O trabalho da fisioterapia pediátrica na oncologia não é fácil. Como já sabemos, para o tratamento oncológico de uma criança, é necess...

A fisioterapia e a oncopediatria


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O trabalho da fisioterapia pediátrica na oncologia não é fácil. Como já sabemos, para o tratamento oncológico de uma criança, é necessário o envolvimento ativo de uma equipe multidisciplinar, dentre os membros dessa equipe está o fisioterapeuta, o qual trabalha os aspectos funcionais do indivíduo, com o objetivo de reabilitar os movimentos e prevenir as disfunções ocasionadas pela doença e o tratamento.


O trabalho do fisioterapeuta consiste, em primeiro lugar, fazer uma avaliação, planejamento e execução do programa. Deve-se sempre levar em consideração que se está trabalhando com crianças, logo, os trabalhos a serem realizados devem apresentar atividades lúdicas que amenizam o sofrimento causado pela doença vinculada ao tratamento criando um ambiente mais humanizado.

Para que o profissional obtenha êxito no atendimento em oncopediatria é necessário que o mesmo se "entregue" ao universo dos pacientes e consiga através do seu trabalho além dos objetivos terapêuticos, conquistar os pacientes de forma que, o tratamento fisioterapêutico seja primordialmente uma experiência prazerosa.

Sendo assim compreendendo que a neoplasia infantil necessita uma abordagem completa e eficiente é que se faz tão importante o desenvolvimento e aprimoramento dos recursos aplicados durante o tratamento bem como desenvolver melhor a capacidade de interpretação das possíveis alterações adjacentes e a importância do trabalho prévio a estas alterações.

Sendo assim, o trabalho do fisioterapeuta é de fundamental importância pois, subentende-se que seu papel vai muito além de uma simples reabilitação, o fisioterapeuta vai analisar cada criança buscando tratar tais disfunções que o paciente adquiriu com essa neoplasia, traçando então um plano de tratamento que vise sua qualidade de vida de forma integra.

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