O estudo da psicomotricidade é recente. Ainda no início deste século, abordava-se o assunto apenas de forma excepcional. Numa primeira fase,...

Psicomotricidade na infância


O estudo da psicomotricidade é recente. Ainda no início deste século, abordava-se o assunto apenas de forma excepcional. Numa primeira fase, a pesquisa fixou-se, sobretudo no desenvolvimento motor da criança. Depois estudou a relação entre o atraso no desenvolvimento motor e o atraso intelectual. Seguiram-se estudos sobre o desenvolvimento da habilidade manual e aptidões motoras em função da idade.

Mais recentemente, as pesquisas direcionando-se para a ligação com a lateralidade, a estruturação espacial, a orientação temporal e as dificuldades escolares, enfatizando a necessidade de que se tome consciência das relações existentes entre o gesto e a afetividade como, por exemplo, a diferença entre o caminhar de uma criança segura de si mesma e o de uma criança tímida.

Estudiosos e resultados

Os estudiosos defendem que o tônus e a motricidade - a força que dá movimento - trazem com seu desenvolvimento os primeiros delineamentos de reações emocionais e afetivas, o que contribui para a organização progressiva do conhecimento.

O componente tônico tem papel fundamental na organização da personalidade, pois as modificações do tônus e das atitudes têm relação com as modificações da sensibilidade afetiva. Entre as duas, existe reciprocidade de ação imediata.

Piaget considera esta reciprocidade válida para o aspecto figurativo do pensamento. Ele acredita que em toda ação, o motor e o energético são de natureza afetiva (necessidade e satisfação), ao passo que a estrutura é de natureza cognitiva (os esquemas enquanto organização sensorial-motora). Assimilar um objeto a um esquema representa atender a uma satisfação de uma necessidade e concender uma estruturação cognitiva à ação. As vivências (ações) modelam a sociabilidade e a personalidade do ser humano, na medida em que esta última é fruto da troca de experiências.

Educação e psicomotricidade

A educação psicomotora tem o papel de promover uma formação de base indispensável a toda criança que responde a uma dupla finalidade: assegurar o desenvolvimento funcional, tendo em conta as possibilidades da criança e ajudar sua afetividade a se expandir e equilibrar-se, por meio do intercâmbio com o ambiente humano.

É possível, por uma ação educativa a partir dos movimentos espontâneos da criança e das atitudes corporais, favorecer o início da formação de sua imagem corporal, o núcleo da personalidade. Além do mais, é um meio prático de ajudar a criança a dispor de uma imagem do "corpo operatório", a partir da qual poderá exercer sua autonomia. Esta conquista passa por vários estágios de equilíbrio que correspondem aos estágios da evolução psicomotora.

Dessa forma, se define psicomotricidade como sendo uma ciência que tem por objeto de estudo o homem, de seu corpo em movimento e nas relações com seu mundo interno e externo. A educação pelo movimento com atuação sobre o intelecto acontece na relação entre pensamento e ação, englobando funções neurofisiológicas e psíquicas. Como o comportamento físico de uma criança expressa suas dificuldades intelectuais e emocionais, pode-se dizer que a psicomotricidade é a ciência do corpo e da mente. Ao ver o corpo da criança em movimento, percebe-se a ação dos braços, pernas e músculos iniciada pela mente e motivada pela vontade de atingir algo e pelo desejo de se expressar, tornando consciente os movimentos do corpo. A psicomotricidade integra várias técnicas com as quais se podem trabalhar todas as partes do corpo, relacionando-o com a afetividade, o pensamento e o nível de inteligência, enfocando a unidade da educação dos movimentos, ao mesmo tempo em que coloca em jogo as funções intelectuais.

Conclusões e diretrizes

Concluindo, as crianças sempre nos surpreendem por sua espontaneidade, seja correndo, desenhando, brincando ou conversando. Observar uma criança se movimentando é presenciar o aflorar de emoções e de interesses. Seu corpo é um espelho e com a observação, os olhos bem treinados detectam aptidões.

Acredita-se que as pessoas são o seu próprio corpo. O corpo e a mente não são separados; pensar, sentir, agir, imaginar são manifestações do corpo e constituem um processo vital. A psicomotricidade estuda e trabalha os diferentes problemas e habilidades do indivíduo pelos gestos, postura corporal e atitudes. Seu principal objetivo é desenvolver na criança uma melhor organização espacial e temporal, promovendo melhorias no equilíbrio, coordenação e motricidade, bem como integração e conhecimento do próprio corpo, além de trabalhar situações afetivas e emocionais que dizem respeito ao contexto da criança.

Um bom trabalho psicomotor busca dinamizar um caminho onde o "fazer" e o "pensar" sejam considerados possibilidades existenciais e igualmente importantes para a formação do SER, corrigindo distúrbios, ampliando capacidades e buscando mais qualidade de vida. Leia mais sobre psicomotricidade.

Pesquisadores analisaram quais são os efeitos que separar um bebê de sua mãe nas primeiras horas de vida pode causar nos pequenos e descobri...

Parto humanizado - Amamentação na primeira hora



Pesquisadores analisaram quais são os efeitos que separar um bebê de sua mãe nas primeiras horas de vida pode causar nos pequenos e descobriram que os berços podem até duplicar o nível de estresse deles.

Os resultados do estudo, feitos em uma universidade na África do Sul, mostram que o estresse dos pequenos aumenta até 176% quando estão sozinhos dormindo no berço, seja durante a noite ou quando nascem prematuramente e necessitam de cuidados especiais.

O coração de bebês de dois dias foi monitorado enquanto eles estavam em berços e quando estavam com as mães. Os responsáveis pelo estudo ainda não sabem quais são os efeitos a longo prazo deste aumento de estresse nos recém-nascidos.

Barak Morgan, responsável pela pesquisa, diz que já havia indícios de que a separação entre a mãe e o bebê nas primeiras horas e dias de vida era estressante para o recém-nascido, mas que este estudo "sugere que há um fator estressante psicológico muito maior para o bebê".

Vale lembrar que deixar o bebê em contato com a mãe depois do parto não só acalma os pequenos, como mostra a pesquisa, como também ajuda a amamentação. Os bebês já nascem com o instinto de "sugar" o peito da mãe, estimulando a produção de leite.

Benefícios da amamentação na primeira hora de vida

• A primeira imunização, por meio do colostro, leite ainda em formação, mas rico em anticorpos, é recebida com mais imediatismo pelo organismo, o que aumenta a proteção do bebê contra infecções, a principal causa de mortalidade nos recém-nascidos.

• A mamada da criança estimula bastante a produção de leite materno e agiliza a liberação do hormônio ocitocina, cuja ação induz as contrações do útero e ajuda a evitar hemorragias no pós-parto. O efeito é tão mais eficaz quanto mais cedo o bebê começar a mamar, pois a sucção nos primeiros momentos de vida é mais vigorosa.

• O contato pele a pele entre mãe e filho deve acontecer rapidamente. "Isso transmite calor e conforto ao bebê, além de reforçar os vínculos afetivos", diz a presidente do departamento de aleitamento materno da SPSP, Valdenise Tuma Calil.

O que é? A síndrome de Down é a forma mais freqüente de retardo mental causada por uma aberração cromossômica microscopicamente demon...

SÍNDROME DE DOWN (Trissomia do Cromossomo 21)

O que é?

A síndrome de Down é a forma mais freqüente de retardo mental causada por uma aberração cromossômica microscopicamente demonstrável. É caracterizada por história natural e aspectos fenotípicos bem definidos. É causada pela ocorrência de três (trissomia) cromossomos 21, na sua totalidade ou de uma porção fundamental dele.

Características Clínicas

A síndrome de Down, uma combinação específica de características fenotípicas que inclui retardo mental e uma face típica, é causada pela existência de três cromossomos 21 (um a mais do que o normal, trissomia do 21), uma das anormalidades cromossômicas mais comuns em nascidos vivos.

É sabido, há muito tempo, que o risco de ter uma criança com trissomia do 21 aumenta com a idade materna. Por exemplo, o risco de ter um recém-nascido com síndrome de Down, se a mãe tem 30 anos é de 1 em 1.000, se a mãe tiver 40 anos, o risco é de 9 em 1.000. Na população em geral, a freqüência da síndrome de Down é de 1 para cada 650 a 1.000 recém-nascidos vivos e cerca de 85% dos casos ocorre em mães com menos de 35 anos de idade.

As pessoas com síndrome de Down costumam ser menores e ter um desenvolvimento físico e mental mais lento que as pessoas sem a síndrome. A maior parte dessas pessoas tem retardo mental de leve a moderado; algumas não apresentam retardo e se situam entre as faixas limítrofes e médias baixa, outras ainda podem ter retardo mental severo.

Existe uma grande variação na capacidade mental e no progresso desenvolvimental das crianças com síndrome de Down. O desenvolvimento motor destas crianças também é mais lento. Enquanto as crianças sem síndrome costumam caminhar com 12 a 14 meses de idade, as crianças afetadas geralmente aprendem a andar com 15 a 36 meses. O desenvolvimento da linguagem também é bastante atrasado.

É importante frisar que um ambiente amoroso e estimulante, intervenção precoce e esforços integrados de educação irão sempre influenciar positivamente o desenvolvimento desta criança.

Embora as pessoas com síndrome de Down tenham características físicas específicas, geralmente elas têm mais semelhanças do que diferenças com a população em geral. As características físicas são importantes para o médico fazer o diagnóstico clínico; porém, a sua presença não tem nenhum outro significado. Nem sempre a criança com síndrome de Down apresenta todas as características; algumas podem ter somente umas poucas, enquanto outras podem mostrar a maioria dos sinais da síndrome.

Algumas das características físicas das crianças com síndrome de Down são:
 

achatamento da parte de trás da cabeça,
inclinação das fendas palpebrais,
pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos,
língua proeminente,
ponte nasal achatada,
orelhas ligeiramente menores,
boca pequena,
tônus muscular diminuído,
ligamentos soltos,
mãos e pés pequenos,
pele na nuca em excesso.

Aproximadamente cinqüenta por cento de todas as crianças com a síndrome têm uma linha que cruza a palma das mãos (linha simiesca), e há, freqüentemente, um espaço aumentado entre o primeiro e segundo dedos do pé. Freqüentemente estas crianças apresentam mal-formações congênitas maiores.

As principais são as do coração (30-40% em alguns estudos), especialmente canal atrioventricular, e as mal-formações do trato gastrointestinal, como estenose ou atresia do duodeno, imperfuração anal, e doença de Hirschsprung.

Alguns tipos de leucemia e a reação leucemóide têm incidência aumentada na síndrome de Down. Estimativas do risco relativo de leucemia têm variado de 10 a 20 vezes maior do que na população normal; em especial a leucemia megacariocítica aguda ocorre 200 a 400 vezes mais nas pessoas com síndrome de Down do que na população cromossomicamente normal. Reações leucemóides transitórias têm sido relatadas repetidamente no período neonatal.

Entre oitenta e noventa por cento das pessoas com síndrome de Down têm algum tipo de perda auditiva, geralmente do tipo de condução. Pacientes com síndrome de Down desenvolvem as características neuropatológicas da doença de Alzheimer em uma idade muito mais precoce do que indivíduos com Alzheimer e sem a trissomia do 21.

Citogenética

A maior parte dos indivíduos (95%) com trissomia do 21 tem três cópias livres do cromossomo 21; em aproximadamente 5% dos pacientes, uma cópia é translocada para outro cromossomo acrocêntrico, geralmente o 14, o 21 ou o 22. Em 2 a 4% dos casos com trissomia do 21 livre, há mosaicismo, isto é, uma linhagem de células com trissomia e uma linhagem de células normal na mesma pessoa.

Aconselhamento genético

Pais que têm uma criança com síndrome de Down têm um risco aumentado de ter outra criança com a síndrome em gravidezes futuras. É calculado que o risco de ter outra criança afetada é aproximadamente 1 em 100 na trissomia do 21 e no mosaicismo. Porém, se a criança tem síndrome de Down por translocação e se um dos pais é portador de translocação (o que ocorre em um terço dos casos), então o risco de recorrência aumenta sensivelmente. O risco real depende do tipo de translocação e se o portador da translocação é o pai ou a mãe.

Cuidados especiais

As crianças com síndrome de Down necessitam do mesmo tipo de cuidado clínico que qualquer outra criança. Contudo, há situações que exigem alguma atenção especial.
 

Oitenta a noventa por cento das crianças com síndrome de Down têm deficiências de audição. Avaliações audiológicas precoces e exames de seguimento são indicados.
Trinta a quarenta por cento destas crianças têm alguma doença congênita do coração. Muitas destas crianças terão que se submeter a uma cirurgia cardíaca e, freqüentemente precisarão dos cuidados de um cardiologista pediátrico por longo prazo.
Anormalidades intestinais também acontecem com uma freqüência maior em crianças com síndrome de Down. Por exemplo, estenose ou atresia do duodeno, imperfuração anal e doença de Hirschsprung. Estas crianças também podem necessitar de correção cirúrgica imediata destes problemas.
Crianças com síndrome de Down freqüentemente têm mais problemas oculares que outras crianças. Por exemplo, três por cento destas crianças têm catarata. Elas precisam ser tratadas cirurgicamente. Problemas oculares como estrabismo, miopia, e outras condições são freqüentemente observadas em crianças com síndrome de Down.
Outra preocupação relaciona-se aos aspectos nutricionais. Algumas crianças, especialmente as com doença cardíaca severa, têm dificuldade constante em ganhar peso. Por outro lado, obesidade é freqüentemente vista durante a adolescência. Estas condições podem ser prevenidas pelo aconselhamento nutricional apropriado e orientação dietética preventiva.
Deficiências de hormônios tireoideanos são mais comuns em crianças com síndrome de Down do que em crianças normais. Entre 15 e 20 por cento das crianças com a síndrome têm hipotireoidismo. É importante identificar as crianças com síndrome de Down que têm problemas de tireóide, uma vez que o hipotireoidismo pode comprometer o funcionamento normal do sistema nervoso central.
Problemas ortopédicos também são vistos com uma freqüência mais alta em crianças com síndrome de Down. Entre eles incluem-se a subluxação da rótula (deslocamento incompleto ou parcial), luxação de quadril e instabilidade de atlanto-axial. Esta última condição acontece quando os dois primeiros ossos do pescoço não são bem alinhados devido à presença de frouxidão dos ligamentos. Aproximadamente 15% das pessoas com síndrome de Down têm instabilidade atlanto-axial. Porém, a maioria destes indivíduos não tem nenhum sintoma, e só 1 a 2 por cento de indivíduos com esta síndrome têm um problema de pescoço sério o suficiente para requerer intervenção cirúrgica.
Outros aspectos médicos importantes na síndrome de Down incluem problemas imunológicos, leucemia, doença de Alzheimer, convulsões, apnéia do sono e problemas de pele. Todos estes podem requerer a atenção de especialistas.

O peso do nascimento do RN (recém nascido) representa, em última análise, o resultado da gestação. O peso médio do nascimento um bebê ao ...

Crescimento de uma criança no primeiro ano de vida


O peso do nascimento do RN (recém nascido) representa, em última análise, o resultado da gestação. O peso médio do nascimento um bebê ao nascer é 3 quilos e 300 gramas, com variações segundo o sexo de 150-200g os meninos pesando mais. São chamados RN de baixo peso todos RN que têm menos de 2500g ao nascer. Independente do peso do nascimento, os RN perdem aproximadamente 10% do peso do nascimento, trata-se de um fenômeno fisiológico de readaptação a um excesso de água, facilitador das necessidades de moldeamento para o nascimento.

Quando falarmos em o que se pode esperar de aumento de peso ou estatura, estaremos falando em médias e não em um determinado indivíduo. Vale lembrar, neste momento, que as variações individuais dependem de constituição familiar; do meio-ambiente e de inúmeros outros fatores pessoais. O aumento de peso, mensal nos primeiros três meses (criança alimentada ao seio) será aproximadamente de 700 a 800g por mês, alcançando, portanto, um peso de 2500g além do peso do nascimento. No trimestre seguinte, o aumento esperado será de 600 a 800g por mês, portanto, o bebê terá duplicado o peso do nascimento ao alcançar 6 meses de idade. Desde então, o aumento de peso se tornará mais lento, perfazendo a média de 400 a 600g por mês até completar o primeiro ano de vida quando alcançará 10 a 12 kg, ou seja, triplicará o peso do nascimento.

O aumento da estatura

Da mesma maneira que o aumento de peso, aumento da estatura é desenvolvido de forma muito individual, existem bebês que crescem centímetro a centímetro com enorme regularidade, no entanto alguns parecem que crescem aos pulos. No nascimento a média da estatura varia de 49 a 50 cm e ao completar o primeiro ano de vida a criança terá crescido em torno de 25 cm, assim sendo terá um comprimento de aproximadamente 74-75 cm. Como se faz o cálculo da altura que a criança terá quando adulta. É simplesmente uma estimativa. Para os meninos: a média de altura dos pais + 13 levando em consideração a variação (individual) de + ou – 8 cm. Para filha mulher: a média de altura dos pais -13 com variação (individual) de + ou – 8 cm. Exemplo de calculo: Pai 178 mãe 165.

Cálculo para filho homem (178+165+13/2) = 178 altura 172 a 184 (variação individual).

Cálculo para filha mulher (mesmo casal) (178+165-13/2) = 165 altura 161 a 169 (variação individual).

Qual Será a sua Altura Quando Crescer?

É uma curiosidade muito natural de todos os pais, em saber quão alto será o seu filho quando crescer. Existe uma fórmula muito simples e que pode chegar bem próxima da altura futura de seu filho. Ela se baseia na estatura dos pais, e na diferença entre a altura adulta média de homens e mulheres, que é de mais ou menos 13 centímetros. Como fazer:

1) Para os meninos: Some a altura do pai e da mãe, adicione 13 centímetros, e divida por dois. Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de altura máxima e mínima na qual estará seu filho. Por exemplo: se o papai mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte:

180 + 165 = 345 + 13 = 358 : 2 = 179 (+8 e -8) = 171 cm a 187 cm

2) Para as meninas: Some a altura do pai e da mãe, subtraia 13 centímetros, e divida por dois. Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de altura máxima e mínima na qual estará sua filha. Por exemplo: se o papai mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte:

180 + 165 = 345 - 13 = 332 : 2 = 166 (+8 e -8) = 158 cm a 174 cm

Como se Controla o Crescimento

Cada criança crescerá em peso e altura seguindo uma determinada curva de desenvolvimento, que constam de tabelas fornecidas normalmente pelo pediatra de seu bebê. Estas tabelas acompanham, mês a mês, a altura, o peso e a circunferência do crânio, especificadas para meninos e meninas. Isso nos permite acompanhar o ritmo de crescimento e se o desenvolvimento de seu filho é constante.

O leite materno é o melhor para os bebês, mas a amamentação ao seio nem sempre é possível. Se optar por dar mamadeira para seu bebê, certifi...

A alimentação de um bebê


O leite materno é o melhor para os bebês, mas a amamentação ao seio nem sempre é possível. Se optar por dar mamadeira para seu bebê, certifique-se de sempre usar fórmulas adequadas até que seu bebê atinja 1 ano de idade. Quando seu bebê tiver 1 ano de idade, pode começar a tomar leite puro de vaca.

Existem fórmulas disponíveis no mercado feitas especialmente para bebês. A maioria é feita com leite de vaca. Outras são feitas com leite de soja para bebês que são alérgicos ou têm problemas para digerir a fórmula comum.

Você pode obter as fórmulas de três formas:

- Pó
- Líquido concentrado
- Líquido pronto para servir

Como preparar a fórmula?

- Se usar pó, misture cada colher de medida de pó com 200 ml de água.
- Se usar pó concentrado, misture-o com partes iguais de água.
- Se usar a fórmula pronta para servir, não acrescente água.

Siga sempre as instruções. Não adicione mais pó ou líquido do que indicado. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa. Se você fizer uma mamadeira de cada vez, não precisa usar água fervida. Aqueça a água fria da torneira no forno ou no microondas.

Se você preferir fazer maior quantidade da preparação:

Use água fervida ou filtrada. Siga as instruções impressas na embalagem da fórmula. Coloque a preparação na geladeira. Use-a dentro de 48 horas.

Com qual freqüência o bebê deve ser alimentado?

A maioria dos bebês precisa de:

- 6 a 8 refeições diárias nas primeiras 3 semanas
- 5 a 6 refeições diárias de 1 a 3 meses
- 4 a 5 refeições diárias de 3 a 7 meses
- 3 a 4 refeições diárias de 7 a 9 meses

Seu bebê pode começar com 100ml por refeição. Após 7 dias, pode tomar 250 ml. Divida o peso do bebê pela metade e ache a quantidade em ml que ele necessitará.

Quando você estiver viajando, as fórmulas prontas para servir são as mais fáceis.

O que deve ser feito a respeito do flúor?

Quando seu bebê completar 6 meses de idade e até os 16 anos de idade, pode precisar de flúor para a prevenção de cáries dentárias. Se o suprimento de água onde você mora tem flúor e se a criança bebe pelo menos 300 ml por dia, a água fornece a quantidade suficiente deste elemento. Caso contrário, pode ser uma boa idéia usar pastilhas de flúor ou tabletes. Fale com seu médico.

Anatomia e Fisiologia do recém-nascido; Classificação do Neonato; Caracte...

Curso Online de Fisioterapia Neonatal


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  • Anatomia e Fisiologia do recém-nascido;
  • Classificação do Neonato;
  • Características Gerais do neonato;
  • Distúrbios Respiratórios no Período Neonatal;
  • Distúrbios Neurológicos;
  • Malformações Congênitas de Importância Fisioterapêutica;
  • Avaliação Cardiorrespiratória;
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  • Oxigenioterapia na Neonatologia;
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  • Objetivos da Fisioterapia Neonatal;
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  • Fisioterapia Respiratória em Neonatologia;
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