Atividade esportiva ou competitiva é aquela atividade física que visa superar limites pessoais ou vencer adversários. Exemplo: competir em...

Uma em cada 10 crianças necessitam de cuidados médicos devido à lesões esportivas

Atividade esportiva ou competitiva é aquela atividade física que visa superar limites pessoais ou vencer adversários. Exemplo: competir em uma partida de futebol.Refere-se à prática de esportes em geral.

Cerca de 38 milhões de crianças e adolescentes nos Estados Unidos participam de esportes organizados, de acordo com os dados do National Institutes of Health.Pesquisadores do Safe Kids USA, uma entidade norte-americana que visa promover a saúde infantil, estimam que cerca de uma em cada 10 crianças necessitam de cuidados médicos devido à lesões esportivas.

"Desejamos alertar os pais e profissionais da área esportiva sofre este fato, pois muitas dessas lesões poderiam ser prevenidas", disse o Dr. Jamie Freishtat, pediatra e porta-voz do Safe Kids USA.

As possíveis lesões infantis são inúmeras: arranhões e contusões, entorses e distensões, lesões na cabeça, lesões relacionadas ao calor, e até mesmo, raramente, a morte.

Algumas lesões são agudas, como uma fratura ou lesão em um ligamento; outras são causadas pelo efeito gradual do uso excessivo dos músculos."Nossas crianças estão se especializando em determinados esportes aos 7 ou 8 anos de idade.Essa tendência não é saudável.Quando uma criança pratica o mesmo esporte durante 12 meses seguidos, as suas chances de desenvolver lesões esportivas por sobrecarga, aumenta consideravelmente", disse o Dr. John Hurley, um cirurgião ortopédico e membro do Safe Kids USA.

Algumas dicas para reduzir o risco de lesões, de acordo com o Dr. Hurley:

-Prepare seu filho(a) para a prática desportiva.Faça uma avaliação médica pré-participação desportiva em seu filho(a).Converse com ele sobre todos benefícios do esporte, como fortalecer amizades, desenvolver o espírito de equipe e, principalmente, o conceito de uma noção competitiva "saudável".É importante estabelecer metas realistas.
-Mesmo que haja uma preferência, varie a modalidade desportiva praticada.
-O treinamento de força (musculação) pode ajudar a reduzir as lesões por sobrecarga.Crianças com 10 ou 11 anos de idade podem começar a fazer exercícios de musculação com a permissão médica, usando menos pesos e realizando mais repetições.
-Esteja envolvido no esporte praticado por seu filho(a).Converse com o seu técnico sobre as práticas desportivas saudáveis.
-Não economize em equipamentos de segurança, como capacetes e caneleiras.
-Preste atenção aos sintomas referidos pelos "pequenos" atletas, bem como, o seu estado de humor.Para algumas crianças, a dor é normal, mas não ao longo prazo.Se um criança está lesionada por mais de uma ou duas semanas, algo de errado está acontecendo, e precisa ser adequadamente avaliado.

Fonte: Safe Kids USA.


Mostramos abaixo uma tabela resumo das principais características do desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida. As ca...

Quadro de desenvolvimento infantil

Mostramos abaixo uma tabela resumo das principais características do desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida.

As características mostradas são as mais comuns para cada faixa etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia, por isto, é imprescindível que os pais saibam como estimular seus filhos e também que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra e/ou profissionais especializados.

Faixa Etária Ações que realiza Comportamento Como se comunica
0 a 3 meses No primeiro mês, reage perante barulhos muito altos e pode se assustar com barulho inesperado.

Passa boa parte do tempo dormindo.

Seu sistema visual é limitado, portanto só enxerga algum objeto ou alguém se estiver bem próximo a ele.

No 2º ao 3º mês, o bebê já começa a acompanhar objetos e pessoas com os olhos e reconhece os pais.

Abre e fecha as mãos, leva-as à boca e suga os dedos.

Segura objetos com firmeza por certo tempo e consegue pegar objetos suspensos.
Desenvolve um tipo diferente de choro para cada problema que se apresenta, como por exemplo, o constante e agudo.

Com brincadeiras e músicas o bebê fica agitado, realizando movimentos de pernas, braços, sorri e dá gritinhos.
Quando ouve a voz dos pais, o bebê vira a cabeça.

Comunica-se através do choro e ruídos. Imita alguns sons de vogal.

Nesta fase, é importante organizar a rotina do bebê, tornando os horários das atividades fixos, como por exemplo, trocar a fralda depois da mamada ou dar banho todos os dias na mesma hora.

É importante que a rotina seja de forma razoavelmente metódica.

Ações que realiza Como Reage Como se comunica
4 a 7 meses Fica na postura de bruços e se apóia nos antebraços quando quer ver o que está acontecendo ao seu redor.

Rola de um lado para o outro.

Estende a mão para alcançar o objeto que deseja, transfere-o de uma mão para outra e coloca-o na boca.

Apresenta equilíbrio quando colocado sentado.
Ri quando algo o agrada e quando o desagrada mostra raiva através da expressão facial.

Nesta fase, alguns bebês podem demonstrar medo perante pessoas estranhas.

Fica repetindo os seus próprios sons e imita as vozes das pessoas ao seu redor
Movimenta a cabeça na direção do som escutado.
Pára de chorar ao ouvir música.

Sorri quando quer atenção do adulto.

Formação do conceito de causa e efeito no momento em que está explorando um brinquedo.

Olha, chacoalha, e atira objetos ao chão.

Ações que realiza Como Reage Como se comunica
8 a 11 meses Engatinha e senta sem apoio.

Consegue ficar em pé com apoio.

Aponta para objetos ou pessoas.

Pega pequenos objetos com o indicador e o polegar
Demonstrar raiva quando não é o centro das atenções.

Reconhece sua imagem no espelho e reage com euforia.

Reclama quando é contrariado.
Localiza a fonte sonora.

Bate palmas, joga beijo e entende quando lhe dizem tchau.

Começa a compreende o significado de alguns gestos.

Balança a cabeça quando não quer alguma coisa.

Fase do treino com monossílabos do tipo: “ma-ma”, “da-da”, “ne-ne”.

Ações que realiza Como Reage Como se comunica
1 a 2 anos Anda sem apoio.

Com 1 ano e 6 meses pode começar a correr, subir em móveis e ficar nas pontas dos pés sem apoio.

Vira páginas de um livro ou revistas (várias ao mesmo tempo).

Gosta de rabiscar no papel.

Sabe quando uma ilustração está de cabeça para baixo.
Mostra senso de humor.

Nesta fase, o bebê ainda não compreende as regras, contudo chora quando leva uma bronca e sorri quando é o centro das atenções ou quando é elogiado.

Quando está bravo, pode atirar objetos ou brinquedos.

É possessivo. Prefere não compartilhar brinquedos com as outras crianças.
Reconhece o próprio nome.

A partir dos 18 meses começa a criar frases curtas.

A criança começa a formar frases com uma palavra só, tipo “nenê-papá, nenê-naná”, mas até o término do ano constrói frases de até três palavras como: “quer ver tevê”.

Esta é a fase das perguntas: “que é isso?”

Usa o próprio nome.

Reconhece as partes do seu corpo e de outras pessoas.

Apresenta atenção para histórias pequenas.

Ações que realiza Como Reage Como se comunica
2 a 3 anos Tira os sapatos.

Chuta bola sem perder o equilíbrio.

Gosta de dançar, consegue acompanhar o ritmo da música batendo palmas.

Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das fraldas.
Apresenta percepção de quem é.

Mexe em tudo e faz mal criação, testa a autoridade.

Tenta impor suas vontades.

Prefere companhia para brincar.

Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo arrumar a mesa do jantar.
As frases vão aumentando e surge o plural.

As crianças nesta fase tem uma ótima compreensão, entendem tudo que é dito em sua volta.

Pergunta: "cadê", "O que", "onde".

Fala de si mesma na 3a. pessoa.

Chama familiares próximos pelo nome.

Ações que realiza Como Reage Como se comunica
3 a 4 anos Consegue colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.

Gosta de desenhar.

Nesta fase já consegue segurar um lápis na posição correta.

Consegue pedalar.
Brinca com as outras crianças.

Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste, procura confortá-lo.
Constrói frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais e pessoas próximas.

Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.

É comum a troca do '"r" pelo "l", a qual acaba por volta dos 3 anos e 6 meses.

Compreende os conceitos de igual e diferente.

É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.

Lembra e conta histórias.

Ações que realiza Como Reage Como se comunica
4 a 5 anos Consegue usar a tesoura, corta papel.

Maior domínio no uso de talheres.

Consegue pegar a bola com as duas mãos quando está em movimento.
Está mais sociável com as outras crianças.

Se sente grande perto das crianças menores.

Sente vontade de tomar as suas próprias decisões.
Nesta fase o vocabulário da criança aumentou bastante, já fala muitas palavras.

Expressa seus sentimentos e emprega verbos como “pensar” e “lembrar”.

Também fala de coisas ausentes e usa palavras de ligação entre as sentenças, como por exemplo: “e então”, “porque”, “mas”, etc.

Gosta de inventar e contar as próprias histórias.

Consegue identificar algumas letras do alfabeto e números.

A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reu...

Reumatologia na Pediatria

A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumáticas" são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e, o que é pior, algumas doenças reumáticas podem gerar dano e limitação permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente. A disciplina clínica que inclui o estudo das desordens inflamatórias e não inflamatórias na criança é a Reumatologia Pediátrica.

As raízes desta especialidade estão na reumatologia do adulto, mas como a experiência com estas doenças na infância foi se acumulando e mostrou várias particularidades, ficou evidente que o assunto requeria uma abordagem pediátrica específica, o que foi feito pela primeira vez na Inglaterra, logo após a Segunda Guerra Mundial, espalhando-se em seguida pelo mundo inteiro. Ainda hoje muitos dos conhecimentos utilizados no tratamento desses pacientes foram herdados da experiência com o adulto, mas fica cada vez mais claro que esse tipo de conduta deixa lacunas e perguntas sem respostas.

Sabe-se que o paciente infantil responde de maneira diferente às drogas, está mais propenso a certas complicações e que precisa de apoio psicológico e cuidados de reabilitação especiais, necessitando de uma equipe familiarizada com essas particularidades e treinada para melhor atender essas demandas.

Várias doenças reumáticas são vistas na infância sendo as mais comuns a artrite crônica da infância, o lúpus eritematoso sistêmico, a dermatopolimiosite e as espondiloartropatias, que são doenças de caráter crônico, provocadas por distúrbios no sistema de defesa do organismo, ou sistema auto-imune. Esses casos precisam de avaliação do especialista e tem potencial para deixar seqüelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas , possibilita-se à criança uma vida praticamente normal. Outros reumatismos desse tipo que também podem acometer a criança são as vasculites e, mais raramente, a esclerodermia.

A presença de bactérias nas articulações pode levar a uma forma grave de reumatismo que é a artrite séptica .

Infecções também estão relacionadas a uma outra forma de doença reumática, as artrites reativas, onde a apresentação clássica é um tipo de reumatismo muito conhecido e, até pouco tempo atrás, freqüente em nosso meio: a febre reumática. O surgimento dos antibióticos e a melhoria nas condições gerais de vida da população mundial reduziram drasticamente o número de crianças afetadas por esse mal.

Com maior freqüência, manifestam-se nessa fase sintomas envolvendo o aparelho músculo esquelético. Nesse grupo encontram-se as famosas dores do crescimento e também dores decorrentes de defeitos ortopédicos e de má postura, muito comuns no consultório do reumatologista pediátrico. A atuação do médico nessa fase como educador postural e estimulador da prática de exercícios físicos tem papel fundamental na prevenção de doenças músculo-esqueléticas da fase adulta.

No tratamento da criança com doença reumática a abordagem também é multidisciplinar. Os tratamentos disponíveis incluem drogas específicas e terapia física, mas muitas vezes é preciso a realização de cirurgia para correção de seqüelas, daí a necessidade de vários profissionais de cada área. Os componentes dessa equipe são:


o paciente e sua família

a escola

o ortopedista pediátrico

o oftalmologista

o fisioterapeuta

o terapeuta ocupacional

a nutricionista

o psiquiatra ou psicólogo e

coordenando a equipe, o reumatologista pediátrico

Faz-se fundamental a difusão desse tipo de conhecimento entre a população e os profissionais de saúde, facilitando o acesso dos pacientes a esse tipo de atendimento especializado. A detecção precoce desses problemas e seu pronto tratamento possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma vida plena para a criança.

Sinais de Alerta Gerais

Como dito anteriormente, a identificação precoce de doenças reumáticas na infância é fundamental para evitar seqüelas permanentes, por isso deve-se levar a criança para avaliação ao verificar a presença de certos sintomas ou sinais, que podem ser:


Dor articular ou dor nas costas referidas de modo mais persistente

Articulação acometida de aspecto alterado: presença de inchaço, calor e vermelhidão no local

Dor persistente ao longo dos membros superiores ou inferiores

Presença de febre por mais de três semanas

Presença de perda de peso e atraso no crescimento

Presença de prostração e cansaço, modificando o padrão normal de atividades da criança

Presença de fraqueza muscular

Presença de depressão

Presença de queixas visuais

Presença de limitação funcional, ou seja, a criança começa a mostrar incapacidade para tarefas do dia a dia que antes eram executados com facilidade, necessita de auxílio dos adultos, fica dependente da ajuda dos outros e restringe suas atividades. Por exemplo, necessita de auxílio para sair da cama pela manhã, para vestir-se, para subir/ descer escadas

Na presença dessas queixas, recomenda-se visitar o pediatra o mais rápido possível , evitando adiar a consulta. Evitar usar medicamentos por conta própria ou "simpatias" e remédios caseiros. Nessa oportunidade, será avaliada a necessidade de acompanhamento especializado, conforme a situação.

Fonte

Nas últimas décadas tem aumentado o número de pesquisas tendo como foco de investigação a prática da atividade física e do exercício físico ...

Obesidade infantil

Nas últimas décadas tem aumentado o número de pesquisas tendo como foco de investigação a prática da atividade física e do exercício físico e os seus benefícios para a saúde. Atividade física é todo o movimento realizado pelo corpo provocado pela contração da musculatura esquelética, ocasionando o aumento do gasto energético (ACMS, 2000; BOUCHARD, 2003). Já o exercício físico é uma subclasse da atividade física, onde existe um planejamento, uma estruturação das atividades, a fim de promover ou manter os níveis de aptidão física (ACMS, 2000).

Atualmente as crianças tem baixos níveis de atividade física diária. Por questões de segurança, elas não vão a pé à escola, ou para outros lugares, usam carro e ônibus como transporte, e gastam muito do seu tempo livre nestes deslocamentos. Elas vivem cada vez mais em apartamentos. Além disso, praticam cada vez menos atividade física na educação física escolar (SILVA, et al, 2007). Contudo, existe ainda o tempo em que as crianças assistem televisão e brincam com jogos eletrônicos no tempo livre (JAGO, et al 2005;PIMENTA, 2001).

A pessoa que em seu dia-a-dia realiza um mínimo de atividade física, onde o somatório das atividades no trabalho, em casa, no lazer e nos deslocamentos for inferior a 500 Kcal por semana, é chamada de sedentária (NAHAS, 2006). O estudo de Kettaneh (2005) investigou a relação entre atividade física habitual e mudanças em indicadores de obesidade em adolescentes, confirmando que os indicadores de obesidade (IMC, %G, e circunferência de cintura), foram significativamente mais altos em adolescentes que diminuíram o nível de AF durante o intervalo de três anos de acompanhamento.

Desta forma, para tratar e prevenir a obesidade recomenda-se reduzir a gordura corporal, tendo um equilíbrio calórico negativo, por meio da prática do exercício físico, como também no controle da ingestão de calorias pela alimentação. A questão é que o exercício além de aumentar a queima calórica, ajuda a manter a massa muscular, como também aumenta o metabolismo de repouso (ACMS, 2000).


As crianças ao praticarem exercício físico podem obter dentre os principais benefícios: controle do peso corporal; aumento da força e da capacidade aeróbica, melhor formação dos ossos, minimização dos fatores para doença cardíaca, diminuição da ansiedade; sociabilizarão e melhora da auto-estima ACMS (2000). A componente Atividade Física, pela questão do gasto energético proporcionado pela sua prática regular, tem sido associada com a diminuição da adiposidade em crianças e adolescentes (MATSUDO, 2006).

Os exercícios físicos que produzem maior efeito na questão do controle da massa corporal são os exercícios aeróbicos, pois eles utilizam grandes grupamentos musculares e ativam todo o sistema cardiopulmonar. A caminhada, a corrida, o ciclismo, a natação são exemplos típicos de atividades que possuem as características necessárias para promover adaptações orgânicas para o controle da massa corporal. Outras modalidades de exercícios físicos, podem ser incluídas na mesma categoria de classificação. Entre elas são: a hidroginástica, a dança, certos tipos de esportes e jogos recreativos. (GUEDES, 1998; MCARDLE et al, 2000). Além disso, a intensidade e a duração dessas atividades que utilizam o metabolismo aeróbico têm grande importância na eficácia das alterações na composição corporal (GUEDES, 1997).

Siegel (1987) mostrou a importância dos jogos com corridas para as crianças como uma alternativa para melhorar o sistema cardiovascular. Outras razões para a inclusão de jogos com corridas, segundo o autor, seriam a redução do estresse e a habilidade para todas as crianças partciparem de algum tipo de exercício físico.

Para a manutenção da saúde das crianças a recomendação é de que a prescrição do exercício físico seja individualizado ao nível de maturidade, ao estado de saúde e na experiência da criança com os exercícios físicos. O Colégio Americano de medicina do Esporte recomenda que crianças acima de 6 anos de idade pratiquem atividade física em uma intensidade moderada durante 30 minutos na maioria dos dias da semana (ACMS, 2000).

Contudo quando a prioridade for à redução da massa corporal, a recomendação do Institute of Medice (IOF) apud Blair et al (2004), é que as pessoas devem praticar 60 minutos de atividade física em todos os dias da semana.

O aumento da obesidade infantil na última década é conseqüência em grande parte da inatividade física (ACMS, 2000). A obesidade tem relação direta com comportamentos sedentários como, passar muito tempo assistindo televisão ou no uso da internet (HAGER, 2006). Então, é frente a essa realidade que o hábito de praticar a atividade física pode auxiliar no combate a esta doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo.

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OBESIDADE INFANTIL: ATIVIDADE FÍSICA publicado 28/04/2011 por Wagner Testa em http://www.webartigos.com

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