A fisioterapia na área de pediatria tem como base a avaliação, o planejamento e a execução do programa, as orientações e as reavaliações per...

Mantendo o interesse da criança na Fisioterapia

A fisioterapia na área de pediatria tem como base a avaliação, o planejamento e a execução do programa, as orientações e as reavaliações periódicas. O início da fisioterapia, geralmente, ocorre por meio da avaliação, buscando identificar as limitações, as dificuldades, as alterações, as capacidades, os interesses e as necessidades de cada criança. Gusman e Torre (1998) recomendam que na avaliação devem ser observados e analisados todos os aspectos, motor, sensorial, cognitivo e comportamental, já que estes funcionam de maneira integrada. A partir da avaliação, deve ser elaborado o programa terapêutico, de acordo com as necessidades da criança, em conjunto com os pais. Yagüe Sebastian e Yagüe Sebastian (2002) reforçam que a avaliação e o trabalho sistematizado levam à intervenção mais eficaz, o que promove a correta valorização da fisioterapia pelos profissionais envolvidos no âmbito educativo.

Diversos materiais e equipamentos (bolas, rolos, bancos, esteiras, planos inclinados, espelhos, andadores, prancha de equilíbrio, carrinhos, faixas elásticas e outros) e brinquedos, podem ser utilizados na fisioterapia à criança. Nesse sentido, as salas de atendimento devem dispor de brinquedos, e os fisioterapeutas devem, sempre que possível, utilizar as atividades lúdicas durante o atendimento à criança. Ratliffe (2000) ressalta que os brinquedos e os jogos são componentes essenciais no atendimento de crianças, e que a sua utilização de maneira correta torna a fisioterapia eficaz.

Segundo Burns e Macdonald (1999), o brincar deve ser utilizado ao máximo, em todos os procedimentos, como uma estratégia útil para incentivar a participação da criança na realização das atividades desejadas na fisioterapia. Dessa forma, os jogos e as brincadeiras podem estar presentes tanto na avaliação, quanto nos atendimentos de fisioterapia. Vale destacar que, quando as atividades lúdicas são dirigidas pelo adulto com o objetivo de promover e potencializar a aprendizagem, surge a dimensão educativa (KISHIMOTO, 1995).

A presença das atividades lúdicas deve ocorrer de maneira intencional e planejada pelo fisioterapeuta, durante os atendimentos. Fujisawa (2000) refere que a presença do lúdico na fisioterapia caracteriza-se como uma atividade-meio, ou seja, um recurso que tem como finalidade facilitar ou conduzir aos objetivos estabelecidos. Embora para a criança a atividade lúdica possa ser considerada como brincar, busca-se o alcance dos objetivos estabelecidos.

As atividades lúdicas ocorrem, com freqüência, nos atendimentos de crianças, seja realizado por fisioterapeutas, seja realizado por estagiários. Porém, deve ser assegurado que a utilização dos jogos e das brincadeiras durante a formação acadêmica tenha finalidade terapêutica, visto que o estágio supervisionado tem papel fundamental na promoção de vivências e experiências relativas à sua futura atuação como profissional. Strohschein, Hagler e May (2002) relatam que o estágio supervisionado é o melhor momento para ensinar e refinar as habilidades e atitudes necessárias no acadêmico de Fisioterapia.

É na brincadeira que as crianças reaprendem a andar e a movimentar partes do corpo. Isso sem a preocupação de exercícios forçados e dolorosos.

Brinquedos e brincadeiras são as ferramentas de trabalho dos fisioterapeutas que atuam em pediatria.

Com a ajuda daqui


Para evitar que seu filho, seja ele bebê ou já mais crescidinho, tenha problemas na hora de dormir, você precisa impor algumas regras e háb...

Melhore o sono de uma criança

Para evitar que seu filho, seja ele bebê ou já mais crescidinho, tenha problemas na hora de dormir, você precisa impor algumas regras e hábitos simples. O pediatra Leonardo Posternak, membro do Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein e co-autor do livro "E agora, o que fazer? - A difícil arte de criar os Filhos" (Editora Best Seller), e a psicóloga Renata Kraiser, autora do livro "O Sono do meu Bebê" (CMS Editora), dão dicas essenciais sobre o assunto.

1. Ajude o bebê a criar seus próprios rituais de sono. Leonardo Posternak explica que é imprescindível que o bebê crie seus próprios rituais antes de dormir. "Pode ser segurar um paninho ou até colocar a mão na orelha, desde que o ritual não dependa dos pais para acontecer. Assim, quando ele acordar no meio da noite, poderá voltar a dormir sozinho", diz. A psicóloga Renata Kraiser acrescenta que isso ajuda o bebê a criar autonomia.

2. Crie uma rotina para dar segurança à criança. Segundo os especialistas, o ato de dormir é traumático para o bebê, pois representa um abandono momentâneo da mãe. Para diminuir o trauma, Kraiser indica uma rotina de horários para a alimentação e o sono. "Isso acaba criando uma segurança para o bebê, porque ele já sabe o que vai acontecer depois, já que tudo se repete dia após dia", completa. Para o pediatra Leonardo Posternak, a rotina e as normas de funcionamento da casa precisam estar claras para as crianças.

3. Evite dar leite, cafeína ou açúcar antes da hora de dormir. A psicóloga explica que tanto a cafeína, presente em refrigerantes e chás, quanto os açúcares são estimulantes. "Algumas mães dão para seus bebês um pouco de chá preto ou chá mate e não percebem que eles têm cafeína", explica. Posternak acrescenta que o leite de vaca antes de dormir também não faz bem às crianças. "Algumas manifestações de alergia à lactose causam distúrbios no sono, além do leite também aumentar as secreções na garganta e pulmões", alerta o pediatra.

4. Estabeleça um local adequado para ele dormir. Os especialistas são enfáticos ao dizer que a criança deve ter seu próprio espaço e que deve se evitar, ao máximo, que ela durma na cama dos pais. "Eles precisam impor uma divisão, um limite de privacidade", diz Posternak.

5. Deixe o quarto aconchegante. Leonardo Posternak critica a quantidade de objetos eletrônicos, como televisões e computadores, que enchem os quartos das crianças hoje em dia. "O quarto é para dormir ou, no máximo, para ler", completa. O pediatra explica que essas distrações eletrônicas dispersam e estimulam a criança. Melhor apostar em um abajur com luz fraquinha e objetos lúdicos.

6. Não mande a criança dormir, mande-a para o quarto. Apesar de ser a favor da imposição de limites, Posternark diz que é importante que os pais respeitem o ritmo biológico de seu filho. Por isso, é melhor mandar a criança para o quarto na hora adequada e deixá-la dormir quando tiver sono. Neste meio tempo, ela pode ler um livrinho ou ouvir uma história.

7. Deixe a criança dormir no meio da tarde. Segundo a psicóloga Renata Kraiser, quanto melhor o sono diurno, melhor a qualidade do sono noturno. "O sono da tarde é importante para que a criança assimile o aprendizado. Mas ele precisa ser no meio da tarde para não alterar o sono noturno", diz

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A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumá...

Doenças reumatológicas em crianças


A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumáticas" são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e, o que é pior, algumas doenças reumáticas podem gerar dano e limitação permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente. A disciplina clínica que inclui o estudo das desordens inflamatórias e não inflamatórias na criança é a Reumatologia Pediátrica.

As raízes desta especialidade estão na reumatologia do adulto, mas como a experiência com estas doenças na infância foi se acumulando e mostrou várias particularidades, ficou evidente que o assunto requeria uma abordagem pediátrica específica, o que foi feito pela primeira vez na Inglaterra, logo após a Segunda Guerra Mundial, espalhando-se em seguida pelo mundo inteiro. Ainda hoje muitos dos conhecimentos utilizados no tratamento desses pacientes foram herdados da experiência com o adulto, mas fica cada vez mais claro que esse tipo de conduta deixa lacunas e perguntas sem respostas.

Sabe-se que o paciente infantil responde de maneira diferente às drogas, está mais propenso a certas complicações e que precisa de apoio psicológico e cuidados de reabilitação especiais, necessitando de uma equipe familiarizada com essas particularidades e treinada para melhor atender essas demandas.

Várias doenças reumáticas são vistas na infância sendo as mais comuns a artrite crônica da infância, o lúpus eritematoso sistêmico, a dermatopolimiosite e as espondiloartropatias, que são doenças de caráter crônico, provocadas por distúrbios no sistema de defesa do organismo, ou sistema auto-imune. Esses casos precisam de avaliação do especialista e tem potencial para deixar seqüelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas , possibilita-se à criança uma vida praticamente normal. Outros reumatismos desse tipo que também podem acometer a criança são as vasculites e, mais raramente, a esclerodermia.

A presença de bactérias nas articulações pode levar a uma forma grave de reumatismo que é a artrite séptica .

Infecções também estão relacionadas a uma outra forma de doença reumática, as artrites reativas, onde a apresentação clássica é um tipo de reumatismo muito conhecido e, até pouco tempo atrás, freqüente em nosso meio: a febre reumática. O surgimento dos antibióticos e a melhoria nas condições gerais de vida da população mundial reduziram drasticamente o número de crianças afetadas por esse mal.

Com maior freqüência, manifestam-se nessa fase sintomas envolvendo o aparelho músculo esquelético. Nesse grupo encontram-se as famosas dores do crescimento e também dores decorrentes de defeitos ortopédicos e de má postura, muito comuns no consultório do reumatologista pediátrico. A atuação do médico nessa fase como educador postural e estimulador da prática de exercícios físicos tem papel fundamental na prevenção de doenças músculo-esqueléticas da fase adulta.

No tratamento da criança com doença reumática a abordagem também é multidisciplinar. Os tratamentos disponíveis incluem drogas específicas e terapia física, mas muitas vezes é preciso a realização de cirurgia para correção de seqüelas, daí a necessidade de vários profissionais de cada área. Os componentes dessa equipe são: 
 

* o paciente e sua família
* a escola
* o ortopedista pediátrico
* o oftalmologista
* o fisioterapeuta
* o terapeuta ocupacional
* a nutricionista
* o psiquiatra ou psicólogo e
* coordenando a equipe, o reumatologista pediátrico

Faz-se fundamental a difusão desse tipo de conhecimento entre a população e os profissionais de saúde, facilitando o acesso dos pacientes a esse tipo de atendimento especializado. A detecção precoce desses problemas e seu pronto tratamento possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma vida plena para a criança.

Sinais de Alerta Gerais

Como dito anteriormente, a identificação precoce de doenças reumáticas na infância é fundamental para evitar seqüelas permanentes, por isso deve-se levar a criança para avaliação ao verificar a presença de certos sintomas ou sinais, que podem ser: 
 

Dor articular ou dor nas costas referidas de modo mais persistente
Articulação acometida de aspecto alterado: presença de inchaço, calor e vermelhidão no local
Dor persistente ao longo dos membros superiores ou inferiores
Presença de febre por mais de três semanas
Presença de perda de peso e atraso no crescimento
Presença de prostração e cansaço, modificando o padrão normal de atividades da criança
Presença de fraqueza muscular
Presença de depressão
Presença de queixas visuais
Presença de limitação funcional, ou seja, a criança começa a mostrar incapacidade para tarefas do dia a dia que antes eram executados com facilidade, necessita de auxílio dos adultos, fica dependente da ajuda dos outros e restringe suas atividades. Por exemplo, necessita de auxílio para sair da cama pela manhã, para vestir-se, para subir/ descer escadas

Na presença dessas queixas, recomenda-se visitar o pediatra o mais rápido possível , evitando adiar a consulta. Evitar usar medicamentos por conta própria ou "simpatias" e remédios caseiros. Nessa oportunidade, será avaliada a necessidade de acompanhamento especializado, conforme a situação.

Fonte

A síndrome de Down é decorrente de uma alteração genética ocorrida durante ou imediatamente após a concepção. A alteração genética se caract...

Sindrome de Down

A síndrome de Down é decorrente de uma alteração genética ocorrida durante ou imediatamente após a concepção. A alteração genética se caracteriza pela presença a mais do autossomo 21, ou seja, ao invés do indivíduo apresentar dois cromossomos 21, possui três. A esta alteração denominamos trissomia simples.
No entanto podemos encontrar outras alterações genéticas, que causam síndrome de Down. Estas são decorrentes de translocação, pela qual o autossomo 21, a mais, está fundido a outro autossomo. O erro genético também pode ocorrer pela proporção variável de células trissômicas presente ao lado de células citogeneticamente normais. Estes dois tipos de alterações genéticas são menos freqüentes, que a trissomia simples.
Estas alterações genéticas decorrem de "defeito" em um dos gametas, que formarão o indivíduo. Os gametas deveriam conter um cromossomo apenas e assim a união do gameta materno com o gameta paterno geraria um gameta filho com dois cromossos, como toda a espécie humana. Porém, durante a formação do gameta pode haver alterações e através da não-disjunção cromossômica, que é realiza durante o processo de reprodução, podem ser formados gametas com cromossomos duplos, que ao se unirem a outro cromossomo pela fecundação, resultam em uma alteração cromossômica.
Estas alterações genéticas alteraram todo o desenvolvimento e maturação do organismo e inclusive alteraram a cognição do indivíduo portador da síndrome. Além de conferirem lhe outras características relacionadas a síndromes.
De forma geral algumas características do Down são: o portador desta síndrome é um individuo calmo, afetivo, bem humorado e com prejuízos intelectuais, porém podem apresentar grandes variações no que se refere ao comportamento destes pacientes. A personalidade varia de indivíduo para indivíduo e estes podem apresentar distúrbios do comportamento, desordens de conduta e ainda seu comportamento podem variar quanto ao potencial genético e características culturais, que serão determinantes no comportamento.

Quando se pensar em fazer uma especialização em pediatria, o profissional de fisioterapia precisa ter algumas questões resolvidas. O fisiote...

Dicas para uma boa especialização de Fisioterapia na Pediatria

Quando se pensar em fazer uma especialização em pediatria, o profissional de fisioterapia precisa ter algumas questões resolvidas.

O fisioterapeuta que trabalha nesta área utiliza uma abordagem com base em técnicas neurológicas e cardiorrespiratórias especializadas, buscando integrar os objetivos fisioterápicos com atividades lúdicas e sociais, levando a criança a uma maior integração com sua família e a sociedade. Criança essa de qualquer idade. Seja recém nascido ou na pré adolescência. 


Ao procurar fazer um curso de especialização em peediatria, o profissional procura a complementação da formação universitária nos aspectos da prática profissional, não contemplados nos cursos de graduação e a formação de profissionais com visão crítica e abrangente do sistema de saúde universalizado, integrado, hierarquizado e regionalizado, voltados à melhoria das condições de saúde da população. Além disso, a capacitação do profissional fisioterapeuta para implantar serviços de fisioterapia pediátrica, bem como realizar a terapia física, dar e/ou encaminhar o paciente pediátrico quer seja em regime de ambulatório, enfermaria, UTI e/ou pronto socorro.

As disciplinas que serão estudas com certeza tem que ter desenvolvimento psicomotor infantil, semiologia, aulas de neonatologia, aulas de fisioterapia na pneumologia, revisão de literatura sobre postura além de conhecimento especifico de muitas sindromes que acomete crianças.

Ao procurar uma especialização para fazer, procure o quadro docente. Com certeza indica o comprometimento da instituição com a qualidade. Boa sorte!

Existem alguns cuidados que devem ser respeitados em relação ao atendimento de crianças utilizando as Bolas Suíças. Uma vez que as bolas pod...

Cuidados no uso de bola suiça para crianças


Existem alguns cuidados que devem ser respeitados em relação ao atendimento de crianças utilizando as Bolas Suíças. Uma vez que as bolas podem rolar para todas as direções, os fisioterapeutas devem estar atentos o tempo todo a segurança dos pacientes. È também importante estará tentos a algumas precauções e contra-indicações.

=== O atendimento deve ser realizado preferencialmente em ambiente com piso antiderrapante. Caso o local não conte com esta infra estrutura, pode-se utilizar tatames emborrachados ou colchonetes antiderrapantes. Este cuidado é importante uma vez que os pisos de cerâmica fazem com que a bola deslize, dificultando o controle da bola e conseqüentemente pondo em risco a segurança do paciente.

=== O tamanho da bola será determinado pelo tipo de manuseio a ser utilizado. De modo geral, as bolas de 60cm ou maiores permitem que crianças sejam estimuladas na postura sentada e também realizem transferências de sentado para deitado por sobre a bola (naturalmente, esse manuseio depende do tamanho da criança) Entretanto, se o objetivo for desenvolver um trabalho onde a criança precise sentar-se e apoiar os pés no solo, neste caso uma bola menor deve ser utilizada. O diâmetro deve ser aquele que permita à criança sentar-se formando um ângulo de 90º de flexão de quadris e joelhos.


=== É importante inflar as bolas até que fiquem firmes. Assim poderão rolar facilmente. Para isto, podem ser usados compressor de ar, uma bomba de inflar ou o próprio pulmão do estagiário; o que for mais fácil.

=== Pacientes com Derivações Ventriculares devem evitar posições que tendam à manter a cabeça abaixo do tronco. Em outras palavras: Devem permanecer sempre com a cabeça elevada durante os manuseios.

=== Pacientes gastrostomizados não devem ser posicionados em prono sobre a bola, a não ser que você tenha muita segurança no que está fazendo.

=== Embora as Bolas Suíças sejam um atrativo para muitas crianças, existem aquelas que se apavoram com a instabilidade gerada pela bola. Pacientes com medo não devem ser forçados a permanecer na bola.

=== As Bolas Suíças devem ser mantidas sempre limpas para evitar o risco de contaminação.


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