmonar. Nesses pacientes, pode-se realizar a manobra de Bag-Squeezing associada à vibrocompressão do tórax na fase expiratória. Posteriormente, segue-se com a aspiração das secreções brônquicas.

Há autores que questionam a realização da fisioterapia respiratória nas crianças com HP, no entanto, deve-se considerar a real necessidade da terapia e, mesmo que momentaneamente possa haver um aumento da pressão intratorácica com aumento da RVP, posteriormente, o estado geral da criança será beneficiado pela minimização das secreções brônquicas, manutenção dos volumes e capacidades pulmonares e redução da hipoxemia. Além disso, é possível reduzir a hipercapnia com manobras que busquem a higiene brônquica e a expansibilidade pulmonar.

Uma situação vista como ideal é aquela em que as crianças, em especial as submetidas à intervenção cirúrgica, recebem sedação e analgesia, principalmente durante a terapia respiratória, evitando-se, então, situações indesejadas como a HP.

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Para seu bebê aprender rápido, faça-o desafiar as leis da física

Obesidade infantil: Estudo enumera fatores de risco apresentados por bebês menores do que um ano que podem levá-los à obesidade infantil

Crianças costumam adorar novidades. Podem passar horas brincando com objetos novos, jogando-os pela casa, ações que fazem parte do processo de aprendizado infantil. No entanto, estudo publicado na revista Science nesta sexta-feira revela que quando esses objetos desafiam conceitos físicos, como as leis da gravidade, o aprendizado é bem mais rápido.

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, fizeram uma série de experimentos com 110 crianças de 11 meses e descobriram que, quando as crianças estão diante de objetos ou experiências que vão contra algumas noções básicas do funcionamento do mundo, como bolas que atravessam paredes ou carrinhos de brinquedo que flutuam no ar, as crianças ficam mais surpresas, curiosas e aproveitam a experiência para aprender.

"Para as crianças, o mundo é um lugar extremamente complexo, cheio de estímulos. Como elas sabem no que devem prestar atenção e aprender e o que devem ignorar? Nossa pesquisa sugere que as crianças usam o que já sabem sobre o mundo para fazer previsões. E quando essas previsões se mostram erradas, elas usam isso como uma oportunidade especial para aprender", diz Lisa Feigenson, professora de psicologia e ciências do cérebro da Universidade Johns Hopkins e uma das autoras do estudo.

Aprendizado rápido - Os cientistas partiram da hipótese de que as crianças têm desde muito cedo algumas ideias sobre como funciona o ambiente ao redor delas. Elas saberiam que há objetos sólidos que não devem ser atravessados ou que, ao serem jogados, os objetos caem no chão. Com isso, a equipe de pesquisadores submeteu parte dos bebês a experiências que desafiariam essas regras. Apresentaram a eles bolas que passaram pelas paredes ou carrinhos que, ao chegarem a um buraco não caíam, mas ficavam no ar. A outra parte das crianças assistiu às experiências como elas acontecem no mundo real: bolas que param em frente a paredes e carrinhos que caem.

Em seguida, os pesquisadores deram os objetos para os bebês e mediram como reagiam a eles. As crianças que viram as experiências surpreendentes exploravam mais os objetos, batendo a bola para verificar se era realmente sólida ou jogando o carrinho no chão para avaliar se caía ou não, ao contrário do outro grupo. Os cientistas também mediram, por meio de sons e avaliações, as taxas de aprendizado das crianças. Aquelas que viram as experiências desafiadoras se saíram significantemente melhor. Em seu artigo, os autores afirmam que os bebês submetidos aos experimentos surpreendentes estavam testando hipóteses sobre o modo de agir dos objetos em relação a suas noções de realidade - como pequenos cientistas.

"O comportamento dos bebês não é apenas um reflexo em resposta à novidade, mas reflete tentativas de aprender sobre aspectos do mundo que não correspondem a suas expectativas", afirma a psicóloga Aimee Sahl, também autora do artigo.

Conhecimento infantil - Esse não é o primeiro estudo a assumir que os bebês nascem ou desenvolvem desde muito cedo um conhecimento sólido sobre o mundo, mas é o único a colocar em teste a ideia de que o aprendizado infantil, desde os primeiros meses, não envolve apenas a observação do mundo, mas também o exame de hipóteses e de informações contraditórias para provar ou não o conhecimento.

A equipe sugere no artigo que esse conhecimento sobre o aprendizado infantil pode ajudar pais e educadores a melhorar o ensino das crianças, usando surpresas e desafios no cotidiano.

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segunda-feira, 16 de março de 2015

Fisioterapia na Saúde Escolar

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A Fisioterapia na Saúde Escolar tem uma abrangência maior do que muita gente pensa. E o profissional que vai trabalhar nessa área precisa ter um conhecimento específico não só sobre pediatria mas aspectos motores também.

O curso online de Fisioterapia da Saude Escolar do Portal Educação  tem como objetivo oferecer ao profissional de fisioterapia o conhecimento sobre desenvolvimento motor, controle motor, psicomotricidade, coordenação motora e muito mais. Para se ter uma ideia de como esse assunto interessa, peguei opinião de três pessoas no site deles que testemunharam sobre o curso
  • Tatiane Edwiges Poli - Campinas - SP
    " O Curso é muito bom, fala sobre a inclusão de diversas deficiências na escola. Como essa parte da fisioterapia ainda é pouco explorada, o curso contribui para adquirir mais informações sobre o assunto. "
  • Carine Fernandes Pereira - PARAÍBA DO SUL - RJ
    " O curso é muito bom, eu quanto acadêmica de fisioterapia pude aprender muito mais, superar expectativas...vale a pena o investimento em conhecimento de qualidade!Pretendo fazer muitos outros cursos no site!!! "
  • DÉBORA GONÇALVES DA SILVA - Belém - PA
    " O Curso de Fisioterapia Escolar contribuiu grandiosamente para meu aprimoramento técnico-científico. O material disponível foi didaticamente de fácil assimilação. Com certeza, terá grande aplicabilidade na minha prática profissional. "

É uma boa dica para profissionais que querem se especializar nesta área de atuação.

Boa sorte!


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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fisioterapia na incontinência urinária infantil

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Embora tenha muita gente que associe a incontinência urinária a adultos e a pessoas mais idosas, uma parte da população também pode sofrer com ela: as crianças.  Isso ocorre quando após os 5 anos, a criança não consegue 'prender o xixi', tendo a perda de forma involuntária e repetida.
  • Repetidas infecções urinárias;
  • Problemas da anatomia do sistema urinário;
  • Bexiga hiperativa, em que os músculos que servem para impedir a saída da urina contraem-se involuntariamente, forçando a urina a sair;
  • A criança ignorar os sinais e evitar ir ao banheiro para não ter que parar de brincar, ou por não gostar de utilizar o banheiro da escola, fazendo com que a bexiga encha muito e com que a ela se urine.
A fisioterapia, assim como nos adultos, se torna uma opção de tratamento para esse problema com exercícios que ajudam a criança a fortalecer e controlar a musculatura da bexiga além de trazer uma disciplina para  momento da urina da criança. Inclusive durante a noite, pode-se colocar um despertador para estimular o hábito da criança de levantar para fazer xixi.

A fisioterapia também pode fazer uso da técnica de neuroestimulação sacral, em que é colocado um eletrodo na região entre o fundo das costas e as nádegas para estimular o controle do esfíncter da bexiga.

Com ajuda daqui
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Saiba mais sobre a Fisioterapia na Pediatria

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 Fisioterapia conquistou lugar, principalmente, nos consultórios e clínicas particulares. A profissão, entretanto, passa por uma fase de transição, que aponta para novas práticas, possibilidades e formas de atuação.


Parceiro

A fisioterapia em pediatria tem como objetivo cuidar do processo de crescimento e desenvolvimento infantil, em qualquer idad. Para isso leva-se em consideração que quanto mais cedo o fisioterapeuta atue no desenvolvimento da criança, melhores serão seus resultados ao longo do processo, a fim de evitar alterações que se apresentem durante este.

A atenção do profissional estará voltada para atrair a atenção da criança e tornar todo o processo mais agradável, trabalhando muitas vezes o lúdico, o que pode tornar o tratamento mais interessante. O acompanhamento envolve ainda a orientação à família sobre as medidas adaptativas em casa a fim de garantir melhores condições físicas para a família e o principal paciente, nesse caso, a criança.

Além do fisioterapeuta, o tratamento com a fisioterapia em pediatria envolve a participação de uma equipe da qual fazem parte psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais e psicopedagogos.

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Importância da atenção ao tipo de pisada em crianças

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pé areia euatleta (Foto: Getty Images)

As pessoas portadoras de pés planos, conhecidos como pés chatos, têm a tendência de pisar para dentro, com a borda interna dos pés, ou seja, são chamados de pronados. O que causa desequilíbrio na pisada e na marcha provocando várias lesões como entorses de tornozelo que ocorrem com mais freqüência.

Acesse o Faça Fisioterapia

Ao detectar-se pés planos no bebê, os pais devem ficar alertas, conversar com o médico para trabalhar os pés da criança desde cedo, para prepará-las para a marcha. O caminhar em diferentes solos com diferentes texturas, solos irregularidades, bolas, apanhar objeto com os pés.

Na natação, a criança trabalha nas atividades de psicomotricidade os pés e o equilíbrio de todo o corpo. O uso de botas ortopédicas e palmilhas é muito discutido, cada caso é um caso, mas os exercícios citados são imprescindíveis.

O caminhar e o brincar, correr na areia fofa, são um dos melhores exercícios. O andar descalço em diferentes tapetes, subir e descer obstáculos, o trabalho psicomotor é muito indicado para fortalecer e dar mobilidade dos pés.

A criança var crescendo com trabalho direcionado visando aumentar o arco plantar, ou seja, a curvatura da sola dos pés. Quando recebemos o paciente adulto, orientamos exercícios que de vem ser feitos para o resto da vida para fortalecimento e alongamento muscular e flexibilidade articular, mas não é possível ganho de arco plantar.

É necessário um trabalho de fortalecimento dos músculos envolvidos na articulação do tornozelo e de toda a perna. É fundamental trabalho de equilíbrio e propriocepção para ativar as reações de equilíbrio para diminuir ou zerar os entorses.

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