<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251</id><updated>2012-02-17T12:24:13.040-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Pediátrica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>74</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-1620882894846573238</id><published>2012-02-17T12:24:00.001-08:00</published><updated>2012-02-17T12:24:13.100-08:00</updated><title type='text'>Parto humanizado - Amamentação na primeira hora</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pesquisadores analisaram quais são os efeitos que separar um bebê de sua mãe nas primeiras horas de vida pode causar nos pequenos e descobriram que os berços podem até duplicar o nível de estresse deles.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os resultados do estudo, feitos em uma universidade na África do Sul, mostram que o estresse dos pequenos aumenta até 176% quando estão sozinhos dormindo no berço, seja durante a noite ou quando nascem prematuramente e necessitam de cuidados especiais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O coração de bebês de dois dias foi monitorado enquanto eles estavam em berços e quando estavam com as mães. Os responsáveis pelo estudo ainda não sabem quais são os efeitos a longo prazo deste aumento de estresse nos recém-nascidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Barak Morgan, responsável pela pesquisa, diz que já havia indícios de que a separação entre a mãe e o bebê nas primeiras horas e dias de vida era estressante para o recém-nascido, mas que este estudo "sugere que há um fator estressante psicológico muito maior para o bebê".&lt;br&gt; &lt;br&gt;Vale lembrar que deixar o bebê em contato com a mãe depois do parto não só acalma os pequenos, como mostra a pesquisa, como também ajuda a amamentação. Os bebês já nascem com o instinto de "sugar" o peito da mãe, estimulando a produção de leite.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Benefícios da amamentação na primeira hora de vida&lt;br&gt;&lt;br&gt;• A primeira imunização, por meio do colostro, leite ainda em formação, mas rico em anticorpos, é recebida com mais imediatismo pelo organismo, o que aumenta a proteção do bebê contra infecções, a principal causa de mortalidade nos recém-nascidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;• A mamada da criança estimula bastante a produção de leite materno e agiliza a liberação do hormônio ocitocina, cuja ação induz as contrações do útero e ajuda a evitar hemorragias no pós-parto. O efeito é tão mais eficaz quanto mais cedo o bebê começar a mamar, pois a sucção nos primeiros momentos de vida é mais vigorosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;• O contato pele a pele entre mãe e filho deve acontecer rapidamente. &amp;quot;Isso transmite calor e conforto ao bebê, além de reforçar os vínculos afetivos&amp;quot;, diz a presidente do departamento de aleitamento materno da SPSP, Valdenise Tuma Calil. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-1620882894846573238?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1620882894846573238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1620882894846573238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/02/parto-humanizado-amamentacao-na.html' title='Parto humanizado - Amamentação na primeira hora'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3107185933366708426</id><published>2012-02-17T12:22:00.001-08:00</published><updated>2012-02-17T12:22:34.792-08:00</updated><title type='text'>SÍNDROME DE DOWN (Trissomia do Cromossomo 21)</title><content type='html'>&lt;p class="tit_artigo"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt; &lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/artes/gerson_berr_033.jpg" vspace="15" width="200" align="right" border="1" height="231" hspace="15"&gt;O    que é?  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A síndrome de Down é a forma mais freqüente de  retardo mental causada por uma aberração cromossômica microscopicamente  demonstrável. É caracterizada por história natural e aspectos  fenotípicos bem definidos. É causada pela ocorrência de três (trissomia)  cromossomos 21, na sua totalidade ou de uma porção fundamental dele.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Características Clínicas  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A síndrome de Down, uma combinação específica  de características fenotípicas que inclui retardo mental e uma face  típica, é causada pela existência de três cromossomos 21 (um a mais do  que o normal, trissomia do 21), uma das anormalidades cromossômicas mais  comuns em nascidos vivos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;É sabido, há muito tempo, que o risco de ter  uma criança com trissomia do 21 aumenta com a idade materna. Por  exemplo, o risco de ter um recém-nascido com síndrome de Down, se a mãe  tem 30 anos é de 1 em 1.000, se a mãe tiver 40 anos, o risco é de 9 em  1.000. Na população em geral, a freqüência da síndrome de Down é de 1  para cada 650 a 1.000 recém-nascidos vivos e cerca de 85% dos casos  ocorre em mães com menos de 35 anos de idade.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;As pessoas com síndrome de Down costumam ser  menores e ter um desenvolvimento físico e mental mais lento que as  pessoas sem a síndrome. A maior parte dessas pessoas tem retardo mental  de leve a moderado; algumas não apresentam retardo e se situam entre as  faixas limítrofes e médias baixa, outras ainda podem ter retardo mental  severo.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Existe uma grande variação na capacidade mental  e no progresso desenvolvimental das crianças com síndrome de Down. O  desenvolvimento motor destas crianças também é mais lento. Enquanto as  crianças sem síndrome costumam caminhar com 12 a 14 meses de idade, as  crianças afetadas geralmente aprendem a andar com 15 a 36 meses. O  desenvolvimento da linguagem também é bastante atrasado.  &lt;/p&gt;&lt;p class="nota_centro"&gt;É importante frisar que um ambiente amoroso e  estimulante, intervenção precoce e esforços integrados de educação irão  sempre influenciar positivamente o desenvolvimento desta criança.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Embora as pessoas com síndrome de Down tenham  características físicas específicas, geralmente elas têm mais  semelhanças do que diferenças com a população em geral. As  características físicas são importantes para o médico fazer o  diagnóstico clínico; porém, a sua presença não tem nenhum outro  significado. Nem sempre a criança com síndrome de Down apresenta todas  as características; algumas podem ter somente umas poucas, enquanto  outras podem mostrar a maioria dos sinais da síndrome.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Algumas das características físicas das crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; são:  &lt;br&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;achatamento da parte de trás da cabeça,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;inclinação das fendas palpebrais,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;língua proeminente,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;ponte nasal achatada,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;orelhas ligeiramente menores,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;boca pequena,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;tônus muscular diminuído,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;ligamentos soltos,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;mãos e pés pequenos,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;pele na nuca em excesso.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="sec_corpo"&gt;Aproximadamente cinqüenta por cento de todas as  crianças com a síndrome têm uma linha que cruza a palma das mãos (linha  simiesca), e há, freqüentemente, um espaço aumentado entre o primeiro e  segundo dedos do pé. Freqüentemente estas crianças apresentam  mal-formações congênitas maiores.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;As principais são as do coração (30-40% em  alguns estudos), especialmente canal atrioventricular, e as  mal-formações do trato gastrointestinal, como estenose ou atresia do  duodeno, imperfuração anal, e doença de Hirschsprung.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Alguns tipos de leucemia e a reação leucemóide têm incidência aumentada na síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;.  Estimativas do risco relativo de leucemia têm variado de 10 a 20 vezes  maior do que na população normal; em especial a leucemia megacariocítica  aguda ocorre 200 a 400 vezes mais nas pessoas com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;  do que na população cromossomicamente normal. Reações leucemóides  transitórias têm sido relatadas repetidamente no período neonatal.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Entre oitenta e noventa por cento das pessoas  com síndrome de Down têm algum tipo de perda auditiva, geralmente do  tipo de condução. Pacientes com síndrome de Down desenvolvem as  características neuropatológicas da doença de &lt;i&gt;Alzheimer&lt;/i&gt; em uma idade muito mais precoce do que indivíduos com Alzheimer e sem a trissomia do 21.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Citogenética  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A maior parte dos indivíduos (95%) com  trissomia do 21 tem três cópias livres do cromossomo 21; em  aproximadamente 5% dos pacientes, uma cópia é translocada para outro  cromossomo acrocêntrico, geralmente o 14, o 21 ou o 22. Em 2 a 4% dos  casos com trissomia do 21 livre, há mosaicismo, isto é, uma linhagem de  células com trissomia e uma linhagem de células normal na mesma pessoa.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Aconselhamento genético  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Pais que têm uma criança com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;  têm um risco aumentado de ter outra criança com a síndrome em  gravidezes futuras. É calculado que o risco de ter outra criança afetada  é aproximadamente 1 em 100 na trissomia do 21 e no mosaicismo. Porém,  se a criança tem síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; por translocação e se um dos  pais é portador de translocação (o que ocorre em um terço dos casos),  então o risco de recorrência aumenta sensivelmente. O risco real depende  do tipo de translocação e se o portador da translocação é o pai ou a  mãe.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Cuidados especiais  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;As crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;  necessitam do mesmo tipo de cuidado clínico que qualquer outra criança.  Contudo, há situações que exigem alguma atenção especial.  &lt;br&gt;  &lt;/p&gt; &lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Oitenta a noventa por cento das crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; têm deficiências de audição. Avaliações audiológicas precoces e exames de seguimento são indicados.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Trinta a quarenta por cento destas crianças têm  alguma doença congênita do coração. Muitas destas crianças terão que se  submeter a uma cirurgia cardíaca e, freqüentemente precisarão dos  cuidados de um cardiologista pediátrico por longo prazo.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Anormalidades intestinais também acontecem com uma freqüência maior em crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;.  Por exemplo, estenose ou atresia do duodeno, imperfuração anal e doença  de Hirschsprung. Estas crianças também podem necessitar de correção  cirúrgica imediata destes problemas.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;  freqüentemente têm mais problemas oculares que outras crianças. Por  exemplo, três por cento destas crianças têm catarata. Elas precisam ser  tratadas cirurgicamente. Problemas oculares como estrabismo, miopia, e  outras condições são freqüentemente observadas em crianças com síndrome  de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Outra preocupação relaciona-se aos aspectos  nutricionais. Algumas crianças, especialmente as com doença cardíaca  severa, têm dificuldade constante em ganhar peso. Por outro lado,  obesidade é freqüentemente vista durante a adolescência. Estas condições  podem ser prevenidas pelo aconselhamento nutricional apropriado e  orientação dietética preventiva.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Deficiências de hormônios tireoideanos são mais comuns em crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;  do que em crianças normais. Entre 15 e 20 por cento das crianças com a  síndrome têm hipotireoidismo. É importante identificar as crianças com  síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; que têm problemas de tireóide, uma vez que o  hipotireoidismo pode comprometer o funcionamento normal do sistema  nervoso central.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Problemas ortopédicos também são vistos com uma freqüência mais alta em crianças com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;.  Entre eles incluem-se a subluxação da rótula (deslocamento incompleto  ou parcial), luxação de quadril e instabilidade de atlanto-axial. Esta  última condição acontece quando os dois primeiros ossos do pescoço não  são bem alinhados devido à presença de frouxidão dos ligamentos.  Aproximadamente 15% das pessoas com síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; têm  instabilidade atlanto-axial. Porém, a maioria destes indivíduos não tem  nenhum sintoma, e só 1 a 2 por cento de indivíduos com esta síndrome têm  um problema de pescoço sério o suficiente para requerer intervenção  cirúrgica.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Outros aspectos médicos importantes na síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; incluem problemas imunológicos, leucemia, doença de &lt;i&gt;Alzheimer&lt;/i&gt;, convulsões, apnéia do sono e problemas de pele. Todos estes podem requerer a atenção de especialistas.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3107185933366708426?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3107185933366708426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3107185933366708426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/02/sindrome-de-down-trissomia-do.html' title='SÍNDROME DE DOWN (Trissomia do Cromossomo 21)'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8360291208026802848</id><published>2012-02-17T12:19:00.001-08:00</published><updated>2012-02-17T12:19:01.457-08:00</updated><title type='text'>Crescimento de uma criança no primeiro ano de vida</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;O peso do nascimento do RN (recém nascido)  representa, em última análise, o resultado da gestação.  O peso médio do  nascimento um bebê ao nascer é 3 quilos e 300 gramas, com variações  segundo o sexo de 150-200g os meninos pesando mais. São chamados RN de  baixo peso todos RN que têm menos de 2500g ao nascer. Independente do  peso do nascimento, os RN perdem aproximadamente 10% do peso do  nascimento, trata-se de um fenômeno fisiológico de readaptação a um  excesso de água, facilitador das necessidades de moldeamento para o  nascimento.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando falarmos em o que se pode esperar de  aumento de peso ou estatura, estaremos falando em médias e não em um  determinado indivíduo. Vale lembrar, neste momento, que as variações  individuais dependem de constituição familiar; do meio-ambiente e de  inúmeros outros fatores pessoais. O aumento de peso, mensal nos  primeiros três meses (criança alimentada ao seio) será aproximadamente  de 700 a 800g por mês, alcançando, portanto, um peso de 2500g além do  peso do nascimento. No trimestre seguinte, o aumento esperado será de  600 a 800g por mês,  portanto, o bebê terá duplicado o peso do  nascimento ao alcançar 6 meses de idade. Desde então, o aumento de peso  se tornará mais lento, perfazendo a média de 400 a 600g por mês até  completar o primeiro ano de vida quando alcançará 10 a 12 kg, ou seja,  triplicará o peso do nascimento.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aumento da estatura  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Da mesma maneira que o aumento de peso, aumento  da estatura é desenvolvido de forma muito individual, existem bebês que  crescem centímetro a centímetro com enorme regularidade, no entanto  alguns parecem que crescem aos pulos. No nascimento a média da estatura  varia de 49 a 50 cm e ao completar o primeiro ano de vida a criança terá  crescido em torno de 25 cm, assim sendo terá um comprimento de  aproximadamente 74-75 cm. Como se faz o cálculo da altura que a criança  terá quando adulta. É simplesmente uma estimativa. Para os meninos: a  média de altura dos pais + 13 levando em consideração a variação  (individual) de + ou – 8 cm. Para filha mulher: a média de altura dos  pais -13 com variação (individual) de + ou – 8 cm. Exemplo de calculo:  Pai 178 mãe 165.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cálculo para filho homem (178+165+13/2) = 178 altura 172 a 184 (variação individual).  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cálculo para filha mulher (mesmo casal) (178+165-13/2) = 165 altura 161 a 169 (variação individual).   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Qual Será a sua Altura Quando Crescer?  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É uma curiosidade muito natural de todos os  pais, em saber quão alto será o seu filho quando crescer. Existe uma  fórmula muito simples e que pode chegar bem próxima da altura futura de  seu filho. Ela se baseia na estatura dos pais, e na diferença entre a  altura adulta média de homens e mulheres, que é de mais ou menos 13  centímetros. Como fazer:   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) Para os meninos: Some a altura do pai e da  mãe, adicione 13 centímetros, e divida por dois.  Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de  altura máxima e mínima na qual estará seu filho. Por exemplo: se o papai  mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;180 + 165 = 345 + 13 = 358 : 2 = 179 (+8 e -8) = 171 cm a 187 cm  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) Para as meninas: Some a altura do pai e da  mãe, subtraia 13 centímetros, e divida por dois.  Ao resultado obtido, some e subtraia 8 cm, assim você tem a faixa de  altura máxima e mínima na qual estará sua filha. Por exemplo: se o papai  mede 180 cm e a mamãe mede 165 cm, o cálculo será o seguinte:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;180 + 165 = 345 - 13 = 332 : 2 = 166 (+8 e -8) = 158 cm a 174 cm   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como se Controla o Crescimento  &lt;/p&gt;Cada criança crescerá em peso e altura seguindo  uma determinada curva de desenvolvimento, que constam de tabelas  fornecidas normalmente pelo pediatra de seu bebê. Estas tabelas  acompanham, mês a mês, a altura, o peso e a circunferência do crânio,  especificadas para meninos e meninas. Isso nos permite acompanhar o  ritmo de crescimento e se o desenvolvimento de seu filho é constante.  &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8360291208026802848?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8360291208026802848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8360291208026802848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/02/crescimento-de-uma-crianca-no-primeiro.html' title='Crescimento de uma criança no primeiro ano de vida'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8576495812287559720</id><published>2012-02-09T14:35:00.001-08:00</published><updated>2012-02-09T14:35:07.536-08:00</updated><title type='text'>A alimentação de um bebê</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;O leite materno é o melhor para os bebês, mas a amamentação ao seio nem sempre é possível. Se optar por dar mamadeira para seu bebê, certifique-se de sempre usar fórmulas adequadas até que seu bebê atinja 1 ano de idade. Quando seu bebê tiver 1 ano de idade, pode começar a tomar leite puro de vaca.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Existem fórmulas disponíveis no mercado feitas especialmente para bebês. A maioria é feita com leite de vaca. Outras são feitas com leite de soja para bebês que são alérgicos ou têm problemas para digerir a fórmula comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Você pode obter as fórmulas de três formas:&lt;br&gt; &lt;br&gt; - Pó&lt;br&gt; - Líquido concentrado&lt;br&gt; - Líquido pronto para servir&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Como preparar a fórmula?&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;- Se usar pó, misture cada colher de medida de pó com 200 ml de água.&lt;br&gt; - Se usar pó concentrado, misture-o com partes iguais de água.&lt;br&gt; - Se usar a fórmula pronta para servir, não acrescente água.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Siga sempre as instruções. Não adicione mais pó ou líquido do que indicado. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa. Se você fizer uma mamadeira de cada vez, não precisa usar água fervida. Aqueça a água fria da torneira no forno ou no microondas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Se você preferir fazer maior quantidade da preparação:&lt;br&gt; &lt;br&gt; Use água fervida ou filtrada. Siga as instruções impressas na embalagem da fórmula. Coloque a preparação na geladeira. Use-a dentro de 48 horas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Com qual freqüência o bebê deve ser alimentado?&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;A maioria dos bebês precisa de:&lt;br&gt; &lt;br&gt; - 6 a 8 refeições diárias nas primeiras 3 semanas&lt;br&gt; - 5 a 6 refeições diárias de 1 a 3 meses&lt;br&gt; - 4 a 5 refeições diárias de 3 a 7 meses&lt;br&gt; - 3 a 4 refeições diárias de 7 a 9 meses&lt;br&gt; &lt;br&gt; Seu bebê pode começar com 100ml por refeição. Após 7 dias, pode tomar 250 ml. Divida o peso do bebê pela metade e ache a quantidade em ml que ele necessitará.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Quando você estiver viajando, as fórmulas prontas para servir são as mais fáceis.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;O que deve ser feito a respeito do flúor?&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;Quando seu bebê completar 6 meses de idade e até os 16 anos de idade, pode precisar de flúor para a prevenção de &lt;a&gt;cáries&lt;/a&gt; dentárias. Se o suprimento de água onde você mora tem flúor e se a criança bebe pelo menos 300 ml por dia, a água fornece a quantidade suficiente deste elemento. Caso contrário, pode ser uma boa idéia usar pastilhas de flúor ou tabletes. Fale com seu médico. &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8576495812287559720?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8576495812287559720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8576495812287559720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/02/alimentacao-de-um-bebe.html' title='A alimentação de um bebê'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6353987519584090924</id><published>2012-02-02T09:00:00.001-08:00</published><updated>2012-02-02T09:00:37.341-08:00</updated><title type='text'>Curso Online de Fisioterapia Neonatal</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/fisioterapia_neonatal.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/fisioterapia_neonatal.jpg"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;               &lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;       &lt;br&gt;       		 		               &lt;div&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Anatomia e Fisiologia do recém-nascido;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Classificação do Neonato;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Características Gerais do neonato;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Distúrbios Respiratórios no Período Neonatal;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Distúrbios Neurológicos;&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Malformações Congênitas de Importância Fisioterapêutica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Avaliação Cardiorrespiratória;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Avaliação Neurológica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aspiração de Vias Aéreas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Oxigenioterapia na Neonatologia;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;             &lt;/div&gt;             &lt;div&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ventilação Mecânica Não-Invasiva;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ventilação Mecânica Invasiva;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Objetivos da Fisioterapia Neonatal;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Protocolo Fisioterapêutico na UTI Neonatal e Unidade Intermediária;&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Fisioterapia Respiratória em Neonatologia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fisioterapia Motora e Estimulação Essencial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Posicionamento Terapêutico.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;             &lt;/div&gt;                       &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/banner_fisio_neonatal.gif" alt="Curso online de Fisioterapia Neonatal" title="Fisioterapia Neonatal - Portal Educação" height="60" width="468" border="0"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6353987519584090924?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6353987519584090924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6353987519584090924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/02/curso-online-de-fisioterapia-neonatal.html' title='Curso Online de Fisioterapia Neonatal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6539190369562220118</id><published>2012-01-24T05:20:00.001-08:00</published><updated>2012-01-24T05:20:26.896-08:00</updated><title type='text'>Doença de Osgood-Schlatter</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_7H9r_7bo6nc/SXxFyc8r6cI/AAAAAAAAAY8/PYyWw7XjUhs/s320/osgood-schlatter_1.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_7H9r_7bo6nc/SXxFyc8r6cI/AAAAAAAAAY8/PYyWw7XjUhs/s320/osgood-schlatter_1.jpg"&gt;&lt;br&gt;  &lt;br clear="all"&gt;&lt;/div&gt;Esta síndrome descrita primeiramente por Osgood em 1903, se apresenta durante a adolescência em forma de uma tumefação em torno do tubérculo tibial e&lt;br&gt;do tendão patelar. Atinge também meninas de 10 a 12 anos que participam de patinação ou ginástica e realizam vigorosos saltos acrobáticos, bem como meninos&lt;br&gt;   na fase de estirão de crescimento e desenvolvimento esquelético (LOVELL eWINTER, 1988).&lt;br&gt;&lt;br&gt;É uma doença ou condição que resulta de repetidas lesões e pequenas lesões por avulsão na junção ósseo-tendinosa, em que o tendão patelar se insere no centro secundário de ossificação da tuberosidade tibial. O surgimento desta durante a adolescência coincide com o desenvolvimento deste centro de ossificação, que constitui num elo fraco com relação à repetida contração do quadríceps (SNIDER, 2000).&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Esta síndrome é caracterizada por dor e avulsão do tendão patelar e por excessivo alargamento do tubérculo tibial proximalmente. É uma doença da adolescência, comumente vista entre as idades de 11 e 15 anos. Mais freqüente entre meninos que participam em esportes. Geralmente é acompanhada de uma história de crescimento rápido que leva aos sintomas (TACHDJIAN, 1972). &lt;br&gt;   &lt;br&gt;Ocorre entre os 12 e 15 anos de idade, no estágio maturacional G4 de Tanner e, freqüentemente, regride ao final da puberdade, é mais comum no sexo masculino,&lt;br&gt;numa proporção de 3:1, possivelmente pela sua maior massa, força muscular e envolvimento em atividades esportivas (LOURENÇO, 2000).&lt;br&gt;   &lt;br&gt;O aumento de volume da tuberosidade anterior da tíbia acompanhada de dor e edema é considerado como doença de Osgood-Schlatter, por terem sido estes&lt;br&gt;autores os primeiros a descreverem separadamente sobre esta patologia. É mais freqüente no sexo masculino e predomina na faixa etária dos 8-12 anos podendo&lt;br&gt;   surgir até os 15 anos. Geralmente são pacientes sem outros problemas, hígidos, praticantes de atividades esportivas e com musculatura bem desenvolvida&lt;br&gt;( XAVIER, 1998).&lt;br&gt;&lt;br&gt;A doença de Osgood-Schlatter (osteocondrite do tubérculo tibial e avulsão parcial do tubérculo tibial) é uma patologia dolorosa com grande sensibilidade no&lt;br&gt;   tubérculo tibial, ocorre com adolescentes (TUREK, 1991). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Esta condição é comum. Embora freqüentemente chamada de osteocondrite, não é mais do que um traumatismo por tração, no qual está inserida uma parte do&lt;br&gt;tendão patelar (a parte remanescente está inserida de cada lado da apófise e impede a separação completa) (APLEY e SOLOMON, 1998).&lt;br&gt;   &lt;br&gt;A doença de Osgood-Schlatter é uma apofisite (inflamação da inserção tendínea) do tubérculo tibial, causada por inflamação crônica e microavulsão ou ligeiro rompimento do tendão da patela em seu ponto de inserção no tubérculo tibial.  Essa condição ocorre em menins de 8-13 anos de idade e em meninos de 10-15  &lt;br&gt;  anos. Considera-se que seja causada por crescimento rápido dos ossos longos, acoplado a tensão sobre o tendão da patela por causa das atividades esportivas&lt;br&gt; (RATLIFFE, 2000; FLOWERS e BHADRESHWAR, 1995).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os fatores etiológicos da doença de Osgood-Schlatter ainda não são conhecidos. Existe uma teoria de que seja uma necrose avascular ou genericamente uma osteocondrite sem comprovação em estudos histopatológicos definitivos ou convincentes. Uma das hipóteses mais prováveis é de que ocorreria uma isquemia localizada determinando necrose óssea, da tuberosidade anterior da tíbia. A outra hipótese é de que ocorreria um estresse traumático por tracionamento constante do tendão patelar provocando lise e fragmentação do tecido ósseo – cartilaginoso local (XAVIER, 1998). O trauma é um fator freqüente particularmente uma violenta ou repetitiva flexão do joelho contra um quadríceps tensionado (TUREK, 1991).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Uma etiologia traumática ou de uso excessivo também explica a incidência cinco vezes maior em adolescentes que são ativos nos esportes, e a incidência duas e três vezes maior em indivíduos do sexo masculino (SNIDER, 2000).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Não existe antecedente de traumatismo (APLEY, 1998), a etiologia é controvertida, que pode ser resultado de uma tendinite traumática do tendão patelar o que leva a formação de osso heterotópico no tendão; também pode ser por periostite a formação de osso novo por lesão do tendão patelar, ainda se diz que é uma síndrome por uso excessivo relativo, que reflete desequilíbrio de tensão e desvio lateral da estrutura quadricipital (LOVELL e WINTER, 1988).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A condição pode ser reconhecida como tendinite da porção distal do tendão patelar, com secundária formação de osso heterotópico, junto com necrose avascular do tubérculo tibial proximalmente. É consenso que o trauma é a causa de Osgood-Schlatter, porém, alguns autores descordam com a natureza da lesão primária. Existem evidências de que o processo é causado por estresse do quadríceps femoral sobre a tuberosidade da tíbia durante o período de crescimento quando o tubérculo tibial é muito susceptível a lesão e a tração do ligamento patelar produz desprendimento de fragmentos da cartilagem de uma porção da tuberosidade tibial (TACHDJIAN, 1972).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Considera-se que seja causada por crescimento rápido dos ossos longos, acoplado à tensão sobre o tendão da patela por causa das atividades esportivas (RATLIFFE, 2000).&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6539190369562220118?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6539190369562220118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6539190369562220118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/01/doenca-de-osgood-schlatter.html' title='Doença de Osgood-Schlatter'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7H9r_7bo6nc/SXxFyc8r6cI/AAAAAAAAAY8/PYyWw7XjUhs/s72-c/osgood-schlatter_1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-1257902077241106983</id><published>2012-01-08T12:15:00.001-08:00</published><updated>2012-01-08T12:15:29.385-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia em UTI Pediátrica e Neonatal</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21572365/fisioterapia+em+uti+pediatrica+e+neonatal/?franq=172965" target="_blank"&gt;&lt;img alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21572365.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21572365.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;br&gt;A Coleção Pediatria do Instituto da Criança -  HC - FMUSP foi concebida para fazer chegar aos que se ocupam da saúde  da criança e do adolescente a experiência acumulada durante os 30 anos  de existência do Instituto da Criança, nas especialidades pediátricas lá  exercidas, bem como os resultados de sua produção científica. Conta  também com a valiosa contribuição de especialistas das mais renomadas  instituições de nosso meio e espera-se que, com sua leitura, o pediatra  obtenha subsídios para aprimorar sua prática diária.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;  O décimo livro da coleção, &lt;i&gt;Fisioterapia em UTI Pediátrica e Neonatal&lt;/i&gt;,  aborda pela primeira vez na coleção uma especialidade não médica. Os  autores apresentam de maneira clara e objetiva os principais conceitos,  modalidades e indicações de tratamento fisioterápico para as complexas  necessidades do paciente em terapia intensiva. Os temas tratados são de  grande relevância na abordagem multidisciplinar do recém-nascido e da  criança gravemente doente e, o livro será, certamente, um útil  instrumento para o pediatra e neonatologista que se ocupam destas áreas.   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Autores:&lt;/b&gt; Regina Célia Turola Passos Juliani, Carla Marques Nicolau, Lúcia Cândida Soares de Paula, Ana Lúcia Capelari Lahóz  &lt;br&gt;&lt;br&gt; 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Editora: &lt;/b&gt;Manole 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;AUTORES DIVERSOS 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;ISBN: &lt;/b&gt;9788520428603 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Origem: &lt;/b&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Ano: &lt;/b&gt;2009 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Edição: &lt;/b&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Número de páginas: &lt;/b&gt;200 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Acabamento: &lt;/b&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Formato: &lt;/b&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21572365/fisioterapia+em+uti+pediatrica+e+neonatal/?franq=172965" target="_blank"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-1257902077241106983?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1257902077241106983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1257902077241106983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/01/fisioterapia-em-uti-pediatrica-e.html' title='Fisioterapia em UTI Pediátrica e Neonatal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6078068715088082806</id><published>2011-12-30T05:35:00.001-08:00</published><updated>2011-12-30T05:35:17.852-08:00</updated><title type='text'>Fibrose cística em pediatria</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;É uma doença herdada geneticamente. Na maioria das  vezes, é diagnosticada na infância, embora também possa ser  diagnosticada na adolescência ou na vida adulta.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;As pessoas com fibrose cística tem um  funcionamento anormal das glândulas que produzem o muco, suor, saliva,  lágrima e suco digestivo.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O pâncreas - um órgão localizado no abdome que  tem como função auxiliar na digestão dos alimentos e produzir hormônios -  está afetado em quase todos casos de fibrose cística. As enzimas  digestivas do pâncreas estão alteradas e podem dificultar a digestão dos  alimentos. Até 10-20% dos recém-nascidos com fibrose cística podem ter  uma obstrução no intestino por causa da insuficiência no funcionamento  das enzimas do pâncreas. Este problema é chamado de íleo meconial, e a  criança não consegue evacuar. A cirurgia é quase sempre necessária nesta  situação.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;O que se sente?   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Na fibrose cística, as enzimas do pâncreas, que  deveriam ajudar a digerir alimentos gordurosos, não são liberadas para  dentro do intestino. Com isso, os alimentos (principalmente os  gordurosos) são mal digeridos e as fezes podem ficar volumosas,  espessas, fétidas e gordurosas. Além do problema pancreático, há o  problema respiratório devido à obstrução das passagens de ar do pulmão  pelo acúmulo de muco espesso e pegajoso.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Então, as pessoas com esta doença podem ter esses sintomas respiratórios:       &lt;br&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Tosse&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Expectoração excessiva de muco (catarro)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Respiração difícil&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Chiado no peito (sibilância)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;      &lt;p class="sec_artigo"&gt;Como o médico faz o diagnóstico?   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A fibrose cística é diagnosticada pelo médico  quando a pessoa apresenta doença respiratória persistente ou evidência  de insuficiência do pâncreas ou ambas, ou história familiar de fibrose  cística em irmão ou primo de primeiro grau, além da concentração de  cloro no sangue acima do normal. O médico, ao suspeitar de fibrose  cística, solicita o teste do cloreto no suor. Em alguns casos, a análise  genética poderá ser feita para o diagnóstico. O teste do "pezinho" faz a  triagem desta doença.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Como se trata?   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O tratamento é voltado para a solução dos sintomas e das deficiências causadas pela doença.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O uso de enzimas pancreáticas e modificações na dieta auxiliam na digestão.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em relação à parte respiratória, são usados  antibióticos quando ocorrem as infecções respiratórias ou de forma  preventiva. As infecções respiratórias são freqüentes e caracterizam a  doença. [U2]Os pacientes apresentam, no início, infecções causadas pela  bactéria Haemophilus influenzae. Depois, podem começar a ter infecções  respiratórias por Staphylococcus aureus e, mais adiante, por Pseudomonas  aeruginosa ou por Burkholderia. Outros microorganismos também podem  causar infecção e deterioração da situação do paciente.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Os broncodilatadores também podem diminuir a falta de ar em algumas pessoas com fibrose cística.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Medicações que deixam as secreções mais finas e  outros mucolíticos, que ajudam na retirada do muco excessivo para fora  dos pulmões, também podem auxiliar nesta doença.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A fisioterapia respiratória, exercícios  aeróbicos e a drenagem postural também são importantes, pois facilitam a  saída do excesso de muco das vias respiratórias. Esta higiene das vias  respiratórias melhora os sintomas da doença e faz com que as infecções  respiratórias não sejam tão freqüentes. Em alguns casos, o oxigênio  domiciliar pode ser necessário para a melhora da falta de ar. [U3] &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em alguns casos, pode ser usado o DNA  recombinante humano (rhdnase) administrada por um nebulizador específico  para tal[U4]. Nos casos em que há um declínio significativo da função  pulmonar e do peso do paciente, mesmo com o tratamento e suporte  nutricionais adequados, pode ser indicado o transplante pulmonar.    &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Como se previne?   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Testes genéticos podem ajudar na prevenção, já  que até 80% das pessoas com gene anormal poderão ser identificadas. Isto  poderá auxiliar nas decisões em relação ao planejamento familiar. Estes  testes genéticos também podem ser realizados em fetos.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Como se faz o diagnóstico?  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em todos recém nascidos é realizado o teste do  tripsinogênio imunorreativo (TIR), um exame padrão para detecção da  fibrose cística em recém nascidos. Um elevado nível TIR indica grande  possibilidade de fibrose cística e requer exames adicionais.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Os indivíduos doentes deverão ser vacinados  contra a gripe anualmente e contra o pneumococo (bactéria freqüente em  infecções respiratórias) cada 5 anos, conforme orientação de seu médico  para tentar reduzir a freqüência das complicações respiratórias da  doença.   &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6078068715088082806?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6078068715088082806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6078068715088082806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/12/fibrose-cistica-em-pediatria.html' title='Fibrose cística em pediatria'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6968949518959673184</id><published>2011-12-28T12:17:00.001-08:00</published><updated>2011-12-28T12:17:20.092-08:00</updated><title type='text'>Índice de APGAR</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;p&gt;O que significa?   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Dra. Virginia Apgar, uma médica notável e que  reconheceu a necessidade de existir uma maneira fácil e eficaz de  avaliar o recém-nascido, discutindo o assunto com um aluno em 1949,  chegou a cinco pontos-chave para a avaliação da vitalidade do  recém-nascido.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No ano de 1952, após os refinamentos  necessários, ela apresentou e posteriormente publicou o seu sistema de  avaliação do recém-nascido. Esse sistema é o mesmo até os dias de hoje.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando o bebê nasce, iniciamos a contagem do  tempo e avaliamos o índice de Apgar no primeiro e no quinto minutos de  vida da criança.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tabela para cálculo do índice  &lt;br&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table border="1"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;Pontos&lt;/td&gt; &lt;td&gt;0&lt;/td&gt; &lt;td&gt;1&lt;/td&gt; &lt;td&gt;2&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;Freqüência cardíaca&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Ausente&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&amp;lt;100/minuto&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&amp;gt;100/minuto&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;Respiração&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Ausente&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Fraca, irregular&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Forte/Choro &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;Tônus muscular&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Flácido &lt;/td&gt; &lt;td&gt;Flexão de pernas e braços&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Movimento ativo/Boa flexão&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;Cor&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Cianótico/Pálido&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Cianose de extremidades&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Rosado&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;Irritabilidade Reflexa&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Ausente&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Algum movimento&lt;/td&gt; &lt;td&gt;Espirros/Choro&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p&gt;Durante muito tempo este índice foi utilizado como  parâmetro para determinar as condutas do pediatra em sala de parto no  atendimento ao recém-nascido.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um índice de Apgar de 6 ou menos no primeiro  minuto de vida era considerado como relacionado à asfixia neonatal (isto  é, a criança teria passado alguma dificuldade durante o parto que teria  diminuído a quantidade de oxigênio no sangue) e indicava a necessidade  de manobras de reanimação cardio-respiratória para a recuperação do  bebê.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante muito tempo, também foram feitas  tentativas de associar o índice de Apgar do quinto minuto - e mesmo do  décimo minuto - com possíveis futuros problemas neurológicos da criança.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muito mito e expectativa surgem em torno do  Apgar (a nota) que a criança recebeu. Os pais ficam nervosos,  preocupados que uma nota baixa possa representar problemas futuros para  sua criança.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto não é verdadeiro tanto quanto não é  verdadeiro que uma criança com índice de Apgar alto não possa apresentar  algum problema. Não foi possível, em todos estes anos, estabelecer uma  relação segura entre determinado índice de Apgar e a existência ou  ausência de seqüelas neurológicas tais como convulsões, paralisia  cerebral ou dificuldades de aprendizagem.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também para as decisões quanto às condutas de  reanimação em sala de parto o índice de Apgar não é o mais indicado. As  rotinas preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pela  Academia Americana de Pediatria são taxativas em declarar que não  devemos utilizar o índice para decidir condutas. A reanimação em sala de  parto hoje é toda decidida antes de ter se passado o primeiro minuto de  vida e baseada em parâmetros do recém-nascido que são avaliados  imediatamente ao nascimento.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Portanto, o índice de Apgar desempenhou um  papel fundamental no desenvolvimento das técnicas de atendimento ao  recém-nascido em sala de parto, mas como a maior parte das técnicas  médicas, não tem mais hoje a relevância que tinha em 1952 quando foi  desenvolvido pela Dra. Virgínia.  &lt;/p&gt;A nota que a criança recebeu ao nascer não deve ser fator de angústia para os pais em momento já de tanta ansiedade.                &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6968949518959673184?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6968949518959673184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6968949518959673184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/12/indice-de-apgar.html' title='Índice de APGAR'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8439188823449115792</id><published>2011-12-16T10:50:00.001-08:00</published><updated>2011-12-16T10:50:04.338-08:00</updated><title type='text'>Atuação do Fisioterapeuta em Pediatria</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div align="justify"&gt; 							&lt;p&gt;&lt;b&gt;Atuação do Fisioterapeuta em Pediatria&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;I. Por que as crianças precisam de fisioterapia respiratória tão precocemente?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;A crescente incidência de enfermidades  respiratórias infantis está ligada em parte a evolução de germes  responsáveis pelas infecções respiratórias e ao predomínio de infecções  virais sobre as infecções bacterianas, e a outra parte a um conjunto de  fatores ambientais que associam os hábitos de vida e poluição do ar.  Devido as particularidades do sistema respiratório e a predisposição  genética, as crianças estão sempre susceptíveis a infecções  respiratórias. As mais comuns são a bronquiolite e as pneumonias.   Diversas doenças são responsáveis por um acúmulo de secreções  bronquiais, sendo necessário recorrer a intervenção da fisioterapia  respiratória cujo objetivo fundamental é remover as secreções bronquiais  e expandir os pulmões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;table width="200" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2"&gt;     &lt;tbody&gt;         &lt;tr&gt;             &lt;td&gt;&lt;img alt="" src="http://www.assobrafir.com.br/imagens_up/18099.gif" height="198" width="277"&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;             &lt;td&gt;&lt;img alt="" src="http://www.assobrafir.com.br/imagens_up/180910.gif" height="198" width="277"&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;III. Por que a tosse é tão importante? &lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Porque é através deste fluxo expiratório com velocidade  alta que as secreções caminham na via aérea até chegarem na cavidade  oral para serem removidas ou expectoradas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;IV. Se a criança não consegue tossir, como o fisioterapeuta avalia o resultado da sua intervenção?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;span&gt;&lt;br&gt; A traquéia é cheia de receptores de tosse, pequenos estímulos nesta  região provocam tosse espontânea, assim como um tracionamento no lóbulo  da orelha também. Mas, ás vezes, é necessário utilizar de técnicas de  desobstrução invasivas como aspiração de secreções traqueais. E  novamente utilizando o estetoscópio ele reavaliará a modificação da  ausculta pulmonar, ou seja, o aparecimento dos sons respiratórios  normais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;V. Quando a fisioterapia respiratória está contra indicada em crianças?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando as crianças estão com temperaturas corporais  baixas, em instabilidade cardíacas, qdo possuem pneumotórax( ar na  cavidade pleural) sem drenagem adequada, e na presença de secreções  sanguinolentas, sem que se tenha conhecimento da origem do sangramento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;VI. Quais os procedimentos o fisioterapeuta respiratório deve realizar antes de realizar a intervenção em uma criança?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A programação da intervenção fisioterapêutica deve ser  realizada nos intervalos das mamadas ou alimentação, ou pelo menos uma  hora depois. Se a criança possui SONDA para alimentação nasogástrica,  deve-se aspirar o conteúdo gástrico. &lt;br&gt; As crianças devem ser monitoradas antes, durante e depois do procedimento do fisioterapeuta.&lt;br&gt; A vigilância deverá ser redobrada se a criança estiver em uso de tubos traqueais, sondas gástricas, acessos venosos. &lt;br&gt; O período de sono deverá ser respeitado , sempre que possível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.assobrafir.com.br/imagens_up/180911.gif" height="198" width="277"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;VII. Qual a importância de um bom posicionamento da criança?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A colocação da criança em um posicionamento ideal com a  cabeceira mais elevada pode evitar o risco de refluxo gastresofágico e  facilitar uma melhor sincronia da respiração.  Entretanto a criança não  pode ser mantida em apenas uma posição, deverá ser colocada deitada de  ambos os lados para evitar a formação de locais de maior pressão na pele  e para favorecer uma alternância de ventilação das áreas do pulmão.  O  conforto da criança é também essencial!  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;VIII. A Fisioterapia Respiratória pode auxiliar no uso de medicamentos inalatórios?  &lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os medicamentos administrados através da respiração  (Terapia Inalatória) são utilizados freqüentemente em crianças com  problemas respiratórios.  A escolha desta forma de aplicação é devido  seu efeito direto no pulmão, órgão onde se localiza o problema, e pela  redução do efeito sistêmico do medicamento. A inalação ou nebulização é  mais eficaz quando é realizada através da boca. Quanto maior o volume de  ar inspirado, maior será a quantidade de medicamento ofertada aos  pulmões. Para realizarmos uma nebulização correta devemos inspirar  profundamente e de forma bem lenta para que a mistura do fármaco e ar  chegue até a periferia dos pulmões. O Fisioterapeuta respiratório,  através de exercícios respiratórios específicos pode favorecer o aumento  do volume inspirado, bem como realizar inspirações lentas e profundas e  potencializar a ação do medicamento inalado.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="" src="http://www.assobrafir.com.br/imagens_up/180912.gif" height="198" width="277"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;IX  Quais serão as crianças beneficiadas pela Fisioterapia Respiratória?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente existem varias áreas de assistência da  Fisioterapia Respiratória, contempladas dentro de um novo modelo de  promoção da saúde. O Fisioterapeuta Respiratório atua na prevenção e no  tratamento de doenças. Crianças com doenças  respiratórias, tais como;  asma, bronquite, pneumonias, rinites, fibrose cística, doenças  neuromusculares, síndromes  genéticas dentre outras, ou mesmo questões  mais simples, como algumas crianças que respiram de forma errada. Vale  ressaltar quanto mais precoce estas crianças começarem o tratamento com o  fisioterapeuta melhor serão os resultados percebidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.assobrafir.com.br/pagina.asp?area=87&amp;amp;secao=89" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; 						&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8439188823449115792?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8439188823449115792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8439188823449115792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/12/atuacao-do-fisioterapeuta-em-pediatria.html' title='Atuação do Fisioterapeuta em Pediatria'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7247910029706693394</id><published>2011-12-09T05:36:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T05:36:12.008-08:00</updated><title type='text'>Deficiência de vitamina D piora quadro de asma em crianças</title><content type='html'>Um estudo publicado no periódico American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, da American Thoracic Society, revelou que crianças com asma persistente grave - que não respondem a tratamentos à base de corticóide - podem ter o funcionamento dos pulmões mais pobre em comparação a crianças com asma moderada devido a baixos níveis de vitamina D no sangue.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A pesquisa contou com a participação de 86 crianças, sendo 36 com asma persistente grave, 26 com asma moderada e 24 não asmáticas. Em seguida, os níveis de vitamina D presentes no organismo de cada uma foram comparados às suas respectivas capacidades pulmonares. Foram colhidas também, amostras de tecidos das vias aéreas do grupo com asma grave para avaliar as mudanças estruturais de seus músculos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os resultados mostraram que crianças com asma persistente grave apresentaram função pulmonar mais pobre e níveis de vitamina D mais baixos no sangue. A massa de tecido muscular nas vias aéreas também era maior nesse grupo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo os pesquisadores, a análise sugere que níveis mais baixos do nutriente contribuem para o aumento da massa muscular lisa das vias aéreas, o que pode tornar a respiração mais difícil. Eles acreditam que, se mais aprofundada, a descoberta poderá fornecer evidências importantes para novos tratamentos da doença.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Aprimore o consumo de vitamina D com sete alimentos&lt;br&gt;Além de ajudar no combate à hipertensão, no controle de peso e na prevenção da osteoporose, a vitamina D ainda tem importante papel no funcionamento adequado da tireoide e na secreção de insulina pelo pâncreas. Por isso, além de aproveitar a luz solar, uma das principais fontes do nutriente, invista nos seguintes alimentos:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sardinha e atum em lata: prática, a sardinha e o atum enlatado são uma das principais fontes de vitamina D vindas da alimentação, contando com, 4,8 mcg e 6,7 mcg a cada 100g, respectivamente. Para aproveitar esses benefícios de forma saborosa você pode utilizá-la no preparo de tortas, saladas, farofas e sanduíches.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fígado de boi: embora essa parte do boi não seja apreciada por alguns, é fonte de vitamina D, apresentando 0,8 mcg a cada bife de, aproximadamente, 68g. De preferência, consuma o bife grelhado ou cozido, já que frito agregará mais gorduras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ovos: esse alimento é rico em vitamina D, contando com 1,1 mcg a cada unidade grande. Para aproveitar ao máximo os nutrientes, consuma o alimento fresco - o famoso ovo caipira -, porque a galinha produtora deste ovo não ingere hormônios, mantendo os nutrientes de seus ovos. Mas sem frituras: prefira ovos mexidos ou cozidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Manteiga: melhor amiga do pãozinho, a manteiga é uma das opções para aprimorar seu consumo de vitamina D diária. 100g de manteiga tem 1,5 mcg. Mas, atenção: o tão querido pão na chapa não é o modo de preparo mais saudável, já que, quando aquecidas, as gorduras ficam saturadas. O processo de aquecimento também compromete as vitaminas. Por isso, prefira consumi-lo fresco, junto a um pão integral, já que as fibras melhoram a absorção de nutrientes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Iogurte: Além de ser uma delícia, o iogurte dá aquela forcinha na ingestão de vitamina D diária - a versão desnatada conta com 0,1 mcg a cada 100g. Lembre-se de que ele vai muito bem com frutas, em molhos de salada ou em vitaminas com grãos integrais (como gergelim e aveia). O preparo de bolos e tortas com iogurte, alerta ela, deve ser evitado, já que o valor calórico do bolo é maior do que de outros preparos, como os já citados. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7247910029706693394?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7247910029706693394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7247910029706693394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/12/deficiencia-de-vitamina-d-piora-quadro.html' title='Deficiência de vitamina D piora quadro de asma em crianças'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-9193469104506268225</id><published>2011-11-25T05:42:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T05:42:58.928-08:00</updated><title type='text'>Técnicas fisioterapêuticas utilizadas – efeitos benéficos versus efeitos adversos - Fisioterapia neonatal</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;Os artigos selecionados apresentaram grande variabilidade em relação às técnicas fisioterapêuticas empregadas em neonatos e crianças. As mais utilizadas e avaliadas são as denominadas manobras de higiene brônquica: tapotagem (ou percussão), vibração/vibrocompressão, manobras com ambú (bag-squeezing), aspiração de vias aéreas e endotraqueal, estímulo de tosse e o posicionamento em posturas de drenagem. Apenas dois artigos14,15 apresentaram além das manobras de higiene brônquica, recursos que englobavam exercícios respiratórios passivos em recém-nascidos pré-termo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As manobras de higiene brônquica são utilizadas para mobilizar e remover as secreções nas vias aéreas, no sentido de melhorar a função pulmonar. Entretanto, em algumas situações, a fisioterapia respiratória pode ser lesiva ao paciente, principalmente ao recém-nascido pré-termo, pois ele pode não suportar o manuseio, mesmo pouco intensos e habituais, de uma UTI neonatal. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em relação aos recursos fisioterapêuticos, vários autores contra-indicam as manobras de higiene brônquica para RNPT com peso de nascimento menor que 1.500 g nos primeiros 3 dias de vida, devido à maior labilidade e possibilidade de ocorrer hemorragia intracraniana. Para estes RNPT, o posicionamento é fundamental e parte integrante da assistência fisioterapêutica durante os primeiros dias de vida, pois possibilita melhores condições biomecânicas ao segmento tóraco-abdominal e otimiza a função respiratória, sem promover eventos hemorrágicos. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;De acordo com algumas pesquisas, as manobras de higiene brônquica, principalmente a tapotagem, podem provocar nos RN efeitos adversos – hipoxemia, fratura de costelas20, e, por vezes, lesões cerebrai. Foi observado através de balão esofágico que a tapotagem provoca aumento na pressão intratorácica, sem interesse para o aumento no clearance das secreções brônquicas&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A eficácia da tapotagem em RN é questionada por diversos autores. Isso porque nessa idade o tórax é muito maleável, tem dimensões  reduzidas e, sendo assim, o efeito mecânico da tapotagem é consideravelmente menor do que em outras faixas etárias. Seria necessário, portanto, aplicar uma energia mais intensa do que a aplicada em adultos para ocorrer o desprendimento das secreções brônquicas, o que ofereceria o risco, por vezes observado, de causar dor e até fratura de costelas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Na área pediátrica, dois artigos ressaltam a importância da monitoração do paciente durante a realização da tapotagem, pois pode ocorrer arritmia cardíaca e/ou instabilidade hemodinâmica. Além das crianças em UTI, a indicação de monitoração deve abranger os pacientes com doenças crônicas hipersecretivas, mesmo que estáveis clinicamente. Wollmer26 relata que a tapotagem em crianças pneumopatas crônicas com fibrose cística, tem eficácia comprovada na drenagem da secreção brônquica e na redução de infecções locais. Uma possível indicação de tapotagem seriam os quadros de broncoespasmo, mas na literatura não há estudos suficientes para esta avaliação, que deveria ser mais estudada. Um estudo observou que frente à ausculta pulmonar de sibilos isolados a tapotagem deve ser evitada, até o momento em que o paciente apresentar outros ruídos adventícios.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dois artigos (14,29) verificaram a reexpansão de áreas atelectásicas com o uso da tapotagem, porém houve um caso de atelectasia secundária ao procedimento, com arritmia cardíaca importante(30). O posicionamento na postura de Trendelemburg para drenagem de secreções respiratórias é contra-indicada em recém-nascidos, crianças com instabilidade hemodinâmica, e/ou com aumento da pressão intracraniana. A postura favorece o aumento da pressão intracraniana, e o refluxo gastroesofágico eleva o risco de broncoaspiração e pneumonia aspirativa (28,30).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em relação à técnica descrita como aumento do luxo expiratório (AFE), apenas um estudo (31) relata melhora dos níveis de oxigenação arterial em lactentes hipersecretivos com esta técnica. A aspiração das vias aéreas é um procedimento muitas vezes realizado nas UTI para manter a permeabilidade das mesmas, em especial nos pacientes&lt;br&gt;  com pouca tosse, como os RNPT. Embora o procedimento seja relativamente simples, exige cuidado rigoroso na sua execução devido aos efeitos indesejáveis que pode determinar. As alterações fisiológicas induzidas pela aspiração ainda são pouco conhecidas. Podem ocorrer efeitos cardiovasculares adversos, determinados pela hipoxemia, e por alterações do sistema nervoso autônomo. Por meio da estimulação dos receptores simpáticos pode resultar secundariamente vasoconstrição periférica e aumento da pressão arterial, e em decorrência da estimulação dos receptores parassimpáticos a bradiarritmia. Alguns estudos (32-35) relatam que os efeitos adversos (aumento&lt;br&gt;  do fluxo sanguíneo cerebral e da pressão intracraniana durante a aspiração traqueal), podem suplantar os efeitos benéficos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;São descritas, também, outras complicações associadas à aspiração de vias aéreas e endotraqueais, que, geralmente, resultam de técnica de aspiração inadequada. Podem ocorrer lesões da mucosa traqueobrônquica, perfuração brônquica pela sonda de aspiração (com pneumotórax secundário), atelectasia (devido ao uso de pressão negativa excessiva), além de bacteremia e infecções respiratórias.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Vários estudos (36-40) não recomendam a realização da aspiração em horários pré-estabelecidos, sugerindo que a necessidade da remoção do excesso de secreções das vias aéreas deva ser individualizada. De forma geral, estudos sugerem40,41 que a aspiração endotraqueal não deve ser realizada nos 3 primeiros dias de vida do RNPT, pois não está demonstrada melhora no prognóstico dos recém-nascidos submetidos rotineiramente a esse procedimento. Além disso, nessa fase o RNPT é extremamente vulnerável ao desenvolvimento da hemorragia peri-intraventricular. Em relação à tosse obtida por estimulação direta da fúrcula do recém-nascido e de lactentes, os efeitos encontrados.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;São semelhantes, ocorrendo um rápido e abrupto aumento do fluxo sanguíneo cerebral e da pressão intracraniana, devendo ser empregado somente em lactentes crônicos e hipersecretivos. &lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-9193469104506268225?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9193469104506268225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9193469104506268225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/11/tecnicas-fisioterapeuticas-utilizadas.html' title='Técnicas fisioterapêuticas utilizadas – efeitos benéficos versus efeitos adversos - Fisioterapia neonatal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-9162775606695947662</id><published>2011-11-16T06:24:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T06:24:13.365-08:00</updated><title type='text'>Uso da percussão nas doenças respiratórias pediátricas</title><content type='html'>    Percussão é definida como uma manobra aplicada com as mãos em forma côncava, nos lados ventral, lateral e dorsal do tórax, a uma freqüência aproximada de 3-6 Hz. Tal procedimento promove a mobilização das secreções por meio de seu estremecimento e é realizada com o paciente em diferentes posições de drenagem. A percussão torácica também aumenta a pressão intratorácica e a hipoxemia, sendo esta última não relevante quando a técnica é realizada em períodos menores que 30 segundos e combinada com três ou quatro exercícios de expansão pulmonar. (LAMARI et al, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A percussão é uma das técnicas convencionais da fisioterapia respiratória, sendo utilizada amplamente na prática de tratamento das doenças respiratórias tanto em crianças como em adultos. Sendo assim, é de extrema importância a análise de estudos que testem a sua eficácia nas doenças secretivas pulmonares.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Metodologia&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Foi feita uma busca de artigos indexados nas bases de dados PubMed, Medline, Scielo, produzidos no período de 1979 a 2009, nos idiomas inglês e português, os quais tivessem disponíveis o texto completo. O intuito foi pesquisar e listar artigos que averiguassem a eficácia da percussão no tratamento das doenças pulmonares pediátricas. As palavras chaves utilizadas nesta pesquisa foram: a) em português: tapotagem e crianças, tapotagem e pediatria, tapotagem e infantil, tapotagem e lactentes, tapotagem e recém-nascidos, tapotagem e prematuros, terapia respiratória e recém-nascidos, terapia respiratória e prematuros, percussão e recém-nascidos, percussão e prematuros, percussão e crianças; b) em inglês: clapping, clapping and respiratory in children, clapping and respiratory in newborn, chest percussion,percussion and children, toracic percussion and children.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Ao todo foram encontrados 79 artigos, dos quais apenas 17 foram utilizados no presente estudo. Os critérios de exclusão dos artigos foram estudos em adultos e animais, aqueles que não verificaram a eficácia da técnica e que não a utilizaram em seus procedimentos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Resultados&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Percussão&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Percussão manual é uma técnica para aumentar o movimento das secreções nas vias aéreas, para sua eliminação. A percussão é bem tolerada pelos bebês, porém, por algumas precauções e contra-indicações, é necessário trocar essa técnica pela vibração. (LINDA CRANE, 1981).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Mayer et. al (2002) descrevem a tapotagem como qualquer manobra realizada com as mãos, de forma ritmada ou compassada, sobre um instrumento ou corpo qualquer&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Liebano et. al (2009) relatam que o efeito da vibração é maximizado quando associado a tapotagem, pois esta teria o efeito de descolar as secreções.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Para Gomide et. al (2007), a tapotagem consiste na percussão das mãos em forma de concha de maneira alternada e rítmica sobre a área do tórax com acúmulo de secreção, geralmente identificada pela ausculta pulmonar. A mão percussora entra em contato com a superfície externa do tórax do paciente, proporcionando oscilações mecânicas que deverão atingir os pulmões como uma onda de energia transmitida da parede torácica para as vias aéreas. Acredita-se que, com a oscilação mecânica e o conseqüente aumento da pressão intratorácica, as secreções possam ser descoladas das paredes brônquicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O movimento da percussão manual não deve causar dor ou desconforto e pode ser feito durante toda a inspiração e expiração. Não devendo ser realizado diretamente sobre a pele do paciente (BALACHANDRAN et. al, 2005).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Lamari et. al (2006) citam as indicações e contra-indicações referenciadas por alguns autores. Van der Schans et al atribuem como indicação da percussão a estase de muco brônquico, pois devido a alterações da pressão intratorácica e formação de glóbulos de muco, a secreção é facilmente deslocada de vias aéreas mais distantes e expectorada. As contra-indicações, segundo a American Association Respiratory Care (1991) referida por Fink, incluem: tuberculose pulmonar, ressecção tumoral de tórax ou pescoço, contusão pulmonar e coagulopatias. Langenderfer acrescenta a estas, citando Murphy et al. (1983): enfisema subcutâneo, anestesia espinhal recente, broncoespasmo, osteoporose, osteomielite em arcos costais, dor torácica, enxerto cutâneo torácico, feridas torácicas abertas ou infecções.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Na presença de osteoporose ou raquitismo, é contra-indicada a percussão durante a drenagem brônquica pela fragilidade da parede torácica, e também nos casos de fratura de costela, pneumotórax não-drenado e hemoptise. O estado de coagulação deve estar normal, antes que a criança seja submetida a uma técnica de drenagem manual brônquica, como a percussão (LINDA CRANE, 1981).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Percussão nas doenças respiratórias pediátricas&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Segundo Gomide et. al (2007), num estudo sobre a atuação da fisioterapia respiratória em pacientes com fibrose cística, a percussão pulmonar manual pode ser realizada de três formas: tapotagem, percussão cubital, digito-percussão ou punho percussão, sendo a primeira mais utilizada em pacientes fibrocísticos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Ainda para Gomide et. al (2007), no que se refere ao tempo de duração, a literatura relata que não há um padrão cientificamente comprovado para realização da tapotagem. Considera-se que o tempo deve ser estipulado em função das condições individuais de cada paciente e da ausculta pulmonar, que deverá ser feita intermitentemente. Em estudos realizados com pacientes fibrocísticos o tempo dedicado a cada seguimento variou de 3 a 5 minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Queda da saturação de oxigênio foi encontrada em pacientes fibrocísticos durante a realização da percussão, conforme Gomide et. al (2007). Alguns pesquisadores acreditam que episódios de hipoxemia e broncoespasmo podem ser evitados associando a tapotagem com exercícios respiratórios como respiração profunda, técnica de expiração forçada e ciclo ativo da respiração. Apesar dos relatos de hipoxemia e broncoespasmo, em uma clássica revisão literária sobre percussão, concluiu-se que essa é uma técnica eficaz para remoção de secreções em pacientes com excesso de produção de muco. Além disso, essa técnica seria mais eficaz em pacientes com secreção em vias aéreas proximais, podendo ser útil também como estímulo de tosse.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A fisioterapia respiratória, com uso de drenagem postural e percussão torácica, é integrada em muitos programas de tratamento em pacientes com fibrose cística. No seu estudo de caso (menina com 4 anos e 7 meses submetida a 4 anos de tratamento, 3 vezes por semana, cada sessão com 40 minutos), o autor percebeu que a tosse orientada foi mais produtiva quando se combinava as técnicas de drenagem postural e percussão torácica e pouco eficaz quando a paciente era estimulada a realizar exercícios respiratórios simplesmente, em posições de drenagem brônquica (GRABOWSKI et. al., 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Oermann (2000) et. al afirmaram num estudo que a fisioterapia respiratória foi uma etapa importante no tratamento de pacientes com fibrose cística. Tradicionalmente, isso significou o uso de drenagem postural, percussão e vibrações para otimização da ventilação. Infelizmente, essa técnica é demorada, exige um prestador de cuidados especializado e pode estar associada com desconforto, refluxo gastroesofágico e hipoxemia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Maxwell, M. et. al (1979), comparou a técnica de percussão manual e mecânica em 14 pacientes com fibrose cística (idade entre 7 e 21 anos) através da medição de volumes de escarro, CVF e VEF. Os pacientes foram tratados um dia manualmente e no outro com a percussão mecânica. Os resultados da percussão mecânica foram tão bons quanto ao da percussão manual. As percussões mecânicas podem ser úteis em pacientes adolescentes (BALACHANDRAN et. al., 2005).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Scherer et. al (1998) comparando o efeito da tapotagem associada a outras técnicas da fisioterapia respiratória convencional (drenagem, vibração, estímulo de tosse) com osciladores de alta freqüência oral e vibração mecânica de alta freqüência, em portadores de fibrose cística, encontraram que quanto a eliminação de secreção eles são igualmente eficazes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Phillips et. al (1998) explicaram, num estudo, que em lactentes com complicações respiratórias, como excesso de secreções broncopulmonares e retenção de expectoração, a fisioterapia respiratória, para otimizar as trocas ventilatórias, é uma parte essencial do tratamento. A prática clínica consiste no posicionamento auxiliado pela gravidade, combinado com períodos de percussão. É possível que o refluxo gastro-esofágico possa causar ou complicar recorrentes problemas respiratórios, mas ainda não foi determinado que posicionamento da drenagem postural agrava o refluxo gastro-esofágico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Num estudo de Giles et. al (1995), pacientes receberam drenagem postural durante três minutos em cada uma de sete posições diferentes, com tosse entre cada posição. Drenagem postural consistia em colocar o paciente em diferentes posições enquanto a terapeuta realizava percussão e vibração em diversas áreas da parede torácica para aumentar a remoção de secreção de um determinado segmento do pulmão manualmente. A seguir, fez-se percussão em cada posição, o paciente foi instruído a realizar huffing e tossir para expectorar o muco mobilizado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No estudo de Lanza et. al. (2008), participaram 19 crianças menores de 2 anos, com quadro clínico e laboratorial de bronquiolite viral aguda. As crianças foram divididas em 3 grupo: Grupo VC+DP (vibrocompressão + drenagem postural), Grupo TAP + DP (tapotagem + drenagem postural) e Grupo ASP (aspiração). O conjunto de técnicas foi realizado por 5 minutos em cada decúbito (lateral direito e esquerdo selecionado de forma aleatória). Como resultado não houve diferenças significantes da FC, FR entre os três grupos, na redução de SpO2 nos grupos TAP+DP e ASP, técnicas de fisioterapia respiratória como a vibrocompressão ou tapotagem, associadas à drenagem postural, determinou redução do desconforto respiratório, maior eliminação de secreção e melhora da ausculta pulmonar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A fisioterapia respiratória foi considerada terapia padrão em pacientes ventilados mecanicamente, além do período neonatal (BOECK et. al, 2008). No entanto, uma avaliação mais crítica revelou que a percussão manual torácica, em pacientes ventilados, é um processo estressante, causando um aumento no consumo de oxigênio, elevação da freqüência cardíaca, pressão sanguínea e pressão intracraniana (HORIUCHI et. al, 1997 e MACKENZIE et al, 1985 apud BOECK et al., 2008).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Antunes et. al (2001) comparam a eficácia da tapotagem associada a outras técnicas da fisioterapia respiratória convencional com o Flutter, avaliando quantidade de secreção eliminada, as alterações na saturação periférica de oxigênio (SpO2), no pico de fluxo expiratório e nas freqüências cardíaca e respiratória e pacientes com bronquiectasia, chegando a conclusão que as duas técnicas são igualmente eficazes na remoção de secreção nessa patologia&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Neto et. al (2004), em um estudo de caso, comparando os efeitos da tapotagem e do aparelho Flutter na transportabilidade e viscoelasticidade do muco brônquico, em um paciente com bronquiectasia, encontraram que a tapotagem foi menos eficaz que o aparelho na fluidificação do muco.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Nelli et. al (2006) analisando prontuários de 80 pacientes da UTI do hospital de anomalias cranioencefálicas em São Paulo, encontraram que pacientes submetidos a fisioterapia respiratória na qual a tapotagem estava associada a outras técnicas manuais (vibração e terapia respiratória manual passiva) obtiveram melhora no quadro de desconforto respiratório.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Considerações finais&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Após a análise qualitativa dos artigos encontrados nessa pesquisa, percebe-se que a percussão é uma técnica eficaz na mobilização e no auxílio a remoção de secreções em crianças portadoras de doenças pulmonares. Contudo, seu efeito é maximizado quando unido a outras técnicas e instrumentos da fisioterapia respiratória.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Conclui-se que a percussão é uma técnica que deve ser utilizada nos atendimentos de crianças que apresentam secreção brônquica devido a doenças pulmonares obstrutivas, a menos que estejam presentes alguma de suas contra-indicações.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Referências bibliográficas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;ANTUNES, LCO; Carvalho, SMF; Borges, FD; Assis, VLGN; Godoy, I. Comparação da eficácia da fisioterapia respiratória convencional com o flutterâ VRP1 em pacientes com bronquiectasia. Salusvita. 2001; 20(1):11-21.&lt;br&gt; &lt;br&gt;BALACHANDRAN, A. et. al. Chest Physiotherapy in Pediatric Practice. Personal Practice. VOLUME 42 - JUNE 17, 2005, 559-568.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BOECK, K.D. et. al. Airway clearance techniques to treat acute respiratory disorders in previously healthy children: where is the evidence? Eur J Pediatr (2008) 167:607–612.&lt;br&gt; &lt;br&gt;GILES, D.R. et. al. Short-term Effects of Postural Drainage With Clapping vs Autogenic Drainage on Oxygen Saturation and Sputum Recovery in Patients With Cystic Fibrosis. Chest 1995; 108; 952-954.&lt;br&gt;&lt;br&gt;GOMIDE, L.B. et. al. Atuação da fisioterapia respiratória em pacientes com fibrosecística: uma revisão da literatura. Arq Ciênc Saúde 2007 out-dez; 14(4):227-33.&lt;br&gt; &lt;br&gt;GRABOWSKI, J.L.; BERTOLINI, S.M.M.G. Fisioterapia respiratória em fibrose cística – estudo de caso. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, 3 (3): SET./DEZ., 1999.&lt;br&gt;&lt;br&gt;LAMARI, N.M. et. al. Bronquiectasia e fisioterapia desobstrutiva: ênfase em drenagem postural e percussão. Braz J Cardiovasc Surg 2006; 21(2): 206-210.&lt;br&gt; &lt;br&gt;LANZA, F.D.C. et. al. Fisioterapia respiratória em lactentes com bronquiolite: realizar ou não? O Mundo da Saúde São Paulo: 2008: abr/jun 32(2):183-188.&lt;br&gt;&lt;br&gt;LIEBANO, R E; Hassen, A M S; Racy, H H M J; Corrêa, J B. Principais manobras cinesioterapêuticas manuais utilizadas na fisioterapia respiratória: descrição das técnicas. Rev. ciênc. méd., (Campinas);18(1):35-45, jan.-fev. 2009.&lt;br&gt; &lt;br&gt;LINDA CRANE, M.M.S. Physical Therapy for Neonates with Respiratory Dysfunction. Physical Therapy, Volume 61 / Number 12, December 1981.&lt;br&gt;&lt;br&gt;MAXWELL, M.; REDMOND, A. Comparative trial of manual and mechanical percussion technique with gravity-assisted bronchial drainage in patients with cystic fibrosis. Archives of Disease in Childhood, 1979, 54, 542-544.&lt;br&gt; &lt;br&gt;MAYER AF, Cardoso F, Velloso M, Ramos R. Fisioterapia respiratória. In: Tarantino AB. Doenças pulmonares. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002.p.536-8&lt;br&gt;&lt;br&gt;NELLI, Eloisa Aparecida; Poloni, Ana Beatriz de Lima; Bonilha, Carolise; Trindade Junior, Alceu Sergio. Incidência de patologia respiratória em portadores de refluxo gastroesofágico. Fisioter. Bras; 7(2):87-89, mar.-abr. 2006.&lt;br&gt; &lt;br&gt;OERMANN, C.M.; SWANK, P.R.; SOCKRIDER, M.M. Validation of an Instrument Measuring Patient Satisfaction With Chest Physiotherapy Techniques in Cystic Fibrosis. Chest, 2000; 118; 92-97.&lt;br&gt;&lt;br&gt;PHILLIPS, G.E.; PIKE, S.E.; ROSENTHAL, M.; BUSH, A. Holding the baby: head downwards positioning for physiotherapy does not cause gastro-oesophageal reflux. Eur Respir J 1998; 12: 954–957.&lt;br&gt; &lt;br&gt;PIRES Neto, R. C; Ramos, E. M; Ramos, D. Transportabilidade e viscoelasticidade do muco bronquico, de um paciente com bronquiectasia, expectorado apos a tapotagem e o aparelho Flutter-VRP1: estudo de caso. Rev. bras. fisioter; 8(2):165-168, maio-ago. 2004.§ SCHERER, T; Barandun, J; Martinez,E; Wanner, A; Rubin; E M. Effect of High Frequency Oral Airway and Chest Wall Oscillation and Conventional Chest Physical Therapy on Expectoration in Patients With Stable Cystic Fibrosis. Chest, Vol. 113, Number 4, April 1998.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Renata Martins | Thays Silva Canto // Theresa Katarina Bezerra de Amorim - &lt;a href="mailto:theresa.k.amorim@gmail.com"&gt;theresa.k.amorim@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-9162775606695947662?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9162775606695947662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9162775606695947662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/11/uso-da-percussao-nas-doencas.html' title='Uso da percussão nas doenças respiratórias pediátricas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5767551052451715497</id><published>2011-11-16T06:20:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T06:20:29.479-08:00</updated><title type='text'>Indicações da fisioterapia respiratória neonatal e pediátrica</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.jornallivre.com.br/images_enviadas/o-que-e-neonatologianeonatolog.jpg" src="http://www.jornallivre.com.br/images_enviadas/o-que-e-neonatologianeonatolog.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;br&gt;A fisioterapia é uma modalidade terapêutica relativamente recente dentro das unidades de terapia intensiva pediátrica e neonatal e que está em expansão, especialmente nos grandes centros. Segundo a portaria do Ministério da Saúde no 3.432, em vigor desde 12/8/1998, as unidades de terapia intensiva de hospitais com nível terciário devem contar com assistência fisioterapêutica em período integral, por diminuírem as complicações e o período de hospitalização, reduzindo, conseqüentemente, os custos hospitalares.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dentre as várias áreas de atuação, fisioterapia é mais utilizada nas unidades de tratamento intensivo na prevenção e tratamento das doenças respiratórias. A fisioterapia respiratória era, a princípio, considerada sinônimo de tapotagem, a primeira técnica utilizada sistematicamente nesse período.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Com o desenvolvimento de outras manobras fisioterápicas, as possibilidades disponíveis para a higiene brônquica tiveram incremento com a drenagem postural, vibração, compressão, e outras que podem ser utilizadas individualmente ou combinadas entre si. De modo geral, essas técnicas foram inicialmente utilizadas e avaliadas nos adultos, e não diferem das manobras de fisioterapia realizadas nestes pacientes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Com relação às indicações da fisioterapia respiratória em recém nascidos pré-termo (RNPT), Paratz e Burns concluíram que o tratamento fisioterapêutico em RNPT enfermos tem indicação sob certas condições clínicas, como as síndromes aspirativas, a síndrome do desconforto respiratório, pneumonias, atelectasias, e na prevenção de complicações da ventilação mecânica. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Quatro outros estudos concluíram que a intervenção fisioterapêutica está indicada na presença de secreção na via aérea, e nos casos com evoluções desfavoráveis à gasometria e/ou ao exame radiológico, sinais indicativos de possíveis problemas com a depuração ciliar, com a ventilação ou outra alteração da mecânica respiratória, e na maioria das vezes com as três condições. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em algumas situações a fisioterapia respiratória tem mostrado grande impacto e pode alterar o prognóstico do paciente. Isto foi observado na síndrome do desconforto respiratório, na síndrome de aspiração meconial, na displasia broncopulmonar, nas pneumonias neonatais e nos pósoperatórios de cirurgias de grande porte. A  fisioterapia pré e pós-extubação também mostrou valor na redução da incidência de complicações, como as atelectasias pós-extubação.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os pacientes pediátricos internados em terapia intensiva têm indicação de fisioterapia respiratória em casos de hipersecreção brônquica, submetidos ou não à ventilação mecânica, pois há otimização da função cardiopulmonar e redução do agravo respiratório.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Objetivos da fisioterapia respiratória neonatal:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;otimizar a função respiratória de modo a facilitar as trocas gasosas e adequar a relação ventilação-perfusão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;adequar o suporte respiratório;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; prevenir e tratar as complicações pulmonares;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; manter a permeabilidade das vias aéreas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;favorecer o desmame da ventilação mecânica e da oxigenoterapia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Embora os objetivos da fisioterapia sejam semelhantes àqueles traçados para os adultos, a assistência fisioterapêutica em Pediatria / Neonatologia apresenta particularidades relacionadas às diferenças anatômicas e fisiológicas existentes nestes pacientes, em relação às demais faixas etárias.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://pediatriasaopaulo.usp.br/upload/pdf/1227.pdf" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5767551052451715497?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5767551052451715497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5767551052451715497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/11/indicacoes-da-fisioterapia-respiratoria.html' title='Indicações da fisioterapia respiratória neonatal e pediátrica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6608382054428756594</id><published>2011-11-03T08:56:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T08:56:46.783-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Pediátrica</title><content type='html'>&lt;div class="topBoxLine"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; 				&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21388855/fisioterapia+pediatrica/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21388855_4.jpg" class="picimgbig" alt="Fisioterapia Pediátrica" height="246" width="246"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fisioterapia Pediátrica é um guia clínico e  uma referência completa em fisioterapia pediátrica, que aborda todos os  aspectos teóricos e clínicos da fisioterapia para crianças e jovens  adultos: ; Neurológico ; Cardiorrespiratório ; Musculoesquelético ;  Oncológico e cuidados paliativos ; Saúde mental ; Lesão cerebral  adquirida. 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Elsevier 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;TERESA POUNTNEY 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;9788535229493 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2008 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;384 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21388855/fisioterapia+pediatrica/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; 				&lt;/div&gt; 				 			&lt;/div&gt; 			 				 					 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6608382054428756594?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6608382054428756594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6608382054428756594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/11/fisioterapia-pediatrica.html' title='Fisioterapia Pediátrica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-1620910193279243706</id><published>2011-10-13T05:57:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T05:57:42.952-07:00</updated><title type='text'>Doenças respiratórias mais comuns na infância</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;p&gt;São as doenças mais frequentes durante a infância,  acometendo um número elevado de crianças, de todos os níveis  sócio-econômicos e por diversas vezes. Nas classes sociais mais  pobres, as infecções respiratórias agudas ainda se constituem  como importante causa de morte de crianças pequenas,  principalmente menores de 1 ano de idade. Os fatores de risco  para morbidade e mortalidade são baixa idade, precárias  condições sócio-econômicas, desnutrição, déficit no nível  de escolaridade dos pais, poluição ambiental e assistência de  saúde de má qualidade (SIGAUD, 1996).&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;A enfermagem precisa estar atenta e orientar a família da  criança sobre alguns fatores:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;preparar os alimentos sob a forma pastosa ou líquida,          oferecendo em menores quatidades e em intervalos mais          curtos, respeitando a falta de apetite e não forçando a          alimentação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;aumentar a oferta de líquidos: água, chás e suco de          frutas, levando em consideração a preferência da          criança;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;manter a criança em ambiente ventilado, tranquilo e          agasalhada se estiver frio;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;fluidificar e remover secreções e muco das vias aéreas          superiores frequentemente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;evitar contato com outras crianças;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;havendo febre: até 38,4ºC dar          banho, de preferência de imersão, morno (por 15          minutos); aplicar compressa com água morna e álcool nas          regiões inguinal e axilar; retirar excessos de roupa. Se          ultrapassar este valor oferecer antitérmico recomendado          pelo pediatra.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;RESFRIADO&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Inflamação catarral da mucosa rinofaríngea e formações  linfóides anexas. Possui como causas predisponentes: convívio  ou contágio ocasional com pessoas infectadas, desnutrição,  clima frio ou úmido, condições da habitação e dormitório da  criança, quedas bruscas e acentuadas da temperatura  atmosférica, susceptibilidade individual, relacionada à  capacidade imunológica (ALCÂNTARA, 1994).&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Principais sinais e sintomas: febre de intensidade variável,  corrimento nasal mucoso e fluido (coriza), obstrução parcial da  respiração nasal tornando-se ruidosa (trazendo irritação,  principalmente ao lactente que tem sua alimentação  dificultada), tosse (não obrigatória), falta de apetite,  alteração das fezes e vômitos (quando a criança é forçada a  comer).&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Não existindo contra-indicações recomenda-se a realização  de exercícios rrespiratórios, tapotagem e dembulação. Se o  estado for muito grave, sugerindo risco de vida para a criança  se ela continuar em seu domicílio, recomenda-se a  hospitalização. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;PNEUMONIA&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Inflamação das paredes da árvore respiratória causando  aumento das secreções mucosas, respiração rápida ou  difícil, dificuldade em ingerir alimentos sólidos ou líquidos;  piora do estado geral, tosse, aumento da frequência  respiratória (maior ou igual a 60 batimentos por minuto);  tiragem (retração subcostal persistente), estridor,  sibilância, gemido, períodos de apnéia ou guinchos (tosse da  coqueluche), cianose, batimentos de asa de nariz, distensão  abdominal, e febre ou hipotermia (podendo indicar infecção).&lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;AMIGDALITES&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Muito frequente na infância, principalmente na faixa etária  de 3 a 6 anos (ALCÂNTARA, 1994). Seu quadro clínico  assemelha-se a um resfriado comum. Principais sinais e sintomas:  febre, mal estar, prostração ou agitação, anorexia em  função da dificuldade de deglutição, presença de gânglios  palpáveis, mau hálito, presença ou não de tosse seca, dor e  presença de pus na amigdala.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Às orientações de enfermagem acrescentaria-se estimular a  família a ofertar à criança uma alimentação mais  semi-líquida, a base de sopas, papas ...&lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;OTITE&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Caracterizada por dor, febre, choro frequente, dificuldade  para sugar e alimentar-se e irritabilidade, sendo o diagnóstico  confirmado pelo otoscópio. Possui como fatores predisponentes:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;alimentação em posição horizontal, pois propicia          refluxo alimentar pela tuba, que é mais curta e          horizontal na criança, levando à otite média;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;crianças que vivem em ambiente úmido ou flhas de pais          fumantes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;diminuição da umidade relativa do ar;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;limpeza inadequada, com cotonetes, grampos e outros,          prejudicando a saída permanente da cera pela formação          de rolhas obstrutivas, ou retirando a proteção e          facilitando a evolução de otites micóticas ou          bacterianas, além de poder provocar acidentes.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;Orientar sobre a limpeza que deve ser feita apenas com água,  sabonete, toalha e dedo. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;SINUSITE&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;&amp;quot;Desencadeada pela obstrução dos óstios de drenagem  dos seios da face, favorecendo a retenção de secreção e a  infecção bacteriana secundária&amp;quot; (LEÃO, 1989).  Caracteriza-se por tosse noturna, secreção nasal e com  presença ou não de febre, sendo que raramente há cefaléia na  infância (SAMPAIO, 1994). Casos recidivantes são geralmente  causados por alergia respiratória. Possui como fatores  predisponentes:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;episódios muito frequentes de resfriado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;crianças que vivem em ambiente úmido ou flhas de pais          fumantes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;diminuição da umidade relativa do ar.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;RINITE&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Apresenta como manifestações clínicas a obstrução nasal  ou coriza, prurido e espirros em salva; a face apresenta  &amp;quot;olheiras&amp;quot;; dupla prega infra-orbitária; e sulco  transversal no nariz, sugerindo prurido intenso. Pode ser causada  por alergia respiratória, neste caso faz-se necessário afastar  as substâncias que possam causar alergia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;BRONQUITE&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Inflamação nos brônquios, caracterizada por tosse e aumento  da secreção mucosa dos brônquios, acompanhada ou não de  febre, predominando em idades menores. Quando apresentam grande  quntidade de secreção pode-se perceber ruído respiratório  (&amp;quot;chiado&amp;quot; ou &amp;quot;ronqueira&amp;quot;) (RIBEIRO, 1994). &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Propicia que as crianças portadoras tenham infecções com  maior frequência do que outras. Pode se tornar crônica, levando  a anorexia a uma perda da progressão de peso e estatura  (RIBEIRO, 1994). Recomenda-se afastar substâncias que possam  causar alergias.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h3 align="center"&gt;ASMA&lt;/h3&gt;    &lt;p&gt;Doença crônica do trato respiratório, sendo uma infecção  muito frequente na infância. A crise é causada por uma  obstrução, devido a contração da musculatura lisa, edema da  parede brônquica e infiltração de leucócitos  polimorfonucleares, eosinófilos e linfócitos (GRUMACH, 1994). &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Manifesta-se através de crises de broncoespasmo, com  dispnéia, acessos de tosse e sibilos presentes à ausculta  pulmonar. São episódios auto-limitados podendo ser controlados  por medicamentos com retorno normal das funções na maioria das  crianças.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Em metade dos casos, os primeiros sintomas da doença surgem  até o terceiro ano de vida e, em muitos pacientes, desaparecem  com a puberdade. Porém a persistência na idade adulta leva a um  agravo da doença.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Fatores desencadeantes: alérgenos (irritantes alimentares),  infecções, agentes irritantes, poluentes atmosféricos e  mudanças climáticas, fatores emocionais, exercícios e algumas  drogas (ácido acetil salicílico e similares).&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;É importante que haja:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;estabelecimento de vínculo entre paciente/ família e          equipe de saúde;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;controle ambiental, procurando afastar elementos          alergênicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;higiene alimentar;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;suspensão de alimentos só deverá ocorrer quando          existir uma nítida relação com a sintomatologia          apresentada;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;fisioterapia respiratória a fim de melhorar a dinâmica          respiratória, corrigir deformidades torácicas e vícios          posturais, aumentando a resistência física.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;Durante uma crise o paciente precisa de um respaldo  medicamentoso para interferir na sintomatologia e de uma pessoa  segura e tranquila ao seu lado. Para tanto a família precisa ser  muito bem esclarecida e em alguns casos faz-se necessário  encaminhamento psicológico.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-1620910193279243706?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1620910193279243706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1620910193279243706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/10/doencas-respiratorias-mais-comuns-na.html' title='Doenças respiratórias mais comuns na infância'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6989351557794500793</id><published>2011-09-28T11:31:00.001-07:00</published><updated>2011-09-28T11:31:31.303-07:00</updated><title type='text'>Como é a aparência normal de um recém nascido</title><content type='html'>Mesmo depois de o médico assegurar que o bebê é normal, você pode  achá-lo um pouco estranho. Seu bebê não tem um corpo perfeito como tem  visto em livros de bebês. Seja paciente. A maioria dos recém-nascidos tem  características peculiares. Felizmente elas são temporárias. Seu bebê irá começar a ter aparência  normal por volta de uma ou duas semanas de idade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Essa discussão sobre características temporárias do recém-nascido é  organizada por partes do corpo. Um pequeno número de defeitos congênitos  que são inofensivos, porém permanentes também estão incluídos. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Cabeça&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1- Moldagem&lt;br&gt; &lt;br&gt; A moldagem se refere ao formato comprido, estreito e em forma de cone,  que resulta da passagem através do canal de parto. Esta compressão da  cabeça pode temporariamente esconder a fontanela (&amp;quot;moleira&amp;quot;). A cabeça  retorna ao normal em poucos dias. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 2- Bossa&lt;br&gt; &lt;br&gt; Isso se refere ao inchaço no topo da cabeça ou ao longo do couro  cabeludo causado pelo líquido empurrado para dentro do couro cabeludo  durante o processo de nascimento. A bossa está presente ao nascimento e desaparece em poucos dias.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 3- Cefalohematoma &lt;br&gt; &lt;br&gt; É uma coleção de sangue, causada pelo atrito entre o crânio da criança e  os ossos pélvicos maternos durante o parto. O hematoma é normalmente  confinado a um lado da cabeça e aparece no segundo dia de vida e pode  crescer por mais de cinco dias, podendo permanecer visível até que o  bebê tenha de 2 a 3 meses de idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 4- Fontanela anterior &lt;br&gt; &lt;br&gt; A &amp;quot;moleira&amp;quot; se encontra no topo da parte frontal do crânio. Ela tem  formato de diamante e é recoberta por uma fina camada fibrosa. Tocar  esta área é bastante seguro. A função da &amp;quot;moleira&amp;quot; é permitir o crescimento rápido do cérebro. Essa  área pulsa normalmente com cada batimento cardíaco. Ela se fecha quando o  bebê tem entre 12 a 18 meses de idade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Olhos &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. Pálpebras inchadas&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os olhos podem estar inchados por causa de pressão na face durante o  parto. Eles também podem estar inchados e avermelhados se o &lt;a&gt;colírio&lt;/a&gt; de nitrato de prata tiver sido usado. Esta irritação deve desaparecer em 3 dias.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. &lt;a&gt;Hemorragia&lt;/a&gt; subconjuntival&lt;br&gt; &lt;br&gt; Uma &lt;a&gt;hemorragia&lt;/a&gt; em formato de  chama no branco do olho (esclera) não é incomum, não oferece risco e é  causada pelo trauma do nascimento. O sangue é reabsorvido de duas a três  semanas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 3. Cor da íris &lt;br&gt; &lt;br&gt; A íris é normalmente azul, verde, cinza, ou marrom, ou de variações  destas cores. A cor permanente da íris é freqüentemente incerta até seu  bebê alcançar 6 meses de idade. Bebês brancos nascem com olhos azul-acinzentados. Bebês negros  nascem normalmente com olhos marrom-acinzentados. Crianças que terão íris escuras mudam a  cor do olho por volta dos 2 meses de idade; crianças que terão íris de  cores claras normalmente mudam por volta dos 5 a 6 meses de idade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 4. Entupimento do ducto lacrimal&lt;br&gt; &lt;br&gt; Se o olho de seu bebê está continuamente úmido, ele pode ter um ducto  lacrimal entupido. Isto significa que o canal que normalmente leva  lágrimas do olho para o nariz esta bloqueado. É uma condição comum, e mais de 90% dos ductos lacrimais  bloqueados desobstruem até que a criança tenha 12 meses de idade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Orelhas&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. Dobrada&lt;br&gt; &lt;br&gt; As orelhas de recém-nascidos são comumente macias e moles. Às vezes uma  das extremidades se dobra. A orelha voltará a forma normal assim que a  cartilagem endurecer durante as primeiras semanas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Covinha na orelha&lt;br&gt; &lt;br&gt; Aproximadamente 1% das crianças normais tem uma cova pequena na frente da orelha. Este pequeno defeito congênito não é importante a menos que se infeccione.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Nariz achatado &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;O nariz pode se deformar durante o nascimento ficando achatado ou torto e voltará ao normal por volta de uma semana de idade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Boca&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. Calo de sucção (ou bolha)&lt;br&gt; &lt;br&gt; O calo de sucção acontece no centro do lábio superior devido ao atrito  constante deste ponto durante a amamentação no peito ou mamadeira.  Desaparecerá quando a criança começar a usar o copo. Um calo de sucção  também pode se desenvolver no dedo polegar ou no punho. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Língua presa&lt;br&gt; &lt;br&gt; A língua normal em recém-nascidos tem um freio curto e estreito que a  conecta ao assoalho da boca. Este freio normalmente se estende com o  tempo de movimento e crescimento. Bebês com sintomas de língua presa são raros.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 3. Pérolas epiteliais&lt;br&gt; &lt;br&gt; Pequenos cistos (contendo fluido claro) ou úlceras brancas e rasas podem  acontecer ao longo da linha gengival ou no palato duro. Isto é  resultado do bloqueio das glândulas mucosas e desaparecem depois de 1 ou  2 meses. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 4. Dentes&lt;br&gt; &lt;br&gt; A presença de um dente ao nascimento é incomum. Aproximadamente 10% são  dentes extras sem uma estrutura de raiz. Os outros 90% são dentes  normais nascidos prematuramente. A distinção pode ser feita com uma  radiografia. Os dentes extras devem ser removidos por um dentista. Os  dentes normais só precisam ser removidos quando ficam bambos (com perigo de sufocamento) ou se causam feridas na língua de seu bebê. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Mama crescida&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;Mamas inchadas estão presentes durante a primeira semana de vida em  muitos bebês do sexo feminino e masculino. Elas são causadas pela  passagem de hormônios femininos pela placenta da mãe e permanecem  inchadas durante duas ou quatro semanas. Podem ficar inchadas mais tempo em crianças amamentadas no peito e nos bebês do sexo  feminino. Um peito pode desinchar um mês ou mais antes do outro. Nunca  esprema o peito porque isto pode causar infecção. Procure ajuda médica  se a mama inchada desenvolver vermelhidão, calor ou dor. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Órgãos genitais das meninas&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. Lábio vaginal inchado&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os pequenos lábios podem estar inchados em meninas recém-nascidas por  causa da passagem de hormônios femininos pela placenta. O inchaço  desaparecerá em duas a quatro semanas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Projeções no hímen &lt;br&gt; &lt;br&gt; O hímen também pode estar inchado devido ao &lt;a&gt;estrógeno&lt;/a&gt; materno e ter projeções, de aproximadamente 12mm, compostas de &lt;a&gt;tecido&lt;/a&gt;  róseo e liso. Estas projeções normais acontecem em 10% das meninas  recém-nascidas e lentamente regridem em duas ou quatro semanas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 3. Corrimento vaginal&lt;br&gt; &lt;br&gt; Como os hormônios maternos declinam no sangue do bebê, um corrimento  claro ou branco pode fluir da vagina ao final da primeira semana de  vida. Ocasionalmente o corrimento ficará rosa ou tingido de sangue  (falsa menstruação). Este corrimento normal não deve durar mais de 2 ou 3 dias. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Órgão genitais dos meninos&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. &lt;a&gt;Hidrocele&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; O escroto do recém-nascido pode estar cheio de fluido claro. O fluido é  empurrado para o escroto durante o nascimento. Este fluido claro é  chamado &amp;quot;hidrocele&amp;quot;. A hidrocele é comum em recém-nascidos do sexo masculino e pode levar de 6 a  12 meses para desaparecer completamente. Não causa maiores problemas,  mas deve ser reavaliada através de consultas regulares. Se a &lt;a&gt;hidrocele&lt;/a&gt; mudar de tamanho freqüentemente, deve haver uma &lt;a&gt;hérnia&lt;/a&gt; associada e então deve procurar um médico.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Testículos que não descem&lt;br&gt; &lt;br&gt; O testículo não está no escroto em aproximadamente 4% dos recém-nascidos  a termo (nascidos no tempo certo) do sexo masculino. Muitas vezes estes  testículos descem gradualmente para a posição normal durante os meses seguintes. Em  meninos de 1 ano de idade, só 0.7% têm testículos que não desceram;  estes testículos precisam ser corrigidos cirurgicamente. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 3. Prepúcio apertado&lt;br&gt; &lt;br&gt; A maioria dos recém-nascidos do sexo masculino, não circuncisados, tem  um prepúcio apertado o que não permite a exposição da cabeça do pênis.  Isto é normal e o prepúcio não deve ser retirado. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 4. Ereções&lt;br&gt; &lt;br&gt; Ereções são comuns nos recém-nascidos do sexo masculino, assim como em  todas as idades. Elas são normalmente estimuladas pela bexiga cheia. As  ereções demonstram que os nervos penianos são normais. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Ossos e articulações&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. Quadris apertados&lt;br&gt; &lt;br&gt; O médico de sua criança testará o quanto as suas pernas podem ser  separadas para se certificar que os quadris não são muito apertados. A  abertura das pernas até que elas atinjam o plano horizontal, quando  estão dobradas, é chamada &amp;quot;90 graus de abertura&amp;quot;. (Menos de 50% dos  recém-nascidos normais alcançam essa abertura completa). A abertura de 60 graus em cada perna é considerada normal. A  causa mais comum de quadris apertados é a &lt;a&gt;luxação&lt;/a&gt; de quadril. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Torção da tíbia &lt;br&gt; &lt;br&gt; A parte inferior da perna de seu bebê (tíbia) freqüentemente fica  encurvada por causa da posição que ela ficara dentro do útero. Ao  levantar seu bebê, você também poderá notar isto. Essas curvas são  normais e desaparecerão quando ele estiver caminhando por volta de 6 a 12 meses. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 3. Pé virado para cima, para dentro, ou para fora&lt;br&gt; &lt;br&gt; O pé pode se virar em qualquer direção dentro do útero apertado por ser  flexível e pode voltar facilmente a posição normal entre 6 e 12 meses de  idade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 4. Segundo dedo do pé maior que o dedão&lt;br&gt; &lt;br&gt; O segundo dedo do pé é maior que o dedão devido à hereditariedade em  alguns grupos étnicos mediterrâneos, especialmente os egípcios. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 5. Unhas dos dedos do pé encravadas&lt;br&gt; &lt;br&gt; Muitos recém-nascidos têm unhas macias que se dobram e encurvam  facilmente. Porém, elas não são verdadeiramente encravadas porque não  entram na carne. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Cabelo &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;1. Cabelo temporário&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os cabelos ao nascimento, na maioria das vezes, são escuros. Este cabelo  é temporário e começa a cair por volta de 1 mês de idade. Em alguns  bebês ele cai gradualmente enquanto o cabelo permanente está nascendo;  em outros isto acontece rapidamente e o bebê fica temporariamente careca. O cabelo permanente aparecerá por volta dos  6 meses e pode ter uma cor completamente diferente do inicial. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Penugem (lanugem)&lt;br&gt; &lt;br&gt; Lanugem é o pêlo felpudo que às vezes está presente nas costas e ombros  do recém-nascido. Ele é mais comum em crianças prematuras e soltará  sozinho, por volta de duas ou quatro semanas de idade.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6989351557794500793?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6989351557794500793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6989351557794500793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/09/como-e-aparencia-normal-de-um-recem.html' title='Como é a aparência normal de um recém nascido'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5860480825890851406</id><published>2011-09-21T05:56:00.001-07:00</published><updated>2011-09-21T05:56:14.063-07:00</updated><title type='text'>Bola Suiça e brinquedos no mecanismo de controle postural normal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_7H9r_7bo6nc/Sh39FGqmTlI/AAAAAAAAAxg/O7Ayusf_8Zc/s400/bobath_3.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/_7H9r_7bo6nc/Sh39FGqmTlI/AAAAAAAAAxg/O7Ayusf_8Zc/s400/bobath_3.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;O termo paralisia cerebral (PC) é usado para definir qualquer desordem caracterizada por alteração do movimento secundária a uma lesão não progressiva do cérebro em desenvolvimento. O desenvolvimento do cérebro tem início logo após a concepção e continua após o nascimento. Ocorrendo qualquer fator agressivo ao tecido cerebral antes,&lt;br&gt; durante ou após o parto, as áreas mais atingidas terão a função prejudicada e, dependendo da importância da agressão, certas alterações serão permanentes caracterizando uma lesão não progressiva. O tipo de alteração do movimento observado está relacionado com a localização da lesão no cérebro e a gravidade das alterações depende da extensão da lesão, afirma Mancini (2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com Ratliffe (2000), uma criança com PC pode apresentar alterações que variam desde leve incoordenação dos movimentos ou uma maneira diferente para andar ou&lt;br&gt;até inabilidade para segurar um objeto, falar ou deglutir. Estas alterações modificam o desenvolvimento e o Mecanismo do Controle Postural Normal (MCPN) do portador de&lt;br&gt; Paralisia Cerebral, sinais precoces que chamam a atenção para a necessidade de avaliações mais detalhadas e acompanhamento neurológico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dentre as várias características clínicas dos indivíduos com Paralisia Cerebral, encontra-se o atraso das aquisições motoras, que tem como conseqüência o retardo do&lt;br&gt; Mecanismo do Controle Postural Normal. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Há várias alterações que retardam este desenvolvimento, uma das principais é o tônus muscular anormal que pode estar aumentado (hipertonia) ou diminuído (hipotonia),&lt;br&gt;apresentando uma alteração na resistência aos movimentos passivos e ativos. Outras alterações como o atraso do desaparecimento de alguns reflexos, como o de Moro, RTCA, por exemplo, é resultante no atraso do Mecanismo do Controle Postural Normal, cita Medeiros (2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O autor ainda afirma que um grande número de crianças com paralisia cerebral apresenta dificuldades para a realização das atividades da vida diária (AVDs) e, dependendo&lt;br&gt;do grau das limitações motoras, técnicas de execução, adaptações, e o uso de dispositivos especiais poderão favorecer o desempenho nessas atividades A fisioterapia evoluiu muito nos últimos anos, hoje existem várias áreas que o profissional pode atuar, uma delas é a fisioterapia realizada em crianças.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na área de pediatria, a fisioterapia dispõe de uma série de técnicas a serem aplicadas, favorecendo o bem estar geral e o crescimento como pessoa em um ambiente&lt;br&gt;lúdico, a bola suíça e os brinquedos são uma dessas técnicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A bola suíça é um instrumento terapêutico muito utilizado na área da fisioterapia. É um conceito neuroevolutivo, que busca solucionar problemas, otimizando as funções do&lt;br&gt;paciente consigo mesmo e com seu meio. Ela adapta-se a qualquer tipo de criança dando-lhes motivação para realizar as atividades com entusiasmo, conseqüentemente ajudando a recuperar-se mais rapidamente, segundo Carrière, (1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A autora ainda cita que a bola suíça auxilia de uma forma geral o bem estar do paciente, dando-lhe motivação e incentivo ao realizar uma tarefa, já que é um instrumento de&lt;br&gt;cores vivas e alegres. Cabe ressaltar que a bola suíça possibilita o apoio seguro e eficiente das mãos de quem está sendo tratado, proporcionando ao terapeuta melhor e maior chance de alcançar a excelência no manuseio com as crianças.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entendemos que o brincar seja a função básica da criança, pois, brincando ela explora, descobre, aprende, apreende o mundo a sua volta e que numa situação de limitações&lt;br&gt;patológicas, toda sua rotina de vida é modificada. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O brincar é um processo pelo qual a criança se adapta ao ambiente ou adapta o ambiente à sua vontade. Este processo pode ser sensório-motor, social-emocional, lingüístico&lt;br&gt;ou cognitivo, e pode ser realizado por vários métodos, como por exemplo, pela exploração, repetição, reprodução ou transformação. Tudo isto é valorizado pela motivação, que inclui a novidade, a escolha de objetos que sejam irresistíveis, mas não opressivos, e, assim, requer um planejamento terapêutico e o acesso a uma sala com um bom estoque de brinquedos que a estimulem, de acordo com Lorenzini, (2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sendo a bola suíça útil no tratamento de pacientes em todas as áreas da fisioterapia, incluindo a área pediátrica, assim como os brinquedos que realizam um papel fundamental na estimulação da criança, indaga-se neste estudo: quais os benefícios da bola suíça e dos brinquedos no mecanismo do controle postural normal (MCPN) através de criança com Paralisia Cerebral?&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste trabalho, o objetivo geral é analisar os efeitos da utilização de bolas suíças e brinquedos no MCPN de uma criança com Paralisia Cerebral atendida na estimulação precoce da APAE do município de Tubarão - SC. Esta pesquisa tem como objetivos específicos, verificar a resposta nas reações de retificação, equilíbrio e proteção; verificar a resposta do controle das posturas (sentada, de gatas, de pé), a resposta do tônus postural, pois, estes itens têm importância fundamental no Mecanismo do Controle Postural Normal e verificar a resposta nas preensões palmares e na atividade bimanual, pois estas eram umas das queixas principais, após a intervenção fisioterapêutica. Este estudo foi constituído de uma pesquisa experimental do tipo estudo de caso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A criança deficiente representa um tipo de desenvolvimento qualitativamente diferente e único, ela o faz de outra maneira, por outro percurso e é particularmente importante&lt;br&gt;estar ciente da singularidade, que transforma o menos da deficiência no mais da compensação, alterando todo o MCPN.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A alta incidência de crianças com paralisia cerebral e o seu alto grau no atraso da aquisição do Mecanismo do Controle Postural Normal (MCPN) despertou o interesse em&lt;br&gt;pesquisar o tratamento com bola suíça e com brinquedos em relação a este atraso em uma criança em idade de estimulação motora (pré escolar) justificando assim a importância desta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As crianças com Paralisia Cerebral apresentam atraso da aquisição do MCPN, devido há uma série de características específicas, isto gera retardos posturais, como ajuste&lt;br&gt;precário das reações de retificação, proteção e equilíbrio. Então, visto que, este atraso pode causar uma série de prejuízos à criança portadora da PC, é de suma importância para a fisioterapia investigar se o tratamento com a bola suíça e os brinquedos melhora este quadro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Diante dos fatos, percebe-se que a bola suíça é uma excelente criação terapêutica ocupacional, assim como os brinquedos que além de motivar a criança ao aprendizado motor,&lt;br&gt;estimula a criatividade do terapeuta, possibilitando uma utilização inovadora e variada, para diferentes atividades, dentro de um ambiente lúdico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fisio-tb.unisul.br/Tccs/06b/monique/artigomonique.pdf"&gt;Termine de ler esse artigo clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5860480825890851406?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5860480825890851406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5860480825890851406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/09/bola-suica-e-brinquedos-no-mecanismo-de.html' title='Bola Suiça e brinquedos no mecanismo de controle postural normal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7H9r_7bo6nc/Sh39FGqmTlI/AAAAAAAAAxg/O7Ayusf_8Zc/s72-c/bobath_3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-9114814634109828333</id><published>2011-08-24T06:21:00.001-07:00</published><updated>2011-08-24T06:21:39.885-07:00</updated><title type='text'>Uma em cada 10 crianças necessitam de cuidados médicos devido à lesões esportivas</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;Atividade esportiva ou competitiva é  aquela atividade física que visa superar limites pessoais ou vencer  adversários. Exemplo: competir em uma partida de futebol.Refere-se à  prática de esportes em geral.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Cerca de 38 milhões de crianças e  adolescentes nos Estados Unidos participam de esportes organizados, de  acordo com os dados do National Institutes of Health.Pesquisadores do  Safe Kids USA, uma entidade norte-americana que visa promover a saúde  infantil, estimam que cerca de uma em cada 10 crianças necessitam de  cuidados médicos devido à lesões esportivas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&amp;quot;Desejamos alertar os pais e  profissionais da área esportiva sofre este fato, pois muitas dessas  lesões poderiam ser prevenidas&amp;quot;, disse o Dr. Jamie Freishtat, pediatra e  porta-voz do Safe Kids USA.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;As possíveis lesões infantis são  inúmeras: arranhões e contusões, entorses e distensões, lesões na  cabeça, lesões relacionadas ao calor, e até mesmo, raramente, a morte.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Algumas lesões são agudas, como uma  fratura ou lesão em um ligamento; outras são causadas pelo efeito  gradual do uso excessivo dos músculos.&amp;quot;Nossas crianças estão se  especializando em determinados esportes aos 7 ou 8 anos de idade.Essa  tendência não é saudável.Quando uma criança pratica o mesmo esporte  durante 12 meses seguidos, as suas chances de desenvolver lesões  esportivas por sobrecarga, aumenta consideravelmente&amp;quot;, disse o Dr. John  Hurley, um cirurgião ortopédico e membro do Safe Kids USA.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Algumas dicas para reduzir o risco de lesões, de acordo com o Dr. Hurley:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;-Prepare seu filho(a) para a prática  desportiva.Faça uma avaliação médica pré-participação desportiva em seu  filho(a).Converse com ele sobre todos benefícios do esporte, como  fortalecer amizades, desenvolver o espírito de equipe e, principalmente,  o conceito de uma noção competitiva &amp;quot;saudável&amp;quot;.É importante estabelecer  metas realistas.&lt;br&gt;-Mesmo que haja uma preferência, varie a modalidade desportiva praticada.&lt;br&gt;-O  treinamento de força (musculação) pode ajudar a reduzir as lesões por  sobrecarga.Crianças com 10 ou 11 anos de idade podem começar a fazer  exercícios de musculação com a permissão médica, usando menos pesos e  realizando mais repetições. &lt;br&gt;-Esteja envolvido no esporte praticado por seu filho(a).Converse com o seu técnico sobre as práticas desportivas saudáveis.&lt;br&gt;-Não economize em equipamentos de segurança, como capacetes e caneleiras. &lt;br&gt;  -Preste  atenção aos sintomas referidos pelos &amp;quot;pequenos&amp;quot; atletas, bem como, o  seu estado de humor.Para algumas crianças, a dor é normal, mas não ao  longo prazo.Se um criança está lesionada por mais de uma ou duas  semanas, algo de errado está acontecendo, e precisa ser adequadamente  avaliado.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Fonte: Safe Kids USA.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-9114814634109828333?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9114814634109828333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9114814634109828333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/08/uma-em-cada-10-criancas-necessitam-de.html' title='Uma em cada 10 crianças necessitam de cuidados médicos devido à lesões esportivas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6596622665485044366</id><published>2011-08-19T11:33:00.000-07:00</published><updated>2011-08-19T11:33:00.374-07:00</updated><title type='text'>Quadro de desenvolvimento infantil</title><content type='html'>&lt;p&gt;Mostramos abaixo uma tabela resumo das principais características do    desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt;As características mostradas são as mais comuns para cada faixa    etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado    ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender    essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia, por    isto, é imprescindível que os pais saibam como estimular seus filhos e    também que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra    e/ou profissionais especializados.&lt;/p&gt;      &lt;span class="style11"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;table style="width: 100%" class="style5" cellpadding="5" cellspacing="5"&gt;    &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Faixa Etária&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;     Comportamento &lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;0 a 3 meses&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style12" valign="top"&gt;No primeiro      mês, reage perante barulhos muito altos e pode se assustar com      barulho inesperado. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Passa boa parte do tempo dormindo. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Seu sistema visual é limitado, portanto só enxerga algum objeto      ou alguém se estiver bem próximo a ele.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    No 2º ao 3º mês, o bebê já      começa a acompanhar objetos e pessoas com os olhos e reconhece      os pais.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Abre e fecha as mãos,  leva-as à boca e suga os dedos.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Segura objetos com firmeza por certo tempo e consegue pegar      objetos suspensos.&lt;br /&gt;    &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Desenvolve um      tipo diferente de choro para cada problema que se apresenta,      como por exemplo, o constante e agudo. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Com brincadeiras e      músicas o bebê fica agitado, realizando movimentos de pernas,      braços, sorri e dá gritinhos.&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Quando ouve a      voz dos pais, o bebê vira a cabeça.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Comunica-se através do choro e ruídos. Imita alguns sons de      vogal.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Nesta fase, é importante organizar a      rotina do bebê, tornando os horários das atividades fixos, como      por exemplo, trocar a fralda depois da mamada ou dar banho todos      os dias na mesma hora.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    É importante que a rotina seja de forma razoavelmente metódica.     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" colspan="4" valign="top"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt; &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      Reage&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;4 a 7 meses&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;     &lt;span class="style11"&gt;     Fica na postura de bruços e se apóia nos antebraços quando quer      ver o que está acontecendo ao seu redor.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;     Rola de um      lado para o outro.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Estende a mão para alcançar o objeto que deseja, transfere-o de      uma mão para outra e coloca-o na boca.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Apresenta equilíbrio quando colocado sentado.&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Ri quando      algo o agrada e quando o desagrada mostra raiva através da      expressão facial.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Nesta fase, alguns bebês podem demonstrar medo perante pessoas      estranhas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Fica repetindo os seus próprios sons e imita as vozes das      pessoas ao seu redor &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Movimenta a      cabeça na direção do som escutado.&lt;br /&gt;    Pára de chorar ao ouvir música.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Sorri quando quer atenção do adulto.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Formação do conceito de causa e efeito no momento em que está      explorando um brinquedo.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Olha, chacoalha, e atira objetos ao chão. &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" colspan="4" valign="top"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt; &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      Reage&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;8 a 11 meses&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Engatinha e senta sem apoio.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Consegue ficar em pé com apoio.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Aponta para objetos ou pessoas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Pega pequenos objetos com o indicador e o polegar &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Demonstrar      raiva quando não é o centro das atenções.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Reconhece sua imagem no espelho e reage com euforia.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Reclama quando é contrariado.&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Localiza a      fonte sonora.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Bate palmas, joga beijo e entende quando lhe dizem tchau.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Começa a compreende o significado  de alguns gestos.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Balança a cabeça quando não quer alguma coisa.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Fase do treino com monossílabos do tipo: “ma-ma”, “da-da”,      “ne-ne”. &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" colspan="4" valign="top"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt; &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      Reage&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;1 a 2 anos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Anda sem      apoio.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Com 1 ano e 6 meses pode começar a correr, subir em      móveis e ficar nas pontas dos pés sem apoio.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Vira páginas de um livro ou revistas (várias ao mesmo tempo).&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Gosta de rabiscar no papel.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;span class="style11"&gt;     Sabe quando uma ilustração está de cabeça para baixo.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Mostra senso      de humor.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Nesta fase, o bebê ainda não compreende as regras, contudo chora      quando leva uma bronca e sorri quando é o centro das atenções ou      quando é elogiado.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Quando está bravo, pode atirar objetos ou brinquedos.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    É possessivo.     Prefere não compartilhar brinquedos com as outras crianças. &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Reconhece o      próprio nome.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    A partir dos 18 meses  começa a criar frases curtas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    A criança começa a formar frases com uma palavra só, tipo      “nenê-papá, nenê-naná”, mas até o término do ano constrói frases      de até três palavras como: “quer ver tevê”.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Esta é a fase das perguntas: “que é isso?”&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Usa o próprio nome.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Reconhece as partes do seu corpo e de outras pessoas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Apresenta atenção para histórias pequenas. &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" colspan="4" valign="top"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt; &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      Reage&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;2 a 3 anos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Tira os      sapatos.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Chuta bola sem perder o equilíbrio.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Gosta de dançar, consegue acompanhar o ritmo da música batendo      palmas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das      fraldas.&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Apresenta      percepção de quem é.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Mexe em tudo e faz mal criação, testa a autoridade.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Tenta impor suas vontades.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Prefere companhia para brincar.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo      arrumar a mesa do jantar.&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;As frases vão      aumentando e surge o plural.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    As crianças nesta fase tem uma ótima compreensão, entendem tudo      que é dito em sua volta.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Pergunta: "cadê", "O que", "onde".     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Fala de si mesma na 3a. pessoa.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Chama familiares próximos pelo nome.&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" colspan="4" valign="top"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt; &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      Reage&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;3 a 4 anos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Consegue      colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Gosta de desenhar.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Nesta fase já consegue segurar um  lápis na posição correta.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Consegue pedalar. &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Brinca com as      outras crianças.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao      seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste,      procura confortá-lo. &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Constrói      frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais      e pessoas próximas.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    É comum a troca do '"r" pelo "l", a qual acaba por volta dos 3      anos e 6 meses.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Compreende os conceitos de igual e diferente.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Lembra e conta histórias.&lt;br /&gt;    &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" colspan="4" valign="top"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt; &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Ações      que realiza&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      Reage&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Como      se comunica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;     &lt;td class="style8" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;4 a 5 anos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Consegue usar      a tesoura, corta papel.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Maior domínio no uso de talheres.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Consegue pegar a bola com as duas mãos quando está em movimento.     &lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 25%" class="style6" valign="top"&gt;Está mais      sociável com as outras crianças.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Se sente grande perto das crianças menores.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Sente vontade de tomar as suas próprias decisões.&lt;/td&gt;     &lt;td style="width: 30%" class="style6" valign="top"&gt;Nesta fase o      vocabulário da criança aumentou bastante, já fala muitas      palavras.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Expressa seus sentimentos e emprega verbos como “pensar” e      “lembrar”.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Também fala de coisas ausentes e usa palavras de ligação entre      as sentenças, como por exemplo:  “e então”, “porque”, “mas”,      etc.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Gosta de inventar e contar as próprias histórias.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    Consegue identificar algumas letras do alfabeto e números.&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6596622665485044366?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6596622665485044366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6596622665485044366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/08/quadro-de-desenvolvimento-infantil.html' title='Quadro de desenvolvimento infantil'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3248963580849431134</id><published>2011-08-08T11:28:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T11:28:00.783-07:00</updated><title type='text'>Reumatologia na Pediatria</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A  maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade  da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumáticas"  são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o  enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe  um número grande de reumatismos que também pode afetar a população  infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que  afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e, o que é pior,  algumas doenças reumáticas podem gerar dano e limitação permanentes  comprometendo o futuro do pequeno paciente.  A disciplina clínica que inclui o estudo das desordens inflamatórias e  não inflamatórias na criança é a Reumatologia Pediátrica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As  raízes desta especialidade estão na reumatologia do adulto, mas como a  experiência com estas doenças na infância foi se acumulando e mostrou  várias particularidades, ficou evidente que o assunto requeria uma  abordagem pediátrica específica, o que foi feito pela primeira vez na  Inglaterra, logo após a Segunda Guerra Mundial, espalhando-se em seguida  pelo mundo inteiro. Ainda hoje muitos dos conhecimentos utilizados no tratamento  desses pacientes foram herdados da experiência com o adulto, mas fica  cada vez mais claro que esse tipo de conduta deixa lacunas e perguntas  sem respostas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sabe-se  que o paciente infantil responde de maneira diferente às drogas, está  mais propenso a certas complicações e que precisa de apoio psicológico e cuidados  de reabilitação especiais, necessitando de uma equipe familiarizada com  essas particularidades e treinada para melhor atender essas demandas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Várias  doenças reumáticas são vistas na infância sendo as mais comuns a  artrite crônica da infância, o lúpus eritematoso sistêmico, a  dermatopolimiosite e as espondiloartropatias, que são doenças de caráter  crônico, provocadas por distúrbios no sistema de defesa do organismo,  ou sistema auto-imune. Esses casos precisam de avaliação do especialista  e tem potencial para deixar seqüelas permanentes, mas se forem  precocemente bem tratadas , possibilita-se à criança uma &lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2008/07/reumatologia-peditrica.html#" rel="nofollow" style="cursor: hand; color:#006600; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;vida&lt;/a&gt;  praticamente normal. Outros reumatismos desse tipo que também podem  acometer a criança são as vasculites e, mais raramente, a esclerodermia.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A presença de bactérias nas articulações pode levar a uma forma grave de reumatismo que é a artrite séptica .  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Infecções  também estão relacionadas a uma outra forma de doença reumática, as  artrites reativas, onde a apresentação clássica é um tipo de reumatismo  muito conhecido e, até pouco tempo atrás, freqüente em nosso meio: a  febre reumática. O surgimento dos antibióticos e a melhoria nas  condições gerais de vida da população mundial reduziram drasticamente o  número de crianças afetadas por esse mal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com  maior freqüência, manifestam-se nessa fase sintomas envolvendo o  aparelho músculo esquelético. Nesse grupo encontram-se as famosas dores  do crescimento e também dores decorrentes de defeitos ortopédicos e de  má postura, muito comuns no consultório do reumatologista pediátrico. A  atuação do médico nessa fase como educador postural e estimulador da  prática de exercícios físicos tem papel fundamental na prevenção de  doenças músculo-esqueléticas da fase adulta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No  tratamento da criança com doença reumática a abordagem também é  multidisciplinar. Os tratamentos disponíveis incluem drogas específicas e  terapia física, mas muitas vezes é preciso a realização de cirurgia  para correção de seqüelas, daí a necessidade de vários profissionais de  cada área. Os componentes dessa equipe são:&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;table style="font-family: arial,sans-serif;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o paciente e sua família &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a escola &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o ortopedista pediátrico &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o oftalmologista &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o fisioterapeuta &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o terapeuta ocupacional &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a nutricionista &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o psiquiatra ou psicólogo e &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;coordenando a equipe, o reumatologista pediátrico&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Faz-se  fundamental a difusão desse tipo de conhecimento entre a população e os  profissionais de saúde, facilitando o acesso dos pacientes a esse tipo  de atendimento especializado. A detecção precoce desses problemas e seu  pronto tratamento possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma  vida plena para a criança. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_artigo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sinais de Alerta Gerais &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como  dito anteriormente, a identificação precoce de doenças reumáticas na  infância é fundamental para evitar seqüelas permanentes, por isso  deve-se levar a criança para avaliação ao verificar a presença de certos  sintomas ou sinais, que podem ser:&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;table style="font-family: arial,sans-serif;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dor articular ou dor nas costas referidas de modo mais persistente&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Articulação acometida de aspecto alterado: presença de inchaço, calor e vermelhidão no local&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dor persistente ao longo dos membros superiores ou inferiores &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença de febre por mais de três semanas &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença de perda de peso e atraso no crescimento &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença de prostração e cansaço, modificando o padrão normal de atividades da criança &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença de fraqueza muscular &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença de depressão &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença de queixas visuais &lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presença  de limitação funcional, ou seja, a criança começa a mostrar  incapacidade para tarefas do dia a dia que antes eram executados com  facilidade, necessita de auxílio dos adultos, fica dependente da ajuda  dos outros e restringe suas atividades. Por exemplo, necessita de  auxílio para sair da cama pela manhã, para vestir-se, para subir/ descer  escadas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na  presença dessas queixas, recomenda-se visitar o pediatra o mais rápido  possível , evitando adiar a consulta. Evitar usar medicamentos por conta  própria ou "simpatias" e remédios caseiros. Nessa oportunidade, será  avaliada a necessidade de acompanhamento especializado, conforme a  situação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,sans-serif;" class="sec_corpo"&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2008/07/reumatologia-peditrica.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3248963580849431134?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3248963580849431134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3248963580849431134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/08/reumatologia-na-pediatria.html' title='Reumatologia na Pediatria'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3216644405972712714</id><published>2011-08-02T11:25:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T11:25:00.324-07:00</updated><title type='text'>Obesidade infantil</title><content type='html'>Nas últimas décadas tem aumentado o número de pesquisas tendo como foco de investigação a prática da atividade física e do exercício físico e os seus benefícios para a saúde. Atividade física é todo o movimento realizado pelo corpo provocado pela contração da musculatura esquelética, ocasionando o aumento do gasto energético (ACMS, 2000; BOUCHARD, 2003). Já o exercício físico é uma subclasse da atividade física, onde existe um planejamento, uma estruturação das atividades, a fim de promover ou manter os níveis de aptidão física (ACMS, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente as crianças tem baixos níveis de atividade física diária. Por questões de segurança, elas não vão a pé à escola, ou para outros lugares, usam carro e ônibus como transporte, e gastam muito do seu tempo livre nestes deslocamentos. Elas vivem cada vez mais em apartamentos. Além disso, praticam cada vez menos atividade física na educação física escolar (SILVA, et al, 2007). Contudo, existe ainda o tempo em que as crianças assistem televisão e brincam com jogos eletrônicos no tempo livre (JAGO, et al 2005;PIMENTA, 2001).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que em seu dia-a-dia realiza um mínimo de atividade física, onde o somatório das atividades no trabalho, em casa, no lazer e nos deslocamentos for inferior a 500 Kcal por semana, é chamada de sedentária (NAHAS, 2006). O estudo de Kettaneh (2005) investigou a relação entre atividade física habitual e mudanças em indicadores de obesidade em adolescentes, confirmando que os indicadores de obesidade (IMC, %G, e circunferência de cintura), foram significativamente mais altos em adolescentes que diminuíram o nível de AF durante o intervalo de três anos de acompanhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, para tratar e prevenir a obesidade recomenda-se reduzir a gordura corporal, tendo um equilíbrio calórico negativo, por meio da prática do exercício físico, como também no controle da ingestão de calorias pela alimentação. A questão é que o exercício além de aumentar a queima calórica, ajuda a manter a massa muscular, como também aumenta o metabolismo de repouso (ACMS, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças ao praticarem exercício físico podem obter dentre os principais benefícios: controle do peso corporal; aumento da força e da capacidade aeróbica, melhor formação dos ossos, minimização dos fatores para doença cardíaca, diminuição da ansiedade; sociabilizarão e melhora da auto-estima ACMS (2000). A componente Atividade Física, pela questão do gasto energético proporcionado pela sua prática regular, tem sido associada com a diminuição da adiposidade em crianças e adolescentes (MATSUDO, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios físicos que produzem maior efeito na questão do controle da massa corporal são os exercícios aeróbicos, pois eles utilizam grandes grupamentos musculares e ativam todo o sistema cardiopulmonar. A caminhada, a corrida, o ciclismo, a natação são exemplos típicos de atividades que possuem as características necessárias para promover adaptações orgânicas para o controle da massa corporal. Outras modalidades de exercícios físicos, podem ser incluídas na mesma categoria de classificação. Entre elas são: a hidroginástica, a dança, certos tipos de esportes e jogos recreativos. (GUEDES, 1998; MCARDLE et al, 2000). Além disso, a intensidade e a duração dessas atividades que utilizam o metabolismo aeróbico têm grande importância na eficácia das alterações na composição corporal (GUEDES, 1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siegel (1987) mostrou a importância dos jogos com corridas para as crianças como uma alternativa para melhorar o sistema cardiovascular. Outras razões para a inclusão de jogos com corridas, segundo o autor, seriam a redução do estresse e a habilidade para todas as crianças partciparem de algum tipo de exercício físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a manutenção da saúde das crianças a recomendação é de que a prescrição do exercício físico seja individualizado ao nível de maturidade, ao estado de saúde e na experiência da criança com os exercícios físicos. O Colégio Americano de medicina do Esporte recomenda que crianças acima de 6 anos de idade pratiquem atividade física em uma intensidade moderada durante 30 minutos na maioria dos dias da semana (ACMS, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo quando a prioridade for à redução da massa corporal, a recomendação do Institute of Medice (IOF) apud Blair et al (2004), é que as pessoas devem praticar 60 minutos de atividade física em todos os dias da semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento da obesidade infantil na última década é conseqüência em grande parte da inatividade física (ACMS, 2000). A obesidade tem relação direta com comportamentos sedentários como, passar muito tempo assistindo televisão ou no uso da internet (HAGER, 2006). Então, é frente a essa realidade que o hábito de praticar a atividade física pode auxiliar no combate a esta doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:&lt;br /&gt;OBESIDADE INFANTIL: ATIVIDADE FÍSICA publicado 28/04/2011 por Wagner Testa em http://www.webartigos.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3216644405972712714?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3216644405972712714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3216644405972712714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/08/obesidade-infantil.html' title='Obesidade infantil'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5780929865116318134</id><published>2011-07-29T05:38:00.001-07:00</published><updated>2011-07-29T05:38:40.031-07:00</updated><title type='text'>A dor do crescimento</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div&gt; 								&lt;p&gt;O pequeno Arthur, 4 anos anos, é uma criança ativa. Corre em  casa, pula na escola, pratica judô, faz natação. Por isso, quando chega a  noite, não demora a pegar no sono. É nesse momento que ele deveria  relaxar e descansar, certo? Nem sempre. Há ocasiões em que o menino  chora, reclama de dores nas pernas, e chama pela mãe. Não é pesadelo,  não é charminho. É a dor do crescimento.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Arthur não é o único. Muitas outras crianças passam pela situação.  &amp;quot;Durante a noite os ossos crescem, causando tração nos músculos, que são  grudados à estrutura óssea. A dor ocorre porque os ossos se desenvolvem  e crescem mais rapidamente do que esses músculos&amp;quot;, explica o professor  de Ortopedia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo,  Claudio Santili. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &amp;quot;Quando isso acontece, minha mulher, Fernanda, faz massagem nas pernas  dele e, se a dor for muito intensa, dá analgésico indicado pelo médico&amp;quot;,  conta o pai do menino, Flávio Corrêa, 42. Ela está certa. Como a dor do  crescimento não tem cura e leva apenas alguns minutos ¿ mesmo parecendo  horas para as mães e seus rebentos ¿, o melhor a fazer é aquecer os  músculos.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &amp;quot;As dores também podem ocorrer quando há má-formação dos pés, tornozelos  ou quadril, o que é comum até os 7 anos. Com o tempo, todos esses  problemas se ajustam sozinhos&amp;quot;, diz o médico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;Quando buscar ajuda&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Mas se a dor se tornar frequente, é preciso procurar especialista: pode  ser sinal de problemas articulares, reumáticos e ósseos. &amp;quot;Se o episódio  ocorre duas, três vezes na semana, é bom procurar um pediatra, um  ortopedista. Uma criança tensa, por exemplo, tem os músculos mais  contraídos e pode sentir até dores nas costas&amp;quot;, orienta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A dor do crescimento é mais comum em crianças sedentárias, mas também  pode acontecer após atividades fora da rotina. No caso de Arthur, o  vilão já foi o futebol num fim de semana. Ou uma bagunça a mais numa  festinha...  &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5780929865116318134?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5780929865116318134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5780929865116318134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/dor-do-crescimento.html' title='A dor do crescimento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3636446550899464264</id><published>2011-07-28T11:23:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T11:23:00.486-07:00</updated><title type='text'>5 exercícios para estimular desenvolvimento dos bebês</title><content type='html'>&lt;b&gt;1. Exercício auditivo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        - Ponha um mesmo trecho de música erudita durante 3 minutos, 3  vezes ao dia, durante uma semana. Diga ao bebê o nome da música e do  compositor.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;b&gt;2. Exercício visual&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;        - Mostre um estimulador visual (figura preto e branca), 3 vezes  ao dia, durante uma semana e depois passe para outro estimulador visual. &lt;br /&gt;        Coloque o estimulador visual a uma distância de 30 cm dos olhos  do seu bebê e movimente lentamente para um lado, para o outro, para cima  e para baixo até o bebê desviar o olhar.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;b&gt;3. Exercício manual e táctil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        - Faça massagem no seu bebê, pelo menos 1 vez por dia.&lt;br /&gt;        Os movimentos devem ser de cima para as extremidades no caso de  braços e pernas e circulares na barriga, costas, mãos e plantas dos pés.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;b&gt;4. Exercício olfativo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        - Passe rapidamente um aroma debaixo do nariz do bebê e diga seu nome. Repita o mesmo 3 vezes po dia durante uma semana.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;b&gt;5. Exercício motor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        - Coloque seu bebê sobre um colchão ou travesseiro duro.&lt;br /&gt;        - Movimente-o para frente e para trás durante no mínimo 15 segundos.&lt;br /&gt;      - Movimente-o para um lado e para outro também durante 15 segundos.               Faça o exercício motor 2 vezes ao dia durante 3 meses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3636446550899464264?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3636446550899464264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3636446550899464264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/5-exercicios-para-estimular.html' title='5 exercícios para estimular desenvolvimento dos bebês'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7675218532147150645</id><published>2011-07-22T11:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T11:19:00.540-07:00</updated><title type='text'>Retardo Mental</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;De maneira geral, um indivíduo pode ser definido como tendo retardo mental baseado nos seguintes três critérios:  &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;nível de funcionamento intelectual (QI) abaixo de 70 - 75,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;presença de limitações significativas em duas ou mais áreas de habilidades adaptativas,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;a condição está presente antes dos 18 anos de idade.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p class="sec_artigo"&gt;Definição de retardo mental &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Retardo mental diz respeito a limitações significativas no funcionamento intelectual.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;É caracterizado por: &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;retardo mental que se manifesta antes dos 18 anos de idade,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, concomitante a &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;limitações em duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas:&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;     &lt;/td&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;Comunicação e Cuidado pessoal&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;     &lt;/td&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;Vida em casa e Habilidades sociais&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;     &lt;/td&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;Funcionamento na comunidade e Autodeterminação&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;     &lt;/td&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;Saúde e segurança e Habilidades acadêmicas funcionais&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;     &lt;/td&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;Lazer e Trabalho&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="subtit_artigo"&gt;Pressupostos essenciais à aplicação da definição &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Os seguintes pressupostos devem ser considerados ao aplicar a definição.  &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Uma avaliação válida considera as diversidades  culturais e lingüísticas como também as diferenças na comunicação e  fatores de comportamento.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;A existência de limitações em habilidades  adaptativas acontece dentro do contexto do ambiente de comunidade típico  da idade do indivíduo e em relação a pessoas de sua idade, sendo  indexado às necessidades individualizadas de auxílio da pessoa.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Limitações adaptativas específicas freqüentemente  coexistem com capacidades em outras habilidades adaptativas ou outras  capacidades pessoais.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Com suporte apropriado por um período contínuo, geralmente ocorrerá melhora na vida funcional da pessoa com retardo mental.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="sec_artigo"&gt;Incidência  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Alguns estudos têm estimado que o retardo mental afeta 2,5 a 3% da população.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Alguns autores, como &lt;i&gt;Batshaw&lt;/i&gt;(1997),  calculam que o retardo mental é 10 vezes mais freqüente do que a  paralisia cerebral, 28 vezes mais prevalente do que os defeitos do tubo  neural, tais como a espinha bífida, e 25 vezes mais comum do que a  cegueira. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O retardo mental não parece ter preferência por raça; contudo, aproximadamente 60% dos afetados são homens.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Quadro clínico &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Os efeitos do retardo mental variam  consideravelmente de pessoa para pessoa, assim como as habilidades  individuais variam entre as pessoas que não tem retardo mental. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Das pessoas com retardo mental, aproximadamente  87% serão afetadas de maneira bastante leve, e serão somente um pouco  mais lentas na aquisição de novas habilidades e informações. Quando  crianças, seu retardo mental não é facilmente identificável, podendo não  ser evidente até que elas entrem para a escola. Muitas delas, quando  adultas, conseguirão levar uma vida independente na comunidade e não  serão mais vistas como tendo retardo mental. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Os restantes 13% da população afetada, aqueles  com QI abaixo de 50, terão sérias limitações de funcionamento. Contudo,  com intervenções precoces, educação funcional e com suporte adequado,  quando adultos, todos poderão levar vidas satisfatórias na sua  comunidade.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Diagnóstico &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O sistema da AAMR (Associação Americana de  Retardo Mental), para o diagnóstico e classificação de uma pessoa como  portadora de retardo mental, segue três passos e descreve o sistema de  apoio que a pessoa necessita para superar seus limites nas habilidades  adaptativas. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O &lt;b&gt;primeiro passo&lt;/b&gt; para o diagnóstico é a  aplicação por pessoa capacitada de um ou mais testes padronizados de  inteligência e testes padronizados de habilidades adaptativas,  individualmente. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O &lt;b&gt;segundo passo&lt;/b&gt; é descrever os pontos fortes e fracos da pessoa em quatro dimensões, que são: &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Habilidades intelectuais e comportamentais adaptativas&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Considerações emocionais/psicológicas&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Considerações físicas/ de saúde/ etiológicas&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Considerações ambientais&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="sec_corpo"&gt;Os pontos fortes e fracos podem ser determinados  por testagem formal, observação, entrevistas com pessoas importantes na  vida do paciente, entrevistas com a pessoa sendo avaliada, interagindo  com a pessoa e sua família na vida cotidiana, ou por uma combinação  desses métodos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O &lt;b&gt;terceiro passo&lt;/b&gt; exige uma equipe  multidisciplinar para determinar o apoio necessário nas quatro dimensões  mencionadas. Cada apoio identificado é classificado em um de quatro  níveis de intensidade - intermitente, limitado, extensivo, intensivo. &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="item_artigo"&gt;Apoio intermitente&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;refere-se a um suporte oferecido quando  necessário. Um exemplo seria o apoio necessário para que a pessoa  procure um novo emprego na eventualidade de ficar desempregada. O apoio  intermitente pode ser necessário ocasionalmente por um indivíduo durante  sua vida, mas nunca de maneira contínua.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="item_artigo"&gt;Apoio limitado&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;é aquele necessário durante um período  determinado de tempo. Um exemplo seria na transição da escola para o  trabalho ou durante o treinamento para uma função específica. &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="item_artigo"&gt;Apoio extensivo&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;é aquela assistência que a pessoa necessita diariamente e sem limite de tempo. Pode incluir apoio em casa e/ou no trabalho.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;br /&gt;  &lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="obs_artigo"&gt;Os apoios intermitente, limitado e extensivo podem não ser necessários em todas as áreas para um indivíduo.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;br /&gt;  &lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="item_artigo"&gt;Apoio intensivo&lt;/td&gt; &lt;td class="item_corpo"&gt;refere-se ao apoio constante, em todas as áreas, com base diária, podendo incluir medidas para o suporte de vida.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class="sec_artigo"&gt;Causas do retardo mental &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O retardo mental pode ser causado por qualquer  condição que prejudique o desenvolvimento cerebral antes do nascimento,  durante o nascimento ou nos anos de infância. Várias centenas de causas  têm sido descobertas, mas a causa permanece indefinida em  aproximadamente um terço dos casos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;As três principais causas identificadas de retardo mental são: &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;a Síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt;,&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;a Síndrome alcoólico-fetal e&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;a Síndrome do X frágil.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p class="sec_corpo"&gt;As causas podem ser divididas em categorias.  &lt;/p&gt;&lt;p class="subtit_artigo"&gt;Condições genéticas  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Resultam de anormalidades nos genes herdadas  dos pais, devidas a erros de combinação genética ou de outros distúrbios  dos genes ocorridos durante a gestação. Centenas de distúrbios  genéticos associam-se ao retardo mental. Alguns exemplos são a  fenilcetonúria, a Síndrome de &lt;i&gt;Down&lt;/i&gt; e a Síndrome do X frágil.  &lt;/p&gt;&lt;p class="subtit_artigo"&gt;Problemas durante a gestação  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O uso de álcool ou outras drogas durante a  gestação pode levar ao retardo mental. Alguns trabalhos têm relacionado o  fumo na gestação com um risco maior de retardo mental na criança.  Outros problemas incluem a desnutrição, toxoplasmose, infecção por  citomegalovírus, rubéola e sífilis. Gestantes infectadas pelo vírus HIV  (AIDS) podem passar o vírus para a criança levando a dano neurológico  futuro.  &lt;/p&gt;&lt;p class="subtit_artigo"&gt;Problemas ao nascimento  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Qualquer condição de estresse aumentado durante  o parto pode levar a lesão cerebral do bebê; contudo, a prematuridade e  o baixo peso ao nascer são fatores de risco independentes mais  freqüentes que qualquer outra condição.   &lt;/p&gt;&lt;p class="subtit_artigo"&gt;Problemas após o nascimento  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Doenças da infância como catapora, sarampo, coqueluche e a infecção pelo &lt;i&gt;Haemophilus&lt;/i&gt;  tipo B, que podem levar a meningite e encefalite, também podem causar  danos ao cérebro. Acidentes, intoxicações por chumbo, mercúrio e outros  agentes tóxicos também podem causar danos irreparáveis ao cérebro e  sistema nervoso.  &lt;/p&gt;&lt;p class="subtit_artigo"&gt;Estado socioeconômico  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A desnutrição também pode levar ao retardo mental.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Alguns estudos também sugerem que a pouca  estimulação, que ocorre em áreas muito desprovidas das experiências  culturais e ambientais normalmente oferecidas às crianças, pode surgir  como causa de retardo mental.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Prevenção  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Nos últimos 30 anos, vários avanços científicos  têm ajudado a prevenir muitos casos de retardo mental. Estima-se que  nos Estados Unidos são prevenidos a cada ano: &lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;250 casos de retardo mental por fenilcetonúria, graças ao teste do pezinho e ao conseqüente tratamento dietético adequado.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;1.000 casos de retardo mental por hipotireoidismo, graças ao teste do pezinho e ao conseqüente tratamento hormonal adequado.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;1.000 casos de retardo mental pelo uso de  imunoglobulina anti-Rh, que previne a doença por incompatibilidade Rh  entre mãe e feto, reduzindo a icterícia severa no recém-nascido.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;5.000 casos de retardo mental causados por infecção pelo &lt;i&gt;Haemophilus influenzae&lt;/i&gt; tipo B, graças ao uso rotineiro de vacina contra &lt;i&gt;Haemophilus&lt;/i&gt; nas crianças.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;4.000 casos de retardo mental devidos à encefalite pelo sarampo, graças à vacinação das crianças.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo"&gt;Um número desconhecido de casos de retardo mental devidos à rubéola congênita, graças à vacinação das crianças.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="sec_corpo"&gt;Outras medidas têm contribuído para a redução do número de casos de retardo mental.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A eliminação do chumbo do meio ambiente,  medidas preventivas do trauma como o uso adequado de assentos nos carros  e de capacetes para bicicleta, programas de intervenção precoce para  crianças de risco, programas de atenção pré-natal reduzindo os riscos da  transmissão do vírus da AIDS ou de defeitos do tubo neural.  &lt;/p&gt;Todas estas medidas são exemplos de ações que ajudam a diminuir o número de pessoas com retardo mental na comunidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7675218532147150645?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7675218532147150645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7675218532147150645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/retardo-mental.html' title='Retardo Mental'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-4397839095975846775</id><published>2011-07-17T09:47:00.000-07:00</published><updated>2011-07-17T09:47:00.606-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na criança neurológica</title><content type='html'>O tratamento de lactentes e crianças é um dos aspectos mais desafiadores e recompensadores da fisioterapia. A prática clínica competente nesta área requer conhecimento das muitas diferenças fisiopatológicas que existem entre os lactentes, as crianças e os adultos. A compreensão de todos os aspectos singulares envolvidos nos distúrbios neonatais e pediátricos pode auxiliar o fisioterapeuta a fornecer um tratamento de qualidade a essa população de pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia desenvolveu-se muito nos últimos anos em função das necessidades assistenciais que cada vez mais exigem soluções objetivas nesta área. Esta especialidade, por suas características, proporciona ao paciente técnicas terapêuticas que resultam em melhor qualidade de vida. A atuação desse profissional cada vez mais se integra ao programa de assistência médica que visa não apenas a recuperação do paciente, mas também a prevenção de possíveis complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista disso, torna-se cada vez mais importante o amplo conhecimento da patologia a ser tratada e, principalmente, suas diferentes manifestações em cada paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento fisioterapêutico de uma criança com afecção neurológica pode ser bastante diversificado. Atualmente, existem inúmeros métodos e técnicas terapêuticas que visam o mesmo objetivo, porém sob diferentes pontos de vista e de diversas maneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tratar uma criança especial é conveniente que o terapeuta use um sistema com vistas a avaliar a qualidade de um determinado movimento ou função que ele está visando presentemente a melhorar. Durante o tratamento é usada uma abordagem de resolução de problemas, a fim de melhorar a capacidade funcional e a qualidade do movimento do paciente através da alteração dos sintomas apresentados. A informação sobre a própria lesão não serve apenas para maiores conhecimentos, mas para aprofundamento de sua compreensão. Cada paciente tem sua particularidade, cada paciente é único. Portanto, o tratamento sempre será diferenciado, mesmo que a patologia for a mesma. Cada indivíduo reage de uma maneira diferente e, de igual forma, pode-se dar a do seu quadro clínico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante numa sessão de fisioterapia verificar constantemente se o paciente melhorou em decorrência do procedimento terapêutico selecionado. Segundo Bobath, um dos ícones da fisioterapia neurológica, “a única resposta à pergunta se o que você está fazendo com o paciente é certo, é a reação do paciente ao que você está fazendo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento de uma criança neurológica não deve nunca tornar-se estático,http://www.blogger.com/img/blank.gif mas continuar a desenvolver-se cada vez mais, de acordo com as necessidades do paciente. Durante as sessões, todo o esforço deve ser feito para que o paciente dê passos além das limitações aparentes de si próprio. Os desafios propostos durante o programa de reabilitação devem estar igualmente compatibilizados com as habilidades. Se a capacidade do paciente satisfaz o desafio, as sessões de fisioterapia tornam-se mais estimulantes e aprazíveis para os pais e muito mais produtivas para o paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o tratamento de fisioterapia neurológica deve sempre estar disponível ao paciente enquanto ele continuar a melhorar sua qualidade de vida, e certamente até que ele seja capaz de “mover-se” livremente fora dos limites da sua casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://angelabrombatti.blogspot.com/2009/09/fisioterapia-na-crianca-neurologica.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-4397839095975846775?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4397839095975846775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4397839095975846775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/fisioterapia-na-crianca-neurologica.html' title='Fisioterapia na criança neurológica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8542975168219768859</id><published>2011-07-11T09:40:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T09:40:02.243-07:00</updated><title type='text'>Fatores Pré Natais da Paralisa Cerebral</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;a) &lt;u&gt;Fatores maternos&lt;/u&gt;: referentes a lesões hipoxêmicas decorrentes das  seguintes condições maternas: anemia, hemorragias durante a gestação causando  risco de aborto, eclâmpsia, hipotensão, desprendimento prematuro da placenta, má  posição do cordão umbilical e cardiopatias congênitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) &lt;u&gt;Infecções congênitas&lt;/u&gt;: estas atingem o feto através da circulação  placentária, a exemplo da rubéola, toxoplasmose, sífilis, citomegalovirose, a  listeriose. Elas podem causar variados quadros clínicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) &lt;u&gt;Fatores metabólicos maternos&lt;/u&gt;: o diabetes mellitus é o mais lembrado;  neste caso, geralmente o feto é hipermaturo, de peso acima da média, podendo  apresentar atraso neuro-psiquico-motor ou distúrbio neurológico menor. Um fator  importante é a desnutrição e/ou subnutrição das gestantes, com carência  calórica, protéica ou vitamínica. A toxemia e a eclâmpsia estão incluídos  também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) &lt;u&gt;Transtornos tóxicos&lt;/u&gt;: alguns medicamentos têm comprovado efeito  teratogênico, como a talidomida. Há a possibilidade de numerosos medicamentos  produzirem malformações fetais, atingindo também o sistema nervoso central (SNC).  Há necessidade de se fazer observações objetivas sobre o efeito de vários  medicamentos sobre o feto, como se vem fazendo quanto à ação de  anticonvulsivantes quando administrados a epilépticas grávidas. Quanto a drogas  como o álcool e drogas de abuso, reconhece-se que a síndrome do feto alcoólico e  as alterações cromossômicas (em geral, quebras) podem ser causadas pelo ácido  lisérgico e derivados canabinóides. As drogas anti-cancerígenas podem causar  microcefalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) &lt;u&gt;Fatores físicos&lt;/u&gt;: ocorre pelo uso de raios-X, causando a microcefalia  radiogênica. A mesma consideração se deve ter quanto à radioterapia, porém  quanto ao efeito de outros tipos de radiação (VHF, UHF, radar, microondas) ainda  é discutível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) &lt;u&gt;Malformações cerebrais congênitas&lt;/u&gt;: acompanhadas ou não de aberrações  cromossômicas e, geralmente, conduzem a variados quadros neuropsíquicos, com ou  sem microcefalia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8542975168219768859?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8542975168219768859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8542975168219768859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/fatores-pre-natais-da-paralisa-cerebral.html' title='Fatores Pré Natais da Paralisa Cerebral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3531138533433081159</id><published>2011-07-06T17:30:00.001-07:00</published><updated>2011-07-06T17:30:54.908-07:00</updated><title type='text'>Diabetes e pressão alta: crianças também têm doenças de adultos</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div&gt; 								   &lt;p&gt;Já se foi o tempo em que arranhão no joelho, dor de barriga ou  mal-estar seguido de gripe eram as principais reclamações vindas das  crianças. De acordo com estudos recentes sobre o tema e a observação  diária de especialistas da área, algumas doenças consideradas como  &amp;quot;coisa de adulto&amp;quot; agora também atingem os pequenos.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com os profissionais ouvidos pelo &lt;b&gt;Terra&lt;/b&gt;, as  principais &amp;quot;novidades&amp;quot; nos consultórios médicos são as síndromes  metabólicas como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, aumento da  gordura no sangue, enxaqueca e AVC. Dentre os problemas psicológicos,  estão a depressão e ansiedade excessiva. A obesidade também está entre  os principais problemas e, segundo o Departamento Científico de  Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, já atinge 30% das  crianças brasileiras de 5 a 9 anos.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a Dra. Vera Koch, chefe da unidade de nefrologia do  Instituto da Criança do HCFMUSP, a obesidade infantil tem a ver,  inclusive, com a melhora da situação socioeconômica do país: &amp;quot;A  alimentação melhorou, só que a dieta ainda é muito desregrada, com  grande consumo de carboidratos, de produtos industrializados - que são  ricos em sal -  e de gorduras saturadas, vindas da proteína animal.&amp;quot;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela recomenda que os pais não esperem que os sintomas apareçam  para procurar ajuda: &amp;quot;A partir da visita regular ao pediatra é possível  verificar se o desenvolvimento e o crescimento estão acontecendo da  melhor maneira&amp;quot;, ela explica.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Dra. Ana de Jesus Cristovão, pediatra da Beneficência  Portuguesa de São Paulo, alguns fatores que compõem a vida moderna são  responsáveis por essas mudanças. &amp;quot;Acredito que o chamariz comunicativo  para os alimentos chamados &amp;#39;fast food&amp;#39;, a Internet, a vida nas grandes  cidades e a violência urbana, sejam os principais fatores para o aumento  dessas doenças em crianças.&amp;quot;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;De olho na pressão da criançada&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  Em novembro de 2010, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo  divulgou um estudo realizado pelo Instituto da Criança do HCFMUSP, com  cerca de 1,6 mil crianças, que mostrou que bebês com baixo peso podem  virar adultos hipertensos. Uma das explicações tem a ver com um ciclo  hereditário que pode afetar a vida adulta.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Instituto frequentemente faz mutirões para medir a pressão  arterial de crianças e adolescentes, e os especialistas têm observado  que, em média, 30% dos pacientes atendidos apresentam algum quadro de  obesidade ou sobrepeso, um dos problemas relacionados à hipertensão.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Dra. Vera Koch acrescenta que os problemas relacionados ao peso  podem, inclusive, começar na barriga da mãe: &amp;quot;Muitas crianças  brasileiras tiveram na geração passada um histórico de desnutrição.  Quando isso a afeta no útero, o feto entende que precisa armazenar  energia para sobreviver. Antigamente, chamávamos isso de &amp;#39;metabolismo  avarento&amp;#39;, ou seja, o indivíduo que estoca e usa pouco. O fenômeno é  visto em todos os países do mundo que saem de uma situação de  desnutrição para a fartura.&amp;quot;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Enxaqueca e AVC também acontecem na infância&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  A Secretaria de Saúde do Estado divulgou, em 2009, dados relacionados à  incidência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em crianças. Em 2008,  foram registrados 266 casos, com 28 óbitos e, em 2009, foram 177, entre  crianças até 14 anos de idade.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para este tipo de problema, não há prevenção, mas em alguns casos  as sequelas são reversíveis, podendo ser tratadas com fisioterapia e  psicologia. Na ocorrência do AVC, os pais devem investir em um  acompanhamento médico intensivo, pois uma vez que a causa é determinada,  a repetição do problema pode ser prevenida.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Secretaria também alerta sobre a enxaqueca, que vem se  mostrando outro problema recorrente. É preciso saber diferenciar uma  simples dor de cabeça de um quadro mais sério, e redobrar os cuidados na  ocorrência de alterações de humor, vertigens, náuseas, vômitos e dores  abdominais. O problema exige medicação adequada e mudanças de hábito,  como uma rotina de alimentação regrada, boas noites de sono e cuidados  com a exposição ao sol.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Pouca idade, muita preocupação&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  Os distúrbios psicológicos também já chegaram às cabecinhas das  crianças. De acordo com a Dra. Carolina da Costa, psiquiatra do Programa  de Ansiedade Infanto-Juvenil do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP, os  transtornos de ansiedade e depressão são os dois problemas mais comuns  entre crianças e adolescentes.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A especialista associa, como um dos fatores ligados à ansiedade, a  rapidez com que se multiplicam notícias sobre tragédias sociais e  catástrofes naturais: &amp;quot;As crianças estão demonstrando preocupações mais  típicas da idade adulta, além de ficarem muito atentas aos problemas do  ambiente em que vivem, como uma separação dos pais, por exemplo.&amp;quot;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os sintomas físicos elencados pela psiquiatra estão dor de  barriga constante, dor de cabeça, coração acelerado e dificuldade de  respirar.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já os casos de depressão são caracterizados, de um modo geral,  por medos e preocupações excessivas, que merecem  atenção redobrada  quando acarreta prejuízos à criança: &amp;quot;Existem medos típicos de cada  idade, que estão dentro do desenvolvimento normal. Mas é importante  observar se isso acarreta perdas, como o medo de ir à escola, de fazer  perguntas à professora ou apresentar trabalhos escolares, ou ir a  eventos que distancie a criança dos pais, caracterizando assim uma fobia  social&amp;quot;, explica.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A criança depressiva apresenta mudanças de humor e tristeza  contínua, falta de disposição para brincar, alterações de sono e  alimentação, pensamentos ruins e a tendência à autodepreciação e  diminuição da autoestima. &amp;quot;São sintomas bem parecidos com os que ocorrem  com o adulto, o que difere é a forma como isso é observado. O adulto  terá problemas no trabalho, enquanto a criança terá alterações dentro do  contexto infantil, brincando menos, apresentando irritabilidade e  problemas na escola&amp;quot;, pontua.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A especialista lembra que é preciso observação constante:  &amp;quot;Procure saber como é o dia a dia da criança. Se ela apresentar  problemas pontuais, é normal, então é preciso estimulá-la a enfrentar  porque isso faz parte do desenvolvimento. Mas é preciso verificar a  intensidade da angústia.&amp;quot;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em casos de ansiedade e depressão, muitas vezes a terapia é  suficiente e pode funcionar bem. Casos mais graves podem exigir o uso de  medicação, sempre associado ao acompanhamento médico.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Recentemente, um estudo realizado pelo University College  London&amp;#39;s Institute of Child Health, também mostrou dados preocupantes  com relação à saúde mental na infância. A pesquisa mostrou que crianças a  partir dos seis anos foram hospitalizadas com sintomas relacionados à  anorexia e outros distúrbios alimentares. De acordo com o estudo, para  cada 100 mil crianças do Reino Unido, três apresentam algum tipo de  distúrbio.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Atenção aos sinais&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  Segundo a Dra Ana de Jesus Cristovão, pediatra da Beneficência  Portuguesa de São Paulo, a observação diária dos filhos pode evidenciar  problemas que, diagnosticados a tempo, são facilmente solucionados.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Crianças que reclamam de fraqueza, comem em excesso e não ganham  peso, mostram sede constante e fazem xixi muitas vezes ao dia, podem  denunciar sinais típicos de diabetes. Já o cansaço excessivo e dor de  cabeça podem ser um alerta sobre a pressão arterial e a dosagem do  colesterol, triglicerídeos e glicose.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na teoria, a recomendação para evitar este tipo de problema é  unânime: pais persistentes em hábitos saudáveis e acompanhamento médico  constante. Na prática, algumas dicas simples podem ser bastante úteis,  de acordo com a médica: &amp;quot;Procure atrair a criança fazendo um hambúrger  no almoço, com bastante salada e tomate, gelatina com pedaços de frutas,  salsicha de frango com legumes cortadinhos com &amp;#39;carinhas de animais&amp;#39;.  Prefira sucos no lugar de refrigerantes, biscoitos sem recheio e  estabeleça apenas um dia para as guloseimas&amp;quot;, recomenda.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A doutora indica a natação como atividade física complementar e  mostra que, acima de tudo, o diálogo ainda é o melhor remédio: &amp;quot;Converse  com seus filhos, não os exclua dos problemas por achar que a criança  &amp;#39;não entende&amp;#39;, pois, muitas vezes, a interpretação errada gera conflitos  e medos desnecessários&amp;quot;, finaliza.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Terra&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3531138533433081159?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3531138533433081159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3531138533433081159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/diabetes-e-pressao-alta-criancas-tambem.html' title='Diabetes e pressão alta: crianças também têm doenças de adultos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7716155135838671248</id><published>2011-07-06T13:28:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T13:28:00.966-07:00</updated><title type='text'>Visão subnormal afeta o desenvolvimento infantil</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É o exame de fundo de olho, ou oftalmoscopia, que avalia as condições  do humor vítreo, do humor aquoso - da retina, dos vasos sangüíneos -  veias e artérias retineanas - e do nervo óptico, responsável por levar  os estímulos visuais, já convertidos em sinais elétricos ao cérebro. As  pessoas que fazem o exame oftalmológico anual devem ser submetidas à  oftalmoscopia, pois o procedimento é capaz de detectar várias doenças  oculares - como glaucoma e distúrbios da retina - e também outros males,  como diabetes, câncer, leucemia, AIDS, inflamações reumáticas,  tuberculose, toxoplasmose, desequilíbrios da tireóide, dentre outros. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pessoas de todas as faixas etárias, inclusive crianças devem realizar o  exame de fundo de olho com regularidade. O ideal é que os bebês já  fossem submetidos ao exame logo após o nascimento, principalmente os  prematuros e filhos de mães que tiveram infecções durante a gestação. Em  Minas Gerais, o Governo tornou o exame obrigatório em todo  recém-nascido, desde 2004. O teste é realizado no próprio berçário ou na  sala de parto. A oftalmoscopia no recém-nascido pode indicar a presença  de retinoblastoma (tumor que atinge o órgão), catarata congênita,  retinopatia da prematuridade (doença degenerativa que pode levar à  cegueira), além de infecções por toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e  sífilis que podem causar alterações na visão da criança, como a visão  subnormal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Incidência do problema&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 70 a 80% das  crianças diagnosticadas como cegas possuem alguma visão útil. A visão  subnormal é caracterizada por uma diminuição da capacidade visual. Os  portadores da doença enxergam no máximo 30% do equivalente a uma visão  normal no melhor olho. Essa deficiência é impossível de ser corrigida  com uso de óculos convencionais, cirurgias e tratamentos medicamentosos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Por isto, quanto mais cedo for diagnosticado o problema da baixa  acuidade visual, mais tempo pais, professores, oftalmologistas,  fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e ortoptistas ? uma equipe  multidisciplinar ? terão para estimular a visão do bebê para facilitar o  desenvolvimento das tarefas do dia-a-dia. O portador de visão subnormal  deve ser incentivado a melhorar sua eficiência visual residual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; É comum que as deficiências nos olhos passem despercebidas pelos pais e  familiares, fato que pode comprometer o tratamento destas doenças.  Muitas vezes, são os professores que suspeitam de algo, pelas  dificuldades da criança em desempenhar as tarefas escolares. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Indícios da visão subnormal em crianças&lt;/p&gt;&lt;p&gt; - Aspectos do globo ocular&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os pais devem observar os olhos da criança. Todas as estruturas devem  ter cores e formas convencionais, como a pupila preta, íris colorida e  redonda, córnea transparente. Manchas ou suspeitas de malformação devem  ser investigadas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Dificuldade visual &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A criança com visão subnormal demonstra desinteresse em olhar os  brinquedos. Durante os primeiros meses de vida não evolui no  reconhecimento dos rostos familiares, guiando-se pelos sons. Além de  possuir dificuldade de fixar o olhar, não procura fontes de luz, nem  segue visualmente pessoas e objetos. Quando começam a andar, caem e  tropeçam com mais freqüência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Limitações no aprendizado: na idade escolar, portadores de visão  subnormal aproximam muito os objetos dos olhos e mostram dificuldade  para ler a lousa. Tropeçam ao caminhar, ao escreverem omitem letras,  pulam linhas e suas palavras são, muitas vezes, ilegíveis. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Qualidade de vida&lt;/p&gt;&lt;p&gt; As crianças com deficiência apresentarão dificuldades para ler,  escrever, andar e realizar tarefas que exijam o uso da visão. Os  esforços das equipes multidisciplinares que as assistem visam facilitar o  desenvolvimento físico e mental dessas crianças, proporcionando-lhes  qualidade de vida. Tratamentos clínicos e cirúrgicos, quando indicados,  objetivam minimizar a perda visual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Após a aceitação do problema visual, o caminho é aproveitar ao máximo os  recursos disponíveis para melhorar o desempenho desta criança. A visão  residual pode ser estimulada por meio do uso de lentes especiais -  óculos específicos, lupas, telelupas - e pela adaptação de materiais,  ampliando-os e aumentando os contrastes. Medidas como reforçar o  contraste, sentar próximo ao quadro negro e ler o mesmo material que as  outras crianças em xerox ampliada não dependem de recursos ópticos. Os  programas de estimulação são personalizados, levando em conta a idade e o  perfil do portador de baixa visão. A estimulação engloba a utilização  de brinquedos, jogos e materiais pedagógicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Visão subnormal em adultos&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Diferentes tipos de visão subnormal podem exigir diferentes tipos de  assistência oftalmológica. Pessoas que nascem com visão subnormal têm  diferentes necessidades daquelas que apresentam o problema com o  decorrer da vida. A maior incidência da visão subnormal na idade adulta é  em idosos. Nesta etapa da vida, a principal causa da visão subnormal é a  degeneração macular relacionada à idade, que afeta a visão central,  seguida da retinopatia diabética. A terceira causa mais comum é o  glaucoma, que leva à perda da visão periférica A degeneração macular  relacionada à idade é a maior causa de deficiência visual adquirida no  mundo, em pessoas acima de 60 anos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Dependendo do tipo, com ou sem neovascularização subretiniana, e da área  atingida, os recursos ópticos especiais também podem ser úteis para uma  melhor performance visual do idoso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Fonte: Minha Vida&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7716155135838671248?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7716155135838671248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7716155135838671248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/07/visao-subnormal-afeta-o-desenvolvimento.html' title='Visão subnormal afeta o desenvolvimento infantil'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5380137852205403193</id><published>2011-06-29T06:49:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T06:49:00.134-07:00</updated><title type='text'>Luxação congênita de quadril</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; font-size: medium; "&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;Histórico:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;É uma doença há muito conhecida. Lorenz relata que a LCQ é descrita desde os tempos de Hipócrates 460 A.C.alterações que levava ao bamboleio durante a marcha.Pouco se descreveu sobre essa enfermidade até o início do século XIX, quando um dos mestres da medicina francesa, Guillaume Dupuytren 1832/34 ao proferir palestra em Paris.&lt;br /&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Ortolani, em 1976, não só reitera tal fato como prefere chamar a Doença de Displasia Congênita do Quadril D.C.Q. nome esse que segundo o autor teria sido usado pela primeira vez por Hilgenrener em 1938.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incidência:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Desta entidade Nosológica devemos considerar duas situações - Luxação e a Displasia do quadril. A primeira ao nascer a cabeça femoral está completamente separada do acetábulo, já no nascimento, tanto no plano horizontal, como no sagital.A literatura mostra que essa situação é rara, a não ser em crianças Sindrômicas com alteração neuro-musculares associadas. Já a displasia pode estar presente em até 10% das crianças nascidas vivas, na sua forma mais incipiente, porcentegem essa que vai decrecendo até 2% ou 3%, nas formas mais graves.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A freqüência da Displasia também se altera com os fatores geográficos e raciais.A doença incide mais no sexo feminino e há uma predominância do lado esquerdo. Segundo Ortolani afirmou ser uma lesão sempre bilateral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etiologia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Hipócrates achava que o deslocamento poderia ser por um forte trauma uterino, sofrido pela mãe durante a gravidez.Valor histórico: No início do século, tanto sífilis como a tuberculose foram evocadas para explicar a etiologia da Luxação Congênita do Quadril (L.C.Q).&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Etiologia : 1-Teoria Mecânica: alteração morfológica do acetábulo, e como resultado de malformação músculo-esquelética causadas pelas pressões extrinsecas da musculatura uterina ou devido feto crescer dentro de um limitado recipiente com volume de fluido amniótico diminuído, ou ainda por determinadas posições do feto dentro do útero materno ( Dunn 1974). Também sabe-se que,durante a vida intra-uterina os membros inferioresdo embrião e do feto, sofrem rotações mediais, que caso não se realizem sinergicamente com o conjunto que compõem a articulação coxo-femoral, acarretarão uma pressão sobre o acetábilos com sua conseqüente deformação( Frost 1979).&lt;br /&gt;        2 -Teorias hormonais: Defendida por Andrén 1961 foram contestadas por vários autores. Ortolani em 1976 questionou definitivamente tal teoria, pos ela não explicaria o fato de, apesar da dosagem dos estógenos estar alta nas primeiras semanas de vida, a maioria dos quadria clinicamente instáveis, se estabilizarem justamente neste período.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;3-Teoria Genética a nosso ver a mais correta no começo do século nas províncias da França, Normandia. Rara entre os Chineses.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Deve ser o mais precoce possível pois dele dependerá o sucesso da terapia, pois dele dependerá o sucesso do tratamento.Desde que feito antes dos 3 primeiros meses de vida, teremos 100% dos casos tratados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Evitar fazer exame durante o choro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exame Clínico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Assimetria dos membros inferiores figura 5.&lt;br /&gt;2 - Qualquer suspeita, que no manuseio do RN,possa chamar atenção como por exemplo a dificuldade em abduzir os membros inferiores, um excesso de rotação externa dos mesmos, uma desproporção da bacia ou um encurtamento aparente dos membros inferiores em relação ao tronco (PUTTI- 1927).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo1.jpg" height="259" width="283" /&gt;&lt;br /&gt;Figura 4 - Mostra o teste de Nelaton-Galleazzi&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/Patolo7.gif" height="313" width="167" /&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Fig. 5 – Mostra Assimetria dos Membros Inferiores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo16.jpg" border="0" height="402" width="408" /&gt;&lt;br /&gt;Figura 6 - Limitação de abdução do quadril direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo17.jpg" border="0" height="333" width="450" /&gt;&lt;br /&gt;Figura 7 - Assimetria das pregas das coxas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;3 - Sinais clássicos: *Ortolani figura- 9 = paciente em supino no leito de exame, com as articulações coxo-femorais e joelhos em 90 graus, as coxas aduzidas e ligeiramente rodadas internamente. Ao se realizar uma manobra firme de abdução e leve rotação externa das coxas, teremos a sensação táctil, e às vezes audível de um resalto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo7.jpg" height="202" width="460" /&gt;&lt;br /&gt;Figura 8 - Manobra de Ortolani.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;4 - Manobra de Barlow (1962) figura 9 e 10- È realizada em dois tempos: 1º) a criança em posição supina com os membros inferiores em direção ao examinador, as coxo femotais fletidas em 90 graus e as dos joelhos totalmente fletidas. O dedo médio de cada mão do examinador é colocado sobre o grande trocanter e o primeiro (polegar) dedo colocado na porção interna da coxa em oposição ao terceiro, sobre o pequeno trocanter. As coxas são levadas em abdução média e ao ser realizado o movimento de supinação da mão é exercida uma força sobre o grande trocanter; Se notarmos que acabeça femoral entra no acetábulo podemos concluir que a mesma estava luxada; 2º)A segunda parte do exame, consiste em realizar um movimento de pronação da mão do examinador e aplicar a força sobre o primeiro dedo, podendo-se com isso deslocar ou não a cabeça do fêmur. Caso haja dúvida, o exame é realizado individualmente em cada quadril. O examinador utiliza uma das mãos, chamada de mão pélvica, para manter a cabeça estável, fixando o polegar e o restante dos dedos entre a sínfise púbica e o sacro, com a outra mão realiza o exame da mesma forma como já descrita.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo8.jpg" height="204" width="435" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;A&lt;span&gt;                                                            &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;B&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Figura 9 - A - Primeiro tempo da manobra; B - Segundo tempo da manobra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo9.jpg" height="212" width="226" /&gt;&lt;br /&gt;Figura 10 – Manobra de Barlow em um quadril&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;5 - Além desses sinais clínicos, nos pacientes acometidos de&lt;span&gt; &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;displasia monolateral, observa-se, com a criança colocada em posição supina.&lt;br /&gt;5.1 - O encurtamento aparente do membro inferior em relação ao lado oposto = sinal de Nelaton- Galleazzi figura 11.&lt;br /&gt;5.2 - Hipotrofia de um membro em relaação ao outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;5.3 - Proeminência do grande trocanter em relação do lado afetado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;5.4 - Assimetria das pregas inguinais e glúteas, conhecido como sinal de Peter-Bade.&lt;br /&gt;5.5 - Limitação de abdução do membro inferior afetado com as coxas fletidas a 90 graus sobre o tronco e as articulações dos joelhos em flexão total, sinal este descrito pela primeira vez por JOACHIMSTAL e popularizado por HART 1952.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo10.jpg" height="238" width="519" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;                    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A&lt;span&gt;                                              &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;B&lt;span&gt;                                   &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Figura 11 - A = Luxação do quadril direito; B e o C= Telescopagem da coxa na luxação&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;congênita (manobra de empurrar e puxar), por estar luxado se move num vaivém dentro da coxa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;   &lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Nos casos de acometimento bilateral serão encontrados todos os sinais citados, embora um lado possa ser mais afetado que o outro. Podemos também observar que As bordas internas das coxas não se tocam, notando-se um verdadeiro alargamento da bacia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exame Radiográfico:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt; &lt;/span&gt;   &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sinais radiográficos precoces da Displasia são sinais tardios da doença.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Salientamos ainda o fato deque,nos primeiros a três meses de vida, a articulação coxo-femoral é totalmente cartilaginosa, portanto radiotranparente e de difícil avaliação através da linha de Von Rose como exemplo figura12.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo11.jpg" height="345" width="273" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Figura 12 - Mostra a linha de Von Rosen para diagnosticar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;L.C.Q.&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Para estudarmos o quadril de um RN radiologicmente precisamos traçar algumas linhas na radigrafia da bacia. A técnica deve obdecer a padrões já pré-estabelecidos vários autores DOYON em 1981:&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;1 - Paciente em posição supina com os membros inferiores em ligeira rotação interna.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;2 - Colocar um travesseiro sob as coxas para compensar a flexão fisológica fixar a bacia.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;3 - As asas dos ilíacos em simetria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;4 - A bacia estará em inclinação quando a última vértebra do sacro coincidir com a linha de Hilgenreiner.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;5 - Para que os fêmures permaneçam na posição neutra, a projeção das diáfises femorais deverá estar perpendicular à linha de Hilgenreiner figura 13. È uma reta horizontal traçada entre as cartilagens trirradiadas.É utilizada para ver as alturas das epífises femorais figura 13.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;6 - Ìndice acetabular figura 13 , introduzido Kleinberg em 1936 é o ângulo formado pela linha de Hilgenreiner e uma segunda, traçada tangente ao teto acetábulo. Esse ângulo foi contestado por inúmeros autores e varia de acordo com a idade da criança. Podemos entretanto afirmar que os ângulos maiores que 30 graus sugerem a existência de displasia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo12.jpg" height="282" width="273" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Figura 13 - Medidas de Hilgenreiner ângulo alfa que é índice acetabular.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;7 - Tríade de Putti (1932)figura 14,é formada pela ectopia da extremidade proximal do fêmur, pela hipoplasia ou ausência do núcleo e pelo aumento da inclinação do teto acetabular em relação à linha de Hilgenreiner.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo13.jpg" height="272" width="186" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Figura 14 - Mostra a tríada de Putti.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="left"&gt;   &lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;8 - A coordenada Y de Ponseti (1953)-È uma reta que passa&lt;span&gt; &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;perpendicularmente à porção média do Sacro.Determina a distância, simétrica ou não, medida em relação à essa linha com o centro da epífise femoral de cada quadril.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;9 - Arco de Shenton figura 15 - é formado por uma linha que passa medial da metáfise proximal do fêmur e continua com a borda superior do forâmen obturador. Nos casos de ascensão da cabeça femoral, esta linha sofre solução de continuidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoPlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo14.jpg" height="259" width="300" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Figura 15 – Mostra o arco de Schenton.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="PlainText" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;Obs: aparecimento do núcleo de ossificação proximal do fêmur é em torno de 3º ao 6º mês de vida. A literatura informa como sendo sinal da existência da moléstia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exame Ultrasonográfico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Começou a partir dos anos 80. Diagnóstico precoce é ecografia do quadril do nascimento aos 9 meses de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tratamento:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Basicamente se fundamente em manter-se o mais precoce possível, o contato concêntrico da cabeça femoral no acetábulo displásico e com isso estimulamos a recontituição do acetábulo. De acordo com a idade da criança. Nas primeiras semanas de vida recomendamo o tratamento com o uso do aparelho de Pavlik 1957 que permite uma centralização da cabeça através de uma abdução espontânea e progressiva, coxo-femoral em flexão de 100 graus pelo peso das coxas.posição supina (decúbito dorsal) posição prona (decúbito ventral) a monitorização deve ser feita através de Ultra-sonografia = há identificação de todas as estruras do quadril até 6 meses de idade figura 16.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="PlainText" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/images/patolo15.jpg" height="194" width="291" /&gt;&lt;br /&gt;Figura 16 – Mostra tirantes de Pavlik, que previnem a extensão ativa e passiva dos quadris mas permitem todos os outros movimentos e, portanto, ajudam a estimular o desenvolvimento do quadril reduzido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="PlainText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;        Redução incruenta da luxação e a seguir aparelho gessado em posição de Salter com isto evita necrose cabeça posição de abdução e rotação externa dos membros inferiores.&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Outro tratamento concomitante é a tenotomia dos adutores para facilitar a redução da cabeça femoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tomografia Computadorizada:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Tem seu papel importante para ver a centralização da cabeça.&lt;br /&gt;        O aparelho gessado deve ser trocado quando danificado ou má conservaçãO. O tempo de avaliação é de 4 a 5 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tratamento Cirúrgico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span&gt;    &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Será quando não conseguimos bom resultado do tratamento anterior através de aparelho gessado&lt;span&gt; &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;que vai até 9 a 10 meses de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Plano de Tratamento de acordo com a idade:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;1 - Tenotomia distal do tendão Psoas ilíaco.&lt;br /&gt;2 - Abertura capsular paralela à sua inserção iliaca.&lt;br /&gt;3 - Limpeza articular retirando o ligamento redondo, pulvinar e abertura do ligamento transverso.&lt;br /&gt;4 - Na dificuldade da entrada da cabeça femoral podemos radiar com o bisturi o chamado neo-limbo mas nunca retira-lo.&lt;br /&gt;5 - Realizar uma boa capsuloplastia assegurando a redução estável ainda no ato cirúrgico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento em crianças de 3 anos e meio a 6 anos. Encurtamento do fêmur com fixação de Cventry&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento Criança de 7 a 12 anos&lt;span&gt; &lt;/span&gt;e até 9 quando for bilateral:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Procedimentos anteriore mais Osteotomia de Chiari serão corrigidos a anteversão e o valgismo do colo femoral e a segui gesso pélvi-podálico com flexão 45 graus do membro inferior 30 a 40 graus de abdução com discreta rotação interna. A osteotomia do osso inominado chamada de Salter.&lt;br /&gt;2 - As tenoplastias de Chiari comfios rosqueados.Retirar ogesso precoce até 4 semanas e a seguir Fioterapia orientada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="PlainText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/Patologia%204%20do%20quadril.htm"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="PlainText" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5380137852205403193?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5380137852205403193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5380137852205403193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/06/luxacao-congenita-de-quadril.html' title='Luxação congênita de quadril'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8109861101836306496</id><published>2011-06-22T06:15:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T06:15:00.657-07:00</updated><title type='text'>Dicionário da Neonatologia</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALIMENTAÇÃO PARENTERAL (Parentérica)&lt;/strong&gt; - Alimentação por via intravenosa, ou seja, os nutrientes são administrados directamente no sangue.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ANALGÉSICOS&lt;/strong&gt; - Medicamentos usados para eliminar ou diminuir a dor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ANTIBIÓTICOS &lt;/strong&gt;- Medicamentos usados para tratar as infecções causadas por bactérias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ANEMIA&lt;/strong&gt;  - Baixo número de glóbulos vermelhos no sangue. Os glóbulos vermelhos  são células que transportam o oxigénio necessário para a vida das outras  células.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ANOXIA&lt;/strong&gt; - Redução da quantidade de oxigénio no sangue e nos tecidos orgânicos. É sinónimo de hipoxia ou asfixia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;APGAR &lt;/strong&gt;-  Teste que avalia o estado de saúde do recém-nascido  através de uma  escala que vai de zero a 10. É realizado duas vezes, ao primeiro e ao  quinto minuto após nascimento. Esta avaliação usa critérios  respiratórios, neurológicos e circulatórios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;APNEIA &lt;/strong&gt;- Paragem respiratória.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;AUDIOMETRIA&lt;/strong&gt; - Exame para determinar o grau de acuidade auditiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BACTÉRIA&lt;/strong&gt; - É um gérmen capaz de causar doenças graves, que têm de se tratar com antibióticos.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;BILIRRUBINA&lt;/strong&gt; - Pigmento amarelo alaranjado resultante da decomposição dos glóbulos vermelhos do sangue.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;BRADICARDIA&lt;/strong&gt; - Diminuição da frequência cardíaca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;BRONQUIOLITE&lt;/strong&gt;  - Infecção viral contagiosa das vias respiratórias que afecta os  bebés  e as crianças pequenas e provoca dificuldade ao respirar, sobretudo ao  expirar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CATETER &lt;/strong&gt;- Tubo de plástico estreito e flexível que se insere no corpo para injectar ou extrair fluidos.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;CATETER UMBILICAL&lt;/strong&gt; - Tubo de plástico estreito e flexível que se introduz no cordão umbilical do bebé através de um vaso sanguíneo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;CIANOSE&lt;/strong&gt; - Coloração azulada da pele causada por uma oxigenação insuficiente do sangue.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;COLOSTRO&lt;/strong&gt;  - Liquido seroso e amarelado segregado pelas mamas antes do inicio da  aleitação. Este liquido é rico em anticorpos que  protegem o  recém-nascido contra infecções.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;CONVULSÃO&lt;/strong&gt; - Actividade eléctrica anormal do cérebro que produz movimentos involuntários dos músculos e espasmos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;CPAP (Continuous Positive Airway Pressure)&lt;/strong&gt;  - Uso de cânulas nasais pequenas no nariz do bebé para manter uma  pequena quantidade de ar nos pulmões no fim de cada expiração. Isto vai  evitar o colapso dos alvéolos pulmonares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;DOENÇA DA MEMBRANA HIALINA&lt;/strong&gt;  - Distúrbio respiratório frequente nos recém-nascidos resultante de uma  produção insuficiente de  surfactante pelos pulmões imaturos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;DISPLASIA BRONCOPULMONAR&lt;/strong&gt;  - Lesão do tecido broncopulmonar que ocorre em prematuros com  dificuldade respiratória, submetidos a ventilação e oxigenoterapia  intensa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;DIURÉTICO&lt;/strong&gt; - Medicamento que serve para urinar mais e eliminar o excesso de liquido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EDEMA (Inchaço)&lt;/strong&gt; - Aumento de volume dos tecidos, devido a uma excessiva acumulação de líquidos.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ELECTROCARDIOGRAMA (ECG)&lt;/strong&gt; - Registo gráfico da actividade eléctrica do coração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ELECTROENCEFALOGRAMA (EEG)&lt;/strong&gt; - Registo gráfico da actividade eléctrica do cérebro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ENTEROCOLITE NECROSANTE (NEC)&lt;/strong&gt;  - Doença grave  do  aparelho  gastroentestinal, comum  nos prematuros.  Consiste numa  inflamação dos intestinos que causa a destruição dos  tecidos comprometidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;ENTUBAÇÃO&lt;/strong&gt; - Inserção de um tubo na traqueia, através do nariz ou da boca, para assistir a respiração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;EXSANGUINEOTRANSFUSÃO &lt;/strong&gt;-  Procedimento para tratar os efeitos da icterícia, infecção ou  toxicidade grave, que  consiste na troca lenta e sucessiva de pequenas  fracções de sangue do bebé por sangue compatível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FOTOTERAPIA&lt;/strong&gt;  - Procedimento terapêutico que consiste em colocar o bebé despido com  os olhos e os genitais cobertos sob uma luz  fluorescente (radiação  ultravioleta), para reduzir o nível de bilirrubina no sangue.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;FREQUÊNCIA CARDÍACA&lt;/strong&gt; - Número de batimentos cardíacos num minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA&lt;/strong&gt; - Número de vezes em que se respira num minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;G&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GASOMETRIA&lt;/strong&gt;  - Consiste na colheita de uma  amostra  de sangue arterial ou venoso  para leitura do pH e dos valores dos gases sanguíneos (oxigénio, dióxido  de carbono, ...).&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;GAVAGEM&lt;/strong&gt;  - Quando o bebé ainda não tem desenvolvido os reflexos de sucção ou   por qualquer outra razão não pode  ser alimentado ao peito  ou através  de biberão é alimentado através de um tubo flexível de polietileno  (sonda) que passa através da boca ou do nariz e desce até ao estômago.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;H&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HIDROCEFALIA&lt;/strong&gt; -  O termo hidrocefalia vem do Grego e significa "água na cabeça". Na  realidade a água é liquido cefalorraquidiano, um líquido claro que é  constantemente produzido nas cavidades, ou ventrículos, no interior do  cérebro. Ele  passa de um ventrículo para o seguinte (quatro no total)  através de canais estreitos, circulando depois na superfície do cérebro -  uma pequena parte desce pela espinal-medula - e é absorvido no sistema  sanguíneo. Esta absorção realiza-se por veias especializadas dentro do  crânio as quais têm uma superfície semelhante a uma peneira. Apesar  de  muito mais lentamente que a circulação do sangue, o liquido  cefalorraquideano está em constante produção, circulação e reabsorção. A  hidrocefalia pode resultar de excesso de produção de liquido  cefalorraquidiano (muito raro), ou quando é impedida a sua circulação ou  absorção.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;HIPOTONIA &lt;/strong&gt;- Diminuição anormal do tonus muscular.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ICTERÍCIA (Neo-natal) -&lt;/strong&gt;  Coloração amarelada da pele e das mucosas que acontece  quando o fígado  do  bebé ainda está imaturo e não é capaz de processar a bilirrubina  que se acumula no sangue. O tratamento é geralmente feito através da  fototerapia.&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;IDADE CORRIGIDA&lt;/strong&gt; - Idade que o bebé prematuro teria se tivesse nascido na data do parto prevista inicialmente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;IDADE GESTACIONAL&lt;/strong&gt; - Idade em semanas e dias desde o início da última menstruação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;INCUBADORA&lt;/strong&gt;  - Aparelho no qual os bebés são isolados do meio exterior e no qual são  mantidos, através da criação de um ambiente controlado e mais  favorável.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LANUGO&lt;/strong&gt; - Pelo fino, suave e de cor clara, que cobre o corpo do feto e de alguns prematuros.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MASTITE&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; - Inflamação das glândulas mamárias.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;MECÓNIO&lt;/strong&gt;  - Material fecal de cor verde a negro (composto por bílis e muco) que  constitui as primeiras fezes do  recém-nascido  e  que  se  excreta  durante ou pouco depois do parto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;MENINGITE&lt;/strong&gt;  - Inflamação das meninges, a membrana que cobre e protege o cérebro e a  espinal medula, causada por um vírus ou por uma bactéria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO CANGURU&lt;/strong&gt; - Método em que se coloca o bebé contra o peito dos pais, com a finalidade de estabelecer o contacto pele com  pele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;MONITORES&lt;/strong&gt;  - Aparelhos que registam e vigiam os batimentos cardíacos, a   respiração, a temperatura, a tensão arterial e  os  níveis  de oxigénio,  mediante sistemas não invasores, o que quer dizer que não causam dor  porque estão colados na superfície da pele do bebé.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OXIGENOTERAPIA&lt;/strong&gt; - Qualquer procedimento em que se administra oxigénio suplementar a um bebé.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;OXIMETRO DE PULSO&lt;/strong&gt; - Aparelho capaz de medir a quantidade de oxigénio no sangue.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PNEUMONIA&lt;/strong&gt; - Infecção dos pulmões que provoca dificuldade respiratória, tosse, dor torácica e febre.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;PNEUMOTÓRAX&lt;/strong&gt;  - Situação patológica na qual o ar passa dos pulmões para a cavidade  torácica e comprime os pulmões e o coração. Normalmente esse ar tem de  ser extraído.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;PUNÇÃO LOMBAR&lt;/strong&gt;  - Técnica diagnostica em que é extraido liquido cefalorraquideo através  da introdução de uma agulha no espaço entre duas vértebras lombares até  à zona que contém o liquido cefalorraquideo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RETINOPATIA DA PREMATURIDADE&lt;/strong&gt; - Doença da retina do olho que afecta principalmente os bebés prematuros.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÉPSIS&lt;/strong&gt; - Presença de agentes infecciosos(bactérias, fungos, etc. ) ou das suas toxinas na corrente sanguínea.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;SÍNDROME DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA (SDR)&lt;/strong&gt; - Alteração respiratória dos pulmões imaturos, causado pela deficiência de surfactante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;SONDA NASOGÁSTRICA / OROGÁSTRICA&lt;/strong&gt;  - Tubo estreito e flexível  que se  introduz  no  estômago através do  nariz ou da boca, usado para administrar nutrientes ou para extrair ar  ou líquidos do estômago.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;SURFACTANTE&lt;/strong&gt;  - Substância que ajuda a manter distendidos os pequenos alvéolos  pulmonares, evitando o seu colapso. Normalmente é sintetizado nos  pulmões. Pode-se administrar surfactante exógeno em bebés com Síndrome  de dificuldade respiratória (SDR).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;T&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TENSÃO ARTERIAL&lt;/strong&gt; - Pressão que exerce o sangue nas paredes das artérias.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;TRANSFUSÃO SANGUÍNEA&lt;/strong&gt; - Administração de sangue de um dador são a um doente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;TUBO ENDOTRAQUEAL&lt;/strong&gt; - Tubo pequeno que se introduz na traqueia através da boca ou do nariz para administrar ar ou oxigénio nos pulmões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 24pt;"&gt;&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VENTILADOR &lt;/strong&gt;- Aparelho usado para manter um fluxo normal de ar nos pulmões.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8109861101836306496?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8109861101836306496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8109861101836306496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/06/dicionario-da-neonatologia.html' title='Dicionário da Neonatologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-223579910157093630</id><published>2011-06-15T05:50:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T05:50:00.564-07:00</updated><title type='text'>História da Neonatalogia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://sp5.fotologs.net/photo/37/62/11/gothic_nurse/1179901292_f.jpg" src="http://sp5.fotologs.net/photo/37/62/11/gothic_nurse/1179901292_f.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Neonatologia (do latim: ne(o) - novo; nat(o) - nascimento e logia - estudo), é  o ramo da Pediatria que  se ocupa das crianças  desde o  nascimento até aos 28 dias de idade (quando as crianças deixam de ser recém-nascidos passam a ser lactentes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atualidade são muito frequentes os grandes prematuros com muito pouco peso, que ao ultrapassarem os 28 dias de vida, continuam sob o cuidado do Neonatologista, porque ainda necessitam de estar internados nas Unidades Neonatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre Budin, obstetra de origem francesa é considerado o pai da Neonatologia. Foi o primeiro a escrever um livro (1892) sobre lactentes nascidos de parto prematuro e classificou as crianças em pequenas e grandes para a idade gestacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1914,o Dr. Julius Hess e o Dr. Evelyn Lundeen implantaram unidades de cuidados para recém-nascidos prematuros no Michael Reese Hospital em Chicago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1924 o pediatra Albert Peiper interessou-se pela maturação neurológica dos prematuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1940 foram unificados os critérios para manejo dos recém-nascidos prematuros e foram inventadas as incubadoras para que se pudesse controlar a temperatura dessas crianças. Nessa altura Budin estudou a influência da temperatura ambiente na mortalidade dos prematuros, tendo sido o primeiro a usa garrafas de vidro com água quente para termorregulação dos bebés durante o transporte neonatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1953 a Dra. Virginia Apgar divulgou no meio científico a sua escala para avaliação do grau de asfixia neonatal e de adaptação á vida extra uterina (Escala de Apgar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1957 Ethel Dunham escreveu o livro "O Prematuro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1960 o Dr. Alexander Schaffer usou o termo Neonatologia pela primeira vez no livro "Diaseases of the Newborn".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 60 começaram a ser utilizados os monitores electrónicos, as gasometrias arteriais tornaram-se possíveis e surgiram antibióticos apropriados para tratar as sépsis neonatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1967 o Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia reconheceu a necessidade do trabalho conjunto dos Obstetras e Neonatologistas  para diminuir a mortalidade perinatal. Iniciou-se assim, em 1973, o primeiro Serviço de Cuidados Perinatais nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 70 houve progressos importantes na nutrição, alimentação por sondas e na alimentação parenteral. Tornou-se rotina o uso de cateteres umbilicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mudanças mais importantes na Neonatologia foi a  atenção intensiva para o recém-nascido prematuro e a vigilância dos problemas respiratórios, através do uso da ventilação mecânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em  1887 Dwyer utilizou o primeiro  ventilador rudimentar de pressão positiva e Egon Braun e Alexander  Graham Bell introduziram a pressão negativa em 1888. Em 1953 Donald e  Lord introduziram a uso do  ventilador com  ciclos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1971 Gregory, Kitterman  e Phibbs introduziram  a Pressão Positiva Continua nas vias aéreas  (CPAP). Pouco depois  Bird com  a colaboração de  Kirby desenvolveram o primeiro ventilador neonatal de pressão positiva, o "Baby Bird".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, através de um melhor conhecimento da fisiologia respiratória neonatal, foram melhorados os resultados da assistência respiratória mecânica aos recém-nascidos. É de  destacar ainda as contribuições de Downes, Anderson, Silverman, Gregory e Fujiwara com o uso de surfactante exógeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Neonatologia avançou muito nos últimos tempos, conseguindo menores índices de mortalidade  e de morbilidade graças a uma maior compreensão das particularidades dos recém-nascidos, melhores equipamentos e medicamentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-223579910157093630?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/223579910157093630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/223579910157093630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/06/historia-da-neonatalogia.html' title='História da Neonatalogia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6314245341558992290</id><published>2011-06-09T04:58:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T04:58:00.249-07:00</updated><title type='text'>Disturbios Psicomotores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_V5gBGYc5EYM/TBa8gqkz-bI/AAAAAAAABes/Bqhr46F7Su8/s400/criancas4.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/_V5gBGYc5EYM/TBa8gqkz-bI/AAAAAAAABes/Bqhr46F7Su8/s400/criancas4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;1. INSTABILIDADE PSICOMOTORA – É o tipo mais complexo e causa uma série de transtornos pelas reações que o portador apresenta, com o predomínio de uma atividade muscular contínua e incessante. Essas crianças revelam instabilidade emocional e intelectual; falta de atenção e concentração; atividade muscular contínua (não terminam tarefas iniciadas); falta de coordenação geral e coordenação motora fina; hiperatividade e equilíbrio prejudicado; deficiência na formulação de conceitos e no processo de percepção ( discriminação de tamanho, figura-fundo, orientação espaço-temporal); alteração da palavra e da comunicação (atraso na linguagem e distúrbios da palavra); alterações emocionais ( são impulsivas, explosivas, sensíveis, frustram-se com facilidade, destruidoras); alterações do sono ( terror noturno, movimentos enquanto dormem); alterações no processo do pensamento abstrato; dificuldades de escolaridade ( leitura, escrita, aritmética, lentidão nas tarefas, dificuldade de copiar da lousa, entre outras manifestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. DEBILIDADE PSICOMOTORA – Caracterizada por PARATONIA: Limitação nas quatro extremidades do corpo (ou apenas em duas) – “deselegância” ao correr – limitações e rigidez nas mãos e nas pernas; e SINCINESIA – Participação de músculos em movimentos aos quais eles não são necessários – descontinuidade de gestos; imprecisão nos movimentos dos braços e das pernas; dificuldade de realizar os movimentos finos dos dedos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. INIBIÇÃO PSICOMOTORA – Além das características da DEBILIDADE PSICOMOTORA, neste caso a ansiedade é presença constante – a criança apresenta sobrancelha franzida; cabeça baixa; problemas de coordenação motora; distúrbios de conduta, dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. LATERALIDADE CRUZADA – Amaioria dos autores acredita que existe no cérebro um hemisfério predominanteresponsável pela lateralidade do indivíduo – desta maneira, de acordo com a ordem enviada pelo cérebro dominante, teremos o destro ou o canhoto. No entanto, segundo José &amp;amp; Coelho (2002, p. 114), além da dominância da mão, existe também a do pé, do olho, do ouvido. QUANDO ESSAS DOMINÂNCIAS NÃO SE APRESENTAM DO MESMO LADO DIZ-SE QUE O INDIVÍDUO TEM LATERALIDADE CRUZADA – os distúrbios psicomotores são evidentes e resultam em deformação do esquema corporal. São algumas as formas mais comuns desse distúrbio: mão direita dominante X olho esquerdo dominante; mão direita dominante X pé esquerdo dominante e o inverso. Geralmente essas crianças apresentam alto índice de fadiga; quedas freqüentes; coordenação pobre; atenção instável; problemas de linguagem (dislalias, lingua enrolahttp://www.blogger.com/img/blank.gifda…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. IMPERÍCIAS – É um distúrbio de menor gravidade, a criança apresenta inteligência normal, apesar de uma certa frustração pela dificuldade de realizar certas tarefas que exijam apurada habilidade manual. Apresentam dificuldades na coordenação motora fina; quebra constante de objetos; letra irregular; movimentos rígidos; alto índice de fadiga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://daniellegabriel.blogspot.com/2010/05/os-disturbios-psicomotores.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6314245341558992290?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6314245341558992290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6314245341558992290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/06/disturbios-psicomotores.html' title='Disturbios Psicomotores'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_V5gBGYc5EYM/TBa8gqkz-bI/AAAAAAAABes/Bqhr46F7Su8/s72-c/criancas4.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7231943781915581505</id><published>2011-06-04T04:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T04:55:00.162-07:00</updated><title type='text'>Disturbios Psicomotores: instabilidade Psicomotora</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_9q9Ikz-yxGc/TIzej3O9EbI/AAAAAAAAABA/-pMCnvFytq8/s1600/dislexia%255B1%255D.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_9q9Ikz-yxGc/TIzej3O9EbI/AAAAAAAAABA/-pMCnvFytq8/s1600/dislexia%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É o tipo mais complexo e causa uma série de transtornos pelas reações que o portador apresenta, com o predomínio de uma atividade muscular contínua e incessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas crianças revelam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Instabilidade emocional e intelectual;&lt;br /&gt;- Falta de atenção e concentração;&lt;br /&gt;- Atividade muscular contínua (não terminam tarefas iniciadas);&lt;br /&gt;- Falta de coordenação geral e coordenação motora fina;&lt;br /&gt;- Hiperatividade e equilíbrio prejudicado;&lt;br /&gt;- Deficiência na formulação de conceitos e no processo de percepção ( discriminação de tamanho, figura-fundo, orientação espaço-temporal);&lt;br /&gt;- Alteração da palavra e da comunicação (atraso na linguagem e distúrbios da palavra);&lt;br /&gt;- Alterações emocionais ( são impulsivas, explosivas, sensíveis, frustram-se com facilidade, destruidoras);&lt;br /&gt;- Alterações do sono ( terror noturno, movimentos enquanto dormem);&lt;br /&gt;- Alterações no processo do pensamento abstrato;&lt;br /&gt;- Dificuldades de escolaridade ( leitura, escrita, aritmética, lentidão nas tarefas, dificuldade de copiar da lousa, entre outras manifestações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7231943781915581505?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7231943781915581505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7231943781915581505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/06/disturbios-psicomotores-instabilidade.html' title='Disturbios Psicomotores: instabilidade Psicomotora'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9q9Ikz-yxGc/TIzej3O9EbI/AAAAAAAAABA/-pMCnvFytq8/s72-c/dislexia%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-9058503510661964337</id><published>2011-05-28T06:33:00.000-07:00</published><updated>2011-05-28T06:33:00.328-07:00</updated><title type='text'>A asma e o uso de corticosteróides na infância</title><content type='html'>A asma é uma doença grave que afeta pessoas de todas as idades, culturas e localizações geográficas. Embora cada pessoa possa apresentar sintomas diferentes, a definição de asma é muito específica. A doença consiste em um distúrbio inflamatório crônico dos pulmões, caracterizada por chiado, falta de ar, opressão torácica e tosse, a qual estima-se afetar mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo. É por vezes uma doença grave e potencialmente fatal. Apesar dos esforços para reduzir a morbidade e a mortalidade associadas à asma, a doença parece estar em ascensão, especialmente entre crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A asma é uma afecção grave que pode ter um impacto significativo na qualidade de vida de uma pessoa, e pode resultar em falta às aulas ou ao trabalho, bem como visitas não programadas ao médico ou ao hospital. Embora não haja cura, é uma doença que pode ser controlada, permitindo que a maioria das pessoas leve uma vida produtiva e ativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também conhecida como "bronquite asmática" ou como "bronquite alérgica", a doença acomete os pulmões e se acompanha de uma inflamação crônica dos brônquios. Os conhecimentos iniciais sobre a asma eram restritos, mas com os avanços da medicina nas últimas décadas, passou-se a conhecer melhor as suas causas, mecanismos envolvidos, surgindo novos medicamentos e tratamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O primeiro passo no controle do asmático é o estabelecimento de uma boa relação médico-paciente. O médico deve ser preparado para este tipo de abordagem, a ponto de identificar as dificuldades inerentes a cada paciente, propondo-lhes soluções viáveis. Cada paciente apresenta a "sua" asma, ou seja, a asma varia de pessoa para pessoa, podendo mesmo variar numa mesma pessoa em diferentes fases de sua vida", explica Dra. Maria Cândida Rizzo, pesquisadora associada à Disciplina de Alergia, Imunologia Clínica e Reumatologia do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A especialista explica que a crise da asma pode ser assim descrita: "tosse improdutiva, respiração curta, cansaço, chiado, rosto suado, inquietação, choro, às vezes prostração ou vômitos ocasionais". Tudo isso ocorre porque existe um obstáculo ao livre trânsito do ar nas vias aéreas: os brônquios e bronquíolos, que conduzem ar respirado para os pulmões, são elásticos e seu tamanho interno aumenta ou diminui durante os movimentos respiratórios. "Numa crise de asma, os brônquios estão contraídos (broncoespasmo), a mucosa que reveste as vias aéreas está inchada (edema) e as glândulas que produzem muco trabalham em excesso (gosma)", completa a doutora. Ao mesmo tempo, ocorre um processo de inflamação nas vias aéreas, que atua perpetuando a irritabilidade dos brônquios, mantendo a crise e a doença. Estas alterações ocorrem em determinadas áreas dos pulmões, enquanto outras estão bem e procuram compensar a oxigenação do organismo. Ao mesmo tempo, são acionados mecanismos de defesa que auxiliam na melhora da crise e na resposta aos remédios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, é importante que uma crise seja prontamente medicada, pois os mecanismos naturais de compensação podem ser ultrapassados com piora da falta de ar e do sofrimento do doente. As crises, portanto, podem variar de intensidade. Quanto mais cedo se aprende a reconhecer os sintomas iniciais, mais facilmente se consegue evitar que uma crise forte se instale. A maioria das crises fortes pode ser prevenida porque a obstrução usualmente progride em vários dias, havendo tempo para um tratamento, antes que se torne grave e fatal. É rara uma crise súbita e rápida. O que acontece na maior parte das vezes é que o paciente não valoriza os sintomas, o próprio médico pode não avaliar adequadamente a gravidade do caso e uma crise pode complicar-se. "O paciente e sua família devem ser orientados para que o tratamento seja iniciado o mais precocemente possível", orienta Dra. Maria Cândida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos são de dois grupos: aqueles usados em crises, que combatem os sintomas da doença, neste caso utilizam-se broncodilatadores e antiinflamatórios; e aqueles usados para prevenir crises. O tratamento vai depender de uma série de fatores, tais como o tipo de crise. "Cada pessoa é uma pessoa, cada crise é uma crise e o tratamento vai ser diferente em cada ocasião da vida do paciente. O importante é seguir as recomendações do seu médico, que o ajudará a escolher o melhor tratamento. Evite repetir receitas antigas ou seguir conselhos de amigos ou balconistas de farmácia", alerta Dra. Maria Cândida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o tratamento inadequado de pacientes com asma persistente é mais comum do que se poderia imaginar. Esta foi uma das principais conclusões dos especialistas que participaram do Congresso Mundial sobre Saúde Pulmonar e do 10o Congresso Anual da Sociedade Européia de Respiração (ERS), realizados recentemente em Florença, Itália. O consenso geral aponta para a necessidade de comunicação mais clara entre médicos e pacientes para conter a crescente epidemia mundial da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recente estudo apresentado no evento foi uma pesquisa italiana que incluiu 311 adultos e 305 crianças com asma, 100 pediatras, 200 clínicos gerais e 305 pais de crianças com asma. Das crianças, 63% sofriam com a doença, apesar de relatarem adesão às medicações preventivas inalatórias. No caso dos adultos, o percentual sobe para 67%. Vários estudos demonstraram que a adesão ao tratamento inalatório, em geral, é baixa, particularmente entre as crianças, atingindo cerca de 50% em média. Além disso, 60% dos pacientes adultos e 57% das crianças relataram não conseguir fazer tudo o que pessoas não-asmáticas fazem; 56% dos adultos e 50% das crianças relataram que não conseguiam praticar atividade física. O prof. Walter Canonica, alergista do Departamento de Medicina Interna da Universidade de Gênova, observou que há um descompasso entre o que os médicos pensam e a realidade vivida pelos pacientes. "Os médicos consideram a medicação eficaz para aliviar o sofrimento de seus pacientes enquanto estes afirmam que ainda estão sofrendo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Asma na Infância e o Uso de Corticosteróides&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas maiores cidades do Brasil, conforme resultados do Estudo Internacional da Asma e Alergias na Infância - ISAAC, mais que 20% dos adolescentes de 14 anos têm asma. A asma é uma doença muito comum na infância e uma em cada 10 crianças tem asma. Falta de ar, tosse, chiado, noites mal dormidas, consultas a médicos, nebulizações, injeções e, o que é pior, limitações em jogos e brincadeiras, acabam deixando a criança insegura, assustada, sem entender o que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os corticosteróides (orais ou inalatórios), usados para tratar alergias severas, são um dos remédios mais eficazes disponíveis atualmente para o tratamento da asma. Eles diminuem a inflamação e as respostas do sistema imunológico aos alergênicos aos quais a pessoa é sensível. O conhecimento atual de que a asma é uma doença inflamatória crônica tem justificado a administração cada vez maior e mais precoce dos corticosteróides, como tratamento preventivo para as crianças. De acordo com o Prof. Dr. Dirceu Solé, editor da Revista Brasileira de Alergia e Imunopatologia, publicação da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia, "estes medicamentos têm demonstrado efetividade independente da gravidade da asma, o seu uso precoce associa-se à prevenção de alterações estruturais, controle dos sintomas, redução das exacerbações agudas (hospitalizações), melhora da função pulmonar e diminuição da hiper-responsividade brônquica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra-Indicações dos Corticosteróides&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, estudos recentes, de curto e médio prazo, têm associado o tratamento com corticosteróides inalatórios, sobretudo o dipropionato de beclometasona (DPB) a retardo de crescimento, mesmo quando utilizado em doses consideradas seguras (abaixo de 400 mcg/dia). Entre as várias causas de retardo de crescimento destacam-se: doenças genéticas, problemas nutricionais, distúrbios hormonais e doenças crônicas. Entre elas, a asma é apontada como causa significativa de baixa estatura em crianças. Na população geral, a prevalência de baixa estatura é de 2 a 3%. Em pacientes alérgicos, principalmente asmáticos, ela pode oscilar entre 2 e 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Dr. Dirceu, várias hipóteses têm sido apontadas para explicar a maior freqüência de baixa estatura em pacientes asmáticos além do tratamento com corticosteróides: o tempo de duração da asma, a idade de início (mais precoce), a presença de alterações anatômicas dela decorrentes, e outros fatores principalmente associados às formas mais graves são alguns dos pontos principais incriminados pelos vários pesquisadores como responsáveis por tal retardo. Para o especialista, estudos mais aprofundados ainda são necessários para que se possa identificar de modo mais apropriado a real participação dos corticosteróides inalatórios no retardo de crescimento observado em alguns pacientes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-9058503510661964337?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9058503510661964337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/9058503510661964337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/05/asma-e-o-uso-de-corticosteroides-na.html' title='A asma e o uso de corticosteróides na infância'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7773643772230492223</id><published>2011-05-15T06:23:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T06:23:00.149-07:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento Motor Anormal</title><content type='html'>É qualquer interferência dentro do processo de desenvolvimento motor normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma criança com atraso no desenvolvimento motor terá como conseqüência algum déficit neurológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pediatria trabalha com a facilitação do aprendizado motor, ou seja, o fisioterapeuta começa a dar suporte para que a criança possa aprender o movimento.  O fisioterapeuta funciona como uma extensão do SNC da criança, pois trabalha com pontos chaves para que ela consiga adquirir o movimento. Já com o adulto se trabalha com o reaprendizado, ou seja, com a memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais nova for a criança, mais difícil de se identificar que ela tem atraso motor, e mais difícil ainda é saber o que esta faltando para essa criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provas de Atividades Reflexas e Avaliação Funcional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança difere do adulto porque ela ainda não tem adquirido algumas habilidades motoras, simplesmente porque a criança não tem a maturação do SNC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança nasce sem a integração dos sistemas; os engramas ainda estão se formando, e com a maturação do SNC (a partir do momento em que os sistemas vão aumentando) é que ela vai adquirindo novas habilidades motoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes a criança nasce com algumas atitudes típicas de organismos mais primitivos como a medula e o mesencéfalo. A partir do seu desenvolvimento os sistemas vão se integrando e esses sistemas mais baixos vão ficando, de uma certa forma, mais deprimidos. Surgem sistemas mais superiores, mais desenvolvidos que, obviamente interagem com os sistemas medular e mesencefálico.&lt;br /&gt;            Com o SNC maturado, desenvolvido, quem começa a prevalecer sobre os outros sistemas é o córtex, mas interagindo ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoria dos Sistemas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sistemas interagem o tempo inteiro, cada um tem a sua função, a sua informação e a sua importância. O que estabelece a maturação é a integração de todos os sistemas com o córtex e vice-versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao nascer, a criança vai apresentar alguns reflexos típicos de um recém-nascido; e a partir de uma faixa etária deixa de ser reflexo, o que a criança apresenta é muito mais uma reação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama-se reflexo quando é uma atitude involuntária primitiva, ou seja, quando parte de um sistema mais inferior ao córtex (medular, mesencefálico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamam-se reações quando são ditadas de estruturas mais superiores (córtex).&lt;br /&gt;Obs: Ao nascer a criança não tem nenhuma reação ainda, pois as reações são caracterizadas pela maturação do sistema nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü  Reflexos:&lt;br /&gt;Ao nível de Tronco Encefálico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Liberação de Vias Aéreas:&lt;br /&gt;Quando colocado em DV, o recém-nascido é capaz de realizar uma lateralização da cabeça para um dos lados (mesmo sem conseguir retificar o pescoço) para liberar as vias aéreas.&lt;br /&gt;Obs: Em nível de ponte, bulbo.&lt;br /&gt;â  Ocorre no 1o mês, pois depois a criança já vai adquirir força, ou seja, vai lateralizar a cabeça usando força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Fuga:&lt;br /&gt;Ao fazer um estímulo na planta do pé da criança em DD, ela puxa a perna (tríplice retirada) numa tentativa de fugir desse estímulo mais doloroso.&lt;br /&gt;â  Ocorre no 1o mês.&lt;br /&gt;Obs: Este reflexo é ao nível de MEDULA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reações de Posicionamento:&lt;br /&gt;A criança permanece na postura que é colocada.&lt;br /&gt;â  Ocorre no 1o mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de sucção:&lt;br /&gt;Ao encostar o bico do peito na criança ela suga.&lt;br /&gt;â  Ocorre a partir do 6o mês intrauterino.&lt;br /&gt;â  Quando a criança chega ao 22o dia de vida e ainda não faz sucção, é indício de que é uma criança patológica grave e que ela não será mais capaz de faze-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Morder:&lt;br /&gt;Esse reflexo é o esboço do reflexo de sucção, é um abrir e fechar da boca.&lt;br /&gt;â  Ocorre até ± a 3a semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo dos Pontos Cardiais (teste de procura):&lt;br /&gt;Ao tocar nos pontos da boca da criança ela procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Gallant:&lt;br /&gt;Colocando a criança em DV e estimulando a musculatura paravertebral de um dos lados, ela se curvará para o mesmo lado do estímulo.&lt;br /&gt;â  Observado até ± 2o mês.&lt;br /&gt;§  Reflexo de Marcha automática:&lt;br /&gt;Quando colocado em pé numa mesa, com anteriorização de tronco, a criança é capaz de desencadear a marcha automática (flexão de uma perna e extensão da outra).&lt;br /&gt;â  ± 2o mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Vômito:&lt;br /&gt;Ao introduzir o V dedo um pouco mais dentro da boca da criança, ela reage com vômito (reflexo de defesa para que ela não engasgue).&lt;br /&gt;â  Ocorre ± no 3o/4o mês.&lt;br /&gt;â  ± no 6o mês começa a introdução de papinha para a criança, e com isso, ela perde esse reflexo (perde essa sensibilidade nos primeiros 1/3 da língua para o vômito)&lt;br /&gt;â  ± no 7o/8o mês esse reflexo é visto durante o sono (na parte mais interna da língua).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Positiva de Suporte:&lt;br /&gt;Quando a criança é colocada com os pés apoiados num suporte, visualiza-se uma co-contração dos MMII como uma resposta tátil proprioceptiva do próprio contato, dando uma aparência de pilar.&lt;br /&gt;Obs: A resposta tátil proprioceptiva desencadeia uma isometria.&lt;br /&gt;              Esse reflexo é inibido quando a criança começa a ser capaz de apoiar em calcanhar (5o /6o mês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Negativa de Suporte:&lt;br /&gt;Ao tirar os pés da criança de um suporte, ela faz flexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Preensão Palmar:&lt;br /&gt;Ao colocar a sua mão na mão da criança, ela reage com preensão.&lt;br /&gt;â  Esse reflexo é perdido quando a flexão fisiológica já diminuiu e a criança consegue descarregar peso na postura de PUPPY, ± no 6o mês.&lt;br /&gt;â  É um reflexo tátil proprioceptivo. (extremamente primitivo). Quando ocorre o amadurecimento do SNC e a criança começa a conseguir vencer a gravidade e sustentar peso sobre o braço ela começa a soltar os objetos (em torno do 6o mês).&lt;br /&gt;Obs: Começa no recém-nascido, mas não é um reflexo típico de recém-nascido (bulbo, ponte). No 6o mês já é mesencefálico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo de Preensão Plantar:&lt;br /&gt;Ao colocar o dedo em baixo dos dedos da criança, ela reage com preensão.&lt;br /&gt;â  Esse reflexo é perdido ± no 5o/6o mês (apoio total de calcanhar)&lt;br /&gt;â  É um reflexo tátil proprioceptivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reflexo Cutâneo Plantar:&lt;br /&gt;Ao fazer um estímulo na lateral da planta do pé da criança, até 1 ano ela responde com abdução e extensão de hálux. Com 2 anos ela responde com flexão de hálux.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Postura de Opstótomo:&lt;br /&gt;Obs: Nos casos mais graves, a extensão é tão grande que a criança chega a formar um arco.&lt;br /&gt;Apoio em um dos calcanhares e occipital, pernas em tesoura (cruzada), flexão de punho e cúbito, rotação interna de úmero e boca aberta.&lt;br /&gt;            Algumas crianças fazem aumento de tônus em tesoura também em MMSS, ou seja, flexão de punho, extensão de cúbito, rotação interna de úmero e braços cruzados.&lt;br /&gt;Obs: A criança engasga, pois não consegue engolir saliva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  RTL – Reflexo Tônico Labiríntico:&lt;br /&gt;É desencadeado pelo posicionamento da cabeça (labirinto) no espaço.&lt;br /&gt;Obs: Característica marcante do recém-nascido até ± o 2o mês, onde predomina o plano sagital.&lt;br /&gt;Ao posicionar a criança na postura genopeitoral (quase DL) com a cabeça mais em extensão, ocorre um ligeiro aumento do tônus para extensão de todo o corpo da criança.&lt;br /&gt;Ao posicionar a criança na postura genopeitoral (quase DL) com a cabeça mais em flexão, ocorre um ligeiro aumento do tônus para flexão de todo o corpo da criança.&lt;br /&gt;â  Até ± 2o mês.&lt;br /&gt;Obs: O posicionamento do labirinto no espaço dita o aumento ou não do tônus. Posicionar o labirinto no espaço é de extrema importância para controlar um tônus patológico (criança ou adulto).&lt;br /&gt;Numa criança com espasticidade, se você jogar o labirinto para trás, ela vai entrar numa espasticidade incontrolável.&lt;br /&gt;O kique na bola “aumenta” ou normaliza o tônus mantendo uma maior retificação do tronco pelo labirinto.&lt;br /&gt;Qualquer reflexo labiríntico é desencadeado pela musculatura nucal, ou seja, pelo posicionamento da cabeça no espaço. Eles vão mudar a distribuição tonal de todo o corpo da criança, pois o labirinto é um órgão totalmente ligado a distribuição de tônus muscular.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NUNCA se deve estimular reflexo numa criança patológica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  RTCA – Reflexo Tônico Cervical Assimétrico (reflexo do esgrimista):&lt;br /&gt;Ao rodar (lateralizar) a cabeça da criança para um dos lados, observa-se uma maior extensão do MS e MI do lado do olhar e para o lado occipital, uma flexão do MS e MI.&lt;br /&gt;â  Observado desde o recém-nascido até ± 4 a 6 meses.&lt;br /&gt;Obs: Numa criança normal o RTCA vai diminuindo gradativamente, e mesmo no recém-nascido, dificilmente esta criança permanece no RTCA por muito tempo.&lt;br /&gt;O RTCA é a primeira noção que a criança tem dos lados direito e esquerdo, noção de transferência de peso.&lt;br /&gt;Estímulo ao RTCA ® Estimular a criança pelo olhar&lt;br /&gt;RTCA patológico ® Quando ocorre de forma abrupta ou permanece depois do 6o mês.&lt;br /&gt;Obs: O recém-nascido e a criança patológica que entram em RTCA, também fazem uma curvatura na coluna (forma um C), uma flexão lateral do tronco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  RTCS – Reflexo Tônico Cervical Simétrico:&lt;br /&gt;Quando se tem uma extensão da cabeça é desencadeado aumento do tônus extensor dos MMSS e aumento do tônus flexor dos MMII (gato olhando a lua)&lt;br /&gt;Quando se tem ema flexão da cabeça é desencadeado aumento do tônus flexor dos MMSS e aumento do tônus extensor dos MMII (gato bebendo água).&lt;br /&gt;â  Observado até 4 a 6 meses (extremamente sutil).&lt;br /&gt;Obs: Padrão total ® Criança patológica grave&lt;br /&gt;              As crianças mal trabalhadas usam esse padrão para se locomover (padrão coelho – usa a flexão e extensão da cabeça para se locomover, algumas crianças chegam a saltar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reações Associadas:&lt;br /&gt;As reações associadas são observadas em crianças hemiplégicas (não é o movimento normal), que ao tentar realizar um movimento do lado são, aumentam o tônus do lado hemiplégico.&lt;br /&gt;Obs: Reação associada é quando ocorre aumento de tônus, ou seja, é um movimento anormal, como se o lado lesado tentasse auxiliar o movimento. Ocorre principalmente quando a criança tenta realizar um grau de força que represente uma maior dificuldade para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao nível Mesencefálico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reação Cervical de Retificação:&lt;br /&gt;Quando a cabeça da criança é rodada para um dos lados (ativo ou passivo), segue-se a rotação com o corpo como um todo em direção ao lado onde a criança foi virada.&lt;br /&gt;É a criança virar em bloco, também desencadeado pelos músculos cervicais.&lt;br /&gt;â  Observado do nascimento até no máximo 6 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reação Corporal Agindo sobre o Corpo:&lt;br /&gt;Ela modifica a reação cervical de retificação, introduzindo uma rotação no tronco entre os ombros e o quadril. A criança pode iniciar o virar pelo ombro, o corpo agora dissocia, o quadril segue mais tarde ou ao inverso.&lt;br /&gt;            É o rolar dissociado.&lt;br /&gt;â  Observado do 6o ao 8o mês (experimento do plano rotacional).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reação Labiríntica de Retificação:&lt;br /&gt;Ela serve para manter a cabeça em posição normal no espaço. É fraca no recém-nascido e realmente presente no 4o ao 6o mês.&lt;br /&gt;â  Começa do 4o ao 6o mês.&lt;br /&gt;Obs: Persiste por toda a vida.&lt;br /&gt;  Quando se esta de pé e transfere-se peso para um dos lados, a cabeça lateraliza, o tempo inteiro o labirinto tenta manter a retificação.&lt;br /&gt;  Quando você sai do seu eixo de gravidade, o corpo tenta retificar, e isso sempre começa pela cabeça.&lt;br /&gt;  A criança que não sustenta a cabeça nunca vai conseguir uma marcha biomecanicamente correta, não vai conseguir os outros movimentos normais, e também não vai normalizar tônus. O controle de cabeça é o primeiro passo que tem que ganhar, principalmente em crianças até 1 ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reação de Retificação Corporal Agindo sobre a Cabeça:&lt;br /&gt;Estimulando-se simetricamente a superfície do corpo e colocando em contato com uma superfície de apoio, a cabeça também se apoia nessa superfície.&lt;br /&gt;Obs: Paciente parkinsoniano ao deitar não apóia a cabeça (encaixa o queixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reação de Anfíbio:&lt;br /&gt;Quando a criança é colocada em prono (DV) e levantamos um lado da pelve, o MI e MS do lado do estímulo se fletem.&lt;br /&gt;â  Observado do 4o ao 6o mês.&lt;br /&gt;Obs: Estímulo ao arrastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§  Reações de Movimentos Automáticos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reação de Moro:&lt;br /&gt;Obs: É uma das maneiras da criança experimentar a extensão total do corpo.&lt;br /&gt;Pode ser desencadeado por movimentos bruscos, sons, luz.&lt;br /&gt;Ex: Apoiar a cabeça da criança, elevar o corpo e soltar (movimento brusco), bater palma na frente da criança.&lt;br /&gt;Com a queda, a criança desencadeia uma extensão e abdução de caráter global dos 4 membros, seguida de uma flexão e adução.&lt;br /&gt;â  Observa-se extensão total até 4 meses, mas pode ter resquícios até 1 ano.&lt;br /&gt;Obs: A ausência do Moro é sinal de lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reação de Landau:&lt;br /&gt;Colocando a criança em suspensão ventral, ela responde com um movimento de extensão da cabeça e quadril.&lt;br /&gt;â  Inicia-se por volta do 5o ao 6o mês e mais pronunciado do 7o ao 12o mês.&lt;br /&gt;Obs: Do 7o ao 12o mês é comum observar extensão também dos MMII.&lt;br /&gt;É uma reação que começa a ser desencadeada pela cabeça; uma criança sem controle de cabeça e com pouca força de tronco não consegue fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Extensão Protetora dos Braços ou Reação de Para-Quedas:&lt;br /&gt;Colocar a criança em DV na bola e levar para frente, para os lados e para trás ou segurando a criança pela cintura, no ar, levar de encontro ao chão.&lt;br /&gt;â  Normal de 5o ao 6o mês para frente, 8o mês para os lados e 10o mês para trás.&lt;br /&gt;Obs: A reação protetora para o lado esta totalmente ligada a melhora da reação de retificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao nível Cortical:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reações de Equilíbrio:&lt;br /&gt;Ao colocar uma criança de 6 meses em DV numa prancha, já se consegue identificar a reação de equilíbrio. A criança realiza uma contração lateral, e mantém essa contração quando se desloca ou lateraliza a prancha.&lt;br /&gt;Obs: Em DD a criança rola, ou seja, ainda não consegue manter o equilíbrio ao deslocar a prancha.&lt;br /&gt;Com  8 meses  a criança consegue responder ao equilíbrio quando colada em DD.&lt;br /&gt;Com  12 meses  a criança consegue responder ao equilíbrio quando colada na postura sentada.&lt;br /&gt;Com  18 meses  a criança consegue responder ao equilíbrio quando colada de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fisineurofuncional.blogspot.com/2011/02/desenvolvimento-motor-anormal.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7773643772230492223?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7773643772230492223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7773643772230492223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/05/desenvolvimento-motor-anormal.html' title='Desenvolvimento Motor Anormal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-872724148404571018</id><published>2011-05-09T09:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T09:18:00.176-07:00</updated><title type='text'>Fases de desenvolvimento infantil até os 12 meses</title><content type='html'>Rápidas mudanças no desenvolvimento ocorrem durante os primeiros 24 meses após o nascimento e influenciam dramaticamente por toda a vida. As mudanças evolutivas que ocorrem durante esse período são resultado de complexo desenvolvimento neurológico, o qual é influenciado por fatores genéticos e ambientais [8].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento do desenvolvimento motor assume importância fundamental na clínica pediátrica, sobretudo, em casos de o lactente apresentar ou correr o risco de apresentar, distúrbio motor devido a alguma lesão nervosa ou a uma anomalia do sistema osteomuscular [4]. Por isso, o fisioterapeuta precisa de noções e conhecimento claros sobre desenvolvimento, para poder avaliar o lactente ou a criança, sabendo identificar as características individuais do desempenho e que conheça mais as capacidades e respostas diante de certos estímulos que podem ser esperados em determinada idade [3].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada criança apresenta seu padrão característico de desenvolvimento, pela influência sofrida em seu meio. Durante os primeiros anos de vida os progressos em relação ao desenvolvimento costumam obedecer a uma seqüência ordenada, mas existe considerável variabilidade individual, de acordo com cada criança [3].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em mente que cada criança é um indivíduo com padrão, ritmo de desenvolvimento e habilidades ligeiramente diferentes, Flehmig [9-22] esboça as típicas aquisições da criança em desenvolvimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro Mês&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A postura do recém nascido é a flexão fisiológica. Predomina a assimetria. Em decúbito dorsal ele é capaz de virar a cabeça para ambas as direções. Em decúbito ventral ele é capaz de estender os membros inferiores reciprocamente e de virar a cabeça para liberar as vias aéreas nessa posição. A cabeça do recém nascido cai completamente para trás quando ele é puxado para a posição sentada. Quando segurado pelas axilas, apóia-se se mantendo erguido por alguns segundos sem fixação adequada e depois, cai fletindo os joelhos [9].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as primeiras semanas de vida, o lactente é capaz de reagir às sensações táteis, gustativas, sonoras, aos movimentos e as imagens visuais, especialmente diante de um rosto humano, mas depende de alguém que o alimente, o proteja e o suporte contra a ação da gravidade e durante os movimentos no meio ambiente [3].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança recém-nascida move os braços, as pernas e o corpo inteiro ao mesmo tempo (movimento em bloco) porque não pode ainda diferenciar os movimentos separados [23]. Os movimentos em bloco se evidenciam principalmente durante a manipulação, embora também possam ocorrer durante outros movimentos, como parte gradativa do controle motor [4]. À medida que o córtex e as bainhas de mielina se desenvolvem, é estabelecida a conexão com a medula espinhal, com isso os movimentos em bloco diminuem e os movimentos voluntários se tornam mais precisos [23].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetos que se movem na linha visual são percebidos e já fixados por pouco tempo. Os olhos acompanham junto com a cabeça à estimulação por um objeto, ou pelo rosto da mãe, até a linha média. A criança reage a efeitos luminosos ou acústicos com enrugamento da testa, Reflexo de Moro, diminuindo a atividade ou ficando totalmente quieta. Já produz poucos sons laríngeos. Chora antes das refeições. Quando ouve ruídos, interrompe seus movimentos mas ainda não se vira para a fonte acústica [9].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e Reações: Sucção e deglutição, quatro pontos cardeais, olhos de boneca, fuga à asfixia (até o resto da vida), glabelar, magnético, colocação palmar, colocação plantar, tônico cervical simétrico, preensão palmar, preensão plantar, tônico cervical assimétrico, tônico labiríntico, Galant, Moro, positivo de apoio, cutâneo plantar em extensão, marcha automática e a reação de endireitamento da cabeça[10].&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; Em decúbito dorsal, a criança ainda apresenta predomínio de flexão, mas realiza uma extensão melhor. O corpo já está simétrico. Na posição ventral já pode estender o segmento torácico. A cabeça levanta-se por curtos intervalos, ainda ligeiramente oscilando, mas não além dos 45º. Quando puxada para sentar, a cabeça ainda oscila, mas ela orienta-se para a posição ereta mais estável. Segurada pelas axilas, a criança ergue-se por alguns segundos de maneira mais estável e abandona a posição mais suavemente, fletindo os joelhos [11].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetos que se movem (à 30 ou 40 cm) são percebidos e fixados na linha visual. Os olhos param até que o objeto saia do campo visual. A criança reage a estímulos luminosos extremos com enrugamento da testa, choro, reflexo de Moro, ou diminuindo sua atividade, permanecendo quieta. Ouvindo ruídos, ela já inicia seus movimentos (pode se virar para a direção do som) [11].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e reações: Os reflexos têm menor intensidade, mas se produzem bem equilateralmente. São eles: Sucção e deglutição, Quatro Pontos Cardeais, Glabelar, Marcha Automática, Magnético, Colocação Plantar, Colocação Palmar, Galant, RTCA, RTCS, Tônico Labiríntico, Preensão Plantar, Preensão Palmar, Positivo de Apoio, Cutâneo Plantar em Extensão, Moro e a Reação de Endireitamento da Cabeça[10].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; A criança pode virar-se para os dois lados, não mais em bloco, mas já com certa rotação. A cabeça pode ser mantida na linha média, mas se coloca, freqüentemente, para um dos lados. As mãos podem ser trazidas para a linha média. Ela já brinca com as mãos e pode segurar objetos, levando-os à boca. Na posição ventral, ergue a cabeça a 45º e o apoio sobre os antebraços ainda não é estável [12].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança já colabora quando se quer levantá-la da posição dorsal. A cabeça já acompanha bem, mas ainda oscila um pouco. Segurada pelas axilas, já permanece mais estável na posição em pé. O tônus flexor já não predomina e a criança já mostra padrão extensor [12].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebem-se objetos na linha média e mesmo além dela para ambos os lados, na linha visual, à distância de 30-40cm. A criança acompanha o objeto a mais de 180º e já observa por tempo prolongado se este a interessar. Os movimentos dos olhos e cabeça já são, muitas vezes, simultâneos e coordenados. Ouvindo ruídos, a criança para de mover-se e vira logo para a fonte geradora [12].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e Reações: RTCA, Tônico Labiríntico, Preensão Plantar, Preensão Palmar, Cutâneo Plantar em Extensão, Moro e Reações de Endireitamento da Cabeça, Postural Labiríntica, Óptica de Retificação e Retificação do Corpo sobre a Cabeça[10].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, sentar e ficar em pé não são posturas independentes no primeiro trimestre. Mas o bebê mostra sinais do que está para acontecer. Lutando contra a gravidade, ele adquire controle da cabeça e dá um grande passo para vencer a força da gravidade que o havia deixado tão fisicamente dependente no momento do nascimento [2].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;As mãos são trazidas à linha média e contempladas, coordenadamente com a atitude da cabeça e do corpo. Em posição ventral, a cabeça já se ergue a quase 90º e apóia os antebraços com bastante estabilidade. Já iniciam os movimentos de rastejamento [13].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando levantada da posição dorsal, colabora com bom controle da cabeça. Sentada, o tronco ainda não é estável. Quando levantada pelas axilas, estende as pernas, encontra o suporte e faz peso ligeiramente mediante co-contração [13].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe objetos na linha média e além dela à distância de 20-30cm. Acompanha com os olhos e movimentos da cabeça um objeto até mais de 180º. Mãos, dedos e objetos são levados à boca e sugados. A criança opõe resistência quando lhe querem tirar um brinquedo. Já consegue distinguir bem as qualidades de sons [13].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e Reações: RTCA, Tônico Labiríntico, Preensão Plantar, Preensão Palmar, Cutâneo Plantar em Extensão, Moro e Landau[10].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contato com o ambiente melhorou e, por causa disso, a criança começa a investigar seu ambiente e mostra-se mentalmente mais adiantada do que lhe permite a motricidade. A criança já tem, além das fases da satisfação de necessidades alimentares, o desejo de contatos com o ambiente. Se não os consegue, chora [13].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinto Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; Em decúbito dorsal pode virar-se de um lado para o outro e, às vezes, atingir o decúbito ventral. Já leva os pés à boca. Em decúbito ventral, a cabeça ergue-se bem até 90º. Começa o deslocamento de peso para um dos lados, a fim de liberar um dos braços. Estabilidade incipiente do tronco. Quando erguido pelas axilas, há maior flexibilidade no joelho [14].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e Reações: Preensão Plantar, Cutâneo Plantar em Extensão, Landau e inicia-se a Reação de Equilíbrio[10].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexto Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; Se a criança se senta, pode-se tirar as mãos por curtos períodos. Ela joga-se, então, para adiante, tendo um controle de peso insuficiente. Quando colocada em pé, apresenta boa simetria da postura, mas não se mantém independentemente [15].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pode falar algumas palavrinhas como papai e mamãe [15].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e Reações:Preensão Plantar, Cutâneo Plantar em Extensão (dependendo da criança pode se extinguir nesse mês, mas em algumas perdura até 1 ano), Landau e Reações de Retificação da Cabeça sobre o Corpo, Endireitamento do Corpo sobre o Corpo, Postural de Fixação e de Proteção[10].   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sétimo Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Não permanece mais em decúbito dorsal, virando-se para um dos lados. Em decúbito ventral, às vezes tenta ficar de gato. Sentada, apresenta bom equilíbrio quando se inclina para frente. Quando segurada pelas axilas, tenta equilibrar-se, mas oscila [16].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança agarra objetos e tenta estabilizar-se neste sentido. Objetos menores e maiores são agarrados, quase sempre com a palma da mão. Já existe boa coordenação dos músculos oculares, boa coordenação olho-mão, já acompanha em todos os planos [16].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já come biscoitos que lhe são dados, bebe em xícara que alguém segura para ela e come com colher [16].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexos e Reações: Landau[10].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oitavo Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Da posição ventral, pode, fletindo-se, passar para a posição de gato. Sentada, já se apóia com rotação muito boa para adiante e lateralmente. Apoiando-se, já consegue ficar em pé [17].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança tornou-se muito mais estável e chega à posição ereta embora ainda sem segurança. Assim, do ponto de vista mental, há uma melhor situação e pode, a partir daí, descobrir melhor o seu meio. Movimentos continuados, modificações na posição e tentativas constantes de alcançar alguma coisa no espaço determinam o desenvolvimento [17].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nono Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Quase nunca assume a posição dorsal e ventral. Senta-se estavelmente e, quando perde o equilíbrio, reage com contramovimento do corpo. Fica em pé com maior estabilidade e, quando segurada, apresenta bom equilíbrio. Sentada ou em pé apóia-se sobre os quatro membros, locomovendo-se com maior rapidez [18].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa idade, o brinquedo bem agarrado já pode ser atirado. Pega objetos pequenos com o polegar e o indicador (pinça) [18].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Décimo Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Atinge o sentar sem apoio independentemente, com bastante equilíbrio. Também já fica em pé sozinha segurando em objetos. Passa da posição em pé para sentada e sentada para em pé [19].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta idade é o estádio intermediário da horizontal para a vertical ainda instável. Os estádios intermediários melhoram. A criança fica em pé e tenta largar-se. Anda ao longo dos móveis, engatinha. Por isso, já não se pode deixá-la só [19].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Décimo Segundo Mês&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Ainda preferem engatinhar, pois é uma locomoção mais rápida, mas já começam a dar os primeiros passos [20].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referencias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Vigiano AP, Reis CB, Recalde CSS, Mello JISC, Suenari L, Affara CR. A importância em estimular as fases do desenvolvimento motor normal de 0 a 18 meses. Fisioterapia em movimento 1997-1998; 10(2):31-43.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Goldberg C, Sant AV. Desenvolvimento motor normal. In: Tecklin JS. Fisioterapia pediátrica. São Paulo: Artmed; 2002. 13-34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Burns YR, MacDonald J. Desenvolvimento da motricidade desde o nascimento até os 2 anos de idade. In: Fisioterapia e crescimento na infância. São Paulo: Santos; 1999. 31-42.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Shepherd RB. Desenvolvimento da motricidade da habilidade motora. In: Fisioterapia pediátrica. São Paulo: Santos; 1998. 09-42.&lt;br /&gt;5.Silva RK, Gaetan ESM. A importância da estimulação ambiental e da intervenção fisioterapêutica precoce na habilitação de crianças com paralisia cerebral: uma visão neurofisiológica. Reabilitar 2004; 22(6): 49-57.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.Rtliffe KT. A típica criança em desenvolvimento. In: Fisioterapia clínica pediátrica. São Paulo: Santos; 2000. 23-68.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.Magalhães LC, Catarina PW, Barbosa VM, Mancini MC, Paixão ML. Estudo comparativo sobre o desempenho perceptual e motor na idade escolar em crianças nascidas pré termo e a termo. Arq. Neuro-Psiquiatr. 2003; 61.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.Santos DCC, Gonçalves VMG, Gabbard C. Desenvolvimento motor durante o primeiro ano de vida: uma comparação entre lactentes brasileiros e americanos. Temas sobre desenvolvimento. 2000; 9(53): 34-37.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.Flehmig I. Evolução normal e anômala primeiro mês-normal. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 111-122.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.Flehmig I. Reflexos e reações  In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 13-30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.Flehmig I. Segundo mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 123-136.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.Flehmig I. Terceiro mês-normal motricidade grosseira In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 137-153.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.Flehmig I. Quarto mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 155-172.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.Flehmig I. Quinto mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 173-182.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.Flehmig I. Sexto mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 183-191&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.Flehmig I. Sétimo mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 193-203.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.Flehmig I. Oitavo mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 205-223.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.Flehmig I. Nono mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 225-232&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.Flehmig I. Décimo mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 233-240.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20.Flehmig I. Décimo segundo mês-normal motricidade grosseira. In: Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente. São Paulo: Atheneu; 2004: 241-249.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/desenv_motor_octavio.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-872724148404571018?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/872724148404571018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/872724148404571018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/05/fases-de-desenvolvimento-infantil-ate.html' title='Fases de desenvolvimento infantil até os 12 meses'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-2200364032014267372</id><published>2011-05-03T06:14:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T06:14:00.823-07:00</updated><title type='text'>Icterícia Neonatal</title><content type='html'>As células vermelhas de nosso sangue, as hemácias, são as responsáveis pelo transporte de oxigênio aos tecidos. Elas apresentam uma vida média de 120 dias, após o qual são destruídas no baço e seus componentes são reaproveitados na produção de novas hemácias. Nessa destruição, o componente responsável por carregar o oxigênio, a hemoglobina, é quebrada em partes menores, uma das quais é convertida em bilirrubina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa bilirrubina é capturada pelo fígado e após sofrer alguns processos é excretada (jogada fora) através da bile, que fica armazenada na vesícula. Quando alguma parte de todo esse complexo sistema está afetada, pode ocorrer icterícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos recém-nascidos apresenta icterícia nos primeiros dias de vida, sem significar, contudo, a presença de alguma doença. É a chamada icterícia "fisiológica" (ou normal) do recém-nascido. Porém, em alguns casos a icterícia decorre de alguma doença, devendo ser corretamente identificada, para permitir o tratamento adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Icterícia "fisiológica" do recém-nascido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de icterícia acomete aproximadamente 2/3 dos recém-nascidos não-prematuros, sendo ainda mais freqüente nos prematuros. É uma circunstância normal, apresentando-se de forma leve na maioria das vezes e que regride espontaneamente, mas às vezes requer tratamento para evitar os problemas causados pelo excesso de bilirrubina no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela decorre de um conjunto de fatores que acabam levando ao aumento da produção de bilirrubina, a uma dificuldade de sua captação pelo fígado (o que permite seu acúmulo no sangue) e a um aumento da sua reabsorção nos intestinos. Tudo isso faz com que a concentração de bilirrubina no sangue aumente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora esse acúmulo possa ser considerado normal, nem sempre as conseqüências são inócuas, especialmente se o bebê for prematuro. Neles, dependendo da situação, existe a necessidade de tratamento para evitar-se a impregnação da bilirrubina no cérebro, o que causa graves danos à criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Icterícia "não-fisiológica"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todos os casos de icterícia não-fisiológica devem-se à exacerbação dos mesmos mecanismos que causam a icterícia fisiológica. Assim, as principais causas estão relacionadas com os distúrbios da produção de bilirrubina, da captação hepática, do metabolismo, da excreção e da reabsorção intestinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas doenças que podem causar icterícia neonatal são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Anemia hemolítica: quando as hemácias são destruídas em excesso;&lt;br /&gt;• Infecções;&lt;br /&gt;• Síndrome de Gilbert, de Criegler-Najar: distúrbios do funcionamento de enzimas que atuam no metabolismo da bilirrubina;&lt;br /&gt;• Icterícia do aleitamento materno;&lt;br /&gt;• Jejum prolongado;&lt;br /&gt;• Estenose hipertrófica do piloro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns dados que alertam os médicos para uma provável natureza patológica para a icterícia. Um dado importante que pode ser percebido pelas mães é a descoloração das fezes, o que se associado à icterícia, sugere um distúrbio da excreção de bile (que contém bilirrubina). Assim, o acompanhamento médico do recém-nascido desde seu nascimento permite a suspeita de algum problema, e faz com que sejam realizados exames que objetivam identificar a causa do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Icterícia relacionada ao aleitamento materno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente um terço das crianças amamentadas ao seio apresentam concentrações aumentadas de bilirrubina no sangue. Apesar disso, não devemos atribuir ao leite materno a única causa da icterícia, sendo necessária a exclusão de outras causas potenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas formas dessa icterícia. Uma inicia-se precocemente, é conhecida como icterícia do aleitamento e deve-se provavelmente à ingestão de poucas calorias e líquido, nos primeiros dias de vida. A outra forma é a icterícia do leite materno, de início mais tardio e de causa ainda não esclarecida; acredita-se que haja algum distúrbio (inibição) do metabolismo da bilirrubina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o recém-nascido estiver bem e a concentração de bilirrubina não estiver acima dos níveis de risco, o aleitamento não deve ser interrompido. Porém, se as concentrações apresentarem comportamento ascendente e atingir níveis de risco, deve-se pesquisar outras causas e iniciar o tratamento. Se as outras causas forem excluídas, pode-se tentar interromper o aleitamento por 72 horas. Mas após esse período ele deve, sempre, ser reintroduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal objetivo do tratamento é evitar o acúmulo de bilirrubina no cérebro, o que pode causar uma doença chamada kernicterus, a qual traz grandes problemas ao desenvolvimento da criança. Quando é identificada um causa tratável de icterícia, esse tratamento específico é de extrema importância. O tratamento da icterícia inclui basicamente duas opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fototerapia ou banho de luz é a primeira opção, na maioria dos casos. Deve ser realizada no hospital, de preferência no alojamento conjunto. É ideal naqueles casos em que a elevação da bilirrubina é mais lenta e no tratamento da icterícia do prematuro. Consiste na exposição da criança a uma fonte de luz. A luz converte a bilirrubina, impregnada na pele e nas mucosas, em outra substância, que é "incolor" e não acumula no cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro método é a exsangüinotransfusão. É indicada para reduzir rapidamente a concentração de bilirrubina, quando há risco de acometimento do cérebro, especialmente se houver hemólise (destruição das hemácias). O risco de aparecimento de kernicterus é indicação absoluta para a realização desse tratamento. A exsangüinotransfusão consiste na retirada de todo o sangue da criança e a sua substituição por outro sangue, sem as concentrações altas de bilirrubina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-2200364032014267372?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/2200364032014267372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/2200364032014267372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/05/ictericia-neonatal.html' title='Icterícia Neonatal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-741611026196670611</id><published>2011-04-27T05:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T06:14:55.824-07:00</updated><title type='text'>Criança e diabetes</title><content type='html'>É principalmente na infância que o diabetes tipo 1 costuma aparecer. Por isso, para superar os efeitos iniciais do estresse, é fundamental que os pais e a criança recém diagnosticada, passem a fazer parte de uma equipe multiprofissional para que aprendam a lidar com o diabetes e, após os ajustes necessários, passam a levar uma vida saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil ouvir que o filho está com diabetes. Mas também não pode ser o fim do mundo. É lógico que o estilo de vida, tanto da criança quanto dos pais, vai passar por algumas alterações. No início, é preciso prestar atenção em tudo (depois, você vai se adaptar à nova rotina); quanto (e o quê) comer numa refeição, a medida adequada de qualquer atividade física, a monitorização da glicemia e a dose exata de insulina a ser injetada. Não é fácil para a criança assimilar tantas mudanças que exigirão dos uma dose alta de paciência, conhecimento e sabedoria. Falarão sobre o assunto os pediatras Dr. Durval Damiani, da Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Hospital das Clínicas (FM/USP) e a Dra. Elcy Falcão, presidente da Sociedade Pernambucana de Diabetes Juvenil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como identificar que a criança está com diabetes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dra. Elcy: Todos os pais que notarem que a criança começa a beber água em excesso, a urinar muito e a ter muita fome, comer exageradamente e não engordar, ao contrário, emagrecer, devem consultar um endocrinologista pediátrico. Esses são os principais sintomas, mas pode acontecer também dela apresentar dores abdominais, fraqueza nas pernas, cansaço, visão mais opaca, culminando com a presença de acetose – a criança apresenta problemas aparentemente respiratórios – que pode evoluir para cetoacidose diabética (coma diabético), ou seja, taxa de glicose muito alta. Porém, só vai acontecer se a criança não for socorrida a tempo. No diabetes tipo 1 é o próprio sistema imunológico que destrói as células fabricantes de insulina. Assim, a reposição dessa substância é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os pais devem falar com a criança e explicar o que ela tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dr. Damiani: O impacto do diagnóstico é sempre doloroso para os pais. Diria que no caso das crianças pequenas, eles sofrem mais do que o filho, que ainda não tem muita noção do que está se passando. Quando a criança tem dois anos, por exemplo, as instruções servem muito mais para os pais. Mas, aos poucos, é importante que a criança seja estimulada e se envolva em atividades educativas. Hoje, a tendência é de que esse aprendizado ocorra de maneira divertida. E as boas novidades não param de surgir – sempre com muita tecnologia. São programas de computador, sites na Internet e até vídeo games, com a finalidade de ajudar os baixinhos a lidar com a nova rotina. Só não dá para mentir para a criança, tapar o sol com a peneira, e buscar alternativas milagrosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É fundamental para a saúde que os pais invistam num bom controle?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dr. Damiani: Sem dúvida. Não é nenhum monstro de sete cabeças a criança ter diabetes. É importante saber e reconhecer que essa é uma disfunção metabólica perfeitamente controlada e não vai causar nenhum dano, se forem seguidas todas as orientações e propostas prescritas. Há vários exemplos de pessoas bem sucedidas que têm diabetes desde a infância. Não há nada que limite as perspectivas futuras de vida e longevidade. Portanto, nada de viver à sombra. Como tudo na vida, há um preço a pagar se a taxa de glicemia não for bem controlada. Durante dez a quinze anos do surgimento do diabetes, pode não acontecer nada. Passado esse período, as cobranças começam a ser feitas, se o diabetes não tiver sido bem monitorizado, e os juros são as complicações que irão interferir na saúde e na qualidade de vida. Nunca vamos parar de repetir: monitorização e controle adequado são essenciais na infância, na adolescência e na fase adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a educação em diabetes é tão importante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dra. Elcy: O tratamento do diabetes está baseado prioritariamente na educação. Todo o mecanismo maravilhoso que temos hoje em dia não é nada se não for feito um trabalho educativo sobre o tema. Está se chegando à conclusão que a maioria das complicações crônicas ocorrem, porque não foi feito um trabalho de educação em diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as armas que temos hoje para o bom controle do diabetes na infância?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Damiani: Inicialmente os pais, e, depois, a própria criança com a supervisão dos pais devem encarar o diabetes, aprender a lidar com as emoções e a conviver com essa disfunção metabólica, e como fazer para manter bem controlada a taxa de glicemia. Há dois picos principais da incidência do diabetes tipo 1: entre os 3 e 4 anos; e 7 e 8 anos. Outro pico é entre os 13 e 15 anos. Mas não há motivo para os pais se alarmarem, porque a ciência está muito avançada e há insulinas de alta qualidade. Agulhas e instrumentos de aplicação sofisticados. Monitores miniaturizados, cuja quantidade de sangue necessária para o teste é mínima. Eventualmente, sistemas de infusão de insulinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alimentação e exercícios ajudam a controlar a glicemia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Damiani: Sim, isso é um fato comprovado. A alimentação da criança deve ser balanceada, saudável e natural. As crianças podem comer saladas, arroz, feijão frutas, ou  seja, comer de tudo com moderação. Mas cuidado com os doces, pois o açúcar tem absorção rápida e é prejudicial à saúde. Aliás, uma boa dica é seguir esta educação alimentar também nas refeições da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que a criança tenha sua taxa de glicemia bem controlada, a prática de esportes ajuda muito no tratamento. É fundamental que tanto os pais quanto a criança tenham sempre em mente: Diabetes é perfeitamente controlável e permite uma excelente qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os pais podem agir apara ajudar o convívio da criança com diabetes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Elcy: Primeiro, é não ter medo do diabetes e não encará-lo como inimigo. Os pais devem saber que se tratarem corretamente seu filho hoje, amanhã ele terá vida normal como qualquer outra criança. É importante evitar o sentimento de pena. Não tratar com privilégios e nem com piedade porque toma insulina. Não fazer trocas ou recompensar, como por exemplo: se o filho tomar insulina, ou comer tal alimento irá ganhar um presente ou qualquer outra coisa. É uma responsabilidade que a criança tem que ter, e sem trocas nem compensações adicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais devem estar alertas e não permitir transgressões. A criança deve ser tratada igual aos outros irmãos, não como exceção. Não é porque toma insulina e faz monitorização da glicemia, que tem que deixar fazer o que quiser e não ser repreendido. As repreensões que tiverem que ser feitas para um filho que não tem diabetes também devem ser feitas para aquele que tem. Se a criança aprende a bater o pé e os pais permitem, com o passar do tempo os pais não poderão mais controlá-la. Mesmo antes dos filhos, os pais precisam ser disciplinados para poder educar bem uma criança com diabetes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Revista “De Bem com a Vida”, da Roche Diagnóstica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.diabete.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-741611026196670611?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/741611026196670611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/741611026196670611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/04/crianca-e-diabetes.html' title='Criança e diabetes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-2788633787743889366</id><published>2011-04-05T14:10:00.001-07:00</published><updated>2011-04-05T14:10:12.886-07:00</updated><title type='text'>Teste do pezinho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/-tn0vf5CuMzA/TZHFoQF6ehI/AAAAAAAAE8E/Mdbqvakd4rQ/s1600/teste+do+pezinho34.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/-tn0vf5CuMzA/TZHFoQF6ehI/AAAAAAAAE8E/Mdbqvakd4rQ/s1600/teste+do+pezinho34.jpg" width="382" height="300"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="gmail_quote"&gt; &lt;h5&gt;Logo que o bebê nasce, ele vai da sala de parto direto para o  berçário. É ali que acontecem os primeiros exames que vão indicar como  está a saúde do seu filho recém-nascido. São exames gratuitos e  obrigatórios por lei. Um desses é o de triagem neonatal, mais conhecido  como teste do pezinho.&lt;/h5&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Por que fazer?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É com o teste do pezinho que se identificam doenças metabólicas,  genéticas ou infecciosas que, se não tratadas precocemente, podem levar à  deficiência mental ou outros prejuízos à qualidade de vida do bebê para  o resto da vida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Como é feito?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O exame deve ser feito em no mínimo 48 horas após o nascimento e, no  máximo, até a primeira semana de vida. É feita uma coleta de sangue em  um papel filtro por meio de uma pulsão – um furinho – feita no calcanhar  do bebê.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São três tipos de teste que podem ser feitos na criança. O básico,  que é gratuito, faz quatro diagnósticos: a Fenilcetonúria, o  Hipotireoidismo Congênito, a Anemia Falciforme, a Fibrose Cística e  demais Hemoglobinopatias (doenças do sangue), que poderão causar alguma  alteração no desenvolvimento neuropsicomotor da criança, se não tratadas  em tempo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existem ainda variações, como o teste do pezinho ampliado que é  composto por dez diagnósticos e o plus, que realiza mais de 46  diagnósticos. "Neste caso, são doenças muito raras e só deve ser  realizado por solicitação do pediatra quando alguma situação chama a  atenção durante a gestação, como má-formação, ou quando existe um  histórico familiar", explica a enfermeira Cibele Cristina Alves  Oliveira, da UTI neonatal e do berçário do Hospital Santa Catarina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O resultado sai após alguns dias e, assim que os pais o tiverem em  mãos, devem levar ao pediatra. Se der positivo, isso significa que  deverão ser iniciados os procedimentos de orientação e tratamento para  impedir que a doença diagnosticada se manifeste.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2011/04/04/exames-preventivos-o-teste-do-pezinho/" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-2788633787743889366?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/2788633787743889366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/2788633787743889366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/04/teste-do-pezinho.html' title='Teste do pezinho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tn0vf5CuMzA/TZHFoQF6ehI/AAAAAAAAE8E/Mdbqvakd4rQ/s72-c/teste+do+pezinho34.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8518653044600121649</id><published>2011-03-30T18:05:00.001-07:00</published><updated>2011-03-30T18:05:02.068-07:00</updated><title type='text'>Cuide da saúde respiratória de crianças</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;Os pulmões são os responsáveis pela respiração, tornando possíveis as  trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. Por isso, devemos tomar  todos os cuidados possíveis ao longo da vida para não danificar estes  órgãos, uma vez que estamos vulneráveis em todas as idades.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Alguns cuidados devem ser tomados sempre, em qualquer fase da vida.  Evitar o tabagismo ativo ou passivo é o principal deles. Mas também  devemos estar atentos a qualquer sintoma diferente e manter as vacinas  sempre em dia, seja na infância ou na fase adulta.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Primeiros cuidados&lt;br&gt; &lt;br&gt; São os bebês, lactentes e pré-escolares os que necessitam de maiores  cuidados com os pulmões. Os primeiros anos de vida são preciosos para  desenvolver vários órgãos e sistemas e é preciso estar atento para  evitar que os pequenos carreguem ou levem sequelas para a vida adulta.&lt;br&gt; &lt;br&gt; "Esse é um dos motivos de ouro para cuidarmos muito bem do pulmão de  nossos pequenos, pois os pulmões ainda vão crescer e ganhar espaço para  as trocas gasosas, por isso é preciso cuidado extra nessa fase da vida",  explica a dra. Marina Buarque de Almeida, diretora do Departamento de  Pediatria da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).&lt;br&gt; &lt;br&gt; As mães devem propiciar aos bebês o melhor desenvolvimento possível nos  primeiros meses para que o sistema imunológico, ainda inexperiente,  possa se adaptar às novas fases da vida. O ideal é que, antes do  nascimento, sejam tomadas algumas precauções para garantir um inicio de  vida tranquilo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Evitar a exposição ambiental nociva ao desenvolvimento pulmonar, como  tabaco e poluição, e realizar um bom pré-natal, seguindo corretamente as  recomendações do obstetra, são também importantes e podem evitar  problemas. Após o nascimento, as dicas são o aleitamento materno por  pelo menos 6 meses e tratar prontamente eventuais infecções  respiratórias.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Crianças e adolescentes&lt;br&gt; &lt;br&gt; Ainda nesta idade, muitos dos cuidados com a saúde dependem dos pais. No  caso dos menores, que frequentam creches e escolinhas, a dica é manter a  criança afastada em caso de infecções virais ou bacterianas pelo  período orientado pelo médico, evitando a propagação da doença para  outros alunos e professores.&lt;br&gt; &lt;br&gt; "A criança em fase de convalescença fica mais suscetível a pegar novas  infecções. Mesmo sendo bem cuidada, pode ter complicações como otites e  sinusites. Outra situação que exige atenção é a catapora, pois ocorrem  pequenos surtos em escolas, creches e berçários; essa infecção viral  pode se complicar, tornando-se, por exemplo, uma pneumonia", alerta dra.  Marina.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para as crianças em idade escolar, seguir o calendário de vacinas e  manter um hábito de vida saudável, com prática esportiva adequada para a  faixa etária, ajuda na prevenção. No caso dos adolescentes, a dica é  alertar sobre os riscos do tabagismo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Principais doenças&lt;br&gt; &lt;br&gt; Recém-nascidos: as principais doenças dizem respeito a complicações de  prematuridade, como a displasia broncopulmonar (um distúrbio pulmonar  crônico), pneumonias e desconforto respiratório adaptativo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Após os 28 dias de vida: bronquiolite, pneumonia, sibilância recorrente e tuberculose são as mais comuns.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Crianças: na idade pré-escolar e escolar, asma e pneumonia. As mesmas  podem acometer os adolescentes, também diagnosticados não raramente com  tuberculose.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Adultos e idosos: asma, pneumonia e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva  Crônica, que diminui a capacidade respiratória) são as principais. É  importante que o médico seja procurado ao primeiro sinal das doenças  respiratórias, para que o diagnóstico seja feito precocemente,  aumentando as chances de um resultado positivo no tratamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8518653044600121649?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8518653044600121649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8518653044600121649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/03/cuide-da-saude-respiratoria-de-criancas.html' title='Cuide da saúde respiratória de crianças'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-1799062036743979390</id><published>2011-03-30T18:04:00.001-07:00</published><updated>2011-03-30T18:04:33.539-07:00</updated><title type='text'>Pediatria preventiva pode evitar doenças na idade adulta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/-7UhGn5zjLkg/TX-yoct7bNI/AAAAAAAAAHs/r0SNAF-uZYc/s1600/pediatra.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/-7UhGn5zjLkg/TX-yoct7bNI/AAAAAAAAAHs/r0SNAF-uZYc/s1600/pediatra.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Prevenir doenças crônicas no adulto desde sua vida intrauterina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essa nova visão da medicina, denominada Origens Desenvolvimentistas da Saúde e da Doença, já é exercida em cerca de 1.600 crianças do Instituto da Criança, ligado ao Hospital da Clínicas da USP (FMUSP).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O atendimento é feito no Centro de Saúde-Escola Samuel Pessoa, da FMUSP, por meio de um trabalho experimental da Disciplina de Pediatria Preventiva e Social, chefiada pela professora Sandra Grisi.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As doenças crônicas degenerativas, como diabetes, hipertensão, obesidade e colesterol, podem ser evitadas no adulto se um acompanhamento médico preventivo for feito na infância.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;quot;A prevenção deve começar na pediatria&amp;quot;, afirma a doutora Ana Maria Escobar, pediatra do ICr também à frente da disciplina. O objetivo de uma atenção médica desde o nascimento é aumentar a expectativa de vida e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida na fase adulta. &amp;quot;Queremos que a pessoa viva até os 99 anos de forma saudável&amp;quot;, completa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pediatria preventiva&lt;br&gt;&lt;br&gt;A nova forma de encarar a pediatria é recente na história da medicina. Os primeiros estudos na área aconteceram na década de 1970.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;A partir daí, inúmeras pesquisas constataram que as próprias condições de vida intrauterina da criança influenciam nas chances de ela desenvolver doenças crônicas futuras&amp;quot;, declara a doutora Ana Maria.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ela explica que uma restrição de crescimento na barriga da mãe, em função do fumo, por exemplo, faz com que o bebê nasça com baixo peso e eleva as chances de desenvolver doenças na vida adulta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Porém, não são apenas fatores ambientais, como o fumo durante a gestação ou uma má alimentação, que aumentam o risco de doenças, mas também fatores genéticos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Por isso, para exercer a pediatria preventiva, deve ser verificada a predisposição da criança às doenças e aos fatores de risco aos quais está submetida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acompanhamento da criança&lt;br&gt;&lt;br&gt;No Centro de Saúde-Escola Samuel Pessoa, as crianças são observadas não apenas dentro dos parâmetros habituais para a faixa etária, como acompanhamento do crescimento e do peso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Também são consideradas as características ambientais e familiares, desde o desenvolvimento individual e histórico de gravidez da mãe até os problemas de saúde frequentes na família.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;A criança já possui, antes de completar um mês de vida, uma ficha completa onde consta todos os dados de sua família e histórico de doenças. Com isso temos um panorama de quem é a criança e assim conseguimos saber quais são seus fatores de risco e com o que temos que nos preocupar&amp;quot;, conta Ana Maria, que enfatiza: &amp;quot;E tudo é feito dentro de uma rotina normal de consultas médicas.&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Colesterol alto na infância&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se detectados fatores de risco que indiquem fortes chances do desenvolvimento de colesterol, por exemplo, já com dois anos a criança pode ter seu sangue colhido e a doença, se constatada, pode ser controlada. Das crianças que participam do programa experimental, 20 apresentam colesterol alto com menos de cinco anos de idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;quot;Com uma intervenção precoce pudemos descobrir a doença e não vamos deixar que a artéria dessa criança entupa. Assim ela chegará na fase adulta com a doença controlada&amp;quot;, assinala a pediatra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos dias 25 e 26 de novembro, um simpósio internacional sobre o tema acontece no Hotel Intercontinental, em São Paulo. O evento, denominado Developmental Origins of Health and Disease (DOHaD) Brasil, tem como objetivo ressaltar as influências das experiências no início do ciclo vital (nutricionais, ambientais, etc) sobre a saúde.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-1799062036743979390?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1799062036743979390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/1799062036743979390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/03/pediatria-preventiva-pode-evitar.html' title='Pediatria preventiva pode evitar doenças na idade adulta'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-7UhGn5zjLkg/TX-yoct7bNI/AAAAAAAAAHs/r0SNAF-uZYc/s72-c/pediatra.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5795971595498193428</id><published>2011-02-17T04:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-17T04:17:00.666-08:00</updated><title type='text'>A vibração torácica na fisioterapia respiratória de recém-nascidos  causa dor?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/recem-nascido.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até a década de 1970, acreditava-se que recém-nascidos não sentiam dor, pois seu sistema neurológico ainda seria imaturo e, por isso, esses pacientes estariam “protegidos” (1-5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, sabe-se que os recém-nascidos pré-termo são capazes de sentir dor e, além disso, são mais sensíveis a ela do que crianças maiores ou adultos (6-8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências dolorosas ou repetidas vivenciadas nos períodos peri e pósnatal podem causar efeitos neurobiológicos prolongados na estrutura cerebral e nas futuras reações comportamentais da criança, como déficits cognitivos e motores diagnosticados&lt;br /&gt;na idade pré-escolar e escolar (9-13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para avaliar a dor do neonato, que não pode expressá-la por meio de palavras e para atenuar a subjetividade das medidas comportamentais de dor e facilitar sua aplicação na prática clínica, foram desenvolvidas escalas de avaliação da dor uni ou multidimensionais. Dentre as primeiras, destaca-se o Sistema de Codificação da Atividade Facial (NFCS)(14-18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa escala comportamental avalia a presença ou ausência de movimentos faciais, que constituem a resposta mais específica aos procedimentos dolorosos agudos exibida pelos recém-nascidos.&lt;br /&gt;Os prematuros frequentemente apresentam doenças respiratórias e a abordagem fisioterapêutica faz parte do tratamento proposto nas Unidades de Terapia Intensiva&lt;br /&gt;Neonatais. Nos casos em que se objetiva a remoção de secreção do trato respiratório inferior, podem ser empregadas técnicas de higiene brônquica, como a vibração, a drenagem postural e a aspiração. A ênfase é direcionada às técnicas passivas e/ou de posicionamento para preservar a estrutura respiratória, evitando ou minimizando a dor e a manipulação excessiva (19-23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica de vibração auxilia na mudança das características da secreção, facilitando a sua remoção(23,24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, ainda não está claro se técnicas de fisioterapia desencadeiam dor no prematuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo deste estudo foi avaliar os parâmetros fisiológicos e comportamentais de dor em recém-nascidos pré-termo submetidos à vibração torácica para fisioterapia respiratória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/rpp/v28n1/v28n1a03.pdf"&gt;Leia o resultado dessa pesquisa clicando aqui.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5795971595498193428?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5795971595498193428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5795971595498193428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/02/vibracao-toracica-na-fisioterapia.html' title='A vibração torácica na fisioterapia respiratória de recém-nascidos  causa dor?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5388257678153959313</id><published>2011-02-10T07:13:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T07:13:00.300-08:00</updated><title type='text'>Curso Online de Saúde da Criança</title><content type='html'>Conteúdo Programático do curso online Saúde da criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Saúde da criança;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exame físico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inspeção;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Palpação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Percussão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ausculta;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cuidados com o recém-nascido;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alimentação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crescimento e desenvolvimento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vacinação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Referências Bibliográficas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público Alvo do curso:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Profissionais da área da saúde que trabalham ou estão dispostos a integrar o Programa de Saúde da Família&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Atualizar os participantes quanto à saúde da criança.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Orientar os profissionais de saúde que trabalham com crianças sobre os princípios básicos no crescimento e desenvolvimento das crianças.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/804"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" alt="Matricule-se" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5388257678153959313?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5388257678153959313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5388257678153959313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/02/curso-online-de-saude-da-crianca.html' title='Curso Online de Saúde da Criança'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6294217158886296354</id><published>2011-02-05T06:24:00.000-08:00</published><updated>2011-02-05T06:24:00.307-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia respiratória em terapia intensiva neonatal e pediátrica</title><content type='html'>A fisioterapia é uma modalidade terapêutica relativamente recente dentro das unidades de terapia intensiva pediátrica e neonatal e que está em expansão, especialmente nos grandes centros. Segundo a portaria do Ministério da Saúde no 3.432, em vigor desde 12/8/1998, as unidades de terapia intensiva de hospitais com nível terciário devem contar com assistência fisioterapêutica em período integral, por diminuírem as complicações e o período de hospitalização, reduzindo, conseqüentemente, os custos hospitalares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as várias áreas de atuação, fisioterapia é mais utilizada nas unidades de tratamento intensivo na prevenção e tratamento das doenças respiratórias. A fisioterapia respiratória era, a princípio, considerada sinônimo de tapotagem, a primeira técnica utilizada sistematicamente nesse período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o desenvolvimento de outras manobras fisioterápicas, as possibilidades disponíveis para a higiene brônquica tiveram incremento com a drenagem postural, vibração, compressão, e outras que podem ser utilizadas individualmente ou&lt;br /&gt;combinadas entre si. De modo geral, essas técnicas foram inicialmente utilizadas e avaliadas nos adultos, e não diferem das manobras de fisioterapia realizadas nestes pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do tempo, alguns aspectos passaram a ser observados com a fisioterapia respiratória, como a diferente resposta dos pacientes a uma mesma manobra, segundo a faixa etária, a constituição física e o tipo de doença. Outras observações constataram em alguns casos efeitos adversos da fisioterapia respiratória. Isso foi observado mais freqüentemente nos recém-nascidos, especialmente nos prematuros, e ensejou uma escolha mais criteriosa das técnicas fisioterapêuticas, que passaram a ter avaliação e execução individualizadas, de acordo com o paciente. Há uma tendência&lt;br /&gt;nos dias correntes a evitar manipulações freqüentes e/ou intensas especialmente no recém-nascido pré-termo, pelo risco de efeitos adversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os aspectos citados, relativos a eficácia, efeitos adversos e peculiaridades do tratamento fisioterápico respiratório em crianças, poucas vezes são avaliados com objetividade, pela complexidade dos casos internados em terapia intensiva, e pela falta de padronização no tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, há a necessidade dessa avaliação, que pode auxiliar na redução da morbidade e mortalidade dos pacientes, especialmente dos recém-nascidos em tratamento intensivo, com redução do tempo de hospitalização e custos hospitalares. Por estes motivos foi realizada a presente revisão sistemática baseada em evidências, relativa à eficácia, efeitos adversos e indicações dos procedimentos fisioterapêuticos respiratórios em&lt;br /&gt;pacientes pediátricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pediatriasaopaulo.usp.br/upload/pdf/1227.pdf"&gt;Leia mais sobre essa pesquisa clicando aqui!&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6294217158886296354?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6294217158886296354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6294217158886296354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/02/fisioterapia-respiratoria-em-terapia.html' title='Fisioterapia respiratória em terapia intensiva neonatal e pediátrica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5667971781434373087</id><published>2011-02-04T06:23:00.001-08:00</published><updated>2011-02-04T06:23:13.763-08:00</updated><title type='text'>A criança hiperativa</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;O distúrbio do déficit de atenção / hiperatividade é o distúrbio de saúde mental mais comum nas crianças. Seus principais sintomas são a dificuldade em prender a atenção, a hiperatividade e a impulsividade. Seu tratamento pode envolver diversas modalidades, mas é sempre importante que os pais e professores também recebam apóio para lidar com suas crianças&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Introdução&lt;br&gt;&lt;br&gt;O distúrbio de déficit de atenção / hiperatividade (DDAH) é o problema de saúde mental mais comum em crianças. As crianças que apresentam DDAH freqüentemente têm problemas com prestar atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O DDAH é sete vezes mais comum em meninos do que em meninas. As meninas são mais propensas a ter problemas com atenção e menos propensas a ter hiperatividade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como ocorre o distúrbio de déficit de atenção/hiperatividade?&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em cerca de 70% dos casos, o DDAH é hereditário, principalmente entre os meninos. As pesquisas continuam a se esforçar para encontrar porque esse distúrbio ocorre em algumas crianças, sem história familiar. Alguns fatores que podem contribuem com o risco de DDAH incluem:&lt;br&gt;  &lt;br&gt;• Abuso de substâncias durante a gravidez&lt;br&gt;• Tabagismo durante a gravidez&lt;br&gt;• Algumas doenças durante a gravidez&lt;br&gt;• Um trabalho de parto longo e difícil&lt;br&gt;• Falta de oxigênio para o bebê durante o nascimento.&lt;br&gt;  • O cordão umbilical ao redor do pescoço do bebê durante o nascimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As pessoas com DDAH têm pequenas diferenças na estrutura do cérebro. Essas diferenças se situam na parte frontal do cérebro (área envolvida com o controle-próprio) e em alguns pacientes no centro do cérebro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Quais são os sintomas?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A hiperatividade, usualmente aparece aos 2 ou 3 anos de idade ou até a primeira série. Os principais sintomas são:&lt;br&gt;&lt;br&gt;• Problemas de concentração e falta de atenção. As crianças e adolescentes com DDAH mudam de atividade muito rapidamente, freqüentemente não terminam o que começaram. Eles também se distraem muito facilmente por barulhos ou outras coisas ao seu redor.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;• Impulsividade. As crianças com esse sintoma freqüentemente reagem rapidamente sem pensar nos resultados. Eles também são impacientes e tendem a interromper outras conversas e começam tarefas sem nenhum planejamento.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;• Hiperatividade (movimento excessivo). As crianças hiperativas são excessivamente inquietas. Quase nunca se sentam, e quando sentam, elas usualmente mexem-se ou jogam as coisas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sintomas comumente relacionados são:&lt;br&gt;  &lt;br&gt;• Dificuldade em organizar tarefas e projetos&lt;br&gt;• Dificuldade em se acalmar à noite para dormir.&lt;br&gt;• Problemas sociais por ser agressiva, barulhenta, ou impaciente em grupos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como é diagnosticado?&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pediatra da criança irá questionar sobre os sintomas e irá observar o comportamento da criança, com relação ao DDHA. Para diagnosticar o DDAH, deve estar claro que os sintomas persistem e interferem de forma importante na vida diária da criança. Os pais e professores da criança podem colaborar através do preenchimento de questionários, para a identificação dos sintomas na criança. A criança poderá ser avaliada por um psicólogo ou outro profissional de saúde mental, para a realização de testes de atenção e autocontrole.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Não há testes físicos tais como exame de sangue ou tomografias de cérebro disponíveis, para ajudar no diagnóstico do DDAH.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Existem 3 formas de DDAH:&lt;br&gt;&lt;br&gt;• DDAH combinada. A criança apresenta todos os sintomas principais: falta de atenção, impulsividade e hiperatividade.&lt;br&gt;  • Predominantemente falta de atenção. A criança tem problemas com foco e atenção. Essa forma de DDAH freqüentemente não é diagnosticada, porque a criança é muito pouco hiperativa ou impulsiva.&lt;br&gt;• Predominantemente impulsiva-hiperativa. A falta de autocontrole é o principal problema.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Tratamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento do DDAH envolve três principais modalidades:&lt;br&gt;&lt;br&gt;• Aprendizado de novas habilidades. As crianças com DDAH aprendem a lidar com situações altamente estimulantes, que as distraem e superexcitam. Elas devem aprender a estudar em lugares silenciosos e fazer pausas freqüentes. Na sala de aula elas trabalham melhor em carteiras individuais, do que em mesas coletivas. Freqüentemente um fundo musical instrumental pode também ser útil. Crianças com DDAH necessitam de mais estrutura e rotina diária que a maioria das pessoas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;• Treinamento comportamental: Programas de comportamento simples com recompensas diárias, podem ser bons para ensinar a prestar atenção por mais tempo e a se manterem assentadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;• Medicamentos: desde 1920, alguns medicamentos tais têm sido usados. Eles são estimulantes, e parece atuar sobre áreas de autocontrole do cérebro. Esses medicamentos não deprimem as crianças, mas aumentam a auto-regulação. Cerca de 70% das crianças com DDAH apresentam uma melhora com o uso desses medicamentos. Os efeitos colaterais mais comuns são a perda de apetite e problemas para dormir. A dosagem de cada criança será ajustada gradualmente, para reduzir os efeitos colaterais. Algumas vezes, os medicamentos são usados apenas nos dias em que a criança vai para a escola.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Até quando podem ocorrer os sintomas?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas do DDAH quase sempre perduram da infância precoce até a puberdade. Entre a puberdade e a idade adulta jovem, cerca de metade das pessoas que sofrem de DDAH tem uma redução importante dos sintomas. A outra metade pode apresentar uma mudança leve ou nenhuma mudança nos sintomas na idade adulta. Ser mais paciente e conseguir permanecer sentado são as demonstrações de melhora mais comuns.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Apoio aos pais e professores&lt;br&gt;&lt;br&gt;As pesquisas têm esclarecido que a inclusão dos pais, no tratamento das crianças com DDAH, é importante para se alcançar o sucesso esperado. Os professores e diretores das escolas também devem estar envolvidos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em adição a terapia comportamental da criança, a terapia familiar pode ajudar a criança com DDAH e seus pais e irmãos a lidarem com os conflitos emocionais que quase sempre surgem no processo de manejo dessa condição. &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5667971781434373087?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5667971781434373087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5667971781434373087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/02/crianca-hiperativa.html' title='A criança hiperativa'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3961852274766924503</id><published>2011-01-30T06:23:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T06:23:00.246-08:00</updated><title type='text'>Prematuridade</title><content type='html'>A prematuridade é um processo que afecta o desenvolvimento do bebé nascido antes de se terem completado 37 semanas de gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prematuridade, especialmente no caso de ser extrema, é a causa principal dos problemas e inclusive da morte após o parto. Alguns dos órgãos internos do bebé podem não se ter desenvolvido completamente, o que o expõe a um risco maior de sofrer determinadas doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, desconhece-se a razão pela qual um bebé nasce prematuramente. No entanto, o risco de um parto prematuro é maior nas mulheres solteiras com baixos rendimentos e escassa educação. O cuidado pré-natal inadequado, uma nutrição deficiente ou uma doença ou infecção não tratadas durante a gravidez também expõem a mulher a um elevado risco de parto prematuro. Por razões desconhecidas, as mulheres de etnia negra são mais propensas a ter um parto prematuro do que as pertencentes a outros grupos étnicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o cuidado médico se iniciar no começo da gravidez, o risco de parto prematuro diminui e, no caso de este se apresentar, melhora o prognóstico. Se as contracções prematuras e o parto precoce parecem evidentes, o médico pode administrar medicamentos obstétricos para deter o parto temporariamente e corticosteróides para acelerar a maturação dos pulmões do feto. (Ver secção 22, capítulo 249)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento adequado dos pulmões é fundamental para o recém-nascido. Para que o bebé possa respirar por si mesmo, os sacos de ar (alvéolos) dos pulmões devem, no momento de nascer, encher-se de ar e permanecer abertos. Conseguem fazê-lo devido, em grande medida, a uma substância chamada surfactante, que se produz nos pulmões e reduz a tensão superficial. Os bebés prematuros não costumam produzir suficiente surfactante e, em consequência, os sacos de ar dos pulmões não permanecem abertos. Entre uma inspiração e outra, os pulmões sofrem um colapso completo. A doença resultante, a síndroma do distress respiratório (Ver secção 23, capítulo 252), pode provocar outros problemas significativos, que em alguns casos chegam inclusive a ser mortais. Os bebés com esta síndroma requerem tratamento com oxigénio; se a doença é grave, põem-se num respirador artificial e tratam-se com surfactante, que pode administrar-se directamente mediante um tubo introduzido na garganta do bebé (traqueia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de uns pulmões imaturos, um bebé prematuro tem um desenvolvimento cerebral incompleto, o qual contribui para pausas na respiração (apneia), devido a que o centro respiratório do cérebro pode ser imaturo. É possível utilizar medicamentos para reduzir a frequência da apneia e o bebé recuperar-se-á à medida que o cérebro amadureça. Um cérebro muito imaturo é vulnerável a hemorragias ou a lesões se se interromper o fornecimento de oxigénio ou de sangue. Mesmo quando existe hemorragia cerebral, a maioria dos bebés desenvolvem-se normalmente, a menos que apresentem uma lesão cerebral grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento prematuro do cérebro pode impedir que o bebé chupe e engula normalmente. Muitos bebés prematuros alimentam-se por via endovenosa ao princípio e depois passam à alimentação com leite fornecido através de um tubo que chega ao estômago. Às 34 semanas de idade, devem ser capazes de tomar o leite do peito materno ou de um biberão. Inicialmente, o reduzido volume do estômago pode limitar a quantidade que se lhes pode administrar em cada lactação; quando é demasiada, o bebé vomita-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bebés prematuros são particularmente propensos a sofrer flutuações nos valores de açúcar (glicose) no sangue (quer sejam altos, quer baixos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema imunitário dos bebés prematuros não se encontra totalmente desenvolvido. Não receberam o complemento necessário de anticorpos contra as infecções, que a sua mãe lhes proporciona através da placenta. O risco de contrair infecções graves, sobretudo as que afectam o fluxo sanguíneo (sepse), é consideravelmente mais alto nos bebés prematuros do que nos nascidos no termo. Também são mais propensos a contrair enterocolite necrosante (uma inflamação muito grave do intestino). (Ver secção 23, capítulo 252)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do nascimento, os produtos de dejecção do feto atravessam a placenta e são expulsos pela mãe. Depois do parto, os rins e o intestino devem encarregar-se desta função. A função renal do bebé sumamente prematuro é limitada, mas melhora à medida que os rins amadurecem. Depois do parto, o bebé necessita um funcionamento hepático normal, além do intestinal, para expulsar bilirrubina (pigmento amarelo derivado da destruição normal dos glóbulos vermelhos) pelas fezes. A maioria dos recém-nascidos, sobretudo os prematuros, apresentam um aumento temporário na concentração de bilirrubina no sangue que pode causar icterícia. Esse aumento produz-se porque a sua função hepática carece de suficiente maturidade e, além disso, porque não possuem a mesma capacidade de ingerir alimentos e têm menos movimentos intestinais do que os bebés mais velhos. Os níveis muito altos de bilirrubina podem produzir querníctero, uma forma de lesão cerebral. No entanto, a maioria dos bebés tem algo de icterícia, que não é grave e desaparece à medida que melhoram tanto a sua alimentação como os seus movimentos intestinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habitualmente, os bebés prematuros são colocados numa incubadora, já que perdem calor rapidamente e têm dificuldades para manter a temperatura normal do corpo.&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Traços físicos de uma criança prematura&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tamanho pequeno.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Baixo peso ao nascer.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Veias visíveis sob a pele.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pouca gordura sob a pele.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pouco cabelo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Orelhas finas e moles.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cabeça relativamente grande.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pouco desenvolvimento do tecido pulmonar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculos fracos e actividade física reduzida (uma criança prematura tende a não mexer os braços e as pernas como uma criança nascida no fim do tempo o faz).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Poucos reflexos de sucção e deglutição.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Respiração irregular.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escroto pequeno, com poucas pregas (meninos).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os lábios grandes ainda não cobrem os lábios pequenos (meninas).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3961852274766924503?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3961852274766924503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3961852274766924503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/01/prematuridade.html' title='Prematuridade'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8954622082056219539</id><published>2011-01-28T11:13:00.001-08:00</published><updated>2011-01-28T11:13:57.243-08:00</updated><title type='text'>O que é varicela / catapora?</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;A varicela (catapora) é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, causada por um vírus chamado Varicela-Zoster. Esse vírus pode causar vários tipos de infecções: primária (quadro clínico de catapora bem estabelecido), latente (sem manifestação clínica) e reativação.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Esse vírus permanece em nosso corpo a vida toda, estando como que adormecido; sua reativação determina doença localizada na área correspondente a um ou mais nervos sensitivos e chama-se então Herpes-Zoster, conhecida também como cobreiro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;COMO SE ADQUIRE?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na era pré-vacina 90% das pessoas suscetíveis desenvolviam a doença primária varicela ou catapora. No contato intradomiciliar a contaminação da doença ocorre em mais de 80% dos propensos; em contato menos íntimo (colégio), baixa para 30% das crianças.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A passagem da doença de pessoa a pessoa em uma mesma casa costuma tornar mais grave o quadro. O período de transmissão inicia 24 a 48 horas antes do surgimento das lesões da pele e se estende até que todas as vesículas tenham desenvolvido crostas (casca), usualmente 7 a 9 dias. O tempo que medeia entre o contato e surgimento da doença (incubação) é de 14 a 16 dias, variando entre 10 e 21 dias. A transmissão se dá através do contato aéreo, de via respiratória para via respiratória ou por contato direto com as lesões vesiculares cujo líquido está cheio de vírus.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O QUE SE SENTE?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma vez alojados no organismo, os vírus começam a se reproduzir, invadem o sangue e produzem os sinais de infecção: febre 38 a 38,5°C, mal estar, perda do apetite, dor de cabeça. Os sintomas são mais ou menos intensos na dependência da quantidade de vírus contaminantes e da capacidade de defesa daquele indivíduo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;LESÕES DA PELE E DAS MUCOSAS:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os vírus que estão na árvore respiratória são carregados para a pele e mucosas pela corrente sangüínea. Inicia-se uma reação inflamatória local; aparecem pequenas pápulas avermelhadas com prurido intenso que evoluem rapidamente para pequenas vesículas com líquido cristalino, que acaba se turvando. As vesículas retraem-se no centro e inicia-se a formação de crosta escura (casca). Tudo ocorre em mais ou menos 2 a 3 dias. As lesões surgem em &amp;quot;ondas&amp;quot; independentes o que faz com que haja, no mesmo indivíduo, lesões de variados estágios evolutivos, sendo este achado um dos mais importantes para a confirmação do diagnóstico. O número das lesões é extremamente variável (10 a 1500 em pessoas normais); na média podemos falar em cerca de 300.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO&lt;br&gt;&lt;br&gt;O diagnóstico é fundamentalmente clínico. O tratamento é dirigido ao abrandamento dos sintomas. É uma doença benigna e a cura se faz por reação do próprio organismo. Atualmente, as complicações mais importantes acontecem por contaminação com bactérias. Gestantes, recém-nascidos e indivíduos com defesas baixas são casos que necessitam atenção especial.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;HERPES-ZOSTER X VARICELA - CURIOSIDADE&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não se desenvolve Zoster por contato com varicela, mas se pode desenvolver varicela em contato com Zoster. Como?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sendo o Zoster a reativação do vírus que já estava no organismo, quem tem Zoster já curou sua varicela (com sintomas ou sem sintomas) e quem ainda não teve varicela pode pegá-la pelo vírus que se encontra na lesão do Zoster.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;PREVENÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;A vacina contra varicela é recomendada após o primeiro ano de idade em dose única.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os adolescentes suscetíveis necessitam 2 doses.  &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-8954622082056219539?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8954622082056219539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/8954622082056219539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/01/o-que-e-varicela-catapora.html' title='O que é varicela / catapora?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-777644217864802352</id><published>2011-01-24T06:20:00.001-08:00</published><updated>2011-01-24T06:20:31.816-08:00</updated><title type='text'>Vacinas em crianças</title><content type='html'>Na primeira vacinação da criança, você receberá a carteirinha de imunizações. Guarde-a com cuidado e leve-a sempre às consultas de rotina no pediatra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao nascer &lt;br /&gt;As vacinas contra algumas das formas mais graves de tuberculose (BCG) e contra a hepatite B (primeira dose) costumam ser aplicadas logo após o bebê nascer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tuberculose é uma infecção que geralmente afeta os pulmões, mas pode também atingir outras partes do corpo. O chamado Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch é transmitido por gotículas de secreções respiratórias espalhadas no ar. A doença é mais comum em áreas de higiene mais precária e em locais de confinamento, como prisões e asilos para idosos. O Brasil registra mais de 110 mil novos casos da doença por ano, um número considerado ainda bastante alto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hepatite B é uma inflamação no fígado causada por um vírus, transmitido por sangue ou secreções do corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mês &lt;br /&gt;A partir do primeiro mês de vida, dá-se a segunda dose da vacina contra a hepatite B. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois meses &lt;br /&gt;Aos 2 meses, as crianças tomam a primeira dose da vacina tetravalente (DTP Hib), contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomam também a primeira dose da vacina contra a poliomielite ou paralisia infantil (VOP, em gotinhas) e da vacina contra o rotavírus (VORH, em gotinhas), um vírus que causa diarréias severas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê toma ainda a primeira dose da vacina pneumocócica 10-valente, contra meningite e pneumonia pneumocócica, entre outras doenças. Era preciso pagar por essa vacina, mas os postos de saúde passaram a oferecê-la desde de março de 2010. Como cada estado começou a aplicar essa vacina em datas diferentes, confirme no posto de vacinação onde você costuma levar a criança se a vacina já está disponível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A difteria é uma infecção bacteriana que afeta principalmente a garganta, e suas complicações podem levar a problemas respiratórios, danos ao coração e ao sistema nervoso e, em casos mais extremos, até a morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não contagioso, o tétano, um bacilo introduzido no organismo através de ferimentos ou lesões, provoca um enrijecimento muscular geral, causando dificuldade na deglutição e na respiração, podendo ser fatal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causada pela bactéria Bordetella pertussis, a coqueluche é uma doença do aparelho respiratório, que se caracteriza por uma tosse seca e é especialmente perigosa para crianças em fase de amamentação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bactéria Haemophilus influenzae tipo b (Hib) provoca sintomas semelhantes aos da gripe, como dor de garganta ou de ouvido, mas o quadro pode evoluir para uma meningite, uma pneumonia ou uma inflamação na epiglote. Mundialmente, a bactéria é a responsável mais significativa por doenças bacterianas em crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vírus da poliomielite ataca o tecido nervoso do cerébro e da medula espinhal e pode levar à paralisia, geralmente dos membros inferiores. Ele é transmitido através de fezes ou secreções de uma pessoa infectada, e se espalha em lugares onde a higiene é inadequada. Atualmente, a pólio está erradicada no Brasil, mas a vacina continua sendo necessária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro meses &lt;br /&gt;A partir dos 4 meses, o bebê recebe a segunda dose das seguintes vacinas: tetravalente (DTP Hib, contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b), pólio (VOP), rotavírus (VORH) e pneumocócica 10-valente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis meses &lt;br /&gt;Aos 6 meses é dada a terceira dose de imunização contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela Haemophilus influenzae tipo b (DTP Hib), poliomielite (VOP), hepatite B e pneumocócica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nove meses &lt;br /&gt;Dose única da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco (zonas rurais da região Norte, Centro-Oeste, Estado do Maranhão, partes de Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) ou de transição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as pessoas que moram nessas regiões ou pretendem visitá-las, a vacina precisa ser reaplicada a cada dez anos, porém não deve administrada a gestantes nem a pessoas alérgicas a ovo. O melhor caminho é sempre conversar com um médico para esclarecer se seu filho e sua família precisam ou não ser imunizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, transmitida por mosquitos contaminados. No Brasil, sua forma urbana foi erradicada, mas a silvestre ainda persiste. Entre os principais sintomas da doença estão febre, dor de cabeça e no corpo, náusea, pele e olhos amarelados (icterícia) e hemorragias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano de idade &lt;br /&gt;Aos 12 meses, os bebês são imunizados contra a rubéola, o sarampo e a caxumba com uma dose da vacina tríplice viral (SRC). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que não tomaram a vacina pneumocócica 10-valente podem tomar uma dose única, entre 1 e 2 anos, durante o primeiro ano de implantação do programa (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rubéola não costuma ser uma doença grave, mas sua forma congênita, transmitida para um bebê durante a gestação, pode ser bem mais séria, causando surdez, cegueira, problemas cardíacos e até danos cerebrais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando contraída na infância, ela provoca febre, erupções cutâneas e inchaço dos gânglios linfáticos, porém seu diagnótisco nem sempre é fácil, já que os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altamente contagioso, o sarampo é uma das doenças infantis mais comuns de se pegar, mas no Brasil sua incidência caiu drasticamente devido ao sucesso da imunização. Seus principais sintomas são primeiramente prostração, febre, tosse, narriz escorrendo e dor nos olhos, seguidos pelo aparecimento de manchas na pele. As complicações são relativamente comuns, porque o sistema imunológico da criança fica muito fragilizado, e incluem pneumonia e infecções de ouvido. Em casos bem mais raros, as complicações podem afetar o sistema nervoso, causando, por exemplo, uma meningite ou uma encefalite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caxumba tem um período de incubação de entre 14 e 21 dias e é caracterizada por um inchaço na região entre as bochechas e o pescoço, abaixo das orelhas, além de febre. Entre as complicações mais graves que pode provocar estão meningite, surdez, encefalite e, nos homens, inflamação dos testículos, o que pode levar até a problemas de fertilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano e três meses &lt;br /&gt;A partir dessa idade, as crianças recebem as chamadas doses de reforço da DTP (difteria, tétano e coqueluche), da poliomielite e da pneumocócica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro a seis anos &lt;br /&gt;Uma segunda dose de reforço da vacina tríplice bacteriana (DTP) -- contra difteria, tétano e coqueluche -- é dada às crianças com mais de 4 anos, assim como uma dose de reforço da tríplice viral (SRC) -- contra sarampo, rubéola e caxumba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis a dez anos &lt;br /&gt;Uma dose de reforço da vacina contra a tuberculose (BCG) é aplicada nas crianças a partir de 6 anos. No caso dos bebês que tomaram vacina contra a febre amarela no primeiro ano de vida, uma dose de reforço também é dada com 10 anos (lembrando que esta vacina é válida por 10 anos e sempre terá que ser reaplicada após este intervalo de tempo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras vacinas &lt;br /&gt;Além das imunizações que já fazem parte do calendário oficial do Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que os bebês também recebam outras vacinas já disponíveis no país e que previnem contra doenças mais presentes em certas regiões, como a meningite meningocóccica ou a gripe causada pelo vírus influenza. O problema é que essas vacinas não são gratuitas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A vacina conjugada contra o meningococo tipo C é aplicada em duas doses no primeiro semestre (3 e 5 meses, por exemplo) e uma dose de reforço após 1 ano. A partir de agosto de 2010, ela passará a ser oferecida gratuitamente nos postos de vacinação. No primeiro ano de implantação da vacina no calendário básico de vacinação infantil, será aplicada também em crianças com idade entre 12 e 24 meses, em uma dose única. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A vacina contra a hepatite A é aplicada em duas doses, com intervalo de seis meses entre si, depois de 1 ano de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A partir dos 6 meses, os bebês podem tomar anualmente a vacina contra a influenza, a gripe. Até 9 anos, as crianças que recebem a primeira imunização contra esse vírus precisam de duas doses da vacina, com intervalo de um mês entre elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A vacina contra a catapora (varicela), uma doença altamente contagiosa provocada por um vírus, é aplicada em duas doses: com 1 ano de idade e depois aos 5. A catapora é caracterizada por bolhas no corpo todo (que acabam cicatrizando e formando "casquinhas"), e sua transmissão acontece através do contato com uma pessoa infectada. O período de maior contágio ocorre dois dias antes do aparecimento das bolhas e segue até a fase das crostas. O maior objetivo da imunização é prevenir complicações, tanto pelo próprio vírus como por infecções bacterianas secundárias na pele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indicação dessas vacinas depende de cada criança e do ambiente que ela frequenta. Converse com o pediatra para saber quais são recomendadas para o seu filho. Algumas são caras, por isso peça a ele que leve a relação custo-benefício em conta. Clínicas de vacinação muitas vezes aceitam cartão de crédito ou podem parcelar o custo. Pesquise, pois pode haver variação de preço de clínica para clínica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-777644217864802352?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/777644217864802352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/777644217864802352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2011/01/vacinas-em-criancas.html' title='Vacinas em crianças'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5464149402138823393</id><published>2010-12-27T10:35:00.001-08:00</published><updated>2010-12-27T12:33:57.649-08:00</updated><title type='text'>Doenças respiratórias na infância</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;São as doenças mais frequentes durante a infância, acometendo um número elevado de crianças, de todos os níveis sócio-econômicos e por diversas vezes. Nas classes sociais mais pobres, as infecções respiratórias agudas ainda se constituem como importante causa de morte de crianças pequenas, principalmente menores de 1 ano de idade. Os fatores de risco para morbidade e mortalidade são baixa idade, precárias condições sócio-econômicas, desnutrição, déficit no nível de escolaridade dos pais, poluição ambiental e assistência de saúde de má qualidade (SIGAUD, 1996).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-weight: bold; " &gt;RESFRIADO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Inflamação catarral da mucosa rinofaríngea e formações linfóides anexas. Possui como causas predisponentes: convívio ou contágio ocasional com pessoas infectadas, desnutrição, clima frio ou úmido, condições da habitação e dormitório da criança, quedas bruscas e acentuadas da temperatura atmosférica, susceptibilidade individual, relacionada à capacidade imunológica (ALCÂNTARA, 1994).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Principais sinais e sintomas: febre de intensidade variável, corrimento nasal mucoso e fluido (coriza), obstrução parcial da respiração nasal tornando-se ruidosa (trazendo irritação, principalmente ao lactente que tem sua alimentação dificultada), tosse (não obrigatória), falta de apetite, alteração das fezes e vômitos (quando a criança é forçada a comer).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Não existindo contra-indicações recomenda-se a realização de exercícios respiratórios, tapotagem e dembulação. Se o estado for muito grave, sugerindo risco de vida para a criança se ela continuar em seu domicílio, recomenda-se a hospitalização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;PNEUMONIA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Inflamação das paredes da árvore respiratória causando aumento das secreções mucosas, respiração rápida ou difícil, dificuldade em ingerir alimentos sólidos ou líquidos; piora do estado geral, tosse, aumento da frequência respiratória (maior ou igual a 60 batimentos por minuto); tiragem (retração subcostal persistente), estridor, sibilância, gemido, períodos de apnéia ou guinchos (tosse da coqueluche), cianose, batimentos de asa de nariz, distensão abdominal, e febre ou hipotermia (podendo indicar infecção).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;AMIGDALITES&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Muito frequente na infância, principalmente na faixa etária de 3 a 6 anos (ALCÂNTARA, 1994). Seu quadro clínico assemelha-se a um resfriado comum. Principais sinais e sintomas: febre, mal estar, prostração ou agitação, anorexia em função da dificuldade de deglutição, presença de gânglios palpáveis, mau hálito, presença ou não de tosse seca, dor e presença de pus na amigdala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Às orientações de enfermagem acrescentaria-se estimular a família a ofertar à criança uma alimentação mais semi-líquida, a base de sopas, papas ...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;OTITE&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Caracterizada por dor, febre, choro frequente, dificuldade para sugar e alimentar-se e irritabilidade, sendo o diagnóstico confirmado pelo otoscópio. Possui como fatores predisponentes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;alimentação em posição horizontal, pois propicia refluxo alimentar pela tuba, que é mais curta e horizontal na criança, levando à otite média;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;crianças que vivem em ambiente úmido ou flhas de pais fumantes;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;diminuição da umidade relativa do ar;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;limpeza inadequada, com cotonetes, grampos e outros, prejudicando a saída permanente da cera pela formação de rolhas obstrutivas, ou retirando a proteção e facilitando a evolução de otites micóticas ou bacterianas, além de poder provocar acidentes.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Orientar sobre a limpeza que deve ser feita apenas com água, sabonete, toalha e dedo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" &gt;SINUSITE&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Desencadeada pela obstrução dos óstios de drenagem dos seios da face, favorecendo a retenção de secreção e a infecção bacteriana secundária" (LEÃO, 1989). Caracteriza-se por tosse noturna, secreção nasal e com presença ou não de febre, sendo que raramente há cefaléia na infância (SAMPAIO, 1994). Casos recidivantes são geralmente causados por alergia respiratória. Possui como fatores predisponentes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;episódios muito frequentes de resfriado;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;crianças que vivem em ambiente úmido ou flhas de pais fumantes;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;diminuição da umidade relativa do ar.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-weight: bold; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-weight: bold; "&gt;RINITE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Apresenta como manifestações clínicas a obstrução nasal ou coriza, prurido e espirros em salva; a face apresenta "olheiras"; dupla prega infra-orbitária; e sulco transversal no nariz, sugerindo prurido intenso. Pode ser causada por alergia respiratória, neste caso faz-se necessário afastar as substâncias que possam causar alergia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;BRONQUITE&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Inflamação nos brônquios, caracterizada por tosse e aumento da secreção mucosa dos brônquios, acompanhada ou não de febre, predominando em idades menores. Quando apresentam grande quntidade de secreção pode-se perceber ruído respiratório ("chiado" ou "ronqueira") (RIBEIRO, 1994).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Propicia que as crianças portadoras tenham infecções com maior frequência do que outras. Pode se tornar crônica, levando a anorexia a uma perda da progressão de peso e estatura (RIBEIRO, 1994). Recomenda-se afastar substâncias que possam causar alergias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ASMA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Doença crônica do trato respiratório, sendo uma infecção muito frequente na infância. A crise é causada por uma obstrução, devido a contração da musculatura lisa, edema da parede brônquica e infiltração de leucócitos polimorfonucleares, eosinófilos e linfócitos (GRUMACH, 1994).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Manifesta-se através de crises de broncoespasmo, com dispnéia, acessos de tosse e sibilos presentes à ausculta pulmonar. São episódios auto-limitados podendo ser controlados por medicamentos com retorno normal das funções na maioria das crianças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Em metade dos casos, os primeiros sintomas da doença surgem até o terceiro ano de vida e, em muitos pacientes, desaparecem com a puberdade. Porém a persistência na idade adulta leva a um agravo da doença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fatores desencadeantes: alérgenos (irritantes alimentares), infecções, agentes irritantes, poluentes atmosféricos e mudanças climáticas, fatores emocionais, exercícios e algumas drogas (ácido acetil salicílico e similares).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;É importante que haja:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;estabelecimento de vínculo entre paciente/ família e equipe de saúde;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;controle ambiental, procurando afastar elementos alergênicos;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;higiene alimentar;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;suspensão de alimentos só deverá ocorrer quando existir uma nítida relação com a sintomatologia apresentada;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" &gt;fisioterapia respiratória a fim de melhorar a dinâmica respiratória, corrigir deformidades torácicas e vícios posturais, aumentando a resistência física.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Durante uma crise o paciente precisa de um respaldo medicamentoso para interferir na sintomatologia e de uma pessoa segura e tranquila ao seu lado. Para tanto a família precisa ser muito bem esclarecida e em alguns casos faz-se necessário encaminhamento psicológico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://www.hospvirt.org.br/enfermagem/port/infrespi.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5464149402138823393?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5464149402138823393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5464149402138823393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/12/doencas-respiratorias-na-infancia.html' title='Doenças respiratórias na infância'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-3328926909623650030</id><published>2010-12-17T13:03:00.001-08:00</published><updated>2010-12-17T13:03:53.561-08:00</updated><title type='text'>Arnica ajuda a tratar os machucados mais comuns nas crianças</title><content type='html'>&lt;br&gt;Com as crianças e jovens fora da escola, as viagens e passeios ficam mais frequentes e as contusões, com tantas idas e vindas, também. Pernas e braços roxos nem sempre são sinais de doenças. A prática do esporte e as brincadeiras podem ocasionar hematomas para os que têm uma vida saudável e querem aproveitar a brecha no calendário. Como eliminar as incômodas manchas púrpuras?&lt;br&gt; &lt;br&gt;A planta Arnica montana tem seus poderes medicinais conhecidos desde a Idade Média e já recebeu muitos nomes populares, entre eles o de &amp;quot;quina dos pobres&amp;quot;, fazendo alusão aos efeitos antitérmicos do vegetal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Por questões de solo e clima, seu cultivo é muito difícil no Brasil, ela é nativa dos Alpes suíços. Possui lindas flores amarelo-alaranjadas, parecidas com as margaridas. Aqui no país encontramos diversas outras espécies que são popularmente chamadas de arnica, mas que têm em comum somente a sua aplicação contra hematomas ou para aliviar distensões musculares. Para a homeopatia ela é uma só, com nome e sobrenome, a Arnica montana.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;Aplicada imediatamente após uma lesão, a Arnica montana reduz a formação do hematoma, é muito utilizada no tratamento da artrite, de queimaduras, ulceras eczemas e acne.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esta planta é rica em substâncias denominadas flavonóides que agem sobre os vasos sanguíneos, em carotenóides (grupo de pigmentos solúveis em gorduras), em ácidos fenólicos que têm ação bactericida e fungicida e, principalmente, em lactonas sesquiterpênicas que são responsáveis pelas propriedades antiinflamatórias, antihematomas e analgésicas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Externamente, salvo naqueles casos de pessoas com sensibilidade, o uso é tranquilo, existindo inúmeros produtos à base de Arnica como géis, talcos, pomadas, óleos no mercado mundial. Sua presença nos kits de primeiros socorros ou na mala da academia é bastante comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Aplicada imediatamente após uma lesão, a Arnica montana reduz significativamente a formação do hematoma, é muito utilizada no tratamento da artrite, de queimaduras, ulceras eczemas e acne; suas qualidades antibacterianas e antiinflamatórias ajudam a reduzir a dor e o edema e melhoram a cicatrização de feridas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamento pela semelhança&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os especialistas sempre dizem que a cura em homeopatia é baseada na Lei da semelhança. Mas, o que isso quer dizer? Empregam-se substâncias que potencialmente podem gerar os sintomas que o paciente apresenta, de forma altamente diluída. O resultado? Uma cura rápida e permanente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando alguém vai se submeter a uma cirurgia, independente se estética ou curativa, o cirurgião pode valer-se desta capacidade da Arnica montana em doses homeopáticas. O medicamento irá, preventivamente, preparar a reação do organismo para a ?contusão?, o edema e a inflamação que os cortes cirúrgicos provocam, ajudando no restabelecimento e evitando as complicações. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Estes medicamentos são seguros, pois sendo altamente diluídos, não geram efeitos colaterais, nem dependência e não interagem com outros medicamentos. Seu uso se baseia em dados experimentais e sua eficácia está garantida pela lei da semelhança, que é uma das leis de cura medicamentosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esta é uma das possibilidades de utilização da Arnica montana, isto é, a forma preventiva. Outra forma é aquela decorrente da consulta homeopática, onde o médico após analisar o conjunto sintomático do paciente encontra na Arnica montana o seu medicamento. Pode acontecer inclusive de o paciente receber a prescrição deste medicamento, tempos depois de ter sofrido uma contusão ou até mesmo tempos depois de uma contusão moral.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;O grande desafio na utilização correta de utilização dos medicamentos homeopáticos está justamente na adequação da indicação, naquilo que chamamos de diagnóstico medicamentoso. A adequação do grau da diluição também é parte importante do sucesso terapêutico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Com isso, já somos capazes de usufruir da famosa Arnica montana, sabendo que sua utilização em doses mínimas só nos trará benefícios, com a segurança e a eficácia&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-3328926909623650030?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3328926909623650030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/3328926909623650030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/12/arnica-ajuda-tratar-os-machucados-mais.html' title='Arnica ajuda a tratar os machucados mais comuns nas crianças'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7056795691428117733</id><published>2010-12-10T04:56:00.001-08:00</published><updated>2010-12-10T04:56:03.874-08:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento do cérebro infantil</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/_smGYRkuySnY/TN1J7BVwQ8I/AAAAAAAAFvc/W7QRo4MpbuE/s1600/stephenie-meyer.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/_smGYRkuySnY/TN1J7BVwQ8I/AAAAAAAAFvc/W7QRo4MpbuE/s1600/stephenie-meyer.jpg" width="297" height="352"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;No caso do recém nascido a termo, o peso do cérebro no dia do nascimento tem entre 300 e 330 gramas, aproximadamente. Com 1 ano, a massa encefálica será triplicada a 900 gramas, crescendo em ritmo bem mais lento até os 1.500 gramas da fase adulta. Portanto, o primeiro ano de vida é importantíssimo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O cérebro do recém-nascido é relativamente frágil, com conteúdo aquoso bastante grande. Depois, conforme vai chegando a 1 e 2 anos, esse conteúdo aquoso é substituído por proteínas, lipoproteínas e aminoácidos. Ocorre progressiva diferenciação da estrutura e também da ultra-estrutura: mielininização, características da célula nervosa e da célula de sustentação; o cérebro se diferencia nas interconexões nervosas e do ponto de vista bioquímico e enzimático.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Este crescimento no primeiro ano, entretanto, está sujeito a agressões que podem comprometer o cérebro, a exemplo de infecções como meningite e encefalite, traumas, desnutrição e doenças metabólicas e genéticas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Essas modificações anatômicas no cérebro da criança a termo têm repercussão muito visível e passível de medida. O desenvolvimento neurológico da criança pode ser medido por meio das escalas de avaliação. No Brasil são padronizados o exame neurológico do recémnascido e o exame do lactente, desenvolvidos pelos professores Lefèvre e Diament, mas a grande maioria dos instrumentos que complementam essa avaliação é de escalas internacionais, que não foram adequadas ao país. Daí, a necessidade de extremo cuidado quando esta  avaliação é feita com instrumentos padronizados em outros lugares. &lt;br&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7056795691428117733?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7056795691428117733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7056795691428117733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/12/desenvolvimento-do-cerebro-infantil.html' title='Desenvolvimento do cérebro infantil'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_smGYRkuySnY/TN1J7BVwQ8I/AAAAAAAAFvc/W7QRo4MpbuE/s72-c/stephenie-meyer.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6748998939217094499</id><published>2010-12-02T09:10:00.001-08:00</published><updated>2010-12-02T09:10:19.420-08:00</updated><title type='text'>Acidentes em crianças</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;0 aos 6 meses&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com o pediatra, dos 0 aos 6 meses, por exemplo, a criança precisa de proteção o tempo todo e os acidentes tendem a ocorrer mais freqüentemente quando ela adquire o hábito de se virar, engatinhar e pegar objetos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ele indica que, para evitar queimaduras, a mãe teste a água do banho com o cotovelo e evite beber líquidos quentes, como café ou sopa, com o filho no colo. Além disso, ele adverte que os únicos locais seguros para que um bebê nesta idade fique sozinho são o berço e o cercadinho. No entanto, é necessário que se verifique se os espaços entre as barras do berço são adequados para que o bebê não passe entre eles ou prenda sua cabeça. Neste sentido, os cercadinhos de malha são considerados os mais seguros.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O médico lembra que nunca se deve deixar uma criança desta faixa etária sem assistência sobre uma mesa de troca de roupas, por exemplo. Para evitar afastar-se, a recomendação é deixar sempre as fraldas à mão antes de largar a criança, recomenda o pediatra.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dos 0 aos 6 meses, os brinquedos devem ser grandes o bastante para não serem engolidos, além de serem resistentes para não quebrarem. Também é importante que não tenham pontas nem arestas agudas, sendo arredondados e de madeira lisa ou de plástico. Eles também não devem conter tintas tóxicas. Na hora de comprar, recomenda-se que se verifique as recomendações de idade do fabricante, alerta.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;É importante também que se mantenha objetos pequenos e agudos, fora do alcance das crianças. O mesmo com os sacos plásticos, fios de telefone longos e travesseiros fofos, que podem ser sufocantes, asfixiando a criança. O médico chama a atenção também para que a criança não durma na mesma cama que os pais, que, ao virarem-se à noite, podem asfixia-la.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Nas viagens de automóvel, as crianças nunca devem ser transportadas no colo das mães no assento dianteiro, pois, em um acidente, o corpo da mãe pode esmagar o do filho contra o painel, sem que esta tenha qualquer controle sobre a situação. O transporte adequado para bebês é a cadeirinha no banco de trás, sempre com cinto de segurança.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;7 aos 12 meses&lt;br&gt;&lt;br&gt;As crianças nesta faixa etária, descreve o Dr. Naves, já começam a engatinhar, ficam de pé e podem começar a caminhar. Eles põem tudo na boca. Deve-se ter cuidado, em especial, com os riscos de afogamento e de queimaduras, evitando-se a cozinha, considerada o local mais perigoso da casa. O médico propõe mesmo que se coloque um bloqueio que impeça a passagem da criança para a cozinha, pois líquidos e alimentos quentes, fios elétricos, torradeiras, bules, garrafas e o próprio fogão são perigosos, assim como a tábua de passar roupa.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Nesta etapa, deve-se manter fora do alcance das crianças todos os remédios e venenos, assim como os produtos perigosos, que devem ser mantidos em suas embalagens originais. Para evitar quedas, compensa usar portas ou portões nas escadarias e baixar o estrado das camas a partir do momento que a criança começa a sentar ou ficar de pé. Os cuidados que vinham sendo tomados até os seis meses podem ser todos mantidos. As tomadas podem passar a ser protegidas com protetores nos soquetes.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;1 a 3 anos&lt;br&gt;&lt;br&gt;O médico de Taguatinga, MG, explica que as crianças de 1 a 2 anos são muito ativas e têm necessidade de investigar, escalando, abrindo portas e gavetas, retirando coisas de armários e brincando com água. O De acordo com a cartilha &amp;quot;Acidentes na Infância&amp;quot; editada pelo Hospital São Camilo, de São Paulo, e disponível no seu site, nesta idade as crianças são ainda fascinadas pelo fogo e capazes de abrir a maioria dos recipientes, além de explorarem armários de louças, medicamentos, mesas de cabeceira, interior de guarda-roupa, geladeiras, fornos, entre outros locais que reservam perigos. Observar de perto as crianças desta idade é essencial para evitar acidentes.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Elas estão muito interessadas no que estão fazendo e tem pouca consciência dos perigos que podem estar correndo. São comuns as quedas e os cortes, por isso é preciso manter as portas ou caminhos para escadas, depósitos ou rua trancadas ou bloqueadas. Vale a pena usar pratos e copos de plástico e verificar os móveis com bordas cortantes. O pediatra ensina que nesta idade as crianças são rápidas e imprevisíveis. Elas podem arremessar e chutar bola, correr, pular e pedalar um velocípede. Elas começam a entender. Mas ainda não sabem o que é perigoso. Elas necessitam de proteção, supervisão e disciplina firme.Na banheira, deve-se usar tapetes não derrapantes e instalar grades em todas as janelas acima do primeiro andar. A cozinha continua sendo uma área de risco.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;3 a 5 anos&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com esta idade, explica o pediatra, a criança explora a vizinhança, corre, escala, anda com velocípede, aprende a andar de bicicleta, brinca com outras crianças, atravessa a rua e esses movimentos precisam ser feitos sob atenta vigilância. A enfermeira Shirley ensina ainda que nesta fase as crianças sobem em árvores, ficam em pé em balanços, brincam com mais violência com os brinquedos, bolas pesadas, fósforos e isqueiros, além de experimentarem remédios. Nesta fase, as crianças podem aceitar e responder aos ensinamentos, porém, elas ainda necessitam de proteção.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;6 a 12 anos&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aos seis anos, a criança explode em energia e constante movimento. Com um tempo de concentração breve, elas iniciam novas tarefas que não conseguem concluir, são autoritárias e sensíveis. Aos sete anos, elas ficam mais quietas que aos seis, mas são mais criativas e gostam de aventuras. Dos oito aos dez, são curiosas em relação ao funcionamento das coisas, tem maior autonomia para realizar tarefas. Dos dez aos doze, são intensas, observadoras, acham que sabem tudo, são energéticas, indiscretas e argumentadoras. Querem ser líderes e aceitas nos seus grupos, buscando, muitas vezes, atitudes radicais.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Durante esta faixa etária, recomenda o médico, em que os filhos estão longe de casa, por vezes durante horas, disciplina e orientação são essenciais. A escola e grupos comunitários partilham de responsabilidade por sua segurança. &amp;quot;Seus filhos estão participando de equipes esportivas, fazem parte de algum grupo e tentarão algo mais. Podem idolatrar e querer imitar heróis infantis ou uma pessoa mais velha que viva perigosamente&amp;quot; alerta. Segundo o Dr Manuel, crianças nessa idade devem assumir alguma responsabilidade por sua própria segurança, porém é aconselhável andar acompanhada até 11 anos, alerta.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ao chegar ao pronto-socorro, é necessário lavar estes &amp;quot;curativos&amp;quot;, o que pode ser bastante dolorido para a criança. Para evitar este tipo de iniciativa caseira e prestar o atendimento correto, ela sugere que os pais façam cursos de pronto-socorro, quando possível, ou que chamem o atendimento de resgate em casa, o que pode ser mais rápido e eficiente até do que levar a criança em conduções não habilitadas para o socorro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A prevenção dos acidentes na infância pode e deve ser instituída. O termo &amp;quot;acidente&amp;quot; implica a sua imprevisibilidade, e embora seja certo que as lesões não tenham maior probabilidade de ocorrer do que as doenças, estar atento para as situações de risco pode evitar perdas irreparáveis. &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6748998939217094499?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6748998939217094499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6748998939217094499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/12/acidentes-em-criancas.html' title='Acidentes em crianças'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-4222944932948521426</id><published>2010-11-09T06:07:00.001-08:00</published><updated>2010-11-09T06:07:11.398-08:00</updated><title type='text'>A Criança Hiperativa</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;img alt="http://www.ccvportomoniz.com/images/fotos/crian%C3%A7a1.JPG" src="http://www.ccvportomoniz.com/images/fotos/crian%C3%A7a1.JPG" width="260" height="219"&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;&lt;i&gt;O distúrbio do déficit de atenção / hiperatividade é o distúrbio de saúde mental mais comum nas crianças. Seus principais sintomas são a dificuldade em prender a atenção, a hiperatividade e a impulsividade. Seu tratamento pode envolver diversas modalidades, mas é sempre importante que os pais e professores também recebam apóio para lidar com suas crianças&amp;quot;.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="Introdução"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;O distúrbio de déficit de atenção / hiperatividade (DDAH) é o problema de saúde mental mais comum em crianças. As crianças que apresentam DDAH freqüentemente têm problemas com prestar atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O DDAH é sete vezes mais comum em meninos do que em meninas. As meninas são mais propensas a ter problemas com atenção e menos propensas a ter hiperatividade.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="Como ocorre o distúrbio de déficit de atenção/hiperatividade?"&gt;Como ocorre o distúrbio de déficit de atenção/hiperatividade?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;Em cerca de 70% dos casos, o DDAH é hereditário, principalmente entre os meninos. As pesquisas continuam a se esforçar para encontrar porque esse distúrbio ocorre em algumas crianças, sem história familiar. Alguns fatores que podem contribuem com o risco de DDAH incluem:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Abuso de substâncias durante a gravidez&lt;br&gt; • Tabagismo durante a gravidez&lt;br&gt; • Algumas doenças durante a gravidez&lt;br&gt; • Um trabalho de parto longo e difícil&lt;br&gt; • Falta de oxigênio para o bebê durante o nascimento.&lt;br&gt; • O cordão umbilical ao redor do pescoço do bebê durante o nascimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As pessoas com DDAH têm pequenas diferenças na estrutura do cérebro. Essas diferenças se situam na parte frontal do cérebro (área envolvida com o controle-próprio) e em alguns pacientes no centro do cérebro.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="Quais são os sintomas?"&gt;Quais são os sintomas?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;A hiperatividade, usualmente aparece aos 2 ou 3 anos de idade ou até a primeira série. Os principais sintomas são:&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• Problemas de concentração e falta de atenção&lt;/i&gt;. As crianças e adolescentes com DDAH mudam de atividade muito rapidamente, freqüentemente não terminam o que começaram. Eles também se distraem muito facilmente por barulhos ou outras coisas ao seu redor.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• Impulsividade.&lt;/i&gt; As crianças com esse sintoma freqüentemente reagem rapidamente sem pensar nos resultados. Eles também são impacientes e tendem a interromper outras conversas e começam tarefas sem nenhum planejamento.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• Hiperatividade&lt;/i&gt; (movimento excessivo). As crianças hiperativas são excessivamente inquietas. Quase nunca se sentam, e quando sentam, elas usualmente mexem-se ou jogam as coisas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sintomas comumente relacionados são:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Dificuldade em organizar tarefas e projetos&lt;br&gt; • Dificuldade em se acalmar à noite para dormir.&lt;br&gt; • Problemas sociais por ser agressiva, barulhenta, ou impaciente em grupos.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="Como é diagnosticado?"&gt;Como é diagnosticado?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;O pediatra da criança irá questionar sobre os sintomas e irá observar o comportamento da criança, com relação ao DDHA. Para diagnosticar o DDAH, deve estar claro que os sintomas persistem e interferem de forma importante na vida diária da criança. Os pais e professores da criança podem colaborar através do preenchimento de questionários, para a identificação dos sintomas na criança. A criança poderá ser avaliada por um psicólogo ou outro profissional de saúde mental, para a realização de testes de atenção e autocontrole.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não há testes físicos tais como exame de sangue ou tomografias de cérebro disponíveis, para ajudar no diagnóstico do DDAH.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existem 3 formas de DDAH:&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• DDAH combinada&lt;/i&gt;. A criança apresenta todos os sintomas principais: falta de atenção, impulsividade e hiperatividade.&lt;i&gt;&lt;br&gt; • Predominantemente falta de atenção&lt;/i&gt;. A criança tem problemas com foco e atenção. Essa forma de DDAH freqüentemente não é diagnosticada, porque a criança é muito pouco hiperativa ou impulsiva.&lt;br&gt; &lt;i&gt;• Predominantemente impulsiva-hiperativa&lt;/i&gt;. A falta de autocontrole é o principal problema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;DICA DE LIVRO:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/132795/hiperatividade:+como+lidar/?franq=172965"&gt;Hiperatividade&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21501501/transtorno+de+deficit+de+atencao/hiperatividade/?franq=172965"&gt;Transtorno do Deficit de atenção&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21501501/transtorno+de+deficit+de+atencao/hiperatividade/?franq=172965"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;p&gt;&lt;a name="Tratamento"&gt;Tratamento&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;O tratamento do DDAH envolve três principais modalidades:&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• Aprendizado de novas habilidades&lt;/i&gt;. As crianças com DDAH aprendem a lidar com situações altamente estimulantes, que as distraem e superexcitam. Elas devem aprender a estudar em lugares silenciosos e fazer pausas freqüentes. Na sala de aula elas trabalham melhor em carteiras individuais, do que em mesas coletivas. Freqüentemente um fundo musical instrumental pode também ser útil. Crianças com DDAH necessitam de mais estrutura e rotina diária que a maioria das pessoas.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• Treinamento comportamental&lt;/i&gt;: Programas de comportamento simples com recompensas diárias, podem ser bons para ensinar a prestar atenção por mais tempo e a se manterem assentadas.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;• Medicamentos&lt;/i&gt;: desde 1920, alguns medicamentos tais têm sido usados. Eles são estimulantes, e parece atuar sobre áreas de autocontrole do cérebro. Esses medicamentos não deprimem as crianças, mas aumentam a auto-regulação. Cerca de 70% das crianças com DDAH apresentam uma melhora com o uso desses medicamentos. Os efeitos colaterais mais comuns são a perda de apetite e problemas para dormir. A dosagem de cada criança será ajustada gradualmente, para reduzir os efeitos colaterais. Algumas vezes, os medicamentos são usados apenas nos dias em que a criança vai para a escola.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="Até quando podem ocorrer os sintomas?"&gt;Até quando podem ocorrer os sintomas?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;Os sintomas do DDAH quase sempre perduram da infância precoce até a puberdade. Entre a puberdade e a idade adulta jovem, cerca de metade das pessoas que sofrem de DDAH tem uma redução importante dos sintomas. A outra metade pode apresentar uma mudança leve ou nenhuma mudança nos sintomas na idade adulta. Ser mais paciente e conseguir permanecer sentado são as demonstrações de melhora mais comuns.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="Apoio aos pais e professores"&gt;Apoio aos pais e professores&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p&gt;As pesquisas têm esclarecido que a inclusão dos pais, no tratamento das crianças com DDAH, é importante para se alcançar o sucesso esperado. Os professores e diretores das escolas também devem estar envolvidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em adição a terapia comportamental da criança, a terapia familiar pode ajudar a criança com DDAH e seus pais e irmãos a lidarem com os conflitos emocionais que quase sempre surgem no processo de manejo dessa condição.&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-4222944932948521426?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4222944932948521426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4222944932948521426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/11/crianca-hiperativa.html' title='A Criança Hiperativa'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6969049722958493340</id><published>2010-10-29T07:27:00.001-07:00</published><updated>2010-10-29T07:27:27.212-07:00</updated><title type='text'>Dor na coluna em criança</title><content type='html'>&lt;br&gt;Atenção, mamães e papais. Toda criança que reclama de dores na coluna  precisa passar pelo médico. Nessa fase, os pequenos têm energia para  fazer as maiores estripulias e seus corpos se adaptam, sem maiores  danos, à rotina de correr, pular, saltar, brincar. A dor é um aviso de  que algo não está no lugar certo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  É sempre bom ficar de olho na curvatura da espinha. A coluna tem curvas  absolutamente naturais: um arco para dentro na lombar e na cervical,  além de um arco para fora na região do tórax. Os problemas aparecem  quando essa forma normal se torna exagerada. Ou então se houver uma  rotação da coluna em seu próprio eixo  é a chamada escoliose. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Um simples teste&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Se suspeitar de alguma alteração, faça o seguinte: fique atrás da  criança e peça para ela descer o tronco com os braços e os joelhos  esticados em direção ao chão. Observe se um lado do tronco está mais  alto que o outro. Nesse caso, existe o risco de problema postural.  Procure um especialista para orientá-lo sobre o que fazer para minimizar  as conseqüências na idade adulta. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6969049722958493340?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6969049722958493340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6969049722958493340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/10/dor-na-coluna-em-crianca.html' title='Dor na coluna em criança'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-2399954922616139045</id><published>2010-10-17T10:46:00.001-07:00</published><updated>2010-10-17T10:46:59.246-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia ajudando bebês prematuros</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;p&gt;Segundo o Ministério da Saúde, um a cada três bebês que nascem de forma prematura morrem antes de completarem um ano de vida. Já aqueles que sobrevivem podem apresentar problemas respiratórios e musculares.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diante desse cenário, sessões de fisioterapia ajudam a evitar complicações e garantem o desenvolvimento dos bebês.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os movimentos, leves e suaves, parecem até uma simples brincadeira, mas são eles que trazem esperança de um melhor crescimento para os bebês prematuros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://noticias.r7.com/videos/fisioterapia-ajuda-no-desenvolvimento-de-bebes-prematuros/idmedia/2c07be2f1ece48b742d704f71452aa45-2.html"&gt;Veja aqui o video da reportagem&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-2399954922616139045?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/2399954922616139045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/2399954922616139045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/10/fisioterapia-ajudando-bebes-prematuros.html' title='Fisioterapia ajudando bebês prematuros'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-5217687568102220355</id><published>2010-10-15T03:45:00.001-07:00</published><updated>2010-10-15T03:45:42.172-07:00</updated><title type='text'>Dica de Livro: Fisioterapia Pediátrica</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21388855/fisioterapia+pediatrica/?franq=172965" target="_blank"&gt;&lt;img alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21388855_4.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21388855_4.jpg" width="220" height="220"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fisioterapia Pediátrica é um guia clínico e  uma referência completa em fisioterapia pediátrica, que aborda todos os  aspectos teóricos e clínicos da fisioterapia para crianças e jovens  adultos: ; Neurológico ; Cardiorrespiratório ; Musculoesquelético ;  Oncológico e cuidados paliativos ; Saúde mental ; Lesão cerebral  adquirida. 							 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Editora: &lt;/b&gt;Elsevier 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;TERESA POUNTNEY 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;ISBN: &lt;/b&gt;9788535229493 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Origem: &lt;/b&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Ano: &lt;/b&gt;2008 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Edição: &lt;/b&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Número de páginas: &lt;/b&gt;384 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Acabamento: &lt;/b&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;b&gt;Formato: &lt;/b&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21388855/fisioterapia+pediatrica/?franq=172965" target="_blank"&gt;Vja maiores informações clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-5217687568102220355?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5217687568102220355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/5217687568102220355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/10/dica-de-livro-fisioterapia-pediatrica.html' title='Dica de Livro: Fisioterapia Pediátrica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6254835486286450132</id><published>2010-10-13T06:09:00.001-07:00</published><updated>2010-10-13T06:09:54.321-07:00</updated><title type='text'>Obrigada Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;br&gt;Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos Fisioterapeutas. Desejar PARABENS efusivamente. Mas eu quero mais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Queria dizer  quanto é importante ter um dia para comemorar alguma coisa. Se no dia do nosso aniversário, o dia é nosso, com todo mundo parabenizando e fazendo teroricamente tudo que a gente quer, devemos fazer isso pela Fisioterapia também. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Então hoje, mais do que mandar mensagens via internet ou parabenizar pessoalmente um colega de profissão, pense, reflita ssobre o que você pode fazer para elevar cada vez mais o nome da Fisioiterapia. Porque elevando o nome da Fisioterapia você estará entrando no seleto grupo de profissionais que fazem o que amam. Vamos refletir???&lt;br&gt; &lt;br&gt;Deixo aqui, claro, o meu agradecimento a essa jovem senhora de 41 anos que ao longo de 8 anos de formatura me proporcionou tantas experiências que sou incapaz de lembrar uma a uma.  Mas é impossível esquecer a felicidade de paciente quando recebe alta, a Vozinha querida que leva o bolinho para o lanchinho da tarde, o sorriso quando você não está em um dia bom ou até mesmo a lição de pessoas que estão se recuperando funcionalmente, mas não tirão o sorriso da cara. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As lições que a Fisioterapia me proporciona são tantas que me fazem evoluir, dia após dia, não só como profissional mas como pessoas. E é por isso que eu agradeço. Efusivamente. Assim como é efusivamente que eu dou cada PARABENS, para cada profissional. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Gente, vamos cuidar da Fisioterapia?!&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6254835486286450132?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6254835486286450132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6254835486286450132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/10/obrigada-fisioterapia.html' title='Obrigada Fisioterapia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-4444260824097074547</id><published>2010-10-11T11:15:00.001-07:00</published><updated>2010-10-11T11:15:32.600-07:00</updated><title type='text'>Artigos para Neonatologia</title><content type='html'>&lt;br&gt;Tomando como base o&lt;a href="http://fisioterapianapediatria.blogspot.com/2010/10/historia-da-neonatologia.html" target="_blank"&gt; ultimo artigo&lt;/a&gt; que foi postado aqui no blog, separei uma página muito importante para o aprendizado do fisioterapeuta nesta area.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.radarciencia.org/neonatologia/" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e veja inumeros artigos de Neonatologia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ah, ganhe um BRINDE do BLOG. &lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2010/09/ganhe-um-brinde-de-fisioterapia.html" target="_blank"&gt;Veja como ganhar&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-4444260824097074547?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4444260824097074547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4444260824097074547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/10/artigos-para-neonatologia.html' title='Artigos para Neonatologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-4965089853935328604</id><published>2010-10-05T14:21:00.001-07:00</published><updated>2010-10-05T14:21:42.900-07:00</updated><title type='text'>Historia da Neonatologia</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;A Neonatologia (do latim: ne(o) - novo; nat(o) - nascimento e logia - estudo), é  o ramo da Pediatria que  se ocupa das crianças  desde o  nascimento até aos 28 dias de idade (quando as crianças deixam de ser recém-nascidos passam a ser lactentes).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Na atualidade são muito frequentes os grandes prematuros com muito pouco peso, que ao ultrapassarem os 28 dias de vida, continuam sob o cuidado do Neonatologista, porque ainda necessitam de estar internados nas Unidades Neonatais.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Pierre Budin, obstetra de origem francesa é considerado o pai da Neonatologia. Foi o primeiro a escrever um livro (1892) sobre lactentes nascidos de parto prematuro e classificou as crianças em pequenas e grandes para a idade gestacional.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em 1914,o Dr. Julius Hess e o Dr. Evelyn Lundeen implantaram unidades de cuidados para recém-nascidos prematuros no Michael Reese Hospital em Chicago.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1924 o pediatra Albert Peiper interessou-se pela maturação neurológica dos prematuros.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Por volta de 1940 foram unificados os critérios para manejo dos recém-nascidos prematuros e foram inventadas as incubadoras para que se pudesse controlar a temperatura dessas crianças. Nessa altura Budin estudou a influência da temperatura ambiente na mortalidade dos prematuros, tendo sido o primeiro a usa garrafas de vidro com água quente para termorregulação dos bebés durante o transporte neonatal.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em 1953 a Dra. Virginia Apgar divulgou no meio científico a sua escala para avaliação do grau de asfixia neonatal e de adaptação á vida extra uterina (Escala de Apgar).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1957 Ethel Dunham escreveu o livro &amp;quot;O Prematuro&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="margin-top: 2px;" src="http://www.serprematuro.com/images/stories/history1.jpg" width="250" height="260"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;Em 1960 o Dr. Alexander Schaffer usou o termo Neonatologia pela primeira vez no livro &amp;quot;Diaseases of the Newborn&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Na década de 60 começaram a ser utilizados os monitores electrónicos, as gasometrias arteriais tornaram-se possíveis e surgiram antibióticos apropriados para tratar as sépsis neonatal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1967 o Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia reconheceu a necessidade do trabalho conjunto dos Obstetras e Neonatologistas  para diminuir a mortalidade perinatal. Iniciou-se assim, em 1973, o primeiro Serviço de Cuidados Perinatais nos EUA.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Na década de 70 houve progressos importantes na nutrição, alimentação por sondas e na alimentação parenteral. Tornou-se rotina o uso de cateteres umbilicais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das mudanças mais importantes na Neonatologia foi a  atenção intensiva para o recém-nascido prematuro e a vigilância dos problemas respiratórios, através do uso da ventilação mecânica.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em  1887 Dwyer utilizou o primeiro  ventilador rudimentar de pressão positiva e Egon Braun e Alexander  Graham Bell introduziram a pressão negativa em 1888. Em 1953 Donald e  Lord introduziram a uso do  ventilador com  ciclos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em 1971 Gregory, Kitterman  e Phibbs introduziram  a Pressão Positiva Continua nas vias aéreas  (CPAP). Pouco depois  Bird com  a colaboração de  Kirby desenvolveram o primeiro ventilador neonatal de pressão positiva, o &amp;quot;Baby Bird&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Posteriormente, através de um melhor conhecimento da fisiologia respiratória neonatal, foram melhorados os resultados da assistência respiratória mecânica aos recém-nascidos. É de  destacar ainda as contribuições de Downes, Anderson, Silverman, Gregory e Fujiwara com o uso de surfactante exógeno.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A Neonatologia avançou muito nos últimos tempos, conseguindo menores índices de mortalidade  e de morbilidade graças a uma maior compreensão das particularidades dos recém-nascidos, melhores equipamentos e medicamentos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.serprematuro.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=10&amp;amp;Itemid=17" target="_blank"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-4965089853935328604?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4965089853935328604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4965089853935328604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/10/historia-da-neonatologia.html' title='Historia da Neonatologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6132101979318267218</id><published>2010-09-02T16:15:00.001-07:00</published><updated>2010-09-02T16:15:53.480-07:00</updated><title type='text'>Icterícia Neonatal</title><content type='html'>&lt;br&gt;As células vermelhas de nosso sangue, as hemácias, são as responsáveis pelo transporte de oxigênio aos tecidos. Elas apresentam uma vida média de 120 dias, após o qual são destruídas no baço e seus componentes são reaproveitados na produção de novas hemácias. Nessa destruição, o componente responsável por carregar o oxigênio, a hemoglobina, é quebrada em partes menores, uma das quais é convertida em bilirrubina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Essa bilirrubina é capturada pelo fígado e após sofrer alguns processos é excretada (jogada fora) através da bile, que fica armazenada na vesícula. Quando alguma parte de todo esse complexo sistema está afetada, pode ocorrer icterícia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Grande parte dos recém-nascidos apresenta icterícia nos primeiros dias de vida, sem significar, contudo, a presença de alguma doença. É a chamada icterícia &amp;quot;fisiológica&amp;quot; (ou normal) do recém-nascido. Porém, em alguns casos a icterícia decorre de alguma doença, devendo ser corretamente identificada, para permitir o tratamento adequado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Icterícia &amp;quot;fisiológica&amp;quot; do recém-nascido&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse tipo de icterícia acomete aproximadamente 2/3 dos recém-nascidos não-prematuros, sendo ainda mais freqüente nos prematuros. É uma circunstância normal, apresentando-se de forma leve na maioria das vezes e que regride espontaneamente, mas às vezes requer tratamento para evitar os problemas causados pelo excesso de bilirrubina no sangue.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ela decorre de um conjunto de fatores que acabam levando ao aumento da produção de bilirrubina, a uma dificuldade de sua captação pelo fígado (o que permite seu acúmulo no sangue) e a um aumento da sua reabsorção nos intestinos. Tudo isso faz com que a concentração de bilirrubina no sangue aumente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Embora esse acúmulo possa ser considerado normal, nem sempre as conseqüências são inócuas, especialmente se o bebê for prematuro. Neles, dependendo da situação, existe a necessidade de tratamento para evitar-se a impregnação da bilirrubina no cérebro, o que causa graves danos à criança.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Icterícia &amp;quot;não-fisiológica&amp;quot;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quase todos os casos de icterícia não-fisiológica devem-se à exacerbação dos mesmos mecanismos que causam a icterícia fisiológica. Assim, as principais causas estão relacionadas com os distúrbios da produção de bilirrubina, da captação hepática, do metabolismo, da excreção e da reabsorção intestinal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Algumas doenças que podem causar icterícia neonatal são:&lt;br&gt;&lt;br&gt;• Anemia hemolítica: quando as hemácias são destruídas em excesso;&lt;br&gt;• Infecções;&lt;br&gt;• Síndrome de Gilbert, de Criegler-Najar: distúrbios do funcionamento de enzimas que atuam no metabolismo da bilirrubina;&lt;br&gt; • Icterícia do aleitamento materno;&lt;br&gt;• Jejum prolongado;&lt;br&gt;• Estenose hipertrófica do piloro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Existem alguns dados que alertam os médicos para uma provável natureza patológica para a icterícia. Um dado importante que pode ser percebido pelas mães é a descoloração das fezes, o que se associado à icterícia, sugere um distúrbio da excreção de bile (que contém bilirrubina). Assim, o acompanhamento médico do recém-nascido desde seu nascimento permite a suspeita de algum problema, e faz com que sejam realizados exames que objetivam identificar a causa do problema.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Icterícia relacionada ao aleitamento materno&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aproximadamente um terço das crianças amamentadas ao seio apresentam concentrações aumentadas de bilirrubina no sangue. Apesar disso, não devemos atribuir ao leite materno a única causa da icterícia, sendo necessária a exclusão de outras causas potenciais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Existem duas formas dessa icterícia. Uma inicia-se precocemente, é conhecida como icterícia do aleitamento e deve-se provavelmente à ingestão de poucas calorias e líquido, nos primeiros dias de vida. A outra forma é a icterícia do leite materno, de início mais tardio e de causa ainda não esclarecida; acredita-se que haja algum distúrbio (inibição) do metabolismo da bilirrubina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se o recém-nascido estiver bem e a concentração de bilirrubina não estiver acima dos níveis de risco, o aleitamento não deve ser interrompido. Porém, se as concentrações apresentarem comportamento ascendente e atingir níveis de risco, deve-se pesquisar outras causas e iniciar o tratamento. Se as outras causas forem excluídas, pode-se tentar interromper o aleitamento por 72 horas. Mas após esse período ele deve, sempre, ser reintroduzido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;O principal objetivo do tratamento é evitar o acúmulo de bilirrubina no cérebro, o que pode causar uma doença chamada kernicterus, a qual traz grandes problemas ao desenvolvimento da criança. Quando é identificada um causa tratável de icterícia, esse tratamento específico é de extrema importância. O tratamento da icterícia inclui basicamente duas opções.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A fototerapia ou banho de luz é a primeira opção, na maioria dos casos. Deve ser realizada no hospital, de preferência no alojamento conjunto. É ideal naqueles casos em que a elevação da bilirrubina é mais lenta e no tratamento da icterícia do prematuro. Consiste na exposição da criança a uma fonte de luz. A luz converte a bilirrubina, impregnada na pele e nas mucosas, em outra substância, que é &amp;quot;incolor&amp;quot; e não acumula no cérebro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O outro método é a exsangüinotransfusão. É indicada para reduzir rapidamente a concentração de bilirrubina, quando há risco de acometimento do cérebro, especialmente se houver hemólise (destruição das hemácias). O risco de aparecimento de kernicterus é indicação absoluta para a realização desse tratamento. A exsangüinotransfusão consiste na retirada de todo o sangue da criança e a sua substituição por outro sangue, sem as concentrações altas de bilirrubina. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6132101979318267218?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6132101979318267218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6132101979318267218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/09/ictericia-neonatal.html' title='Icterícia Neonatal'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-4961935078921944514</id><published>2010-09-02T16:09:00.001-07:00</published><updated>2010-09-02T16:09:27.863-07:00</updated><title type='text'>Mãe canguru x Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;br&gt;Atualmente, a fisioterapia vem ganhando espaço de destaque dentro da UTI neonatal. A indicação precisa e o tratamento precoce aliado ao critério e bom senso, trazem respostas altamente positivas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como atuante na equipe multiprofissional, o fisioterapeuta tem seu lugar no projeto mãe canguru: profilático e terapêutico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O fisioterapeuta trata o paciente através do toque e pode utilizar o método canguru como recurso de sua terapêutica. Relacionando o aspecto cinético-funcional com o psico-emocional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Porém, a participação do fisioterapeuta no projeto mãe canguru ainda é pequena logo, faz-se necessário que se realizem outras pesquisas relacionando o método canguru e a atuação da fisioterapia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O método canguru requer uma mudança comportamental, é ter uma sensibilidade aguçada a ponto de perceber que o melhor lugar para o bebê é junto da mãe recebendo calor, aleitamento e afeto; e que a mesma não perde seu tempo em ficar em contato com seu filho 24 horas por dia, ela investe em saúde física e equilíbrio psicológico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O contato afetivo mãe-bebê é tão importante quanto o alimento para o bebê, existem inúmeras reações físicas e psicológicas positivas que acontecem em ambos, quando esse contato é de qualidade satisfatória.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O uso de tecnologia avançada nas UTIs como incubadora, berços de calor radiante, equipamentos para assistência ventilatória, antibióticos de última geração. Contribui para uma melhora na expectativa de vida dos prematuros, porém observa-se a redução do espaço de convivência, a separação precoce, mãe-filho-família, maior tempo de internação, menor incidência de aleitamento materno. A humanização está inserida no contexto social e se dirige ao ser humano (bebê-mãe-pai) em sua inteireza.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pois, o profissional de saúde que acompanha este ser, não é apenas um médico, não é somente um fisioterapeuta, não é exclusivamente uma enfermeira. Mas, deve manter unidas, ao mesmo tempo, todas estas competências e escutas. Trata-se de escutar cada integrante do método canguru do ponto de vista físico, mental e emocional na busca da qualidade de vida. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-4961935078921944514?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4961935078921944514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/4961935078921944514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/09/mae-canguru-x-fisioterapia.html' title='Mãe canguru x Fisioterapia'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-6302438792275612246</id><published>2010-07-28T09:44:00.001-07:00</published><updated>2010-07-28T09:44:35.575-07:00</updated><title type='text'>Entenda melhor a fibrose cistica</title><content type='html'>&lt;br&gt;Quando um fisioterapeuta trabalha com pediatria, tem algumas doenças que são recorrentes na prática clínica.  Uma dessas doenças que estamos sendo cruzando é a &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/276081/fibrose+pulmonar+idiopatica/?franq=172965"&gt;Fibrose Cística&lt;/a&gt;. Ela é uma doença genética, geralmente diagnosticada na infância, embora também possa ser diagnosticada em outras fases. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Como as pessoas com essa doença tem um funcionamento anormal das glândulas que produzem o muco, suor, saliva, lágrima e suco digestivo, logo percebe-se que tem algo errado. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A pessoa portadora de fibrose cística tem um disturbio no pâncreas, órgão localizado no abdome que tem como função auxiliar na digestão dos alimentos e produzir hormônios. Assim sendo,  enzimas digestivas do pâncreas são alteradas e podem dificultar a digestão dos alimentos, já que essas enzimas do pâncreas, que deveriam ajudar a digerir alimentos gordurosos, não são liberadas para dentro do intestino. Com isso, os alimentos (principalmente os gordurosos) são mal digeridos e as fezes podem ficar volumosas, espessas, fétidas e gordurosas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Além desse problema pancreático, há o problema respiratório devido à obstrução das passagens de ar do pulmão pelo acúmulo de muco espesso e pegajoso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Então, as pessoas com esta doença podem ter esses sintomas respiratórios: &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Tosse&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Expectoração excessiva de muco (catarro)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Respiração difícil&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Chiado no peito (sibilância)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Quando uma pessoa apresenta doença respiratória persistente ou evidência de insuficiência do pâncreas ou ambas, ou história familiar de fibrose cística em irmão ou primo de primeiro grau, além da concentração de cloro no sangue acima do normal, o médico deve suspeitar de fibrose cística. O teste de cloreto no suor e a análise genética poderá ser feita para o diagnóstico. O teste do "pezinho" faz a triagem desta doença.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Essa patologia pode ser tratada com a busca da solução para os sintomas e deficiências causas pela própria. Também pode ser utilizada enzimas pancreáticas e modificações na dieta auxiliam na digestão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Em relação à parte respiratória, na qual fisioterapeutas atuam de forma preventiva e curativa, onde há ou podem haver infecções respiratórias. Essas infecções respiratórias são freqüentes e caracterizam a doença. No início, infecções são causadas pela bactéria Haemophilus influenzae. Depois, podem começar a ter infecções respiratórias por Staphylococcus aureus e, mais adiante, por Pseudomonas aeruginosa ou por Burkholderia. Outros microorganismos também podem causar infecção e deterioração da situação do paciente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O uso de broncodilatadores, medicações que deixam as secreções mais finas, exercícios aeróbios, drenagem postural e &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21248327/fisioterapia+pneumologica?menuId=1381/&amp;amp;franq=172965"&gt;fisioterapia respiratória&lt;/a&gt; facilitam a saída do excesso de muco das vias respiratórias. Esta higiene das vias respiratórias melhora os sintomas da doença e faz com que as infecções respiratórias não sejam tão freqüentes. Em alguns casos, o oxigênio domiciliar pode ser necessário para a melhora da falta de ar. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Para saber se um recém nacido tem a doença é realizado o teste do tripsinogênio imunorreativo (TIR), um exame padrão para detecção da fibrose cística em recém nascidos. Um elevado nível TIR indica grande possibilidade de fibrose cística e requer exames adicionais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fisioterapeutas que tem crianças como pacientes com fibrose cística deve prestar bastante atenção na formação do muco e usar os diferentes recursos para elimina-los sempre. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até a próxima!&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DICA DO BLOG: Curso online de &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/cursos/cursos_detalhes.asp?id=36&amp;amp;p=73"&gt;FISIOTERAPIA NEONATAL&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6302438792275612246?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6302438792275612246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/6302438792275612246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/07/entenda-melhor-fibrose-cistica.html' title='Entenda melhor a fibrose cistica'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-999159968001033382</id><published>2010-07-14T18:25:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T18:25:00.118-07:00</updated><title type='text'>Prevenção da Paralisia Cerebral Infantil</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small; "&gt;Acompanhamento pré-natal regular e boa assistência ao recém-nascido na sala de parto diminuem a possibilidade de certas crianças desenvolverem lesão cerebral permanente, por outro lado, muitas das crianças que superam situações críticas com a ajuda de recursos sofisticados das terapias intensivas neonatais modernas, principalmente os prematuros, sobrevivem, mas com seqüelas neurológicas. Portanto, apesar de ter havido uma evolução importante em termos do atendimento à gestante e ao recém-nascido na sala de parto, nos últimos 40 anos não houve uma redução significativa da prevalência da PC mesmo nos países desenvolvidos. De qualquer forma houve uma modificação da história natural. Muitas das formas graves de PC estão relacionadas com causas que podem ser prevenidas como hipóxia perinatal, infecções congênitas e hiperbilirrubinemia neonatal, e, a prematuridade está relacionada com diplegia espástica, tipo de paralisia cerebral de melhor prognóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo esforço para que o período gestacional seja o mais saudável possível através da manutenção de uma boa nutrição e da eliminação do uso de álcool, fumo, drogas e medicações sabidamente teratogênicas deve ser feito, pois estas medidas estarão contribuindo para a prevenção de alguns tipos de PC. A rubéola congênita pode ser prevenida se a mulher for vacinada antes de se engravidar. Quanto à toxoplasmose materna, medidas de higiene, como não ingerir carnes mal cozidas ou verduras que possam estar contaminadas com fezes de gato são importantes. As gestantes com sorologia positiva devem ser adequadamente tratadas, diminuindo assim os riscos de infecção fetal. A incompatibilidade Rh pode ser facilmente prevenida (vacina anti-Rh+) e identificada. Quando a bilirrubina não conjugada no recém-nascido atinge níveis críticos, a criança deve ser submetida à ex-sanguíneotransfusão (troca de parte do volume sanguíneo). O tratamento adequado da incompatibilidade sanguínea reduziu em muito a incidência da PC com movimentos involuntários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período pós-natal, uma das principais causas de PC é o traumatismo cranioencefálico que pode ser prevenido, em algumas circunstâncias, com o uso de cadeiras de segurança especiais para crianças pequenas, ajustadas nos bancos dos automóveis. Outra causa importante é a anóxia cerebral grave por quase afogamento e o número de crianças com lesão cerebral por quase afogamento em Brasília é relativamente elevado, justificando uma campanha de prevenção. Algumas das infecções cerebrais podem ser prevenidas com vacinas, como por exemplo, contra sarampo, meningite meningocócica e Haemophilus influenzae.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-999159968001033382?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/999159968001033382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/999159968001033382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/07/prevencao-da-paralisia-cerebral.html' title='Prevenção da Paralisia Cerebral Infantil'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7669830417103292911</id><published>2010-07-06T12:39:00.001-07:00</published><updated>2010-07-06T12:39:47.881-07:00</updated><title type='text'>Cancer infantil</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;O câncer no Brasil atinge, entre 12 e 13 mil crianças, anualmente. Sessenta por cento dos casos podem ser curados, mas apesar disso, a doença ainda registra números alarmantes, representando no País a terceira causa-morte de crianças entre um e 14 anos de idade. Isto acontece, porque, nem metade crianças com câncer chegam aos centros multidisciplinares de tratamento de câncer.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Apesar de não poder ser prevenido como os cânceres em adultos, o câncer infantil é mais sensível aos tratamentos e por isso mais fácil de ser curado, porém a grande arma contra o câncer infantil é o diagnóstico precoce. Mudanças de atitudes, hábitos ou disposição nas crianças, geralmente devem ser investigados. Como os cânceres da infância não esfoliam e raramente sangram, não existe um método de detecção precoce.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Os cânceres infantis, quando no início, são facilmente confundidos com patologias menores, comuns em crianças. A presença de gânglios, por exemplo, pode denunciar um linfoma ou leucemia: a barriguinha volumosa pode indicar, ao invés de uma verminose, a presença de tumor no rim ou alças intestinais; enquanto dores de cabeça, inchaços ou distúrbios de visão prolongados, também podem sinalizar algum tipo de câncer.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;O diagnóstico tardio, além de exigir um aumento na intensidade do tratamento, pode causar um número maior de seqüelas, como amputações e diminuição na qualidade de vida, além do óbito.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Entre os cânceres mais comuns entre as crianças estão as leucemias, os linfomas e os tumores do sistema nervoso central. Nas crianças, se compararmos com os adultos, a doença apresenta uma evolução mais rápida e na maioria dos casos, uma localização mais profunda no organismo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;O tratamento é muito eficaz, pois o câncer infantil é muito mais sensível à quimioterapia. Este método age eficazmente sobre as células em divisão, sendo indicado para cerca de 65% dos casos. A quimioterapia pode ser associada, também à cirurgia. Em alguns casos, entretanto, a melhor terapia é a radioterapia&lt;br&gt; .&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Outra forma de combate ao câncer infantil é o transplante de medula óssea. Esse método permite que se possa usar altas doses de quimioterapia. Estas dosesseriam letais caso o paciente não tivesse a sua medula óssea repousada, após a eliminação dos quimioterápicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;A recuperação da medula pode ser feito através de transplante autólogo, usando as células da medula óssea do próprio paciente ou obtendoas células-mães no sangue periférico; ou por transplante alogênicos, a partir de doadores. Esses métodos podem beneficiar pacientes que são muito difíceis de serem curados pela quimioterapia convencional. Essas crianças representam entre 20 e 30% do total de crianças com câncer. Esta técnica normalmente é realizada em outros países, mas o Brasil já realiza o transplante em hospitais particulares.&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt; &lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;font color="#000000" size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/cinfan.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/dt&gt; &lt;dt&gt;&lt;br&gt;&lt;/dt&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7669830417103292911?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7669830417103292911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7669830417103292911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/07/cancer-infantil.html' title='Cancer infantil'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-7975292207638178221</id><published>2010-06-19T09:24:00.000-07:00</published><updated>2010-06-19T09:25:01.225-07:00</updated><title type='text'>Mantendo o interesse da criança na Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;A fisioterapia na área de pediatria tem como base a avaliação, o planejamento e a execução do programa, as orientações e as reavaliações periódicas. O início da fisioterapia, geralmente, ocorre por meio da avaliação, buscando identificar as limitações, as dificuldades, as alterações, as capacidades, os interesses e as necessidades de cada criança. Gusman e Torre (1998) recomendam que na avaliação devem ser observados e analisados todos os aspectos, motor, sensorial, cognitivo e comportamental, já que estes funcionam de maneira integrada. A partir da avaliação, deve ser elaborado o programa terapêutico, de acordo com as necessidades da criança, em conjunto com os pais. Yagüe Sebastian e Yagüe Sebastian (2002) reforçam que a avaliação e o trabalho sistematizado levam à intervenção mais eficaz, o que promove a correta valorização da fisioterapia pelos profissionais envolvidos no âmbito educativo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Diversos materiais e equipamentos (bolas, rolos, bancos, esteiras, planos inclinados, espelhos, andadores, prancha de equilíbrio, carrinhos, faixas elásticas e outros) e brinquedos, podem ser utilizados na fisioterapia à criança. Nesse sentido, as salas de atendimento devem dispor de brinquedos, e os fisioterapeutas devem, sempre que possível, utilizar as atividades lúdicas durante o atendimento à criança. Ratliffe (2000) ressalta que os brinquedos e os jogos são componentes essenciais no atendimento de crianças, e que a sua utilização de maneira correta torna a fisioterapia eficaz.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Segundo Burns e Macdonald (1999), o brincar deve ser utilizado ao máximo, em todos os procedimentos, como uma estratégia útil para incentivar a participação da criança na realização das atividades desejadas na fisioterapia. Dessa forma, os jogos e as brincadeiras podem estar presentes tanto na avaliação, quanto nos atendimentos de fisioterapia. Vale destacar que, quando as atividades lúdicas são dirigidas pelo adulto com o objetivo de promover e potencializar a aprendizagem, surge a dimensão educativa (KISHIMOTO, 1995).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;A presença das atividades lúdicas deve ocorrer de maneira intencional e planejada pelo fisioterapeuta, durante os atendimentos. Fujisawa (2000) refere que a presença do lúdico na fisioterapia caracteriza-se como uma atividade-meio, ou seja, um recurso que tem como finalidade facilitar ou conduzir aos objetivos estabelecidos. Embora para a criança a atividade lúdica possa ser considerada como brincar, busca-se o alcance dos objetivos estabelecidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;As atividades lúdicas ocorrem, com freqüência, nos atendimentos de crianças, seja realizado por fisioterapeutas, seja realizado por estagiários. Porém, deve ser assegurado que a utilização dos jogos e das brincadeiras durante a formação acadêmica tenha finalidade terapêutica, visto que o estágio supervisionado tem papel fundamental na promoção de vivências e experiências relativas à sua futura atuação como profissional. Strohschein, Hagler e May (2002) relatam que o estágio supervisionado é o melhor momento para ensinar e refinar as habilidades e atitudes necessárias no acadêmico de Fisioterapia. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;É                      na brincadeira que as crianças reaprendem a andar e a movimentar                      partes do corpo. Isso sem a preocupação de exercícios forçados                      e dolorosos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;Brinquedos e brincadeiras são as ferramentas de trabalho dos fisioterapeutas que atuam em pediatria. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-65382006000100006"&gt;Com a ajuda daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-7975292207638178221?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7975292207638178221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5407142653043792251/posts/default/7975292207638178221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pediatria.facafisioterapia.net/2010/06/mantendo-o-interesse-da-crianca-na.html' title='Mantendo o interesse da criança na Fisioterapia'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5407142653043792251.post-8889665557598930202</id><published>2010-06-10T16:49:00.001-07:00</published><updated>2010-06-10T16:49:20.107-07:00</updated><title type='text'>Melhore o sono de uma criança</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica; font-weight: normal; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; Para evitar que seu filho, seja ele bebê ou já mais crescidinho, tenha problemas na hora de dormir, você precisa impor algumas regras e hábitos simples. O pediatra Leonardo Posternak, membro do Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein e co-autor do livro &amp;quot;E agora, o que fazer? - A difícil arte de criar os Filhos&amp;quot; (Editora Best Seller), e a psicóloga Renata Kraiser, autora do livro "O Sono do meu Bebê" (CMS Editora), dão dicas essenciais sobre o assunto.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;1. Ajude o bebê a criar seus próprios rituais de sono&lt;/strong&gt;. Leonardo Posternak explica que é imprescindível que o bebê crie seus próprios rituais antes de dormir. "Pode ser segurar um paninho ou até colocar a mão na orelha, desde que o ritual não dependa dos pais para acontecer. Assim, quando ele acordar no meio da noite, poderá voltar a dormir sozinho", diz. A psicóloga Renata Kraiser acrescenta que isso ajuda o bebê a criar autonomia.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;2. Crie uma rotina para dar segurança à criança&lt;/strong&gt;. Segundo os especialistas, o ato de dormir é traumático para o bebê, pois representa um abandono momentâneo da mãe. Para diminuir o trauma, Kraiser indica uma rotina de horários para a alimentação e o sono. "Isso acaba criando uma segurança para o bebê, porque ele já sabe o que vai acontecer depois, já que tudo se repete dia após dia", completa. Para o pediatra Leonardo Posternak, a rotina e as normas de funcionamento da casa precisam estar claras para as crianças.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;3. Evite dar leite, cafeína ou açúcar antes da hora de dormir.&lt;/strong&gt; A psicóloga explica que tanto a cafeína, presente em refrigerantes e chás, quanto os açúcares são estimulantes. "Algumas mães dão para seus bebês um pouco de chá preto ou chá mate e não percebem que eles têm cafeína", explica. Posternak acrescenta que o leite de vaca antes de dormir também não faz bem às crianças. "Algumas manifestações de alergia à lactose causam distúrbios no sono, além do leite também aumentar as secreções na garganta e pulmões", alerta o pediatra.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;4. Estabeleça um local adequado para ele dormir.&lt;/strong&gt; Os especialistas são enfáticos ao dizer que a criança deve ter seu próprio espaço e que deve se evitar, ao máximo, que ela durma na cama dos pais. "Eles precisam impor uma divisão, um limite de privacidade", diz Posternak.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;5. Deixe o quarto aconchegante.&lt;/strong&gt; Leonardo Posternak critica a quantidade de objetos eletrônicos, como televisões e computadores, que enchem os quartos das crianças hoje em dia. "O quarto é para dormir ou, no máximo, para ler", completa. O pediatra explica que essas distrações eletrônicas dispersam e estimulam a criança. Melhor apostar em um abajur com luz fraquinha e objetos lúdicos.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text
