Você sabe o que é um bebê chiador?

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O chiado no peito é uma queixa muito comum que as mãe relatam em atendimentos de urgência ou consultas de rotina. Isso porque até os dois anos é muito comum que os bebês sejam acometidos pelo quadro de chiado no peito. Eles são chamados, então, de "bebês chiadores".

O quadro de bebê chiador pode sinalizar várias doenças, por isso é importante que, ao notar a presença de chiado, a mamãe leve o bebê ao médico, pois, assim, é possível fazer um diagnóstico precoce e descobrir a que tratamento submeter a criança.

Os grupos de sibilantes

Metade das crianças que chiam no início da vida deixa de fazê-lo aos cinco ou seis anos de idade, são os chamados Sibilantes Transitórios, nos quais existe relação com a redução do calibre (diâmetro) das vias aéreas, causados por: infecções virais, fumo materno, poluição, fatores genéticos e prematuridade. Nesse grupo não há história familiar ou pessoal de alergia.  Elas nascem com uma função pulmonar reduzida quando comparadas às que nunca chiaram.

Há um segundo grupo, também de início precoce, mas que persiste com os sintomas após os três anos de idade, nos quais o teste alérgico é positivo, são os Sibilantes Persistentes Alérgicos. Esses pacientes têm alergia e devem ser tratados pelo alergista ou pneumologista infantil.

O terceiro grupo, chamado Sibilantes Tardios, estes apresentam chiado no peito recorrente de início tardio, mas com tendência ao desaparecimento na pré-adolescência. Essas crianças não apresentam história familiar ou pessoal de alergia, por isso são também chamados, Sibilantes não Alérgicos Persistentes. Infecções respiratórias são os principais desencadeantes dos sintomas nesses pacientes.

Os fatores associados a chiado no peito recorrente são resultantes da interação gene-ambiente. Este é um problema comum nesta idade e é responsável por um grande número de internações e às vezes de tratamento em sala de emergência.

A asma é uma entre as várias causas de chiado no peito nesta faixa etária. Em menores de 5anos, a asma pode ser confundida com outras doenças, essa dificuldade no diagnóstico, associada à falta de instrumentos padronizados para verificar sua prevalência (ocorrência) em pré-escolares e escolares, resulta na falta de dados sobre a doença em crianças de baixa idade.

A prevenção da asma no lactente consiste em evitar tudo que possa sensibilizar a criança, ou seja, o fumo em casa e o controle dos alérgenos do ambiente doméstico. A amamentação exclusiva até os 6 meses de idade também ajuda na prevenção da asma.

Quando a criança tem outros sintomas da alergia como dermatite atópica, rinite alérgica, conjuntivite alérgica ou alergia alimentar, existe um potencial para o bebê chiador ser considerado asmático. E nesse caso deverá fazer acompanhamento com o especialista na área da alergia infantil, da pneumolgia infantil, podendo mesmo necessitar de avaliações da oftalmologia ou da dermatologia.

Fisioterapia auxiliando o crescimento das crianças


Fisioterapia auxiliando o crescimento das crianças

O crescimento tardio significa pouco ganho de altura ou de peso, ou anormalmente lento, em uma criança com menos de 5 anos. Isso pode ser normal e a criança pode superá-lo.

A fisioterapia em pediatria tem como objetivo cuidar do processo de crescimento e desenvolvimento infantil. Leva-se em consideração que quanto mais cedo seja feita a intervenção fitoterápica no desenvolvimento da criança, melhores serão seus resultados ao longo do processo, a fim de evitar alterações que se apresentem durante este.

A média de crescimento de uma criança é de mais de 4 cm por ano. Na puberdade, porém, esse valor sobre para 12 cm ou 13 cm a cada ano. Quando o crescimento é menor que 4 cm, ou 6 cm na fase da puberdade, o ideal é que um especialista seja consultado. Quanto mais cedo os pais ou responsáveis descobrirem que a criança não está com a estatura média dos amiguinhos da mesma idade, será mais fácil para evitar problemas como o nanismo.

Uma das formas de se identificar problemas no crescimento é observar quando as roupas e sapatos de uma criança estão ficando apertados ou quando ela se torna a mais baixinha da turma da escola. Esses são índices importantes que devem estimular os pais a procurar atendimento com especialista.

Na fisioterapia em pediatria a atenção do profissional fisioterapeuta está voltada para atrair a atenção da criança e tornar todo o processo mais agradável, trabalhando muitas vezes o lúdico, o que pode tornar o tratamento mais interessante. O acompanhamento envolve ainda a orientação à família sobre as medidas adaptativas em casa a fim de garantir melhores condições físicas para a família e o principal paciente, nesse caso, a criança.

Além do fisioterapeuta, o tratamento com a fisioterapia em pediatria envolve a participação de uma equipe da qual fazem parte psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais e psicopedagogos.

O trabalho do fisioterapeuta no campo da pediatria exige dele um conhecimento que lhe permite atender a criança em suas necessidades, desde as mais básicas (estimulação global do desenvolvimento da criança), até as mais específicas (como na reeducação respiratória).

Encontrará, assim, oportunidade de atuar em diversas situações com a utilização de técnicas e tratamentos variados. O potencial da criança para crescer e desenvolver parece depender da presença de adultos dedicados e de um meio estimulante.

Aspectos práticos da imunização do pré-termo

 


O cumprimento do calendário de vacinas no RNPT é muitas vezes inadequado, por demora inadvertida no seu início ou por atraso na administração de doses subsequentes devido a doenças debilitantes.

Algumas vezes a adesão ao esquema vacinal encontra resistência por parte dos pais, que por receio ou desconhecimento temem por eventos adversos mais sérios.

Para aplicação de vacinas em RNPT, especialmente de extremo baixo peso, alguns fatores devem ser considerados:

· Estabilidade clínica
· Local de aplicação: devido à reduzida massa muscular e escasso tecido celular subcutâneo, dá-se preferência à aplicação de vacinas intramusculares no músculo vasto lateral da coxa, com agulhas mais curtas, apropriadas à anatomia do pré-termo
· Doses e intervalos: os RNPT devem receber vacinas nas doses habituais, não fracionadas, mantendo-se os volumes injetados e respeitando-se os intervalos entre elas, como nos RNT, a fim de obter uma resposta imune adequada
· Calendário: o calendário deve ser geralmente seguido, de acordo com a idade cronológica da criança, com algumas variações e particularidades que discutiremos em seguida.

Vacinação na unidade neonatal

Mesmo enquanto o RNPT estiver hospitalizado já é possível iniciar seu calendário vacinal, respeitando sua idade cronológica, porém alguns fatores devem ser considerados:

A princípio estão contra-indicadas todas as vacinas de vírus vivos, pelo risco de eventual propagação intra-hospitalar, numa população de imunodeprimidos (p. ex.: pólio oral e rotavírus).

As condições clínicas do RNPT devem ser adequadas, especialmente as hemodinâmicas, infecciosas, metabólicas, renais e ventilatórias. Quando o RN se encontra em fase de ganho de peso, sem apresentar distúrbios agudos ou patologias graves, a vacinação pode ser instituída. A família deve ser devidamente esclarecida e orientada quanto a eventuais eventos adversos, além de receber documento comprobatório do ato vacinal.

Eventos adversos da vacinação no pré-termo

De uma maneira geral os eventos adversos das vacinas são semelhantes, tanto em freqüência quanto em intensidade, em RNPT e RNT. Não há contra-indicação para o uso de vacinas de vírus vivos em pré-termos, exceto quando se encontrar hospitalizado.

Em relação aos eventos adversos leves, locais ou sistêmicos, como febre baixa, irritabilidade, dor local, edema e vermelhidão, sua ocorrência e intensidade independem da idade gestacional.

Uma associação entre a aplicação da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP) combinada com Haemophilus (Hib) e o aumento de episódios de apnéia tem sido relatada, especialmente em recém-nascidos com idade gestacional inferior a 31 semanas, porém essa associação não foi observada com o uso das vacinas acelulares.

Crianças expostas ao tabaco podem ser mais agressivas, diz estudo

 
Cigarro (Foto: Foto Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas)

Crianças expostas ao tabaco antes e após o nascimento teriam praticamente duas vezes mais riscos de ter problemas de comportamento, como serem mais medrosos, raivosos ou briguentos - é o que diz um estudo feito com mais de 5.200 crianças em idade escolar.

Os malefícios do tabaco nas crianças são conhecidos há muito tempo: a substância favorece a ocorrência de asma nos pequenos, ou o nascimento de bebês com baixo peso quando a mãe fuma durante a gravidez.

Mas o papel potencial da fumaça ambiente sobre os comportamentos é muito menos conhecido, ressaltou o Instituto Nacional de Pesquisa Médica e Saúde da França (Inserm), responsável pela pesquisa.

Dobro de risco
"A exposição ao tabaco durante a gravidez e após o nascimento praticamente dobra os risco de problemas comportamentais entre as crianças escolarizadas no ensino fundamental, com média de idade de 10 anos", disse à AFP Isabella Annesi-Maesano (diretora de pesquisa do Inserm/Universidade Pierre e Marie Curie).

As crianças expostas ao tabaco seriam mais agressivas: coléricas, desobedientes, briguentas e mais frequentemente inclinadas às mentiras e às trapaças, até mesmo aos pequenos furtos.

Este aumento do risco é grosseiramente refletido pela proporção das crianças expostas ao tabaco em pré e pós natal (18%) que têm este tipo de condutas anormais (18%) comparadas àquelas que não têm fumantes nas proximidades (9,7%).

Para os problemas emocionais, eles desenvolveriam mais facilmente medos, problemas psicossomáticos (dores de cabeça e na barriga), e não ficariam à vontade em situações novas ("criança que fica grudada nos pais", neste caso).

No estudo, 13% das crianças tinham problemas de conduta e 15% problemas emocionais - quer tenham sido expostos ou não ao tabaco, explicou a pesquisadora.

Ao todo, 20% das crianças estudadas foram expostas ao tabaco tanto durante a gravidez (mãe fumante) e nos primeiros meses de vida, neste estudo feito em parceria com hospitais de seis cidades francesas.

Os pais das crianças preencheram um questionário especializado, o "SDQ" (questionário pontos fortes e dificuldades/Strengths and Difficulties Questionnaire) indicando especialmente se a criança tinha sido exposta ao tabaco até a idade de um ano.

Os impactos destes problemas comportamentais na escolaridade não foram estudados, mas devem ser analisados numa próxima etapa.

Efeito neurotóxico
Os fatores habituais (nível social, prematuridade, nível de educação, etc.) que poderiam influenciar nos resultados foram levados em conta, com exceção do estado mental dos pais (depressão).

Trabalhos anteriores já apontavam para uma relação entre a exposição à fumaça do cigarro e uma taxa acentuada de problemas comportamentais.

Mas o novo estudo, publicado na revista norte-americana "PloS One", é o primeiro a mostrar num número tão grande de crianças uma "associação" entre a exposição pós-natal ao tabaco e os sintomas emocionais e de conduta, notaram os autores.

Para aquelas crianças expostas apenas durante a gravidez (mãe fumante), "a associação aparece apenas para problemas emocionais", explicou Annesi-Maesano. Mas poucas crianças pertencem a este grupo no estudo (cerca de quarenta), notou.

Para a epidemiologista, "o estudo traz um motivo a mais para evitar o tabagismo passivo em função dos problemas comportamentais que podem ser provocados nas crianças".

Estas observações parecem confirmar as realizadas nos animais, segundo as quais a nicotina da fumaça do tabaco poderia ter um efeito neurotóxico sobre o cérebro, em particular sobre o crescimento neuronal nos primeiros meses de vida.

Desenvolvimento Infantil em crianças com Paralisia Cerebral

O desenvolvimento normal de uma criança depende da aquisição gradual de postura, das reações de retificação equilíbrio bem como da sua capacidade de se movimentar. Uma vez estabelecida as reações de retificação e equilíbrio contra a ação gravitacional, os braços e as mãos estarão livres para explorar o ambiente. Dessa forma, através das sensações táteis, visuais e proprioceptivas, o bebê desenvolve a percepção de si mesmo e do seu corpo como entidade separada do ambiente. Salientando que é necessária a integridade do SNC para que esse processo aconteça de forma ordenada. 

A criança com Paralisia Cerebral possui um atraso de desenvolvimento neuropsicomotor, isto é por uma lesão no sistema nervoso central pode ocorrer um comprometimento na área motora, sensorial e/ou cognitiva, implicando em alterações ao nível de tônus muscular, qualidade de movimento, percepções e capacidade de apreender e interpretar os estímulos ambientais, e muitas vezes as seqüelas da Paralisia Cerebral tornam-se agravadas pelas dificuldades que essas crianças apresentam em explorar o meio e em se comunicar com o mundo externo.

Essas crianças passam por limitações de experiências que podem comprometer ainda mais o seu desenvolvimento, embora independente da qualidade da movimentação, demonstram interesse em interagir com o mundo e se comunicar com as pessoas.

Algumas vezes, sendo consideradas, deficientes mentais por não conseguirem expressar-se e nem interagirem funcionalmente, além do que ficam limitadas ou impedidas de realizar as suas atividades mais básicas, as Atividades da Vida Diária (AVDs) , tais como se vestir, comer,   brincar, e comunicar-se, pois são na grande maioria incapazes de articular a fala ou de segurar um lápis para aprender a escrever, comprometendo, muitas vezes, o processo de aprendizagem e de alfabetização.

Saiba mais sobre a síndrome da criança hipotônica

 
O termo "floppy baby" ou "floppy infant" apareceu na literatura na segunda década do século XX e é usado para denotar uma criança com diminuição do tônus muscular afetando membros, tronco e a musculatura crânio-facial, que resulta em uma inabilidade para manter a postura normal durante o movimento ou repouso. Incluem-se nessa denominação doenças de etiologias variadas, que desde o período neonatal tem pobre movimentação ativa, posturas não habituais e que em idades posteriores apresentariam atraso do desenvolvimento.

Atualmente, os métodos de investigação sobre a criança hipotônica têm mudado significativamente, em razão dos avanços nos em biologia molecular e testes genéticos, assim como pelo conhecimento crescente sobre as proteínas envolvidas com a integridade do sarcolema.

Hoje, nos casos que permitem a confirmação através de marcadores genéticos moleculares, exames mais agressivos como a eletromiografia (EMG) e a biópsia muscular são inicialmente pospostos, enquanto se aguarda o resultado da genética molecular.

Entretanto, convém lembrar que tais técnicas moleculares estão disponíveis apenas para uma parte das doenças neuromusculares e, além disso, são acessíveis apenas em centros especializados.

Outros exames utilizados para o diagnóstico diferencial envolvem: CPK, análise de DNA, lactato sérico e liquórico, exames metabólicos, entre outros.

De um modo geral, no recém-nascido ou lactente com hipotonia grave, a suspensão ventral evidencia ausência de sustento da cabeça e membros pendentes em deflexão. Quando a criança é levada de decúbito dorsal à posição sentada, por uma tração pelas mãos, há um proeminente atraso da posição da cabeça, ou seja, ela não consegue fletir ativamente a cabeça acompanhando o movimento.

Não há resistência muscular à movimentação passiva dos membros em membros superiores durante a manobra da "echarpe", em que os cotovelos cruzam-se além da linha média, sem que se formem ângulos articulares. A maioria destas crianças apresenta uma postura característica dos membros inferiores com total abdução e rotação externa, conhecida como "posição de abandono" ou "atitude em batráquio".

O dismorfismo facial, com palato em ogiva e boca em formato de "carpa", comprometimento da musculatura facial e ocular, sobretudo ptose palpebral, e a rara ocorrência de artrogripose multiplex congênita, evidenciada já ao nascimento são manifestações que, em qualquer idade, são altamente sugestivas de doença neuromuscular e constituem dados semiológicos importantes entre as diversas doenças neuromusculares possíveis e as diferentes causas.

A criança maior com doença neuromuscular, particularmente apresenta a síndrome de cinturas, que consiste de déficit motor e hipotrofia de predomínio proximal na cintura escapular e pélvica.

As crianças que adquirem marcha nas fases iniciais dos processos distróficos geralmente apresentam quedas freqüentes e dificuldade para correr e subir escadas, além da alteração da marcha, que se acompanha de báscula de quadril. O comprometimento preferencialmente proximal afetando a musculatura de pernas, quadril e coluna acarretam acentuação da lordose lombar e o característico sinal do levantar miopático - sinal de Gowers, que consiste de levantar-se do chão fixando cada segmento dos membros em extensão, como se a criança estivesse se escalando.

Embora a maioria das crianças com hipotonia grave, a manifestem já no período neonatal, ocasionalmente há um intervalo de meses durante o qual a criança parece inteiramente normal.

Tal aspecto pode ser notado em alguns casos de amitrofia espinhal tipo I, que se manifestam no segundo trimestre, e é particularmente evidente nas crianças com a forma intermediária da amiotrofia espinhal tipo I ou tipo II, exemplo de doença grave que se manifesta no segundo semestre de vida, quando a criança já permanece sentada, parecendo inicialmente lentamente progressiva, e passando a apresentar curso rapidamente evolutivo com grave atrofia, deformidades esqueléticas e insuficiência respiratória, a partir da idade escolar.

Dependendo da época de instalação da sintomatologia e do grau de progressão da doença, o déficit motor e a atrofia muscular acompanham-se de retrações fibrotendíneas e de deformidades esqueléticas. Os modos de instalação e evolução também ajudam a evocar determinadas doenças neuromusculares.

Curso flutuante com piora da fraqueza no decorrer do dia ou após um período de maior atividade sugere fenômeno miastênico, característico das afecções da junção mioneural; evolução em surtos, desencadeados por infecções, atividade física, tipo de alimentação, stress e medicamentos, sugere diferentes tipos de miopatias metabólicas, tais como mitocondriopatias, distúrbios da beta-oxidação, glicogenoses, paralisias periódicas (canalopatias). Ainda nas miopatias metabólicas, é relativamente comum a queixa de fadiga fácil, dores musculares e, eventualmente, cãibras.

Já um modo de instalação agudo ou subagudo, de caráter ascendente ou, ao contrário, acometendo preferencialmente a musculatura cervical e bulbar, eventualmente associado a uma história de infecção prévia ou a alterações cutâneas de caráter eritematoso, são dados indicativos das principais doenças neuromusculares adquiridas.

Ao tentar estabelecer o diagnóstico diferencial das doenças neuromusculares das crianças, vale lembrar que a maioria destas entidades pode exibir curso clínico altamente variável quanto ao espectro de gravidade, embora na mesma família em geral se mantenha o mesmo fenótipo, porém não exclusivamente.