Teste de Respiração Espontânea e a Extubação em Neonatos








Olá, eu sou a Dani e esse texto fala sobre Teste de Respiração Espontânea e a Extubação em Neonatos. Antes de começar a lê-lo, conheça nosso canal do Youtube: clicando aqui. Agora, vamos à leitura!



A prematuridade é avaliada como um problema de saúde pública, relacionada aos elevados índices de morbimortalidade e invalidez infantil

A morbimortalidade perinatal decorre da imaturidade anatômica e fisiológica do sistema nervoso central e respiratório levando a alterações como infecções congênitas ou adquiridas, anóxia, hemorragia intracraniana, episódios de apneia, síndrome do desconforto respiratório, dependência de oxigênio

Tais morbidades e complicações respiratórias podem levar a necessidade de auxílio ventilatório, neste sentido, a utilização da ventilação mecânica (VM), tornou-se uma das terapias mais utilizadas e de maior impacto da sobrevida de recém-nascidos prematuros ou de baixo peso. Apesar de auxiliar na sobrevida destes recém-nascidos, há uma grande preocupação referente às complicações causadas pelo uso inadequado e/ou prolongado desse recurso

O desmame dos pacientes em VM está relacionado a complicações e a mortalidade, por ser uma das etapas críticas da assistência ventilatória e está relacionado a complicações e a mortalidade

Seguindo critérios pouco objetivos, a decisão de extubação é tomada com base na experiência da equipe médica e avaliação clínica subjetiva do paciente, tornando a retirada da ventilação mecânica invasiva uma ação de tentativa e erro. Sendo assim, a retirada do tubo endotraqueal e a sua substituição por formas não invasivas de suporte tem se tornado cada vez mais utilizadas na neonatologia, na tentativa de reduzir a falha da extubação.

O teste de respiração espontânea (TRE) antes da extubação fornece informações sobre a capacidade de respirar espontaneamente. O TRE é a uma técnica simples, e quando realizado imediatamente antes da extubação pode fornecer informações úteis a respeito da capacidade do doente respirar espontaneamente. Em unidades de terapia intensiva (UTI) de adulto e pediátricas já é prática comum e está bem fundamentada a utilização desse teste, porém, poucas pesquisas foram realizadas para validade do mesmo na área neonatal

Segundo essa pesquisa, a realização do teste de respiração espontânea positivo associado à ventilação não invasiva logo após extubação pode diminuir as falhas de extubação em unidades de terapia intensiva neonatal.

Até a próxima!


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